Nas cercanias da Plaza Libertad

Nessa última viagem, ficamos hospedados em uma região da Recoleta onde eu nunca havia me hospedado antes – as cercanias da Plaza Libertad. Olhando no mapa, a região faz a fronteira entre a Recoleta e o Centro, o que pode dar a ideia (equivocada…) de que se trata de um “limbo”, uma “terra de ninguém”. Pois eu fui agradavelmente surpreendida.

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Em primeiro lugar, amei o fato de estar situada praticamente ao lado de duas vias importantíssimas da cidade (a Avenida Santa Fé, na Recoleta, e a Avenida 9 de Julio, no Centro), sem sofrer as desvantagens dessa proximidade – nosso hotel, o Americas Towers, ficava na Calle Libertad, que é muito mais tranquila. Ao mesmo tempo, caminhando meia quadra em direção à Recoleta chegávamos à Santa Fé com todas as suas facilidades – lojas, cafés, ônibus… E, apenas virando a esquina e caminhando uma única quadra, caíamos em plena 9 de Julio. Fomos mais de uma vez ao Centro da cidade (principalmente para fazer câmbio…) a pé mesmo, rapidinho e sem nenhum problema.

Plaza Libertad

Plaza Libertad

Nossos passeios começaram e/ou terminaram várias vezes pela Plaza Libertad, esse oásis que nem parece que tem uma de suas saídas desembocando diretamente na Avenida 9 de Julio…

Plaza Libertad

Plaza Libertad

A igreja abaixo, Nuestra Señora de las Victorias, fica na esquina da Calle Paraguay com Libertad, em um dos cantos da praça…

Parroquia Nuestra Señora de las Victorias

Parroquia Nuestra Señora de las Victorias

Em outro canto da praça, na esquina de Libertad com Marcelo T. de Alvear, fica o Café Torre Paris, onde fizemos mais de uma refeição – nada especial ou rebuscado, mas comidinha caseira bem honesta a preços justos, além de empanadas muito saborosas!

Café Torre Paris - menu executivo a R$30!

Café Torre Paris – menu executivo a R$30!

Como estávamos mais perto do Centro do que de costume, um dia fomos caminhando ao longo da 9 de Julio em direção à Avenida Corrientes e as lojas de instrumentos musicais da Calle Talcahuano. Caminhamos olhando para cima de vez em quando, para não perder a beleza dos prédios antigos tão bem conservados como esse da foto abaixo, em frente ao Teatro Colón…

As surpresas ao se elevar o olhar...

As surpresas ao se elevar o olhar…

Mas, se a opção fosse por caminhar em direção a outro ponto do Centro, tomaríamos a Avenida Santa Fé e logo chegaríamos à linda Plaza San Martin…

Plaza San Martin e a Torre Monumental

Plaza San Martin e a Torre Monumental

A Plaza San Martin também fez parte de vários dos nossos passeios, principalmente quando precisávamos tomar o metrô – a Estação San Martin era uma das mais próximas para nós… Então, antes de entrar ou logo ao sair da estação, aproveitávamos para relaxar um pouco à sombra das árvores imensas…

Sombra e água fresca na Plaza San Martin

Sombra e água fresca na Plaza San Martin

… ou para turistar um pouco, admirando o lindo Edifício Kavanagh ou o Monumento a Los Caídos en Malvinas…

Edifício Kavanagh e o Monumento a Los Caídos en Malvinas

Edifício Kavanagh e o Monumento a Los Caídos en Malvinas

Ainda podíamos tomar uma terceira direção e chegar a pé até a região onde estão situadas as Embaixadas da França e do Brasil, a poucas quadras do Patio Bullrich, na Calle Posadas…

Embaixada da França

Embaixada da França

Brasil...

Brasil…

Enfim, foi uma ótima experiência! A região não conseguiu bater a minha localização predileta na Recoleta, que é o coração residencial do bairro, o quadrilátero formado por Vicente López, Azcuénaga, Arenales e Ayacucho. Mas não fez feio, e se mostrou uma excelente opção principalmente para os marinheiros de primeira viagem, que se beneficiariam da proximidade com o Centro para seus passeios turísticos! 😉

Buenos Aires – dicas atualizadas

Rumo a Buenos Aires!!!

Rumo a Buenos Aires!!!

Há pouco mais de 1 mês, passei 10 dias de férias com o marido em Buenos Aires. Já fazia mais de 3 anos que tínhamos ido à cidade pela última vez quando surgiu a oportunidade de matar as saudades… Demos a sorte de conseguir emitir passagens TAM com 10 mil milhas cada, ida e volta, em voos diretos – mas a maior sorte mesmo foi a que demos no aeroporto, quando ganhamos um upgrade gratuito e inesperado para a classe executiva! Como o nosso voo era curto, o ponto alto da classe executiva nem foi o conforto, mas sim a deliciosa sensação de usar talheres de verdade – tem coisa mais deprê do que comer com talheres de plástico?!?

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Chegamos à cidade na véspera da eleição do novo presidente argentino, Mauricio Macri. Na prática, isso significa que ao longo dos nossos dias por lá ainda convivemos com a existência de dois câmbios, o oficial e o blue. Felizmente, uma das primeiras medidas de Macri como presidente foi unificar os câmbios, acabando com a chatice de ter que buscar uma cueva confiável para fazer um câmbio justo, e liberando o turista para voltar a trocar seus dólares ou reais a uma cotação decente logo na chegada, nas filiais do Banco Nación do Aeroparque ou do Aeroporto de Ezeiza.

Aqui vão então algumas impressões que tivemos ao longo dessa última viagem – e algumas dicas que podem ajudar a quem estiver planejando uma visita! 😉

1. Transporte aeroporto / cidade

Nosso voo chegou à noite ao Aeroporto de Ezeiza, que fica a cerca de 1 hora da cidade de Buenos Aires propriamente dita. Nessas circunstâncias, eu nem penso em alternativas – me enfio no primeiro táxi… Nas últimas viagens a Bs.As., tenho usado o Taxi Ezeiza – o valor é justo e o serviço, bem decente. Conferindo no site agora, vi que o valor da corrida de Ezeiza ao Centro / Recoleta está em Ar$ 500, e eles oferecem a corrida de volta com desconto, a Ar$ 400. O guichê do Taxi Ezeiza fica logo em frente ao desembarque.

2. Hospedagem / localização

Eu gosto muito de ficar hospedada na Recoleta. O bairro é bastante residencial, super arborizado, tem prédios históricos lindos e comércio na medida certa. Escolhemos o hotel Americas Towers, situado na Calle Libertad bem pertinho da Avenida Santa Fé, uma das principais artérias comerciais do bairro. Foi a primeira vez em que me hospedei na vizinhança, e gostei – estávamos a uma distância perfeitamente caminhável tanto do coração da Recoleta quanto do Centro, e com acesso bem fácil tanto ao metrô quanto aos ônibus.

Hotel Americas Towers

Hotel Americas Towers

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3. Transporte urbano

Usamos muito o transporte público dessa vez! Além da boa localização do nosso hotel, também descobrimos as facilidades do cartão SUBE (Sistema Único Boleto Electrónico). Pode-se comprar o cartão em qualquer kiosko (aquelas lojinhas que vendem balas, biscoitos, refrigerantes), ao custo de Ar$ 40, e carregá-lo com qualquer valor. Duas pessoas podem usar o mesmo cartão, não é necessário comprar mais de um. As passagens de ônibus, que, se pagas em espécie custam Ar$ 6, caem para Ar$ 3 com o uso do cartão. As passagens de metrô custam um pouquinho mais, Ar$ 4,50. Usamos nosso cartão até nos novíssimos trens urbanos que vão até Tigre, pagando Ar$ 3 pela passagem! (Para pesquisar os itinerários de ônibus, segue valendo a dica que dei nesse post aqui.)

Tarjeta SUBE

Cartão SUBE

4. Alimentação / preços

Não tem jeito: o café, o chá, a água mineral, os refrigerantes e os sorvetes são os grandes vilões dos custos das refeições em Buenos Aires… É possível fazer refeições bem legais a valores em conta, há menus executivos a custos razoáveis por toda a cidade – almoçamos a cerca de R$ 30 por pessoa em um café próximo do nosso hotel, com entrada, prato principal, sobremesa e taça de vinho.

Café Torre Paris - menu executivo a R$30!

Café Torre Paris – menu executivo a R$30!

Mas o bendito café nunca nos custou menos do que R$ 5 ou 6 (dependendo do lugar, poderia chegar a R$ 8!), chegamos a pagar quase R$ 10 por uma mera Coca-cola, e o sorvete no Freddo nos custou quase R$ 17 (mais caro do que no próprio Freddo aqui no Brasil!). Ah, sim, esses valores foram calculados ao câmbio blue 1R$ = 4 Ar$. A situação seria bem pior ao câmbio oficial da época…

De todo modo, conferimos que as empanadas do El Sanjuanino continuam uma delícia…

Las más ricas de Buenos Aires...

Las más ricas de Buenos Aires…

… as confeitarias continuam nos convidando a provar mil gostosuras…

Vitrines de tentações...

Vitrines de tentações…

… e é muito fácil encontrar um delicioso chá completo mesmo fora do circuito tradicional dos grandes hotéis!

Chá da tarde no Café Biblos

Chá da tarde no Café Biblos

5. Compras

As compras nunca foram o grande atrativo de Buenos Aires para mim. Sim, é verdade que em outras épocas já comprei ótimos casacos de couro, sobretudos de lã e blusas de cashmere a preços excelentes, roupas de cama de alta qualidade a uma fração ínfima do preço aqui, dermocosméticos e maquiagem também a preços muito convidativos. A oferta era tão rica que mesmo quem não estava em busca de compras não conseguia resistir. Pois bem, por ora essa fase acabou. Cheguei a ver camisetas de malha de qualidade bem duvidosa nas vitrines da Avenida Santa Fé custando o equivalente a R$ 200. Ou seja, nem é necessário deixar aquele espaço extra na malinha – não está valendo a pena… Nem mesmo livros comprei dessa vez, achei tudo bem caro mesmo. E nossos passeios pelas lojas de instrumentos musicais da Calle Talcahuano renderam comentários do marido no sentido de que há muitos modelos de violões e guitarras diferentes dos que encontramos no Brasil, mas o preço está alto demais para valer a pena passar o perrengue de trazê-los…

Vitrines da Calle Talcahuano

Vitrines da Calle Talcahuano

6. Alguns passeios diferentes

Dois veteranos em Buenos Aires sem nenhuma obrigação turística a cumprir e oito dias completos pela frente para aproveitar da maneira que nos desse na telha – pois bem, caminhamos muito, passamos muitos momentos tranquilos relaxando nos parques e cafés, repetimos alguns passeios amados e fomos desbravar alguns recantos desconhecidos. Deixo algumas fotos pra dar um gostinho do que virá nos posts seguintes!

