Villa Tanamera – Big Buddha Beach, Samui

186488_1005271435003133684_STD Nós não tivemos muitas dicas de Samui antes de viajar para lá… Ou melhor, coletamos várias dicas online, em bons blogs e sites confiáveis como o Travelfish, mas não eram dicas de pessoas conhecidas que já tinham ido ao lugar e dado aquele toque pessoal do tipo “vocês vão amar esse lugar, é a cara de vocês…” 😉 Esse foi um destino em que tivemos que usar bastante o nosso bom senso e uma dose de intuição – uma mistura que costuma dar muito certo, diga-se de passagem… Foi assim que escolhemos o hotel em que nos hospedamos em Koh Samui, o Villa Tanamera, um belo achado, daqueles para guardar a dica com carinho: bom, bonito, barato e bem localizado.  Como Samui era uma das escalas de descanso da viagem, queríamos ficar próximos a uma boa praia, de preferência em um local de fácil acesso e não muito distante do aeroporto, para aproveitar ao máximo o nosso pouco tempo na ilha. Quando encontrei o Villa Tanamera no Booking logo entrei em contato com o Paulinho e o JB e batemos o martelo, porque não havia mesmo necessidade de continuar procurando. Não vou nem falar muito, porque as fotos mostram mesmo praticamente tudo o que é necessário saber…

Hotel Villa Tanamera
A piscina e, ao fundo, a recepção do hotel
Sala
A sala da nossa villa de 2 quartos
Sala / Varanda
Um pouco mais da nossa sala e uma espiadela na varanda
Um quarto
Um dos quartos – ou melhor, uma das suítes…
Outro quarto
A outra suíte
Cozinha
Nossa cozinha – bem equipadinha mesmo!
Passagem direta para a praia
A maior delícia: passagem direta do hotel para a praia!!!
Relax na piscina
Relax na piscina no fim da tarde
À noite
E uma foto meio ruinzinha da piscina à noite, vista do terraço da nossa villa…

Reservamos uma villa de 2 quartos, com café da manhã incluído, pelo Booking, pelo valor de 13,200 baht por 3 diárias, cerca de US$ 400 – ou seja, pouco mais de US$ 130 a diária. Considerando a relação custo x benefício, achamos que valeu muitíssimo! 😀

O JB também contou um pouco sobre o hotel nesse post aqui.

Dia 42, 05/02 – Koh Samui / Bangkok

Na nossa última manhã em Koh Samui apenas demos uma volta pela vizinhança, aproveitando os últimos momentos antes de tomar o nosso voo de retorno a Bangkok. Já estávamos na Tailândia há 15 dias, e finalmente iríamos rever a capital, fechando o nosso giro pelo país antes de seguir viagem.

Um último passeio
Um último passeio

Seguimos até o mercado de Big Buddha Beach, mas não havia quase nenhum movimento… Paramos pra conversar com um rapaz dinamarquês que vivia na ilha, o que rendeu um papo bem interessante – ele nos contou que estava se mudando de volta para a Dinamarca porque a filha estava chegando à idade escolar, e ele fazia questão que ela fosse educada lá – ou seja, adeus ao paraíso tropical…

Perto de Big Buddha Beach
Mercado em Big Buddha Beach

Ainda demos uma olhada nas lojinhas, mas logo nos cansamos e decidimos voltar, porque ainda tínhamos um compromisso antes de seguir para o aeroporto – uma boa foot massage pertinho do hotel!

Big Buddha Beach
Big Buddha Beach

Seguimos juntos para o aeroporto, mas lá tomamos rumos diferentes, porque o JB estava indo para Kuala Lumpur e Cingapura, onde já tínhamos estado no mês anterior.

Aeroporto de Koh Samui
Aeroporto de Koh Samui

O aeroporto de Samui já tinha nos conquistado desde o primeiro dia, com o seu jeito rústico, repleto de áreas ao ar livre, parecido com qualquer coisa que não fosse um aeroporto. Como tínhamos tempo sobrando até a hora do voo, aproveitamos para curtir o cenário… (A foto abaixo eu “roubei” do JB – para ver a original, clique aqui.)

Eu e Paulinho no aeroporto de Samui
Dá pra acreditar que isso é um aeroporto?!?

E não são só as áreas ao ar livre que são assim lindinhas, não – o check-in e as salas de embarque também são um deslumbre!

Check-in
Check-in
A caminho da sala de embarque
A caminho da sala de embarque
Sala de ambarque
Sala de ambarque

Nesse dia deu tempo até para almoçar com calma em um restaurante bonitinho no aeroporto. Mas, se não tivesse sobrado tempo, não teríamos ficado com fome – na sala de embarque encontramos várias comidinhas e bebidinhas gratuitas, como se toda a sala de embarque fosse uma sala VIP. Achei simpaticíssimo! (A princípio, achamos que a cortesia era da Bangkok Airways, a companhia-boutique por que me encantei, mas o JB teve a mesma experiência voando outra companhia, então talvez o mérito seja do próprio aeroporto!)

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Ao fim da tarde chegamos de volta a Bangkok, onde o transfer do Bangkok Marriott Resort & Spa já nos aguardava. Na nossa segunda visita à cidade, mudamos de endereço e nos hospedamos às margens de um dos mais conhecidos cartões postais da cidade, o Rio Chao Phraya.

Bangkok Marriott Resort & Spa
Bangkok Marriott Resort & Spa

Nossa primeira impressão do hotel foi a melhor possível. Pouco tempo depois, o Bangkok Marriott se transformou no Anantara Bangkok Riverside, que continua angariando resenhas bastante favoráveis no Trip Advisor. De todo modo, a nossa experiência vai contar apenas como crônica da nossa viagem mesmo, já que, embora mantendo a mesma ótima localização, o hotel agora é outro…

Piscina
Piscina

Assim que chegamos à recepção do hotel, já recebemos o bilhetinho que a Yvonne tinha nos deixado, perguntando se a gente topava encontrar com eles no bar á noite, para uns bons drinques e bate-papo, como tinha ficado combinado desde Koh Phi Phi. Foi um reencontro sensacional, repleto de mais histórias engraçadas das viagens das duas duplas. Nem parecia que nos conhecíamos há apenas 5 dias!!! 😀

Já em Bangkok, com Yvonne e Oliver
No bar do Bangkok Marriott, com Yvonne e Oliver
Para comemorar uma ótima noite!
Para comemorar uma ótima noite!

Dia 41, 04/02 – Koh Pha Ngan

Um passeio bem comum dentre os turistas hospedados em Koh Samui é passar um dia na ilha vizinha, Koh Pha Ngan. A ilha é famosa por abrigar a Full Moon Party, uma festa que acontece (como diz o nome…) na época da lua cheia, todos os meses, e atrai muitos estrangeiros. As duas ilhas ficam bem próximas, como mostra o mapa:

Fonte: http://www.tropicaleasy.com/
Fonte: www.tropicaleasy.com

Contratamos o passeio na véspera, com transporte do nosso hotel até o pier. Pois bem, nesse dia o Trio Elétrico se transformou em uma versão contemporânea dos Três Patetas… Entramos no carro para ir até o pier e descemos dele praticamente um minuto depois – não sei por que cargas d’água não nos demos conta que o pier ficava bem ao lado do nosso hotel, em uma caminhada que não teria nos tomado mais do que 5 minutos!

Pier - Big Buddha Beach
Pier – Big Buddha Beach

Algumas boas risadas depois, tomamos a lancha para iniciar o passeio. Não demos muita sorte com o tempo, que ficou bastante encoberto durante uma parte do dia…

A caminho de Koh Pha Ngan
A caminho de Koh Pha Ngan

Nosso primeiro ponto de visita foi o Templo Chinês – construído no alto de uma colina, com uma vista privilegiada, o templo rendeu lindas fotos.

Templo Chinês
Templo Chinês
Templo Chinês
Templo Chinês

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Detalhes das paredes
Detalhes das paredes
Templo Chinês
Templo Chinês

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Interior do templo
Interior do templo
Jardim do templo
Jardim do templo
Detalhe na entrada do templo
Detalhe na entrada do templo

A segunda parada do dia foi em uma colônia de pescadores, onde pudemos observar o trabalho de secagem das lulas.

Colônia de pescadores
Colônia de pescadores
Secagem de lulas
Secagem de lulas
Barcos pesqueiros
Barcos pesqueiros

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Chegamos então à primeira praia do dia, Koh Mah. (Não tenho absolutamente nada contra o turismo instrutivo, mas, se estou em uma ilha, quero ir à praia, e não aprender a secar lulas…) Paulinho e JB finalmente puderam ir mergulhar, enquanto eu preferi esquadrinhar a praia em busca de ângulos fotogênicos e depois relaxar tomando um solzinho…

Praia
Praia Koh Mah
Praia
Praia Koh Mah
Praia
Praia Koh Mah

O nosso passeio incluía o almoço, em um restaurante de Koh Mah, que não fez feio – comemos arroz, salada e frutos do mar, tudo super gostoso! (E sem fotos, me esqueci…)

Na parte da tarde visitamos a famosa praia Had Rin Nok, onde acontece a tal festa. Fiquei (mal) impressionada com os números grandiosos – milhares de turistas ocupam a praia todos os meses… Fiquei pensando na quantidade de bebida que provavelmente consomem e no lixo que devem deixar para trás – definitivamente, nada a ver com a minha ideia de viagem e diversão…

Had Rin Nok
Had Rin Nok
Had Rin Nok
Had Rin Nok

Ao fim da tarde, voltamos para Koh Samui. Essa era a nossa última noite na ilha e decidimos então ir jantar no restaurante do Saboey Resort, vizinho ao nosso hotel. Pagamos um preço era fixo por pessoa – cerca de 850 baht ou R$ 60 – com direito ao buffet livre e show de dança típica tailandesa.  Achei o jantar bem gostoso até cair na armadilha da pimenta na salada de papaia verde – sou fã de comida condimentada, mas a Tailândia realmente testa os nossos limites…

Saboye à noite
Saboey Resort à noite
Buffet de jantar no Saboye
Buffet de jantar no Saboey White Bar
Drinks
Ótimos drinks pré-pimenta, digo, pré-jantar…

O show de dança foi muito bonito – depois de assistir a outros no Camboja e em Bali, aos poucos fomos nos acostumando aos movimentos das danças orientais, apreciando tudo sempre mais… São espetáculos turísticos, claro, mas discordo de quem desfaz desse tipo de atração por não ser “autêntica”. Não acredito em autenticidade, nessa época tão globalizada em que vivemos – afinal, que autenticidade pode haver onde há interação?!? Mas isso, em hipótese alguma, retira a beleza do espetáculo…

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Dançarina
A suavidade dos gestos da dançarina

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Dançarinas
E os figurinos belíssimos…

O JB também contou sobre esse dia lá n’O Descobrimento da América +. Para ler, clique aqui!

Dia 40, 03/02 – Koh Samui

Confesso que fui parar em Koh Samui meio por acaso… Nos nossos planos iniciais, tínhamos separado alguns bons dias para as praias tailandesas e pensamos em distribui-los entre Phuket, Phi Phi e Krabi. Mas, conforme fomos lendo sobre os locais, cada vez mais parecia melhor variar as paisagens, e distribuir o nosso tempo entre as praias do Mar de Andaman, como Phuket e Phi Phi, e as do Golfo da Tailândia, como Koh Samui. Além disso, o JB conseguiu encaixar esses dias em Samui no roteiro dele, e então batemos o martelo.

Mas… o fato é que, depois de passar dias no azul transparente maravilhoso do Mar de Andaman, as praias de Koh Samui não me encantaram, não… Arrisco dizer que o Paulinho e o JB também não acharam nada muito sensacional – tanto que, depois de passar a primeira tarde lagarteando na praia, fomos em busca de algo diferente para fazer. Encontramos uma agência de turismo na mesma rua do nosso hotel, e resolvemos contratar um city-tour de meio-dia (que mais ou menos ocupava o dia todo, porque começava às 11 da manhã e ia até o fim da tarde). A 450 baht (cerca de US$ 14), achamos que valia a pena pagar pra ver. (E, já que estávamos ali mesmo, aproveitamos para contratar também um passeio de barco de dia inteiro para Koh Pha Ngan, a ilha da da Full Moon Party, para o dia seguinte. A brincadeira toda nos custou menos de US$ 70…)

Nosso “ilha-tour” foi muito semelhante a qualquer city-tour – um grupo heterogêneo, com algumas pessoas interessantes e divertidas e outras nem tanto buscando conhecer os pontos turísticos mais famosos do lugar, em  visitas interessantes e divertidas e outras nem tanto… 😛 Nossa primeira parada foi em um mirante bastante bonito, que rendeu fotos bem lindas da cor do mar (que nesse dia estava de um verde especialmente fotogênico…)

Primeira parada: o mirante
O mirante da primeira parada

Já começamos o dia nos aproveitando da boa vontade de algum incauto para fazer as fotos oficiais do “trio elétrico”…

O "trio elétrico"
O “trio elétrico”

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Entrando no clima...
Entrando no clima…

Nossa parada seguinte foi nessa praia curiosamente nomeada “Grandpa & Grandma”. Sim, é para pensar “naquilo” mesmo! 😉 As formações rochosas lembram as formas dos órgãos sexuais masculino e feminino, e o povo se esbalda fazendo mil e uma fotos um tanto quanto proibidas para menores… 😀

Grandpa & Grandma
Grandpa & Grandma
Grandpa & Grandma - praia
A prainha meio escondida de Grandpa & Grandma

Quando voltamos para a van não deu pra resistir a fazer uma foto-trocadilho… Afinal, lá estava o JB entrando na van – ou seria na VAM?