Um olhar sobre o Obelisco na noite da nossa chegada

Um olhar sobre o Obelisco na noite da nossa chegada

Os jacarandás floridos emoldurando o Congreso Nacional

Os jacarandás floridos emoldurando o Congreso Nacional

A sempre fotogênica ponte vermelha do Jardín Japonés

A sempre fotogênica ponte vermelha do Jardín Japonés

A entrada do Rosedal

A entrada do Rosedal

O Patio Andaluz, todo restaurado

O Patio Andaluz, todo restaurado

Fins de tarde em Palermo

Fins de tarde em Palermo

As árvores imensas das Praças da Recoleta

As árvores imensas das Praças da Recoleta

O centro do labirinto do Parque Chas

O centro do labirinto do Parque Chas

O MALBA

O MALBA

O Museo Casa Carlos Gardel

O Museo Casa Carlos Gardel

O Museo Beatle - a maior coleção particular de objetos referentes aos Beatles fora da Inglaterra

O Museo Beatle – a maior coleção particular de objetos referentes aos Beatles fora da Inglaterra

Passeio de barco (curtinho!) no Tigre

Passeio de barco (curtinho!) no Tigre

O ano em que vivi sem blog…

Highlights 2015

Highlights 2015

O ano de 2015 foi atípico para o Idas & Vindas. Desde que comecei a escrever o blog, no início de 2007, uma das características mais marcantes do I&V é que ele se desenvolve em slow motion, em ritmo de novela – ou quase de soap opera, aqueles novelões americanos que se arrastam por anos a fio… Mas uma coisa é ter um ou dois posts mensais, e outra bem diferente é ter um ano inteiro de silêncio e um blog caladinho, quase em estado de coma…

O silêncio sepulcral do I&V não foi (apenas) uma escolha própria. Ao longo de 2014 o I&V sofreu várias invasões de hackers que deixaram a casa de pernas pro ar – foi algo inacreditável, parecia que estávamos atraindo mais invasores que o Pentágono. A cada episódio, lá ia eu dar trabalho à “dupla dinâmica” Cláudia Catherine e Roney Belhassof, que, com uma mistura de boa vontade, competência e sensatez, sempre conseguiu resolver os pepinos – meu muito obrigada aos dois! Mas, para debelar os problemas de vez, foi importante deixar o blog quietinho um tempo.

A sensação que eu tenho agora aqui no I&V é que estou arrumando a casa depois de um tsunami, furacão, terremoto, qualquer coisa assim catastrófica. Os backups ajudaram muito, mas ainda tenho muitos e muitos posts desconfigurados que preciso consertar a mão, palavra por palavra. Está dando um trabalhão, mas estou aproveitando para rever links quebrados, inserir tags, atualizar uma coisa ou outra… e, ao mesmo tempo, vou repensando o próprio I&V.

Outro dia, por ocasião do post comemorativo dos 8 anos do Viaggiando, eu deixei um comentário para a Camila que já era, em parte, o produto dessas reflexões que tenho feito a respeito da própria identidade e do propósito do I&V. O I&V é um pouquinho mais antigo do que o Viaggiando, vai completar 9 anos no início do próximo mês de fevereiro. Como a maior parte dos blogs de viagem que sobreviveu desde essa época, já passou por redefinições e reestruturações, mudanças de template, de domínio, de identidade visual.

Alguns blogs daquela época se tornaram a principal atividade dos seus autores, deixaram de ser lazer para virar trabalho – outros, como o I&V, embora também deem bastante trabalho, seguem como um hobby. Um hobby, por definição, é uma atividade que se pratica por prazer e diversão no (pouco) tempo livre de que dispomos, normalmente para relaxar das pressões do dia-a-dia – e um hobby dificilmente tem fins lucrativos, costuma gerar mais despesas do que receita…

Não nego que é muito difícil, para uma pessoa perfeccionista como eu, admitir que não é humanamente possível fazer do I&V o blog mais lindo e maravilhoso do universo, religiosamente atualizado dia sim e outro também. Não era possível quando eu fazia doutorado, continuou não sendo quando comecei a orientar mestrado e sei que não será possível no futuro próximo, quando, aos dois doutorados que já oriento se somarão mais três… Nesse momento, eu repito para mim mesma o mantra de que esse é o meu hobby, essa é a minha forma de prolongar as minhas viagens indefinidamente e, além de tudo, de contribuir com os meus acertos e mancadas para que outras viagens (não só minhas, mas de todos que vierem buscar informações aqui) sejam cada vez melhores.

Vou copiar aqui o comentário que escrevi para a Camila, que resume bem essas ideias…

Eu compartilhava um pouco da sua ansiedade quanto a deixar o blog atualizado, e me frustrava ao ver o tanto de horas livres que sacrificava aparentemente sem ter retorno. Depois cheguei à conclusão que o nosso tipo de blog (aquele que não é o “trabalho de verdade” do autor) não deve ser fonte de angústia – é apenas um hobby, que deve ser curtido no seu momento de lazer, com a função de desestressar, não o oposto…

Eu mesma precisei botar o pé no freio no Idas & Vindas por uma série de motivos, dentre os quais uma invasão hacker que levou meses para ser resolvida e deixou a “casa” de pernas pro ar. Às vezes me parecia que o I&V estava atraindo mais invasores do que o Pentágono, rsrsrs… Pois não é que isso teve um lado bom? Serviu para ver que o blog me faz falta, sim, mas que eu posso viver sem ele. E, se for para mantê-lo, que eu mesma comande o ritmo, que a viagem seja amena.

Eu tenho viagens super antigas que ainda vou postar um dia, devagar, quando tiver tempo, quando isso me der prazer. Minha VAM está fazendo 5 anos, e eu não postei tudo. As informações não estão atualizadas há tempos, mas não vejo nenhum mal nisso… O que proponho escrever são relatos pessoais, pequenas crônicas, observações delineadas ao longo dos dias de viagem – e isso é mais ou menos o que você faz também. A pessoa interessada em atualizar a informação para usar em suas próprias viagens tem um milhão de sites à disposição para consultar. Mas quantos deles trazem realmente um texto pessoal, sensível e gostoso de ler? Com toda a sinceridade do mundo, são pouquíssimos os blogs que eu gosto de ler de verdade – a maioria é como quase tudo na Internet, um amontoado de trivialidades…

Enfim, siga em frente no seu ritmo confortável, fazendo do blog um diário de bordo, um álbum de recordações, um arquivo pessoal. Esses são os blogs inestimáveis, atemporais, insubstituíveis – e para esses não vejo morte à vista, não…

Assim será 2016 para o Idas & Vindas então – um diário de bordo, um álbum de recordações, mas, acima de tudo, um arquivo pessoal de crônicas de viagem que possam trazer dicas úteis e ensinar um pouco do que eu venho aprendendo ao longo dos anos a quem quiser montar suas próprias viagens. Já me questionei muito se valeria a pena relatar viagens que fiz há alguns anos, e cheguei à conclusão de que vale, sim, porque o processo de pesquisa e preparo de uma viagem pode até evoluir de acordo com a tecnologia, mas não muda no cerne…

Só pra dar um gostinho, vou fazer uma lista de viagens que estou “devendo”:

  • uma road trip de 15 dias pelo oeste dos EUA: saindo de Riverside, Califórnia, seguindo pelo Grand Canyon, Death Valley, Yosemite Park, Lake Tahoe, Napa Valley, San Francisco e descendo pela costa até Los Angeles e de volta a Riverside;
  • outra road trip pelos EUA, dessa vez saindo de Las Vegas em direção ao Grand Canyon, Mesa Verde, Goosenecks State Park, Monument Valley, Bryce Canyon, Zion National Park e de volta a Las Vegas;
  • o mês final da VAM, com passagens pelo Vietnã (Hue, Hanói e Halong Bay), Japão (Tóquio apenas) e EUA (Havaí com cruzeiro pelas ilhas, San Francisco, Orlando e Miami);
  • um feriadão de 5 dias em Los Roques, na Venezuela;
  • duas semanas pelo nordeste dos EUA: Washington, Filadélfia, Boston, Cape Cod e Nova York;
  • dez dias na Costa Leste do Canadá: Toronto, Niagara Falls, Ottawa, Montreal e Quebec;
  • uma semana pelas cidades históricas mineiras: Ouro Preto, São João del Rey e Tiradentes;
  • outra viagem pelo nordeste dos EUA: Washington, Filadélfia e Nova York;
  • uma semana solita em Londres;
  • dez dias em Orlando com a família, incluindo a sobrinha de 1 aninho…;
  • um fim de semana em Belo Horizonte, com direito a um dia em Inhotim;
  • duas semanas na Europa: Londres, Paris, Bruxelas e Amsterdam;
  • uma semana em Belém do Pará;
  • uma semana em Buenos Aires.

Pois é, a lista de “dívidas” chegou a me deixar agoniada agora… 😉

Um ótimo 2016 repleto de paz, saúde, amor, felicidade e muitas viagens a todos!!!

Villa Tanamera – Big Buddha Beach, Samui

186488_1005271435003133684_STD Nós não tivemos muitas dicas de Samui antes de viajar para lá… Ou melhor, coletamos várias dicas online, em bons blogs e sites confiáveis como o Travelfish, mas não eram dicas de pessoas conhecidas que já tinham ido ao lugar e dado aquele toque pessoal do tipo “vocês vão amar esse lugar, é a cara de vocês…” 😉 Esse foi um destino em que tivemos que usar bastante o nosso bom senso e uma dose de intuição – uma mistura que costuma dar muito certo, diga-se de passagem… Foi assim que escolhemos o hotel em que nos hospedamos em Koh Samui, o Villa Tanamera, um belo achado, daqueles para guardar a dica com carinho: bom, bonito, barato e bem localizado. Como Samui era uma das escalas de descanso da viagem, querí­amos ficar próximos a uma boa praia, de preferência em um local de fácil acesso e não muito distante do aeroporto, para aproveitar ao máximo o nosso pouco tempo na ilha. Quando encontrei o Villa Tanamera no Booking logo entrei em contato com o Paulinho e o JB e batemos o martelo, porque não havia mesmo necessidade de continuar procurando. Não vou nem falar muito, porque as fotos mostram mesmo praticamente tudo o que é necessário saber…

Hotel Villa Tanamera

A piscina e, ao fundo, a recepção do hotel

Sala

A sala da nossa villa de 2 quartos

Sala / Varanda

Um pouco mais da nossa sala e uma espiadela na varanda

Um quarto

Um dos quartos – ou melhor, uma das suí­tes…

Outro quarto

A outra suí­te

Cozinha

Nossa cozinha – bem equipadinha mesmo!

Passagem direta para a praia

A maior delí­cia: passagem direta do hotel para a praia!!!

Relax na piscina

Relax na piscina no fim da tarde

À noite

E uma foto meio ruinzinha da piscina à  noite, vista do terraço da nossa villa…

Reservamos uma villa de 2 quartos, com café da manhã incluído, pelo Booking, pelo valor de 13,200 baht por 3 diárias, cerca de US$ 400 – ou seja, pouco mais de US$ 130 a diária. Considerando a relação custo x benefí­cio, achamos que valeu muití­ssimo! 😀

O JB também contou um pouco sobre o hotel nesse post aqui.

Dia 42, 05/02 – Koh Samui / Bangkok

Na nossa última manhã em Koh Samui apenas demos uma volta pela vizinhança, aproveitando os últimos momentos antes de tomar o nosso voo de retorno a Bangkok. Já estávamos na Tailândia há 15 dias, e finalmente irí­amos rever a capital, fechando o nosso giro pelo paí­s antes de seguir viagem.

Um último passeio

Um último passeio

Seguimos até o mercado de Big Buddha Beach, mas não havia quase nenhum movimento… Paramos pra conversar com um rapaz dinamarquês que vivia na ilha, o que rendeu um papo bem interessante – ele nos contou que estava se mudando de volta para a Dinamarca porque a filha estava chegando à idade escolar, e ele fazia questão que ela fosse educada lá – ou seja, adeus ao paraí­so tropical…

Perto de Big Buddha Beach

Mercado em Big Buddha Beach

Ainda demos uma olhada nas lojinhas, mas logo nos cansamos e decidimos voltar, porque ainda tí­nhamos um compromisso antes de seguir para o aeroporto – uma boa foot massage pertinho do hotel!

Big Buddha Beach

Big Buddha Beach

Seguimos juntos para o aeroporto, mas lá tomamos rumos diferentes, porque o JB estava indo para Kuala Lumpur e Cingapura, onde já tí­nhamos estado no mês anterior.