O dia em que o JB entrou na VAM...
O dia em que o JB entrou na VAM…

Seguimos então para o primeiro templo do dia, o Wat Khunaram. O templo é famoso por abrigar o corpo mumificado do monge Loung Pordaeng, morto em 1973. O estado de preservação do corpo é realmente impressionante, mas não deixa de ser uma visita um tanto quanto mórbida… Não é permitido fazer fotos, mas quem ficar curioso pode ler mais e ver fotos tanto aqui quanto aqui.

Wat Khunaram
Wat Khunaram
Os macaquinhos...
Os macaquinhos…

Em Wat Khunaram vimos mais uma vez as imagens de Buda relativas aos dias da semana – começando à esquerda, temos domingo, segunda, terça, quarta pela manhã, quarta à tarde, quinta, sexta e sábado. Ao contrário do que tínhamos visto em Chiang Mai, aqui eles consideram apenas uma imagem para a segunda-feira…

Mais uma vez, os Budas dos dias da semana...
Mais uma vez, os Budas dos dias da semana…

A próxima parada foi a menos bacana de todo o dia, na minha opinião: um desses lugares onde os turistas podem tocar e interagir com animais selvagens, mantidos calminhos às custas sabe-se lá de quais subterfúgios. Não vou entrar muito no mérito da questão, a não ser para dizer que soy contra, contra, contra

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A parada seguinte foi a cachoeira de Na Muang. Bonita, sim, mas que também não chegou a nos emocionar…

A cachoeira
A cachoeira

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Seguimos então para a penúltima parada do passeio: Wat Plai Laem, um templo de orientação tailandesa e chinesa, dedicado a Guanyin, a deusa da misericórdia e da compaixão, e também ao Buda chinês, aquele da imagem gordinha e sorridente.

Guanyin - Wat Plai Laem
Guanyin e seus 18 braços
Laughing Buddha
O sorridente Buda chinês

Esse templo é um lugar delicioso para passear, observar as imagens, fazer um milhão de fotos e simplesmente esquecer da vida…

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Outro ângulo...
Outro ângulo…

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E mais um ângulo...
E mais um ângulo…

Para saber um pouco mais sobre Wat Plai Laem, clique aqui, aqui e aqui.

Tomamos então o rumo da nossa última parada do dia: Wat Phra Yai, ou o Templo do Grande Buda, localizado, claro, já bem pertinho do nosso hotel, na Big Buddha Beach (o nome não é à toa…)

Wat Phra Yai
Wat Phra Yai

A imagem enorme do Buda dourado lá no alto da escadaria é mesmo muito imponente – e, como sempre, os fiéis e suas oferendas nos faziam lembrar que o local turístico de alguns é o local religioso de outros…

Fiéis e suas oferendas
Fiéis e suas oferendas
Close no Buda...
Close no Buda…

De todo modo, devo dizer que a parte que mais me encantou foi a paisagem vista lá de cima… A praia é Big Buddha Beach, a mesma do nosso hotel.

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Para ter mais informações sobre Wat Phra Yai, clique aqui, aqui e aqui.

Ao final do passeio, fomos entregues no nosso hotel absolutamente exaustos. Aproveitamos como nunca o fim da tarde na piscina – não parece nada, mas uma piscininha no fim do dia tem o poder de relaxar a musculatura e preparar o corpo para uma boa noite de sono e mais passeios no dia seguinte… 😉

Relax na piscina
Relax na piscina

Como o cansaço era grande, mas não era maior do que a nossa fome, resolvemos dar um crédito ao restaurante em frente ao hotel. Comemos uns krathong thongs deliciosos, seguidos de um belo prato principal e um tiramisu muito gostoso de sobremesa.

Jantarzinho "da preguiça"...
Jantarzinho “da preguiça”…

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O JB também contou as aventuras desse dia lá n’O Descobrimento da América +. Para ler o ponto de vista dele, é só clicar aqui!

Dia 39, 02/02 – Koh Samui

Partimos de Phuket logo cedo em um voo da Bangkok Airways, a única companhia em que conseguimos um voo direto de Phuket a Samui, sem a necessidade de fazer conexão em Bangkok.  O voo foi bem tranquilo e chegamos sem atraso. Nesse dia, esse era um ponto bem importante, porque ainda no aeroporto iríamos encontrar o JB, que estava chegando de Bangkok para passar esses dias em Samui com a gente.

Aeroporto de Koh Samui
Aeroporto de Koh Samui

Arrisco dizer, assim meio de improviso, que o aeroporto de Koh Samui é o mais original onde já estive, todo construído de acordo com o estilo local e com muitas áreas ao ar livre. Nesse dia tivemos apenas uma prévia – alguns dias depois, no dia da partida de Samui para Bangkok, tivemos uma noção mais precisa do lugar…

O "trio elétrico" chegando no aeroporto de Koh Samui
O “trio elétrico” chegando no aeroporto de Koh Samui

Logo o voo do JB chegou também. Nosso reencontro foi uma alegria só – afinal, depois de mais de 1 mês de viagem, já tínhamos muitas histórias pra contar… 😉 Mas, como tínhamos contratado o transfer no hotel onde ficaríamos hospedados, achamos por bem não deixar o motorista nos esperando. Nosso hotel, o Villa Tanamera, ficava situado na região de Big Buddha Beach, bem ao norte da ilha, a menos de 10 minutos de carro do aeroporto – como o carro já estava a nossa espera, chegamos lá em dois tempos.