Aeroporto de Koh Samui

Aeroporto de Koh Samui

O aeroporto de Samui já tinha nos conquistado desde o primeiro dia, com o seu jeito rústico, repleto de áreas ao ar livre, parecido com qualquer coisa que não fosse um aeroporto. Como tí­nhamos tempo sobrando até a hora do voo, aproveitamos para curtir o cenário… (A foto abaixo eu “roubei” do JB – para ver a original, clique aqui.)

Eu e Paulinho no aeroporto de Samui

Dá pra acreditar que isso é um aeroporto?!?

E não são só as áreas ao ar livre que são assim lindinhas, não – o check-in e as salas de embarque também são um deslumbre!

Check-in

Check-in

A caminho da sala de embarque

A caminho da sala de embarque

Sala de ambarque

Sala de ambarque

Nesse dia deu tempo até para almoçar com calma em um restaurante bonitinho no aeroporto. Mas, se não tivesse sobrado tempo, não terí­amos ficado com fome – na sala de embarque encontramos várias comidinhas e bebidinhas gratuitas, como se toda a sala de embarque fosse uma sala VIP. Achei simpaticí­ssimo! (A princí­pio, achamos que a cortesia era da Bangkok Airways, a companhia-boutique por que me encantei, mas o JB teve a mesma experiência voando outra companhia, então talvez o mérito seja do próprio aeroporto!)

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Ao fim da tarde chegamos de volta a Bangkok, onde o transfer do Bangkok Marriott Resort & Spa já nos aguardava. Na nossa segunda visita à  cidade, mudamos de endereço e nos hospedamos às margens de um dos mais conhecidos cartões postais da cidade, o Rio Chao Phraya.

Bangkok Marriott Resort & Spa

Bangkok Marriott Resort & Spa

Nossa primeira impressão do hotel foi a melhor possí­vel. Pouco tempo depois, o Bangkok Marriott se transformou no Anantara Bangkok Riverside, que continua angariando resenhas bastante favoráveis no Trip Advisor. De todo modo, a nossa experiência vai contar apenas como crônica da nossa viagem mesmo, já que, embora mantendo a mesma ótima localização, o hotel agora é outro…

Piscina

Piscina

Assim que chegamos à recepção do hotel, recebemos o bilhetinho que a Yvonne tinha nos deixado, perguntando se a gente topava encontrar com eles no bar à noite, para uns bons drinques e bate-papo, como tinha ficado combinado desde Koh Phi Phi. Foi um reencontro sensacional, repleto de mais histórias engraçadas das viagens das duas duplas. Nem parecia que nos conhecí­amos há apenas 5 dias!!! 😀

Já em Bangkok, com Yvonne e Oliver

No bar do Bangkok Marriott, com Yvonne e Oliver

Para comemorar uma ótima noite!

Para comemorar uma ótima noite!

Dia 41, 04/02 – Koh Pha Ngan

Um passeio bem comum dentre os turistas hospedados em Koh Samui é passar um dia na ilha vizinha, Koh Pha Ngan. A ilha é famosa por abrigar a Full Moon Party, uma festa que acontece (como diz o nome…) na época da lua cheia, todos os meses, e atrai muitos estrangeiros. As duas ilhas ficam bem próximas, como mostra o mapa:

Fonte: http://www.tropicaleasy.com/

Fonte: www.tropicaleasy.com

Contratamos o passeio na véspera, com transporte do nosso hotel até o pier. Pois bem, nesse dia o Trio Elétrico se transformou em uma versão contemporânea dos Três Patetas… Entramos no carro para ir até o pier e descemos dele praticamente um minuto depois – não sei por que cargas d’água não nos demos conta que o pier ficava bem ao lado do nosso hotel, em uma caminhada que não teria nos tomado mais do que 5 minutos!

Pier - Big Buddha Beach

Pier – Big Buddha Beach

Algumas boas risadas depois, tomamos a lancha para iniciar o passeio. Não demos muita sorte com o tempo, que ficou bastante encoberto durante uma parte do dia…

A caminho de Koh Pha Ngan

A caminho de Koh Pha Ngan

Nosso primeiro ponto de visita foi o Templo Chinês – construído no alto de uma colina, com uma vista privilegiada, o templo rendeu lindas fotos.

Templo Chinês

Templo Chinês

Templo Chinês

Templo Chinês

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Detalhes das paredes

Detalhes das paredes

Templo Chinês

Templo Chinês

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Interior do templo

Interior do templo

Jardim do templo

Jardim do templo

Detalhe na entrada do templo

Detalhe na entrada do templo

A segunda parada do dia foi em uma colônia de pescadores, onde pudemos observar o trabalho de secagem das lulas.

Colônia de pescadores

Colônia de pescadores

Secagem de lulas

Secagem de lulas

Barcos pesqueiros

Barcos pesqueiros

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Chegamos então à primeira praia do dia, Koh Mah. (Não tenho absolutamente nada contra o turismo instrutivo, mas, se estou em uma ilha, quero ir à praia, e não aprender a secar lulas…) Paulinho e JB finalmente puderam ir mergulhar, enquanto eu preferi esquadrinhar a praia em busca de ângulos fotogênicos e depois relaxar tomando um solzinho…

Praia

Praia Koh Mah

Praia

Praia Koh Mah

Praia

Praia Koh Mah

O nosso passeio incluí­a o almoço, em um restaurante de Koh Mah, que não fez feio – comemos arroz, salada e frutos do mar, tudo super gostoso! (E sem fotos, me esqueci…)

Na parte da tarde visitamos a famosa praia Had Rin Nok, onde acontece a tal festa. Fiquei (mal) impressionada com os números grandiosos – milhares de turistas ocupam a praia todos os meses… Fiquei pensando na quantidade de bebida que provavelmente consomem e no lixo que devem deixar para trás – definitivamente, nada a ver com a minha ideia de viagem e diversão…

Had Rin Nok

Had Rin Nok

Had Rin Nok

Had Rin Nok

Ao fim da tarde, voltamos para Koh Samui. Essa era a nossa última noite na ilha e decidimos então ir jantar no restaurante do Saboey Resort, vizinho ao nosso hotel. Pagamos um preço era fixo por pessoa – cerca de 850 baht ou R$ 60 – com direito ao buffet livre e show de dança tí­pica tailandesa. Achei o jantar bem gostoso até cair na armadilha da pimenta na salada de papaia verde – sou fã de comida condimentada, mas a Tailândia realmente testa os nossos limites…

Saboye à noite

Saboey Resort à noite

Buffet de jantar no Saboye

Buffet de jantar no Saboey White Bar

Drinks

Últimos drinks pré-pimenta, digo, pré-jantar…

O show de dança foi muito bonito – depois de assistir a outros no Camboja e em Bali, aos poucos fomos nos acostumando aos movimentos das danças orientais, apreciando tudo sempre mais… São espetáculos turí­sticos, claro, mas discordo de quem desfaz desse tipo de atração por não ser “autêntica”. Não acredito em autenticidade, nessa época tão globalizada em que vivemos – afinal, que autenticidade pode haver onde há interação?!? Mas isso, em hipótese alguma, retira a beleza do espetáculo…

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Dançarina

A suavidade dos gestos da dançarina

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Dançarinas

E os figurinos belí­ssimos…

O JB também contou sobre esse dia lá n’O Descobrimento da América +. Para ler, clique aqui!

Dia 40, 03/02 – Koh Samui

Confesso que fui parar em Koh Samui meio por acaso… Nos nossos planos iniciais, tí­nhamos separado alguns bons dias para as praias tailandesas e pensamos em distribui-los entre Phuket, Phi Phi e Krabi. Mas, conforme fomos lendo sobre os locais, cada vez mais parecia melhor variar as paisagens, e distribuir o nosso tempo entre as praias do Mar de Andaman, como Phuket e Phi Phi, e as do Golfo da Tailândia, como Koh Samui. Além disso, o JB conseguiu encaixar esses dias em Samui no roteiro dele, e então batemos o martelo.

Mas… o fato é que, depois de passar dias no azul transparente maravilhoso do Mar de Andaman, as praias de Koh Samui não me encantaram, não… Arrisco dizer que o Paulinho e o JB também não acharam nada muito sensacional – tanto que, depois de passar a primeira tarde lagarteando na praia, fomos em busca de algo diferente para fazer. Encontramos uma agência de turismo na mesma rua do nosso hotel, e resolvemos contratar um city-tour de meio-dia (que mais ou menos ocupava o dia todo, porque começava às 11 da manhã e ia até o fim da tarde). A 450 baht (cerca de US$ 14), achamos que valia a pena pagar pra ver. (E, já que estávamos ali mesmo, aproveitamos para contratar também um passeio de barco de dia inteiro para Koh Pha Ngan, a ilha da da Full Moon Party, para o dia seguinte. A brincadeira toda nos custou menos de US$ 70…)

Nosso “ilha-tour” foi muito semelhante a qualquer city-tour – um grupo heterogêneo, com algumas pessoas interessantes e divertidas e outras nem tanto buscando conhecer os pontos turí­sticos mais famosos do lugar, em visitas interessantes e divertidas e outras nem tanto… 😛 Nossa primeira parada foi em um mirante bastante bonito, que rendeu fotos bem lindas da cor do mar (que nesse dia estava de um verde especialmente fotogênico…)

Primeira parada: o mirante

O mirante da primeira parada

Já começamos o dia nos aproveitando da boa vontade de algum incauto para fazer as fotos oficiais do “trio elétrico”…

O "trio elétrico"

O “trio elétrico”

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Entrando no clima...

Entrando no clima…

Nossa parada seguinte foi nessa praia curiosamente nomeada “Grandpa & Grandma”. Sim, é para pensar “naquilo” mesmo! 😉 As formações rochosas lembram as formas dos órgãos sexuais masculino e feminino, e o povo se esbalda fazendo mil e uma fotos um tanto quanto proibidas para menores… 😀

Grandpa & Grandma

Grandpa & Grandma

Grandpa & Grandma - praia

A prainha meio escondida de Grandpa & Grandma

Quando voltamos para a van não deu pra resistir a fazer uma foto-trocadilho… Afinal, lá estava o JB entrando na van – ou seria na VAM?

O dia em que o JB entrou na VAM...

O dia em que o JB entrou na VAM…

Seguimos então para o primeiro templo do dia, o Wat Khunaram. O templo é famoso por abrigar o corpo mumificado do monge Loung Pordaeng, morto em 1973. O estado de preservação do corpo é realmente impressionante, mas não deixa de ser uma visita um tanto quanto mórbida… Não é permitido fazer fotos, mas quem ficar curioso pode ler mais e ver fotos tanto aqui quanto aqui.

Wat Khunaram

Wat Khunaram

Os macaquinhos...

Os macaquinhos…

Em Wat Khunaram vimos mais uma vez as imagens de Buda relativas aos dias da semana – começando à  esquerda, temos domingo, segunda, terça, quarta pela manhã, quarta à tarde, quinta, sexta e sábado. Ao contrário do que tí­nhamos visto em Chiang Mai, aqui eles consideram apenas uma imagem para a segunda-feira…

Mais uma vez, os Budas dos dias da semana...

Mais uma vez, os Budas dos dias da semana…

A próxima parada foi a menos bacana de todo o dia, na minha opinião: um desses lugares onde os turistas podem tocar e interagir com animais selvagens, mantidos calminhos às custas sabe-se lá de quais subterfúgios. Não vou entrar muito no mérito da questão, a não ser para dizer que soy contra, contra, contra

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A parada seguinte foi a cachoeira de Na Muang. Bonita, sim, mas que também não chegou a nos emocionar…

A cachoeira

A cachoeira

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Seguimos então para a penúltima parada do passeio: Wat Plai Laem, um templo de orientação tailandesa e chinesa, dedicado a Guanyin, a deusa da misericórdia e da compaixão, e também ao Buda chinês, aquele da imagem gordinha e sorridente.