Hotel Villa Tanamera
Hotel Villa Tanamera

A primeira impressão que tivemos do hotel foi das melhores. O hotel é charmoso e aconchegante, com uma piscina super agradável e ligação direta com a praia em frente. Ao redor da piscina ficam dispostos os bangalôs. O nosso era excelente, bonito e espaçoso – dois quartos, dois banheiros, sala, cozinha completa e até um terraço! (Mas isso já é assunto para o post especial sobre o hotel, que virá mais adiante…)

Antica Locanda
Antica Locanda
Pasta Carbonara
Pasta Carbonara

Nos instalamos rapidinho e saímos para uma volta de reconhecimento. A fome logo bateu e resolvemos conferir um restaurante italiano bonitinho, o Antica Locanda. Já contei que uma das nossas estratégias para matar a saudade da comida de casa era recorrer aos restaurantes italianos… E nesse dia não queríamos abusar e/ou errar no almoço, porque tínhamos feito planos especiais para o jantar! 😉

Nossa praia
Nossa praia

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Avião da Bangkok Airways
Avião da Bangkok Airways
Fim de tarde na praia
Fim de tarde na praia
Fim de tarde na praia
Fim de tarde na praia

Depois do almoço, tomamos o rumo da praia, onde passamos a tarde descansando, batendo papo, fazendo fotos, observando os aviões da Bangkok Airways voando baixinho para aterrisar no aeroporto ali perto… E, claro, fazendo planos para o jantar!

gallery_photo_185_14     Na revista de bordo da Bangkok Airways tínhamos visto um anúncio de um restaurante que nos fisgou à primeira vista, só pela foto – o Sea Wrap, no Peace Resort, em Bophut. Eu e Paulinho ficamos apaixonados pelas mesinhas baixas e almofadões na areia da praia – e qual não foi a nossa surpresa ao descobrir que o JB tinha visto o mesmo anúncio na revista e também se interessou em conferir o restaurante! 😉

Foto de divulgação do Sea Wrap
Foto de divulgação do Sea Wrap (Fonte: www.peaceresort.com/dining)

A ilha de Koh Samui não é muito grande, por isso sabíamos que o Peace Resort não poderia ser muito distante. De volta ao hotel, descobrimos que levaríamos uma meia hora de carro para chegar. Achamos bem razoável, e decidimos fazer a reserva e contratar um táxi no hotel para nos levar e buscar.

O trio no Sea Wrap do Peace Resort
O trio no Sea Wrap do Peace Resort

Foi uma noite super divertida! Ao chegar, ainda conseguimos aproveitar um pouco o ambiente delicioso á beira da praia, rindo, conversando e tomando um vinho. Mas logo começou a chover e tivemos que nos abrigar na parte fechada do restaurante… :-(

Vou deixar que o JB conte essa história no post que ele escreveu sobre esse dia em Koh Samui – é só clicar aqui!

The Nap Patong – Patong Beach, Phuket

O hotel em que nos hospedamos em Patong Beach, o The Nap Patong, foi, indubitavelmente, uma das melhores escolhas de toda a VAM – e teve uma relação custo x benefício que se aproximou da perfeição. Como ficaríamos apenas uma noite, estávamos buscando apenas um hotel bem localizado, limpo e confortável para dormir bem e seguir viagem para Koh Samui no dia seguinte bem descansados. Procurando no Booking, logo nos apaixonamos pelas lindas fotos do Nap Patong… Como a localização também era ótima, ele ganhou mais pontos – e, quando vimos o valor da diária, US$ 110, não hesitamos e fizemos a reserva na hora! 😉

The Nap Patong
The Nap Patong

O hotel era novíssimo, e isso transparecia em cada detalhe – assim como o bom gosto e a funcionalidade do projeto. Acabamos fazendo um montão de fotos, e elas praticamente falam por si mesmas…

Entrada
Entrada do hotel, com o bar-restaurante ao fundo
Entrada
O bar do hotel visto de frente
Entrada
Todo o ambiente do bar – com os sofás para os clientes…
Entrada
Sofás e cadeiras de balanço no lobby
Lobby
E por falar em lobby confortável…
A caminho dos quartos
A caminho dos quartos…

O quarto que reservamos, do padrão mais simples, já era um espetáculo, com sua decoração funcional e de um super bom gosto…

Entrada do nosso quarto
Entrada do nosso quarto
Nosso quarto
Nosso quarto – com varanda e vista!
Nosso quarto
Outro ângulo do nosso quarto
Vista da varanda
Vista da varanda
Vista da varanda
Ainda a vista da varanda
Outro ângulo
Mais um ângulo do quarto
Banheiro
E uma foto do banheiro…
Banheiro
… porque banheiros bonitos merecem fotos!

No dia seguinte, partimos cedo para Koh Samui, mas não sem antes tomar um baita susto: quase na hora de ir para o aeroporto, fomos pegar os passaportes no cofre e… qual não foi a nossa surpresa ao ver que o cofre não abria!!! 😯 Ligamos para a recepção imediatamente e logo mandaram um técnico, que constatou que a bateria do cofre tinha acabado, fez a troca e conseguiu resgatar os nossos documentos… All is well that ends well!!!

Dia 38, 01/02 (tarde) – Patong Beach, Phuket

Voltar a Phuket depois dos dias que passamos em Phi Phi foi menos um desejo do que uma necessidade. Não iríamos rever a nossa Phuket idílica de Mai Khao, mas apenas fazer uma breve “escala técnica” – não queríamos o stress de arriscar vir de ferry de Phi Phi e tomar um voo para Koh Samui no mesmo dia.

The Nap Patong
The Nap Patong

Como iríamos dormir só uma noite, resolvemos dar uma chance a Patong Beach. Não tínhamos nenhuma pretensão turística, a ideia era mesmo só dar uma volta de reconhecimento, jantar e voltar para o hotel para uma boa noite de sono antes de embarcar cedo no voo para Samui. Escolhemos no Booking um hotel novinho, o Nap Patong, que nos atraiu pelas fotos lindas e  pela boa localização – e que se mostrou uma ótima escolha!

Patong
Ruas de Patong…
Patong
… e seu trânsito intenso

Chegar a Patong Beach foi como chegar a outro planeta… Depois de praticamente uma semana no dolce far niente das praias de Mai Khao e de Phi Phi, foi meio esquisito ir parar no meio de toda aquela agitação… O ritmo de Patong é o de uma cidade grande – lá estão o trânsito, o barulho, o movimento incessante…

Patong
Pôr-do-sol…
Patong
…na praia de Patong

Caminhamos até a praia para ver o pôr-do-sol – e foi bonito, mas a praia ali não tinha os encantos da Phuket que tínhamos conhecido alguns dias antes…

Patong
Um McDonald’s aqui…
Patong
…e um Starbucks logo adiante…

Prosseguimos o nosso passeio por essa Phuket carregada das marcas-símbolo da globalização, tropeçando em um McDonald’s aqui e em um Starbucks ali… 😉

Patong
Muito movimento, sons e cores…
Patong
…na noite agitada de Patong

At̩ deu pra ver um pouquinho do movimento noturno nos bares da regịo Рe achamos super divertido esse bar montado dentro da Kombi!