Guanyin - Wat Plai Laem

Guanyin e seus 18 braços

Laughing Buddha

O sorridente Buda chinês

Esse templo é um lugar delicioso para passear, observar as imagens, fazer um milhão de fotos e simplesmente esquecer da vida…

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Outro ângulo...

Outro ângulo…

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E mais um ângulo...

E mais um ângulo…

Para saber um pouco mais sobre Wat Plai Laem, clique aqui, aqui e aqui.

Tomamos então o rumo da nossa última parada do dia: Wat Phra Yai, ou o Templo do Grande Buda, localizado, claro, já bem pertinho do nosso hotel, na Big Buddha Beach (o nome não é à toa…)

Wat Phra Yai

Wat Phra Yai

A imagem enorme do Buda dourado lá no alto da escadaria é mesmo muito imponente – e, como sempre, os fiéis e suas oferendas nos faziam lembrar que o local turí­stico de alguns é o local religioso de outros…

Fiéis e suas oferendas

Fiéis e suas oferendas

Close no Buda...

Close no Buda…

De todo modo, devo dizer que a parte que mais me encantou foi a paisagem vista lá de cima… A praia é Big Buddha Beach, a mesma do nosso hotel.

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Para ter mais informações sobre Wat Phra Yai, clique aqui, aqui e aqui.

Ao final do passeio, fomos entregues no nosso hotel absolutamente exaustos. Aproveitamos como nunca o fim da tarde na piscina – não parece nada, mas uma piscininha no fim do dia tem o poder de relaxar a musculatura e preparar o corpo para uma boa noite de sono e mais passeios no dia seguinte… 😉

Relax na piscina

Relax na piscina

Como o cansaço era grande, mas não era maior do que a nossa fome, resolvemos dar um crédito ao restaurante em frente ao hotel. Comemos uns krathong thongs deliciosos, seguidos de um belo prato principal e um tiramisu muito gostoso de sobremesa.

Jantarzinho "da preguiça"...

Jantarzinho “da preguiça”…

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O JB também contou as aventuras desse dia lá n’O Descobrimento da América +. Para ler o ponto de vista dele, é só clicar aqui!

Dia 39, 02/02 – Koh Samui

Partimos de Phuket logo cedo em um voo da Bangkok Airways, a única companhia em que conseguimos um voo direto de Phuket a Samui, sem a necessidade de fazer conexão em Bangkok. O voo foi bem tranquilo e chegamos sem atraso. Nesse dia, esse era um ponto bem importante, porque ainda no aeroporto iríamos encontrar o JB, que estava chegando de Bangkok para passar esses dias em Samui com a gente.

Aeroporto de Koh Samui

Aeroporto de Koh Samui

Arrisco dizer, assim meio de improviso, que o aeroporto de Koh Samui é o mais original onde já estive, todo construí­do de acordo com o estilo local e com muitas áreas ao ar livre. Nesse dia tivemos apenas uma prévia – alguns dias depois, no dia da partida de Samui para Bangkok, tivemos uma noção mais precisa do lugar…

O "trio elétrico" chegando no aeroporto de Koh Samui

O “trio elétrico” chegando no aeroporto de Koh Samui

Logo o voo do JB chegou também. Nosso reencontro foi uma alegria só – afinal, depois de mais de 1 mês de viagem, já tí­nhamos muitas histórias pra contar… 😉 Mas, como tí­nhamos contratado o transfer no hotel onde ficarí­amos hospedados, achamos por bem não deixar o motorista nos esperando. Nosso hotel, o Villa Tanamera, ficava situado na região de Big Buddha Beach, bem ao norte da ilha, a menos de 10 minutos de carro do aeroporto – como o carro já estava a nossa espera, chegamos lá em dois tempos.

Hotel Villa Tanamera

Hotel Villa Tanamera

A primeira impressão que tivemos do hotel foi das melhores. O hotel é charmoso e aconchegante, com uma piscina super agradável e ligação direta com a praia em frente. Ao redor da piscina ficam dispostos os bangalôs. O nosso era excelente, bonito e espaçoso – dois quartos, dois banheiros, sala, cozinha completa e até um terraço! (Mas isso já é assunto para o post especial sobre o hotel, que virá mais adiante…)

Antica Locanda

Antica Locanda

Pasta Carbonara

Pasta Carbonara

Nos instalamos rapidinho e saí­mos para uma volta de reconhecimento. A fome logo bateu e resolvemos conferir um restaurante italiano bonitinho, o Antica Locanda. Já contei que uma das nossas estratégias para matar a saudade da comida de casa era recorrer aos restaurantes italianos… E nesse dia não querí­amos abusar e/ou errar no almoço, porque tí­nhamos feito planos especiais para o jantar! 😉

Nossa praia

Nossa praia

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Avião da Bangkok Airways

Avião da Bangkok Airways

Fim de tarde na praia

Fim de tarde na praia

Fim de tarde na praia

Fim de tarde na praia

Depois do almoço, tomamos o rumo da praia, onde passamos a tarde descansando, batendo papo, fazendo fotos, observando os aviões da Bangkok Airways voando baixinho para aterrisar no aeroporto ali perto… E, claro, fazendo planos para o jantar!

gallery_photo_185_14        Na revista de bordo da Bangkok Airways tí­nhamos visto um anúncio de um restaurante que nos fisgou à primeira vista, só pela foto – o Sea Wrap, no Peace Resort, em Bophut. Eu e Paulinho ficamos apaixonados pelas mesinhas baixas e almofadões na areia da praia – e qual não foi a nossa surpresa ao descobrir que o JB tinha visto o mesmo anúncio na revista e também se interessou em conferir o restaurante! 😉

Foto de divulgação do Sea Wrap

Foto de divulgação do Sea Wrap (Fonte: www.peaceresort.com/dining)

A ilha de Koh Samui não é muito grande, por isso sabí­amos que o Peace Resort não poderia ser muito distante. De volta ao hotel, descobrimos que levarí­amos uma meia hora de carro para chegar. Achamos bem razoável, e decidimos fazer a reserva e contratar um táxi no hotel para nos levar e buscar.

O trio no Sea Wrap do Peace Resort

O trio no Sea Wrap do Peace Resort

Foi uma noite super divertida! Ao chegar, ainda conseguimos aproveitar um pouco o ambiente delicioso à beira da praia, rindo, conversando e tomando um vinho. Mas logo começou a chover e tivemos que nos abrigar na parte fechada do restaurante… 🙁

Vou deixar que o JB conte essa história no post que ele escreveu sobre esse dia em Koh Samui – é só clicar aqui!

The Nap Patong – Patong Beach, Phuket

O hotel em que nos hospedamos em Patong Beach, o The Nap Patong, foi, indubitavelmente, uma das melhores escolhas de toda a VAM – e teve uma relação custo x benefí­cio que se aproximou da perfeição. Como ficarí­amos apenas uma noite, estávamos buscando apenas um hotel bem localizado, limpo e confortável para dormir bem e seguir viagem para Koh Samui no dia seguinte bem descansados. Procurando no Booking, logo nos apaixonamos pelas lindas fotos do Nap Patong… Como a localização também era ótima, ele ganhou mais pontos – e, quando vimos o valor da diária, US$ 110, não hesitamos e fizemos a reserva na hora! 😉

The Nap Patong

The Nap Patong

O hotel era noví­ssimo, e isso transparecia em cada detalhe – assim como o bom gosto e a funcionalidade do projeto. Acabamos fazendo um montão de fotos, e elas praticamente falam por si mesmas…

Entrada

Entrada do hotel, com o bar-restaurante ao fundo

Entrada

O bar do hotel visto de frente

Entrada

Todo o ambiente do bar – com os sofás para os clientes…

Entrada

Sofás e cadeiras de balanço no lobby

Lobby

E por falar em lobby confortável…

A caminho dos quartos

A caminho dos quartos…

O quarto que reservamos, do padrão mais simples, já era um espetáculo, com sua decoração funcional e de um super bom gosto…

Entrada do nosso quarto

Entrada do nosso quarto

Nosso quarto

Nosso quarto – com varanda e vista!

Nosso quarto

Outro ângulo do nosso quarto

Vista da varanda

Vista da varanda

Vista da varanda

Ainda a vista da varanda

Outro ângulo

Mais um ângulo do quarto

Banheiro

E uma foto do banheiro…

Banheiro

… porque banheiros bonitos merecem fotos!

No dia seguinte, partimos cedo para Koh Samui, mas não sem antes tomar um baita susto: quase na hora de ir para o aeroporto, fomos pegar os passaportes no cofre e… qual não foi a nossa surpresa ao ver que o cofre não abria!!! 😯 Ligamos para a recepção imediatamente e logo mandaram um técnico, que constatou que a bateria do cofre tinha acabado, fez a troca e conseguiu resgatar os nossos documentos… All is well that ends well!!!

Dia 38, 01/02 (tarde) – Patong Beach, Phuket

Voltar a Phuket depois dos dias que passamos em Phi Phi foi menos um desejo do que uma necessidade. Não irí­amos rever a nossa Phuket idí­lica de Mai Khao, mas apenas fazer uma breve “escala técnica” – não querí­amos o stress de arriscar vir de ferry de Phi Phi e tomar um voo para Koh Samui no mesmo dia.

The Nap Patong

The Nap Patong

Como irí­amos dormir só uma noite, resolvemos dar uma chance a Patong Beach. Não tí­nhamos nenhuma pretensão turí­stica, a ideia era mesmo só dar uma volta de reconhecimento, jantar e voltar para o hotel para uma boa noite de sono antes de embarcar cedo no voo para Samui. Escolhemos no Booking um hotel novinho, o Nap Patong, que nos atraiu pelas fotos lindas e pela boa localização – e que se mostrou uma ótima escolha!

Patong

Ruas de Patong…

Patong

… e seu trânsito intenso

Chegar a Patong Beach foi como chegar a outro planeta… Depois de praticamente uma semana no dolce far niente das praias de Mai Khao e de Phi Phi, foi meio esquisito ir parar no meio de toda aquela agitação… O ritmo de Patong é o de uma cidade grande – lã estão o trânsito, o barulho, o movimento incessante…

Patong

Pôr-do-sol…

Patong

…na praia de Patong

Caminhamos até a praia para ver o pôr-do-sol – e foi bonito, mas a praia ali não tinha os encantos da Phuket que tí­nhamos conhecido alguns dias antes…

Patong

Um McDonald’s aqui…

Patong

…e um Starbucks logo adiante…

Prosseguimos o nosso passeio por essa Phuket carregada das marcas-sí­mbolo da globalização, tropeçando em um McDonald’s aqui e em um Starbucks ali… 😉

Patong

Muito movimento, sons e cores…

Patong

…na noite agitada de Patong

Até deu pra ver um pouquinho do movimento noturno nos bares da região – e achamos super divertido esse bar montado dentro da Kombi!

Patong

Uma Kombi em Patong

Mas logo fomos buscar um restaurante simpático onde jantar… Passamos por um italiano que nos pareceu bem legal – e foi mesmo. Jantamos uma massinha bem gostosa!

Patong

Nosso restaurante italiano em Patong

DSC05171      A comida italiana acabou sendo, de certo modo, uma referência de comfort food ao longo da viagem… Nos momentos em que estávamos mais cansados, precisando mesmo relaxar, era sempre a um restaurante italiano que recorrí­amos!

Logo após o jantar, voltamos ao hotel para um drink ao mesmo tempo de boas-vindas e despedida…

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É curioso que muitas vezes, nos diálogos dos turistas, e mesmo nos textos dos blogs e guias, Patong e Phuket Town se confundem com a própria ilha de Phuket – toma-se a parte pelo todo. Foi uma experiência válida conhecer essa parte da ilha, e compreender porque tanta gente recomenda que não se gaste nem um dia por lá, seguindo logo para alguma ilha menos degradada pelo turismo… Compreeendo – mas não concordo. Nesse caso eu sempre faço a advogada do diabo, recomendo pensar duas vezes e, quem sabe, dar uma chance ao lado off the beaten track da ilha – fico muito feliz que a nossa Phuket continue sendo o lado B… 😉

The Beach Resort, Koh Phi Phi

Escolher hospedagem em Koh Phi Phi foi das tarefas mais árduas da VAM. Como tí­nhamos pouco tempo, a boa localização para o passeio a Koh Phi Phi Leh era fundamental – o problema era que o valor das tarifas normalmente estava muitos pontos acima do nosso orçamento, que era de US$ 100 / noite. Tivemos indicações que me pareceram quentíssimas, mas que se revelavam um belo balde de água fria na hora de conferir os custos – US$ 400, US$ 500 e até US$ 600 por noite.

Descobri o Phi Phi The Beach Resort pesquisando no Booking. Com a diária a US$ 150, ele estava 50 % acima do planejado, mas era uma possibilidade – afinal, o nosso orçamento já tinha sido esticado por outras boas causas antes. Lendo as resenhas no Trip Advisor, na época, não vi nada além do que esperava, for better or worse – o hotel era simples, espartano até, e as diárias, inflacionadas; ou seja, no geral, a relação custo x benefício era sofrí­vel. Mas, por falta de uma opção que se encaixasse melhor nos nossos planos, fechamos a reserva.

Longtail boats

Longtail boats (foto do site)

Chegamos a ilha em um dos longtail boats próprios do hotel – um ponto positivo é que o transporte de / para o pier de Tonsai está incluí­do na diária. Por outro lado, a falta total de cuidado com a bagagem dos hóspedes, exposta à água do mar sem qualquer proteção foi um ponto bem negativo.

Chegando a Long Beach

Chegando a Long Beach

Tí­nhamos feito a reserva com o pagamento no checkout. Pois assim que chegamos à recepção do hotel, a primeira coisa que fizeram foi nos cobrar o pagamento – assim mesmo, de sopetão, antes mesmo de qualquer informação acerca de localização de quartos ou horário do café da manhã. Para mim, isso se traduziu como um serviço bastante rude e descortês.

Phi Phi The Beach Resort

Phi Phi The Beach Resort (foto do site)

Por outro lado, não deixo de considerar pontos positivos como o café da manhã incluído na diária, gostoso embora pouco variado; o shuttle que nos levava até o quarto a qualquer hora do dia, muito conveniente principalmente para subir a colina; e o wifi gratuito, mas que só funcionava mesmo próximo à  recepção…

Subindo para os chalés

Subindo para os bangalôs

Nosso chalé

Nosso quarto por fora

Chegar ao nosso quarto foi uma decepção. Detestei tanto que nem tenho fotos próprias do interior do quarto. Um grande erro, na verdade, porque agora só tenho as fotos do site para mostrar, e elas são bem enganadoras…

Nosso quarto era exatamente esse mostrado na foto abaixo – que, com certeza, foi feita com uma ótima lente grande angular, porque aqui ele parece ter no mí­nimo o dobro do tamanho real… A porta leva ao banheiro, um cubí­culo mal ventilado com um chuveiro de três pingos d’água, daqueles risí­veis para um destino de praia…

Interior do quarto - foto do site

Nosso quarto por dentro ( foto do site)

Tenho consciência de que a minha decepção foi bem mais intensa porque eu estava chegando de uma estada absolutamente perfeita no Renaissance Phuket em Mai Khao – um hotel espetacular que tinha custado menos que a espelunca de Phi Phi…

A favor do hotel continuo enfatizando mesmo apenas a localização. Não nego que era sensacional descer apreciando essa vista logo cedo para tomar o café da manhã à beira desse mar transparente. Mas esse é um mérito da natureza, não exatamente do hotel…

Vista do caminho de descida para a praia

Vista do caminho de descida para a praia

A piscina do hotel era bem fraquinha também – me pareceu até desnecessária, mesmo para quem viaja com crianças, já que a praia em frente é super calma e protegida.

Piscina e restaurante

Piscina e restaurante

Enfim, foram apenas duas noites, felizmente. Não tive a oportunidade de ver por dentro outros hotéis de Long Beach, mas gostamos bastante de frequentar tanto o restaurante quanto o spa do Paradise Resort – talvez eu confira melhor essa possibilidade, caso um dia resolva voltar a Koh Phi Phi… 😉

Dia 38, 01/02 (manhã) – Long Beach, Koh Phi Phi

Acordamos cedo para aproveitar a nossa última manhã em Koh Phi Phi. Tínhamos bilhetes para embarcar na ferry de volta a Phuket logo no iní­cio da tarde.

Descemos para o café da manhã no restaurante do hotel, à beira-mar…

Vista da praia ao sair do nosso quarto

Vista da praia ao sair do nosso quarto

E já resolvemos ficar um pouco pela praia…

Long Beach

Long Beach

Aproveitamos bastante as águas claras, lotadas de peixinhos mesmo bem perto da areia…

Long Beach vista do mar...

Long Beach vista do mar…

E Paulinho resolveu se arriscar com a câmera dentro d’água para não perder a chance de fotografar a praia vista do mar…

Paulinho, o autor da foto...

Paulinho, o autor da foto…

Logo resolvemos ir dar uma última volta pelas proximidades…

Saindo para uma volta na praia...

Saindo para uma volta na praia…

Sempre um longtail boat no caminho...

Sempre um longtail boat no caminho…

Caminhamos devagar, fazendo algumas fotos e curtindo bem o caminho…

Ao longo da praia...

Ao longo da praia…

Um pouco mais adiante...

Um pouco mais adiante…

E daqui se vê Koh Phi Phi Leh ao fundo...

E daqui se vê Koh Phi Phi Leh ao fundo…

Flores

Flores…

Minhas macaquices...

Minhas macaquices…

E logo chegamos ao Spa do Paradise Resort, onde tí­nhamos feito uma massagem no primeiro dia, e querí­amos repetir a dose… Há vários spas ao longo da praia – e o aroma do óleo de coco usado em alguns deles faz pensar em cocada, doce de coco… (Bom, não sei se todo mundo faz a associação – mas eu, que já estava fora de casa há mais de 1 mês, desenvolvi um desejo por cocada que só consegui saciar quando voltei pra casa! 😉 )

Chegando ao nosso destino...

Chegando ao nosso destino…

... para uma ótima massagem!

… para uma última massagem!

Depois de uma massagem bem relaxante, voltamos então para o nosso hotel, fechamos a bagagem e logo partimos no longtail boat que nos levaria de volta ao Ton Sai Pier, onde embarcarí­amos na ferry.

Deixando Long Beach...

Deixando Long Beach…

Deu uma certa dor no coração deixar essa paisagem tão linda pra trás… Ainda bem que tí­nhamos a expectativa de ótimos momentos adiante – após uma noite em Phuket, voaríamos a Koh Samui para passar uns dias com o JB e em seguida a Bangkok, onde irí­amos rever a Yvonne e o Oliver… 😉

... no rumo de Phuket!

… no rumo de Phuket!

A viagem de volta na ferry foi bem mais organizada e agradável, menos lotada e confusa. Foi uma grata surpresa, porque eu já estava me armando de paciência para tolerar outra travessia chatinha… 😛

Dia 37, 31/01 – Koh Phi Phi Leh

Um dos grandes acertos da nossa breve estada em Koh Phi Phi Don, foi, sem dúvida, a escolha da localização do nosso hotel – Long Beach. (Tenho mil ressalvas quanto ao hotel em si, mas isso é assunto para um post especí­fico…) No dia seguinte à nossa chegada, tomamos o nosso café da manhã à beira-mar, no restaurante pé-na-areia do hotel, e seguimos para o barco que nos aguardava pouco adiante, para um passeio de dia inteiro a Koh Phi Phi Leh.

Barcos em Maya Bay...

Barcos em Maya Bay…

Chegando a Koh Phi Phi Leh

Chegando a Koh Phi Phi Leh

Antes mesmo de aportar em Maya Bay, o primeiro destino do dia e ponto mais aguardado do passeio, já fizemos uma parada para mergulho com snorkel e observação da vida marinha.

Paulinho no mar

Paulinho no mar

Peixinhos perto de Maya Bay...

Peixinhos perto de Maya Bay…

O impressionante tom de azul (ou verde?) da água...

O impressionante tom de azul (ou verde?) da água…

Logo chegamos a Maya Bay.

A placa diz tudo...

A placa diz tudo… ou quase!

A placa indicando a rota de fuga em caso de tsunami nos trouxe imediatamente à memória o grande desastre natural que atingiu a ilha logo após o Natal de 2004, que deixou mais de mil mortos e um rastro inacreditável de destruição. Os pontos mais turísticos se recuperaram da tragédia relativamente depressa (em termos materiais, claro…) – e, além desses pequenos detalhes, nada nos remete ao ocorrido.

Rota de fuga em caso de tsunami

Rota de fuga em caso de tsunami

Ainda era cedo quando chegamos, mas o movimento já era intenso. Era o finzinho de janeiro, alta temporada na região, então acho que seria humanamente impossí­vel ver a bela praia do filme A Praia com menos gente – a não ser para os aventureiros que acampam por lá… 😛 Mas eu sigo à risca a minha crença de que a praia, seja ela qual for, é pública, e não me incomodo de compartilhar o paraí­so, não… (O que me incomoda, sim, é a degradação trazida pela superlotação de turistas – mas isso também é um assunto para outra ocasião…)

Uma multidão de turistas...

Muitos e muitos turistas…

A praia estava cheia, sim – mas, sinceramente, não era nada semelhante às multidões que lotam as praias do Rio de Janeiro e adjacências no verão… E logo as pessoas começaram a se dispersar, fosse para dar uma volta pela trilha que leva ao interior, fosse para um mergulho no mar… Pode até não ser sempre assim – mas nesse dia o purismo de quem diz que Maya Bay está insuportável de tão lotada me pareceu apenas esnobismo desnecessário mesmo…

Barcos em Maya Bay

Barcos em Maya Bay

Logo vimos que o mar em si nem estava cheio, e que seria perfeitamente possí­vel aproveitar bastante a água cristalina para bons mergulhos…

Turistas aproveitando o mar calmo...

Turistas aproveitando o mar calmo…

... assim como eu...

… assim como eu…

... e Paulinho!

… e Paulinho!

Desde essa parte inicial do passeio começamos a bater papo com as outras pessoas que estavam no nosso barco – era um grupo super interessante e heterogêneo, formado por gente de toda parte do mundo! Havia dois amigos alemães, a Yvonne e o Oliver, que estavam hospedados no hotel ao lado do nosso; havia também um casal israelense, um rapaz da Moldávia e dois amigos franceses, além de duas moças chinesas (ou japonesas, não me lembro bem) que não participaram da conversa porque não falavam inglês, quase sempre a lingua franca dos viajantes…

Ficamos bastante tempo em Maya Bay – e, devo dizer que fiquei satisfeita por ter tempo para curtir o lugar em vez de ficar pingando de praia em praia… 😛 Mas depois seguimos para outros locais bons para mergulho – eu, que não sou fã de mergulho / snorkel, teria ficado mais feliz n’A Praia, mas o quê se há de fazer… 😉

Ainda em Maya Bay...

Ainda em Maya Bay…

Prosseguindo o passeio...