Patong
Uma Kombi em Patong

Mas logo fomos buscar um restaurante simpático onde jantar… Passamos por um italiano que nos pareceu bem legal – e foi mesmo. Jantamos uma massinha bem gostosa!

Patong
Nosso restaurante italiano em Patong

DSC05171   A comida italiana acabou sendo, de certo modo, uma referência de comfort food ao longo da viagem… Nos momentos em que estávamos mais cansados, precisando mesmo relaxar, era sempre a um restaurante italiano que recorríamos!

Logo após o jantar, voltamos ao hotel para um drink ao mesmo tempo de boas-vindas e despedida…

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É curioso que muitas vezes, nos diálogos dos turistas, e mesmo nos textos dos blogs e guias, Patong e Phuket Town se confundem com a própria ilha de Phuket – toma-se a parte pelo todo. Foi uma experiência válida conhecer essa parte da ilha, e compreender porque tanta gente recomenda que não se gaste nem um dia por lá, seguindo logo para alguma ilha menos degradada pelo turismo… Compreeendo – mas não concordo. Nesse caso eu sempre faço a advogada do diabo, recomendo pensar duas vezes e, quem sabe, dar uma chance ao lado off the beaten track da ilha – fico muito feliz que a nossa Phuket continue sendo o lado B… 😉

The Beach Resort, Koh Phi Phi

Escolher hospedagem em Koh Phi Phi foi das tarefas mais árduas da VAM. Como tínhamos pouco tempo, a boa localização para o passeio a Koh Phi Phi Leh era fundamental – o problema era que o valor das tarifas normalmente estava muitos pontos acima do nosso orçamento, que era de US$ 100 / noite.  Tivemos indicações que me pareceram quentíssimas, mas que se revelavam um belo balde de água fria na hora de conferir os custos – US$ 400, US$ 500 e até US$ 600 por noite.

Descobri o Phi Phi The Beach Resort pesquisando no Booking. Com a diária a US$ 150, ele estava 50 % acima do planejado, mas era uma possibilidade – afinal, o nosso orçamento já tinha sido esticado por outras boas causas antes. Lendo as resenhas no Trip Advisor, na época, não vi nada além do que esperava, for better or worse – o hotel era simples, espartano até, e as diárias, inflacionadas; ou seja, no geral, a relação custo x benefício era sofrível. Mas, por falta de uma opção que se encaixasse melhor nos nossos planos, fechamos a reserva.

Longtail boats
Longtail boats (foto do site)

Chegamos a ilha em um dos longtail boats próprios do hotel – um ponto positivo é que o transporte de / para o pier de Tonsai está incluído na diária. Por outro lado, a falta total de cuidado com a bagagem dos hóspedes, exposta à água do mar sem qualquer proteção foi um ponto bem negativo.

Chegando a Long Beach
Chegando a Long Beach

Tínhamos feito a reserva com o pagamento no checkout. Pois assim que chegamos à recepção do hotel, a primeira coisa que fizeram foi nos cobrar o pagamento – assim mesmo, de sopetão, antes mesmo de qualquer informação acerca de localização de quartos ou horário do café da manhã. Para mim, isso se traduziu como um serviço bastante rude e descortês.

Phi Phi The Beach Resort
Phi Phi The Beach Resort (foto do site)

Por outro lado, não deixo de considerar pontos positivos como o café da manhã incluído na diária, gostoso embora pouco variado; o shuttle que nos levava até o quarto a qualquer hora do dia, muito conveniente principalmente para subir a colina;  e o wifi gratuito, mas que só funcionava mesmo próximo à recepção…

Subindo para os chalés
Subindo para os bangalôs
Nosso chalé
Nosso quarto por fora

Chegar ao nosso quarto foi uma decepção. Detestei tanto que nem tenho fotos próprias do interior do quarto.  Um grande erro, na verdade, porque agora só tenho as fotos do site para mostrar, e elas são bem enganadoras…

Nosso quarto era exatamente esse mostrado na foto abaixo – que, com certeza, foi feita com uma ótima lente grande angular, porque aqui ele parece ter no mínimo o dobro do tamanho real… A porta leva ao banheiro, um cubículo mal ventilado com um chuveiro de três pingos d’água, daqueles risíveis para um destino de praia…

Interior do quarto - foto do site
Nosso quarto por dentro ( foto do site)

Tenho consciência de que a minha decepção foi bem mais intensa porque eu estava chegando de uma estada absolutamente perfeita no Renaissance Phuket em Mai Khao – um hotel espetacular que tinha custado menos que a espelunca de Phi Phi…

A favor do hotel continuo enfatizando mesmo apenas a localização. Não nego que era sensacional descer apreciando essa vista logo cedo para tomar o café da manhã à beira desse mar transparente. Mas esse é um mérito da natureza, não exatamente do hotel…

Vista do caminho de descida para a praia
Vista do caminho de descida para a praia

A piscina do hotel era bem fraquinha também – me pareceu até desnecessária, mesmo para quem viaja com crianças, já que a praia em frente é super calma e protegida.

Piscina e restaurante
Piscina e restaurante

Enfim, foram apenas duas noites, felizmente. Não tive a oportunidade de ver por dentro outros hotéis de Long Beach, mas gostamos bastante de frequentar tanto o restaurante quanto o spa do Paradise Resort – talvez eu confira melhor essa possibilidade, caso um dia resolva voltar a Koh Phi Phi… 😉

Dia 38, 01/02 (manḥ) РLong Beach, Koh Phi Phi

Acordamos cedo para aproveitar a nossa última manhã em Koh Phi Phi. Tínhamos bilhetes para embarcar na ferry de volta a Phuket logo no início da tarde.

Descemos para o café da manhã no restaurante do hotel, à beira-mar…

Vista da praia ao sair do nosso quarto
Vista da praia ao sair do nosso quarto

E já resolvemos ficar um pouco pela praia…

Long Beach
Long Beach

Aproveitamos bastante as águas claras, lotadas de peixinhos mesmo bem perto da areia…

Long Beach vista do mar...
Long Beach vista do mar…

E Paulinho resolveu se arriscar com a câmera dentro d’água para não perder a chance de fotografar a praia vista do mar…

Paulinho, o autor da foto...
Paulinho, o autor da foto…

Logo resolvemos ir dar uma última volta pelas proximidades…

Saindo para uma volta na praia...
Saindo para uma volta na praia…
Sempre um longtail boat no caminho...
Sempre um longtail boat no caminho…

Caminhamos devagar, fazendo algumas fotos e curtindo bem o caminho…

Ao longo da praia...
Ao longo da praia…
Um pouco mais adiante...
Um pouco mais adiante…
E daqui se vê Koh Phi Phi Leh ao fundo...
E daqui se vê Koh Phi Phi Leh ao fundo…
Flores
Flores…
Minhas macaquices...
Minhas macaquices…

E logo chegamos ao Spa do Paradise Resort, onde tínhamos feito uma massagem no primeiro dia, e queríamos repetir a dose… Há vários spas ao longo da praia – e o aroma do óleo de coco usado em alguns deles faz pensar em cocada, doce de coco… (Bom, não sei se todo mundo faz a associação – mas eu, que já estava fora de casa há mais de 1 mês, desenvolvi um desejo por cocada que só consegui saciar quando voltei pra casa! 😉 )

Chegando ao nosso destino...
Chegando ao nosso destino…
... para uma ótima massagem!
… para uma ótima massagem!