Prosseguindo o passeio…

O ponto de parada seguinte quase nos levou de volta a Koh Phi Phi Don – o chamado shark point (ponto de tubarões) ficava praticamente em frente ao nosso hotel! Claro que uma das primeiras perguntas feitas ao guia foi por quê não tí­nhamos parado lá em primeiro lugar… Ele deu uma resposta bem convincente: não apenas para chegar a Maya Bay em um bom horário para aproveitar antes da superlotação de turistas, mas também para pegar o shark point em um horário mais propício para a observação dos peixes – sim, pelo que entendi, os tubarões por ali estão mais presentes no nome do lugar do que na água…

Shark point - com o The Beach Resort ao fundo...

Shark point – com o The Beach Resort ao fundo…

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Muitos peixinhos, nenhum tubarão...

Muitos peixinhos, nenhum tubarão…

Nossa próxima parada – a do almoço! – foi mais do que bem vinda. Depois de tanta praia e mergulhos, todos já estavam famintos. O local escolhido foi uma praia muito tranquila e arborizada, um ótimo cenário para uma pausa relaxante.

Chegando ao "restaurante"...

Chegando ao “restaurante”…

Recanto da "praia-restaurante"...

Recanto da “praia-restaurante”…

Nosso almoço foi estilo lunch box – era simples, mas estava muito gostoso. E o prazer de dividir uma mesa sob as árvores com pessoas tão diversas como eram os membros do nosso grupo foi a parte mais bacana! (Só para mencionar um momento engraçado, tive uma platéia muito atenta enquanto eu contava a história da reinvenção das Havaianas e explicava a diferença entre os diversos modelos – sem falar em olhos arregalados ao constatar o quanto elas são mais baratas aqui no Brasil do que no resto do mundo, inclusive os meus, que não sabia que um par de Havaianas pode custar US$ 50 em Israel…)

Ótima sombra das árvores na hora do almoço...

Ótima sombra das árvores na hora do almoço…

Depois do almoço saboroso, de uma boa conversa e um descanso reconfortante na praia, tomamos o nosso rumo mais uma vez.

De volta ao mar...

De volta ao mar…

E logo estava na hora de retornar a Koh Phi Phi Don…

No caminho de volta...

No caminho de volta…

Nessa mesma noite, jantamos com a Yvonne e o Oliver em um dos restaurantes pé-na-areia de Long Beach – foi um jantar divertidí­ssimo, coalhado das boas histórias da viagem deles pela Tailândia e da nossa VAM, que já ia pela metade… Ainda combinamos um novo encontro em Bangkok, porque descobrimos que estarí­amos no mesmo hotel por uma noite – a última deles antes de voltar para a Alemanha. What are the odds?!? 😉

Nosso passeio, feito em lancha, custou cerca de 1500 baht por pessoa, e foi contratado em uma agência à beira-mar em Long Beach.

Dia 36, 30/01 – Long Beach, Koh Phi Phi

Nossa última manhã em Phuket foi carregada de pena… Amei tanto os dias que passamos lá que mesmo a expectativa quanto ao próximo destino – nada menos do que Koh Phi Phi – não era suficiente para apagar a melancolia de deixar um lugar tão bonito sem saber quando (e se) iria voltar… Mas, como diz o ditado, “o que não tem remédio…” – e assim embarcamos na van que nos levaria por cerca de 1 hora de estrada até o Rassada Pier, de onde parte a ferry para Koh Phi Phi. Hospedar-se em Mai Khao tem seus altos e baixos em termos de localização – é muito mais perto do aeroporto, mas muito mais distante do pier do que Patong. Como nós chegamos de avião, fomos embora de ferry, depois voltamos de ferry, passamos uma última noite em Patong e fomos embora definitivamente de avião, para nós acabou não fazendo muita diferença. De todo modo, terí­amos que cumprir alguns deslocamentos chatinhos pela ilha…

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Chegando ao pier, achamos todo o esquema de embarque bastante confuso e desorganizado. Sinceramente, não sei até hoje como embarcamos na ferry correta, e não em uma que nos levaria na direção oposta! 😛

Ferry Phuket - Phi Phi

Ferry Phuket – Phi Phi

A desorganização era geral mesmo… Fiquei muito mal impressionada com o lugar onde as malas eram “depositadas” – se é que se pode chamar a essa pilha de malas ameaçando revirar por cima das pessoas de “depósito de bagagem”… Não vi nenhum tipo de controle de peso de malas – e nem mesmo de número de passageiros! Muitas pessoas viajavam de pé ou sentadas pelo chão. Achei todo o esquema bem esquisito – e bastante perigoso mesmo. (Embora eu deva dizer que, na volta de Phi Phi para Phuket, a ferry era bem melhor e o número de passageiros, bem menor, o que tornou a viagem mais tranquila.)

Guarda-bagagem na ferry

Guarda-bagagem na ferry

O tempo de travessia não é longo e o Mar de Andaman costuma ser calmo. Logo avistamos o Ton Sai Pier, já em Koh Phi Phi.

Porto de Phi Phi

Chegando ao Ton Sai Pier

No porto de Phi Phi

Ton Sai Pier

Koh Phi Phi

Koh Phi Phi

Koh Phi Phi, na verdade, são duas ilhas: Phi Phi Don, a única habitada, onde há hotéis, resorts, lojas e restaurantes, e Phi Phi Leh, que abriga a famosa Maya Bay (aquela mesmo, que foi cenário do filme A Praia…) Escolhemos ficar hospedados em Had Yao, mais conhecida por seu nome em inglês, Long Beach, uma praia relativamente isolada, mas que provê fácil acesso de barco a Phi Phi Leh. Como tí­nhamos apenas metade do dia da chegada, o dia seguinte inteiro e metade do dia da partida, não querí­amos perder mais tempo do que o estritamente necessário com deslocamentos… Contratamos no próprio hotel em que ficamos hospedados, o The Beach Resort, o transfer em longtail boat, esse barco tí­pico das ilhas tailandesas – e ele já estava a nossa espera quando descemos da ferry.

Long tail boat para Long Beach

Long tail boat para Long Beach

A ferry e o long tail boat

A ferry e o long tail boat

A viagem foi rápida, mas nada confortável… Eu não sabia, mas é praticamente impossí­vel não se molhar em um desses barcos – e isso vale não só para humanos, mas também para suas malas! Achei péssimo ver que não havia sequer uma proteção para as malas e bolsas empilhadas no barco, que chegaram à praia em frente ao hotel completamente encharcadas de água salgada. (Ainda bem que a minha malinha era bem resistente à água e protegeu direitinho todos os meus pertences!)

Chegando a Long Beach

Chegando a Long Beach

Fizemos rapidamente o check-in no hotel, deixamos a bagagem e fomos desbravar a vizinhança…

The Beach Resort

The Beach Resort

Em Long Beach praticamente só há hotéis pé-na-areia – a localização é perfeita para quem está em busca de sossego, e péssima para quem quer algum tipo de agito. Até é possí­vel ir de Long Beach a outras partes de Phi Phi a pé, mas o acesso é feito pelas pedras, e completamente desaconselhado depois de escurecer. Por outro lado, há serviços de táxi em longtail boats! 😉

Bar / restaurante em frente à praia

Bar / restaurante em frente à praia

Todos os hotéis também têm restaurantes à beira-mar, então a alimentação não é problema – pode-se variar de restaurante todos os dias…

Fim de tarde em Long Beach

Fim de tarde em Long Beach

Ao longo da praia, vê-se muitos e muitos barcos, tantos quantos são os restaurantes da orla e os spas que oferecem massagens…

Longtail boats

Longtail boats

Longtail boat na praia

Longtail boat na praia

Bar / restaurante pé-na-areia (literalmente!)

Bar / restaurante pé-na-areia (literalmente!)

Logo fizemos uma pausa para tomar uma cervejinha e escolher o restaurante onde voltaríamos para jantar…

Pausa para uma cervejinha...

Pausa para uma cervejinha…

Calmaria na praia...

Calmaria na praia…

Fim de tarde

Fim de tarde

Aproveitamos também para escolher um passeio de barco a Phi Phi Leh em uma das muitas agências situadas à beira-mar, e deixamos tudo contratado para o dia seguinte. Pagamos cerca de 1500 baht (aproximadamente US$ 45) por pessoa pelo passeio de dia inteiro, em lancha, com o almoço incluí­do.

Restaurante à noite em Long Beach

Restaurante à noite em Long Beach

À noite, jantamos cedo e fomos dormir para poder aproveitar bem todas as belezas que nos aguardavam no dia seguinte…

Renaissance Phuket Resort & Spa – Mai Khao, Phuket

No primeiro post sobre Phuket, eu teci vários e vários elogios ao hotel onde nos hospedamos, o Renaissance Phuket Resort & Spa, em Mai Khao. Como passamos boa parte dos nossos dias na ilha descansando e curtindo as instalações do hotel, eu disse praticamente tudo naquele post. Mas, como o local é realmente muito lindo, acho que algumas fotos a mais serão bem vindas… 😉

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Lobby do Renaissance

Lobby do Renaissance

Bicicletas no lobby

Bicicletas no lobby

Na recepção

Na recepção

Doppio Coffee House

Doppio Coffee House

A caminho dos apartamentos

A caminho dos apartamentos

Apartamentos

Apartamentos

Mais apartamentos

Mais apartamentos

Nosso quarto

Nosso quarto – e o lindo banheiro com paredes de vidro

Persianas fechadas

Persianas fechadas

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The Sandbox / Takieng

The Sandbox / Takieng

The Sandbox e as espreguiçadeiras em frente à praia

The Sandbox e as espreguiçadeiras em frente à praia

Espreguiçadeiras

Espreguiçadeiras

A melhor piscina da VAM

A melhor piscina da VAM

De novo...

De novo…

Chegando para o café da manhã

Chegando para o café da manhã

Café da manhã

Café da manhã

Outra piscina

Outra piscina

Outra piscina

Outro ângulo da piscina

Outra piscina

E ainda outro…

Pôr-do-sol na piscina

Pôr-do-sol na melhor piscina da VAM

Pôr-do-sol

Pôr-do-sol

Vista noturna da nossa varanda

Vista noturna da nossa varanda

Fogos de artifício

Fogos de artifí­cio

Deixamos o Renaissance com muita pena… Só mesmo o fato de saber que estávamos a caminho de Koh Phi Phi pôde nos animar! 😉

Dia 35, 29/01 – Parque Nacional Ao Phang Nga

Os dias de calmaria que passamos em Phuket só foram “perturbados” uma única vez, por um passeio que era a própria razão de estarmos ali: uma visita ao Parque Nacional Ao Phang Nga, com sua baía de águas calmas e transparentes, suas ilhas, cavernas e paisagens indescritíveis.

Contratamos um passeio de dia inteiro na própria recepção do hotel – o passeio incluía o transporte até o porto (muito mais próximo de onde estávamos, em Mai Khao, do que de Patong…), a ida de lancha até Phang Nga, passeios de caiaque pelas cavernas, o almoço na vila flutuante de Koh Pan Yee e o transporte de volta ao hotel. Aproveitamos para comprar de uma vez o nosso bilhete de ida e volta da ferry para Koh Phi Phi, e ainda recebemos de cortesia o transfer para o hotel em Patong (para onde iríamos ao voltar de Phi Phi). Pagamos 3.300 baht por pessoa pelo pacote completo, cerca de US$ 100. Tenho certeza que é possível encontrar um preço mais em conta – mas, como nós estávamos hospedados em um ponto mais isolado da ilha, sem muitas oportunidades para pesquisar e comparar preços, decidimos simplesmente não pensar nisso… 😉

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Chegando ao pier

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Paulinho e eu na lancha, esperando a hora da partida

Após um trajeto que não durou mais do que uns 40 minutos, começamos a avistar as ilhas da Baí­a de Phang Nga. É uma visão belí­ssima – as ilhas parecem brotar do mar, sem qualquer sinal prévio que nos prepare para as belezas que virão…

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Baí­a de Phang Nga

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Baí­a de Phang Nga

Pelo que li e pesquisei sobre os passeios enquanto me preparava para escrever o texto, me parece que os passeios são todos bastante semelhantes em relação aos locais visitados – mas divergem no tipo de transporte (lanchas ou outro tipo de embarcação) e na ordem em que os locais são visitados. A nossa primeira parada foi Koh Khao Phing Kan – mais conhecida entre os turistas que visitam a região como “James Bond Island”, por ter sido um dos cenários do filme “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro”, de 1974. Lá se vão quase 40 anos, mas o apelido pegou…

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Koh Khao Phing Kan – James Bond Island

Assim que botamos os pés na praia, fomos imediatamente atraídos por essa imensa fenda na rocha, situada bem à beira mar… O corte parece feito à faca, de tão liso e reto!