Depois de uma massagem bem relaxante, voltamos então para o nosso hotel, fechamos a bagagem e logo partimos no longtail boat que nos levaria de volta ao Ton Sai Pier, onde embarcaríamos na ferry.

Deixando Long Beach...
Deixando Long Beach…

Deu uma certa dor no coração deixar essa paisagem tão linda pra trás… Ainda bem que tínhamos a expectativa de ótimos momentos adiante – após uma noite em Phuket, voaríamos a Koh Samui para passar uns dias com o JB e em seguida a Bangkok, onde iríamos rever a Yvonne e o Oliver… 😉

... no rumo de Phuket!
… no rumo de Phuket!

A viagem de volta na ferry foi bem mais organizada e agradável, menos lotada e confusa.  Foi uma grata surpresa, porque eu já estava me armando de paciência para tolerar outra travessia chatinha… 😛

Dia 37, 31/01 – Koh Phi Phi Leh

Um dos grandes acertos da nossa breve estada em Koh Phi Phi Don, foi, sem dúvida, a escolha da localização do nosso hotel – Long Beach. (Tenho mil ressalvas quanto ao hotel em si, mas isso é assunto para um post específico…) No dia seguinte à nossa chegada, tomamos o nosso café da manhã à beira-mar, no restaurante pé-na-areia do hotel, e seguimos para o barco que nos aguardava pouco adiante, para um passeio de dia inteiro a Koh Phi Phi Leh.

Barcos em Maya Bay...
Barcos em Maya Bay…
Chegando a Koh Phi Phi Leh
Chegando a Koh Phi Phi Leh

Antes mesmo de aportar em Maya Bay, o primeiro destino do dia e ponto mais aguardado do passeio, já fizemos uma parada para mergulho com snorkel e observação da vida marinha.

Paulinho no mar
Paulinho no mar
Peixinhos perto de Maya Bay...
Peixinhos perto de Maya Bay…
O impressionante tom de azul (ou verde?) da água...
O impressionante tom de azul (ou verde?) da água…

Logo chegamos a Maya Bay.

A placa diz tudo...
A placa diz tudo… ou quase!

A placa indicando a rota de fuga em caso de tsunami nos trouxe imediatamente à memória o grande desastre natural que atingiu a ilha logo após o Natal de 2004, que deixou mais de mil mortos e um rastro inacreditável de destruição. Os pontos mais turísticos se recuperaram da tragédia relativamente depressa (em termos materiais, claro…) – a, além desses pequenos detalhes, nada nos remete ao ocorrido.

Rota de fuga em caso de tsunami
Rota de fuga em caso de tsunami

Ainda era cedo quando chegamos, mas o movimento já era intenso. Era o finzinho de janeiro, alta temporada na região, então acho que seria humanamente impossível ver a bela praia do filme A Praia com menos gente – a não ser para os aventureiros que acampam por lá… 😛  Mas eu sigo à risca a minha crença de que a praia, seja ela qual for, é pública, e não me incomodo de compartilhar o paraíso, não… (O que me incomoda, sim, é a degradação trazida pela superlotação de turistas – mas isso também é um assunto para outra ocasião…)

Uma multidão de turistas...
Muitos e muitos turistas…

A praia estava cheia, sim – mas, sinceramente, não era nada semelhante às multidões que lotam as praias do Rio de Janeiro e adjacências no verão… E logo as pessoas começaram a se dispersar, fosse para dar uma volta pela trilha que leva ao interior, fosse para um mergulho no mar… Pode até não ser sempre assim – mas nesse dia o purismo de quem diz que Maya Bay está insuportável de tão lotada me pareceu apenas esnobismo desnecessário mesmo…

Barcos em Maya Bay
Barcos em Maya Bay

Logo vimos que o mar em si nem estava cheio, e que seria perfeitamente possível aproveitar bastante a água cristalina para bons mergulhos…

Turistas aproveitando o mar calmo...
Turistas aproveitando o mar calmo…
... assim como eu...
… assim como eu…
... e Paulinho!
… e Paulinho!

Desde essa parte inicial do passeio começamos a bater papo com as outras pessoas que estavam no nosso barco – era um grupo super interessante e heterogêneo, formado por gente de toda parte do mundo! Havia dois amigos alemães, a Yvonne e o Oliver, que estavam hospedados no hotel ao lado do nosso; havia também um casal israelense, um rapaz da Moldávia e dois amigos franceses, além de duas moças chinesas (ou japonesas, não me lembro bem) que não participaram da conversa porque não falavam inglês, quase sempre a lingua franca dos viajantes…

Ficamos bastante tempo em Maya Bay – e, devo dizer que fiquei satisfeita por ter tempo para curtir o lugar em vez de ficar pingando de praia em praia… 😛 Mas depois seguimos para outros locais bons para mergulho – eu, que não sou fã de mergulho / snorkel, teria ficado mais feliz n’A Praia, mas o quê se há de fazer… 😉

Ainda em Maya Bay...
Ainda em Maya Bay…
Prosseguindo o passeio...
Prosseguindo o passeio…

O ponto de parada seguinte quase nos levou de volta a Koh Phi Phi Don – o chamado shark point (ponto de tubarões) ficava praticamente em frente ao nosso hotel! Claro que uma das primeiras perguntas feitas ao guia foi por quê não tínhamos parado lá em primeiro lugar… Ele deu uma resposta bem convincente: não apenas para chegar a Maya Bay em um bom horário para aproveitar antes da superlotação de turistas, mas também para pegar o shark point em um horário mais propício para a observação dos peixes – sim, pelo que entendi, os tubarões por ali estão mais presentes no nome do lugar do que na água…

Shark point - com o The Beach Resort ao fundo...
Shark point – com o The Beach Resort ao fundo…

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Muitos peixinhos, nenhum tubarão...
Muitos peixinhos, nenhum tubarão…

Nossa próxima parada – a do almoço! – foi mais do que bem vinda. Depois de tanta praia e mergulhos, todos já estavam famintos. O local escolhido foi uma praia muito tranquila e arborizada, um ótimo cenário para uma pausa relaxante.

Chegando ao "restaurante"...
Chegando ao “restaurante”…
Recanto da "praia-restaurante"...
Recanto da “praia-restaurante”…

Nosso almoço foi estilo lunch box – era simples, mas estava muito gostoso. E o prazer de dividir uma mesa sob as árvores com pessoas tão diversas como eram os membros do nosso grupo foi  a parte mais bacana! (Só para mencionar um momento engraçado, tive uma platéia muito atenta enquanto eu contava a história da reinvenção das Havaianas e explicava a diferença entre os diversos modelos – sem falar em olhos arregalados ao constatar o quanto elas são mais baratas aqui no Brasil do que no resto do mundo, inclusive os meus, que não sabia que um par de Havaianas pode custar US$ 50 em Israel…)

Ótima sombra das árvores na hora do almoço...
Ótima sombra das árvores na hora do almoço…

Depois do almoço saboroso, de uma boa conversa e um descanso reconfortante na praia, tomamos o nosso rumo mais uma vez.

De volta ao mar...
De volta ao mar…

E logo estava na hora de retornar a Koh Phi Phi Don…

No caminho de volta...
No caminho de volta…

Nessa mesma noite, jantamos com a Yvonne e o Oliver em um dos restaurantes pé-na-areia de Long Beach – foi um jantar divertidíssimo, coalhado das boas histórias da viagem deles pela Tailândia e da nossa VAM, que já ia pela metade… Ainda combinamos um novo encontro em Bangkok, porque descobrimos que estaríamos no mesmo hotel por uma noite – a última deles antes de voltar para a Alemanha. What are the odds?!? 😉

Nosso passeio, feito em lancha, custou cerca de 1500 baht por pessoa, e foi contratado em uma agência à beira-mar em Long Beach.

Dia 36, 30/01 – Long Beach, Koh Phi Phi

Nossa última manhã em Phuket foi carregada de pena… Amei tanto os dias que passamos lá que mesmo a expectativa quanto ao próximo destino – nada menos do que Koh Phi Phi – não era suficiente para apagar a melancolia de deixar um lugar tão bonito sem saber quando (e se) iria voltar…  Mas, como diz o ditado, “o que não tem remédio…” – e assim embarcamos na van que nos levaria por cerca de 1 hora de estrada até o Rassada Pier, de onde parte a ferry para Koh Phi Phi. Hospedar-se em Mai Khao tem seus altos e baixos em termos de localização – é muito mais perto do aeroporto, mas muito mais distante do pier do que Patong. Como nós chegamos de avião, fomos embora de ferry, depois voltamos de ferry, passamos uma última noite em Patong e fomos embora definitivamente de avião, para nós acabou não fazendo muita diferença. De todo modo, teríamos que cumprir alguns deslocamentos chatinhos pela ilha…

RassadaPier2_editado   RassadaPier1_editado

Chegando ao pier, achamos todo o esquema de embarque bastante confuso e desorganizado. Sinceramente, não sei até hoje como embarcamos na ferry correta, e não em uma que nos levaria na direção oposta! 😛

Ferry Phuket - Phi Phi
Ferry Phuket – Phi Phi

A desorganização era geral mesmo… Fiquei muito mal impressionada com o lugar onde as malas eram “depositadas” –  se é que se pode chamar a essa pilha de malas ameaçando revirar por cima das pessoas de “depósito de bagagem”… Não vi nenhum tipo de controle de peso de malas – e nem mesmo de número de passageiros! Muitas pessoas viajavam de pé ou sentadas pelo chão. Achei todo o esquema bem esquisito – e bastante perigoso mesmo. (Embora eu deva dizer que, na volta de Phi Phi para Phuket, a ferry era bem melhor e o número de passageiros, bem menor, o que tornou a viagem mais tranquila.)

Guarda-bagagem na ferry
Guarda-bagagem na ferry

O tempo de travessia não é longo e o Mar de Andaman costuma ser calmo. Logo avistamos o Ton Sai Pier, já em Koh Phi Phi.

Porto de Phi Phi
Chegando ao Ton Sai Pier
No porto de Phi Phi
Ton Sai Pier
Koh Phi Phi
Koh Phi Phi

Koh Phi Phi, na verdade, são duas ilhas: Phi Phi Don, a única habitada, onde há hotéis, resorts, lojas e restaurantes, e Phi Phi Leh, que abriga a famosa Maya Bay (aquela mesmo, que foi cenário do filme A Praia…) Escolhemos ficar hospedados em Had Yao, mais conhecida por seu nome em inglês, Long Beach, uma praia relativamente isolada, mas que provê fácil acesso de barco a Phi Phi Leh. Como tínhamos apenas metade do dia da chegada, o dia seguinte inteiro e metade do dia da partida, não queríamos perder mais tempo do que o estritamente necessário com deslocamentos… Contratamos no próprio hotel em que ficamos hospedados, o The Beach Resort, o transfer em longtail boat, esse barco típico das ilhas tailandesas – e ele já estava a nossa espera quando descemos da ferry.

Long tail boat para Long Beach
Long tail boat para Long Beach
A ferry e o long tail boat
A ferry e o long tail boat

A viagem foi rápida, mas nada confortável… Eu não sabia, mas é praticamente impossível não se molhar em um desses barcos – e isso vale não só para humanos, mas também para suas malas! Achei péssimo ver que não havia sequer uma proteção para as malas e bolsas empilhadas no barco, que chegaram à praia em frente ao hotel completamente encharcadas de água salgada. (Ainda bem que a minha malinha era bem resistente à água e protegeu direitinho todos os meus pertences!)

Chegando a Long Beach
Chegando a Long Beach

Fizemos rapidamente o check-in no hotel, deixamos a bagagem e fomos desbravar a vizinhança…

The Beach Resort
The Beach Resort

Em Long Beach praticamente só há hotéis pé-na-areia – a localização é perfeita para quem está em busca de sossego, e péssima para quem quer algum tipo de agito. Até é possível ir de Long Beach a outras partes de Phi Phi a pé, mas o acesso é feito pelas pedras, e completamente desaconselhado depois de escurecer. Por outro lado, há serviços de táxi em longtail boats! 😉

Bar / restaurante em frente à praia
Bar / restaurante em frente à praia

Todos os hotéis também têm restaurantes à beira-mar, então a alimentação não é problema – pode-se variar de restaurante todos os dias…

Fim de tarde em Long Beach
Fim de tarde em Long Beach

Ao longo da praia, vê-se muitos e muitos barcos, tantos quantos são os restaurantes da orla e os spas que oferecem massagens…

Longtail boats
Longtail boats
Longtail boat na praia
Longtail boat na praia
Bar / restaurante pé-na-areia (literalmente!)
Bar / restaurante pé-na-areia (literalmente!)