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Fenda na rocha em Khao Phing Kan

E quando eu digo que é uma fenda imensa não estou exagerando, como a comparação com o tamanho das pessoas pode comprovar… 😯

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Turistas em frente à fenda na rocha em Khao Phing Kan

Seguimos então por uma trilha que nos levou à paisagem que eu mais esperava ver desde que tinha decidido visitar a Tailândia: Ko Tapu, a ilhota rochosa que parece dominar, em equilí­bro aparentemente precário, toda a praia de Khao Phing Kan…

Khao Phing Kan

Khao Phing Kan

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Ko Tapu

Outro ângulo de Ko Tapu

Outro ângulo de Ko Tapu

Felizmente, o dia, que tinha amanhecido um pouquinho nublado, começou a ficar mais ensolarado. As fotos de Ko Tapu, que já não eram poucas, começaram a se multiplicar – nem sei como pude selecionar apenas duas…

Koh Khao Phing Kan oferece também um mercadinho ao ar livre, daqueles com lembrancinhas e badulaques para “seduzir” os turistas – basta seguir um pouco mais pela trilha para chegar a ele. Eu, se soubesse que era um mercadinho o que eu encontraria ao fim da trilha, teria ficado pelo meio mesmo, procurando ângulos cada vez mais belos da paisagem que já tinha me encantado…

No momento em que voltamos ao barco para prosseguir o passeio, eu já tinha dado o dia como um sucesso, nem precisaria visitar mais nada… Na verdade, eu duvidava um pouco que alguma outra paisagem pudesse me encantar tanto, a menos que eu tivesse um pouco mais de tempo para me acostumar com a experiência e partir para outra.

Mas, como felizmente ninguém perguntou a minha opinião naquele momento, seguimos para o nosso próximo ponto de parada, Koh Panak, onde eu iria mais uma vez me surpreender! 😉

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Outros barcos turí­sticos…

Nossa próxima atividade me parecia fascinante e inquietante ao mesmo tempo. Explico: deixaríamos o barco em caiaques, para atravessar o interior de cavernas onde não seria possí­vel entrar de outra maneira até chegar a pequenas lagoas, novamente a céu aberto. Fascinante! Mas um tanto quanto inquietante, porque uma das primeiras coisas que o nosso barqueiro / guia / fotógrafo nos avisou foi que há muitos e muitos morcegos no interior das cavernas…

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À espera do nosso caiaque…

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Turistas nos caiaques

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Nosso barqueiro / guia / fotógrafo

Tomamos “caminhos” junto às rochas onde acredito que só mesmo uma pessoa bastante experiente no controle do caiaque não faria uma bobagem…

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Koh Panak

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Koh Panak

E logo chegamos à entrada da caverna, tão baixinha que era preciso praticamente deitar no barco para não bater a cabeça!

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Koh Panak

Dentro da caverna, a escuridão impediu que eu conferisse se ali havia mesmo morcegos… E depois até me esqueci deles!

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A luz no fim da caverna

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Dentro da caverna

Em cerca de dois minutos chegamos à lagoa no interior da caverna… Fomos dos primeiros do nosso barco, e ainda pudemos aproveitar um pouco a paisagem sem outros humanos…

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Chegando à lagoa

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Na lagoa

Mas logo outros caiaques vieram se juntar a nós…

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Outros turistas chegando…

E, em breve, tí­nhamos um super engarrafamento de caiaques…

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Hora do rush…

Seguimos então em fila indiana de caiaques por uma passagem bem estreita na pedra, que nos levou a um local ainda mais impactante:

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Fila indiana…

esse imenso paredão de pedra, imponente como um arranha-céu natural!

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A imponência do paredão de pedra…

Foi um passeio maravilhoso – um daqueles momentos que, por mais expectativa que se crie, provavelmente continuarão surpreendentes. Eu certamente fui fisgada, e me apaixonei pela paisagem – e nem tinha criado muitas expectativas, a não ser em relação a Ko Tapu… (Ou talvez até tenha sido por isso!)

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Voltando ao barco

Nossa próxima (e última) parada foi na Vila Flutuante de Koh Pan Yee, para um almoço tardio. Já era bem tarde, e a fome estava mesmo batendo forte.

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Koh Pan Yee – Vila Flutuante

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Koh Pan Yee

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Koh Pan Yee

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Nosso restaurante em Koh Pan Yee

Almoçamos, demos uma volta pela vila e uma olhada no mercadinho junto ao restaurante, e logo estávamos prontos para voltar ao hotel – agora com o corpo e a alma muito bem alimentados… 😉

Dias 33 a 36, 27 a 30/01 – Mai Khao, Phuket

Quase todo turista que se decide a conhecer as praias da Tailândia passa por um enorme dilema: com um litoral tão extenso e recortado, quais praias privilegiar? As perguntas se sucedem… Escolho o Mar de Andaman ou o Golfo da Tailândia? Me hospedo em Krabi, Phuket ou ignoro as duas e sigo logo para Phi Phi?

Li e ouvi muitas recomendações para não escolher Phuket, por causa da urbanização desenfreada, do turismo desordenado, enfim, da degradação geral. Chegamos a pensar em escolher Krabi, ou em passar apenas uma noite em Phuket, e tomar logo o rumo de Phi Phi. Mas, nesse emaranhado de possibilidades, eu tinha apenas uma certeza: havia um cartão postal, Ko Tapu, na Baí­a de Phang Nga, que eu queria ver de perto. E, para esse passeio, Phuket oferecia mais facilidades de acesso. De todo modo, as ressalvas quanto a Phuket estavam normalmente vinculadas a região de Patong, e um acaso nos levou a outros caminhos… 😉

Phuket

Phuket – clique no mapa para vê-lo em tamanho maior

Bem na época em que estávamos fazendo as reservas de hotel na Tailândia, Paulinho recebeu uma promoção do cartão de crédito, oferecendo descontos em hospedagem na rede Marriott. Começamos a pesquisar os destinos tailandeses que ainda nos faltavam: Phuket, Phi Phi, Samui e a segunda estada em Bangkok. No fim das contas, a promoção nem era tão boa assim, mas durante as pesquisas descobrimos um novo hotel da rede, o Renaissance Phuket Resort & Spa, que tinha sido inaugurado há pouquíssimo tempo, e ainda estaria em regime de soft opening durante a nossa estada. Na verdade, nós estaríamos lá ao longo dos últimos 4 dias do soft opening… Na prática, isso significava que a tarifa disponí­vel para as nossas datas era US$ 140, mas subiria para cerca de US$ 400 logo depois da nossa partida.

Agora, enquanto eu escrevo sobre isso, me parece quase impossí­vel que eu tenha chegado a titubear… Uma tarifa de US$ 140 por esse hotel é um presente daqueles de mãe!!! Mas, de todo modo, isso significava estar 40% acima do orçamento da VAM previsto para hospedagem, que era de US$ 100 a diária. Além disso, logo descobrimos que o hotel ficava bem ao norte da ilha, na Praia de Mai Khao, depois do aeroporto, ou seja, na direção contrária de Patong. Disparei um email pro Riq Freire, que me respondeu textualmente: “Eu iria! É uma boa aposta! Beijos! Inveja!” Opa, se eu deixei o Riq com inveja a oportunidade deve ser daquelas que não se pode deixar escapar! 😉

Chegamos no início da tarde, e tiramos o resto do dia para descansar e aproveitar o hotel – nada muito diferente do que farí­amos ao longo dos outros dias da nossa estada…

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Assim que nos instalamos – a área do hotel é tão extensa que há carrinhos de golfe para levar os hóspedes recém-chegados e sua bagagem aos quartos! – fomos conferir a praia, linda e semi-deserta, de águas transparentes e nada geladas…

Mai Khao Beach

Mai Khao Beach

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Fizemos um pit stop no The Sandbox, um bar / restaurante pé-na-areia onde tomamos um drinque no fim da tarde (e onde almoçamos mais de uma vez nos outros dias…)

Bar / restaurante

The Sandbox (no andar de baixo) / Takieng (no andar de cima)

Welcome drink

Coquetéis coloridos para celebrar a nossa chegada…

De cara nos apaixonamos pela lindí­ssima piscina de borda infinita com vista para o mar – nenhuma conseguiu vencê-la no item “melhor piscina” do ranking da VAM! 😉

A melhor piscina de toda a VAM!

A melhor piscina de toda a VAM!

Na noite da nossa chegada, resolvemos experimentar o Takieng, o restaurante tí­pico tailandês do hotel – e achamos a comida bastante saborosa…

Restaurante

Takieng Thai Cuisine

Primeiro jantar

Nosso primeiro jantar em Phuket

Jantar

Nosso jantar – aprovadí­ssimo!

Ao longo dos dias que passamos em Mai Khao, a nossa rotina se resumiu ao dolce far niente… Nossas únicas ocupações foram escolher entre a praia e a piscina, fazer o passeio de barco para a Baí­a de Phang Nga (que virá em um post exclusivo!) e explorar os arredores…

Praia ou piscina?

Ô vidinha mais ou menos… 😉

Normalmente começávamos o dia com uma caminhada pela praia…

Mai Khao Beach

Mai Khao Beach

VAM - Mai Khao - 28/01/2011

VAM – Mai Khao – 28/01/2011

Logo depois í­amos para a piscina…

Piscina

Piscina

Ou então para uma das espreguiçadeiras com vista para o mar…

Espreguiçadeiras

Espreguiçadeiras

O almoço era por ali mesmo – uma salada básica no Sandbox e talvez uma cervejinha na beira da piscina…

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O pôr-do-sol à beira da piscina era simplesmente inacreditável – e muito fotogênico…

Pôr do sol na piscina

Pôr do sol na piscina

Nessa fase da viagem já estávamos começando a sentir falta da comida de casa… E foi com grande surpresa que começamos a matar essas saudades justamente com o welcome ice cream do hotel, uma alternativa divertida aos welcome drinks tradicionais. Tomei um sorvete de banana no Doppio Coffee House que me fez pensar nos doces de banana que a minha avó fazia! É incrí­vel como se descobre tanta semelhança no que a princí­pio nos parece ser tão diferente… 😉

Doppio Coffee House, bem na entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Doppio Coffee House, bem na entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Uma caracterí­stica super simpática do hotel, na minha opinião, foi a oferta de bicicletas, logo na entrada, para uso livre dos hóspedes. Que delí­cia pegar uma bicicleta de tarde, pedalar pelas estradinhas de Mai Khao, passar em frente aos outros resorts e chegar até Turtle Village, o simpático e único shoppingzinho da região…

Bicicletas

As bicicletas do Renaissance

Turtle Village

Turtle Village

Essa foi a minha Phuket… Alguns dias depois, quando voltamos de Phi Phi, nos hospedamos por uma única noite em Patong, antes de seguir viagem para Samui. Ali eu pude compreender a veemência de quem recomenda que não se fique em Phuket e se privilegie Krabi ou alguma outra ilha. Mas eu, tendo conhecido Mai Khao e aproveitado essa atmosfera gostosa de uma Phuket calma, aconchegante e charmosa, não poderia nunca “desrecomendar” a ilha… A minha Phuket valeu muití­ssimo a pena!!! 😀

Um dia em Los Angeles

O bate-e-volta que eu e a Cláudia fizemos de Riverside a Los Angeles não teve a mesma intenção turí­stica que o dia que passamos em San Diego. Nós duas já conhecí­amos a cidade de outras viagens – ela já tinha ido duas outras vezes, uma delas comigo mesma, alguns anos antes. E eu, durante a temporada californiana, peguei carona mais de uma vez com uma colega da universidade para ir pesquisar na biblioteca da UCLA. Decidimos então que o nosso dia em LA não teria compromissos turísticos – só querí­amos mesmo ir até Santa Monica, matar as saudades de Westwood (onde tí­nhamos nos hospedado na casa da minha prima) e dar uma volta de carro por Beverly Hills.

Santa Monica

Santa Monica

Santa Monica

Santa Monica

Sempre acho muito curioso o modo como as cidades americanas crescem – de certo modo, dando as costas para o mar… Chega a ser quase agressivo, para o meu olhar carioca, ver essa quantidade de obstáculos – mais ruas, estacionamentos, uma faixa imensa de areia e tal – separando a cidade da paisagem praiana… 😉

A Pacific Coast Highway em Santa Monica

A Pacific Coast Highway em Santa Monica

PCH - Santa Monica

PCH – Santa Monica

Estacionamentos - necessários, sem dúvida, mas como enfeiam a praia...

Estacionamentos – necessários, sem dúvida, mas como enfeiam a praia…

Pier de Santa Monica

Pier de Santa Monica

Parque do Pier de Santa Monica

Parque do Pier de Santa Monica

Cruzando a Ocean Avenue e caminhando algumas poucas quadras, logo chegamos à Third Street Promenade.

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Third Street Promenade

Third Street Promenade

Demos uma volta pela rua, olhamos algumas vitrines, vimos alguns artistas de rua e até pensamos em almoçar por ali…

Third Street Promenade

Third Street Promenade

Third Street Promenade

Third Street Promenade

Artista de rua na 3rd Street Promenade

Artista de rua na 3rd Street Promenade

Artista de rua mirim na 3rd Street Promenade

Artista de rua mirim na 3rd Street Promenade

Third Street Promenade

Third Street Promenade

Acabamos decidindo pegar o carro no estacionamento e seguir adiante. Passamos por Beverly Hills, onde nem paramos (e por isso as fotos nem merecem ser postadas…). Seguimos para Westwood, o bairro super residencial e agradável onde fica a UCLA, e onde descobrimos um pequeno restaurante bem simpático, chamado Corner Bakery Café. Pesquisando depois, vimos que ele é parte de uma rede, presente em várias outras cidades americanas…

Corner Bakery Café - Westwood

Corner Bakery Café – Westwood

Pedimos uma salada super deliciosa, a Harvest Salad with Chicken – folhas verdes, frango orgânico, queijo gorgonzola, maçãs verdes, nozes, groselhas e molho de aceto balsâmico… Dá água na boca só de lembrar! 😉

E a deliciosa harvest salad with chicken...

E a deliciosa Harvest Salad with Chicken

Um dia em San Diego

Muitas vezes o tempo vai passando, passando e, quando me dou conta, já deixei de contar uma viagem que aconteceu há tanto tempo que me pergunto se vale ou não a pena voltar a ela. Normalmente, a resposta é que sempre vale a pena contar uma experiência, seja ela qual for – não importa se “ao vivo”, no calor do momento, ou filtrada pela memória, com um sabor levemente nostálgico. As informações práticas podem não ser mais tão precisas – mas essas são fáceis de encontrar em outras fontes… Acabo concluindo que o que vale é fazer o registro na hora em que ele se torna imperativo!

Por esses dias eu comecei a pensar insistentemente nas pequenas viagens que fiz durante os meses em que morei nos Estados Unidos como pesquisadora-visitante na University of California, Riverside, em um perí­odo de bolsa-sanduí­che durante o meu doutorado. Em meio às muitas obrigações (que pude cumprir sem maiores dificuldades porque Riverside é uma cidade que não oferece muitas tentações externas…), recebi as visitas de duas amigas, em ocasiões diferentes, e roubei alguns dias das pesquisas para me dedicar apenas a curtas e merecidas “férias”! 😉

Com a Cláudia, minha “sócia” aqui no I&V, fiz apenas dois bate-e-voltas: um dia fomos a San Diego e no outro fomos a Los Angeles. De resto, passamos todo o tempo em Riverside mesmo, desbravando o centro histórico e alguns dos shoppings e outlets da região, sempre intercalando os dias de passeios com os dias de compras. (Diga-se de passagem, eu cobro da Cláudia há muito tempo escrever alguns posts sobre compras para o blog, assunto de que ela entende bastante, e eu, muito pouco… É sempre bem divertido fazer compras com ela, que descobre barganhas não só para si própria, mas também para mim – e me obriga a comprar aquilo que eu me arrependeria de deixar para trás… 😛 )

Para o nosso dia em San Diego, fomos buscar inspiração no Guia Frommer’s – visitamos alguns dos locais sugeridos no itinerário de 1 dia. Como, a essa altura, já não me lembro mesmo das informações práticas dessa visita, deixo algumas fotos escolhidas para aguçar a curiosidade de quem visita e matar as minhas próprias saudades…

Old Town State Historic Park

O parque estadual mais visitado da Califórnia é o centro histórico original de San Diego, e tem entrada gratuita.

Old Town San Diego

Old Town San Diego

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Old Adobe Chapel

Old Adobe Chapel

A primeira escola de San Diego

A primeira escola de San Diego

Sala de aula

Sala de aula

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Old Town

Old Town

Old Town

Old Town

Old Town Market

Old Town Market

Balboa Park

O maior parque urbano dos Estados Unidos abriga diversos teatros, museus, centros culturais e o famoso Zoológico de San Diego. Um dos pontos altos do parque, na minha opinião, são as construções em estilo colonial espanhol, super lindas…

Balboa Park

Balboa Park

Balboa Park

Balboa Park Botanical Garden

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Balboa Park

Spreckles Organ Pavilion

Balboa Park Tower

Balboa Park Tower

San Diego Zoo

San Diego Zoo

San Diego Zoo

San Diego Zoo

San Diego – Coronado Bay Bridge

Cruzar a ponte em direção a Coronado proporciona mesmo vistas belí­ssimas – não é à toa que o Frommer’s é tão enfático…

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Hotel del Coronado

Da ponte mesmo já se pode ver o lindo Hotel del Coronado – já vale o passeio…

Hotel del Coronado

Hotel del Coronado

Hotel del Coronado

Hotel del Coronado

Hotel del Coronado

Hotel del Coronado

Chicano Park

O Chicano Park não é exatamente um dos pontos turí­sticos mais procurados de San Diego, mas a minha ligação afetiva com a literatura chicana (tema do meu mestrado, afinal…) me provocava a curiosidade, e eu queria muito ver os murais…

Chicano Park

Chicano Park

Chicano Park

Chicano Park

Chicano Park

Chicano Park

Chicano Park

Chicano Park

Tí­nhamos vontade de cruzar a fronteira com o México e dar uma chegadinha em Tijuana… Como na época ainda era necessário ter visto mexicano, tivemos que abortar a ideia, e logo tomamos o nosso rumo para percorrer os quase 100 km de volta a Riverside…

Quase na fronteira EUA-México

Quase na fronteira EUA-México

Fundo do baú: Key West

Key West (fotos: janeiro 1998; texto: novembro 2004; edição: setembro 2013)

Com o fim das aulas, tí­nhamos um dia de folga antes de seguir para Orlando no dia seguinte. Convenci o Paulo e mais 2 amigos, alugamos um carro e caí­mos na estrada rumo a Key West, 3 horas ao sul de Miami. A US-1 no sul da Flórida é uma estrada bem diferente, que separa o Oceano Atlântico do Golfo do México e cruza as várias ilhas das Florida Keys. O ponto final é em Key West, já em pleno Caribe, a apenas 90 km de Cuba.

01. Satélite - Internet

Consegui capturar essa foto da Internet pra dar uma idéia do que é a estrada para Key West – uma experiência e tanto, mas difícil de fotografar. A estrada tem pista simples, mão dupla, nenhum acostamento e perigo constante de animais atravessando a pista. Por isso a viagem demora 3 horas, embora a distância de Key West a Miami seja de apenas 150 km – o limite de velocidade é baixo, e os controles são rigorosos. Na foto acima, à esquerda temos o Oceano Atlântico e à direita o Golfo do México. No dia em que eu fui, o oceano estava azul e o golfo, verde – mas essa imagem ficou registrada só na minha memória…

04. Vista aérea - Internet

Fim da linha. É exatamente assim que se chega a Key West: dando de cara com uma placa que indica que aquele é o fim da estrada!!! Nunca tinha visto algo parecido…

05. Placa

Cayo Hueso, ou Ilha dos Ossos – esse era o nome original de Key West na época em que seus principais frequentadores não eram os turistas de todas as partes do mundo, mas sim os piratas espanhóis. Dizem que muitos navios naufragavam naquela região, por isso muitos corpos iam dar às praias… Mórbido, né?

06. Cayo Hueso

Essa construção, de arquitetura bem espanhola, é típica da época em que Key West ainda era Cayo Hueso. É interessante ver como essa parte da história dos EUA – a colonização espanhola de determinadas regiões, pouco divulgada e pouco conhecida por nós – continua muito presente na arquitetura, nos nomes dos lugares, em detalhes que não passam despercebidos ao olhar atento…

07. Mallory Square

O pier próximo à Mallory Square é um dos pontos de encontro em Key West. Há vários restaurantes e bares por ali, e à tarde sempre rolam umas apresentações artísticas, com músicos, bailarinos e até uns engolidores de fogo… E a paisagem sempre oferece um barco (ou dois, ou três) cruzando o horizonte – lindo, lindo…

08. Pier

As gaivotas do pier da Mallory Square fazem lembrar do filme “Os Pássaros”, de Hitchcock – mas felizmente só atacam a comida!!!

09. Pier - Gaivotas

Aqui está a entrada da casa onde Hemingway morou em Key West, hoje transformada em museu, uma das principais atrações tur­ísticas da ilha. Perto dali fica o Sloppy Joe’s, o bar que Hemingway frequentava e onde, claro, a gente fez um pit stop para um brinde a esse freguês tão ilustre… 🙂

11. Hemingway

Os gatos que habitam a casa-museu do Hemingway são os descendentes dos gatos que ele próprio tinha quando morou ali. E eles tinham uma particularidade: 6 “dedos” nas patinhas. Bom, admito que eu fui conferir pessoalmente as patinhas dos descendentes… e não é que esse gatinho caramelo à esquerda da foto tinha mesmo 6 dedinhos?!!!

12. Hemingway - gatos

Uma voltinha pelo centro de Key West antes de voltar a Miami me rendeu essa foto… Tudo bem, os táxis em qualquer cidade costumam ser de uma cor que chame a atenção e não se confunda com os carros comuns – são amarelos no Rio de Janeiro, alaranjados em Curitiba… Mas cor-de-rosa é um pouco demais, né?!!!

13. Táxi

Já pegando a estrada de volta a Miami, fiz essa foto do pôr-do-sol de Key West, considerado um dos mais belos do mundo. Não conheço o mundo inteiro, mas não duvido!!!

15. Pôr-do-sol - com legendas