Logo fizemos uma pausa para tomar uma cervejinha e escolher o restaurante onde voltaríamos para jantar…

Pausa para uma cervejinha...
Pausa para uma cervejinha…
Calmaria na praia...
Calmaria na praia…
Fim de tarde
Fim de tarde

Aproveitamos também para escolher um passeio de barco a Phi Phi Leh em uma das muitas agências situadas à beira-mar, e deixamos tudo contratado para o dia seguinte. Pagamos cerca de 1500 baht (aproximadamente US$ 45) por pessoa pelo passeio de dia inteiro, em lancha, com o almoço incluído.

Restaurante à noite em Long Beach
Restaurante à noite em Long Beach

À noite, jantamos cedo e fomos dormir para poder aproveitar bem todas as belezas que nos aguardavam no dia seguinte…

Renaissance Phuket Resort & Spa – Mai Khao, Phuket

No primeiro post sobre Phuket, eu teci vários e vários elogios ao hotel onde nos hospedamos, o Renaissance Phuket Resort & Spa, em Mai Khao. Como passamos boa parte dos nossos dias na ilha descansando e curtindo as instalações do hotel, eu disse praticamente tudo naquele post. Mas, como o local é realmente muito lindo, acho que algumas fotos a mais serão bem vindas… 😉

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa
Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa
Lobby do Renaissance
Lobby do Renaissance
Bicicletas no lobby
Bicicletas no lobby
Na recepção
Na recepção
Doppio Coffee House
Doppio Coffee House
A caminho dos apartamentos
A caminho dos apartamentos
Apartamentos
Apartamentos
Mais apartamentos
Mais apartamentos
Nosso quarto
Nosso quarto – e o lindo banheiro com paredes de vidro
Persianas fechadas
Persianas fechadas

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The Sandbox / Takieng
The Sandbox / Takieng
The Sandbox e as espreguiçadeiras em frente à praia
The Sandbox e as espreguiçadeiras em frente à praia
Espreguiçadeiras
Espreguiçadeiras
A melhor piscina da VAM
A melhor piscina da VAM
De novo...
De novo…
Chegando para o café da manhã
Chegando para o café da manhã
Café da manhã
Café da manhã
Outra piscina
Outra piscina
Outra piscina
Outro ângulo da piscina
Outra piscina
E ainda outro…
Pôr-do-sol na piscina
Pôr-do-sol na melhor piscina da VAM
Pôr-do-sol
Pôr-do-sol
Vista noturna da nossa varanda
Vista noturna da nossa varanda
Fogos de artifício
Fogos de artifício

Deixamos o Renaissance com muita pena… Só mesmo o fato de saber que estávamos a caminho de Koh Phi Phi pôde nos animar! 😉

Dia 35, 29/01 – Parque Nacional Ao Phang Nga

Os dias de calmaria que passamos em Phuket só foram “perturbados” uma única vez, por um passeio que era a própria razão de estarmos ali: uma visita ao Parque Nacional Ao Phang Nga, com sua baía de águas calmas e transparentes, suas ilhas, cavernas e paisagens indescritíveis.

Contratamos um passeio de dia inteiro na própria recepção do hotel – o passeio incluía o transporte até o porto (muito mais próximo de onde estávamos, em Mai Khao, do que de Patong…), a ida de lancha até Phang Nga, passeios de caiaque pelas cavernas, o almoço na vila flutuante de Koh Pan Yee e o transporte de volta ao hotel. Aproveitamos para comprar de uma vez o nosso bilhete de ida e volta da ferry para Koh Phi Phi, e ainda recebemos de cortesia o transfer para o hotel em Patong (para onde iríamos ao voltar de Phi Phi).  Pagamos 3.300 baht por pessoa pelo pacote completo, cerca de US$ 100.  Tenho certeza que é possível encontrar um preço mais em conta – mas, como nós estávamos hospedados em um ponto mais isolado da ilha, sem muitas oportunidades para pesquisar e comparar preços, decidimos simplesmente não pensar nisso… 😉

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Chegando ao pier
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Paulinho e eu na lancha, esperando a hora da partida

Após um trajeto que não durou mais do que uns 40 minutos, começamos a avistar as ilhas da Baía de Phang Nga. É uma visão belíssima – as ilhas parecem brotar do mar, sem qualquer sinal prévio que nos prepare para as belezas que virão…

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Baía de Phang Nga
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Baía de Phang Nga

Pelo que li e pesquisei sobre os passeios enquanto me preparava para escrever o texto, me parece que os passeios são todos bastante semelhantes em relação aos locais visitados – mas divergem no tipo de transporte (lanchas ou outro tipo de embarcação) e na ordem em que os locais são visitados. A nossa primeira parada foi Koh Khao Phing Kan – mais conhecida entre os turistas que visitam a região como “James Bond Island”, por ter sido um dos cenários do filme “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro”, de 1974. Lá se vão quase 40 anos, mas o apelido pegou…

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Koh Khao Phing Kan – James Bond Island

Assim que botamos os pés na praia, fomos imediatamente atraídos por essa imensa fenda na rocha, situada bem à beira mar… O corte parece feito à faca, de tão liso e reto!

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Fenda na rocha em Khao Phing Kan

E quando eu digo que é uma fenda imensa não estou exagerando, como a comparação com o tamanho das pessoas pode comprovar… 😯

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Turistas em frente à fenda na rocha em Khao Phing Kan

Seguimos então por uma trilha que nos levou à paisagem que eu mais esperava ver desde que tinha decidido visitar a Tailândia: Ko Tapu, a ilhota rochosa que parece dominar, em equilíbro aparentemente precário, toda a praia de Khao Phing Kan…

Khao Phing Kan
Khao Phing Kan
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Ko Tapu
Outro ângulo de Ko Tapu
Outro ângulo de Ko Tapu

Felizmente, o dia, que tinha amanhecido um pouquinho nublado, começou a ficar mais ensolarado. As fotos de Ko Tapu, que já não eram poucas, começaram a se multiplicar – nem sei como pude selecionar apenas duas…

Koh Khao Phing Kan oferece também um mercadinho ao ar livre, daqueles com lembrancinhas e badulaques para “seduzir” os turistas – basta seguir um pouco mais pela trilha para chegar a ele. Eu, se soubesse que era um mercadinho o que eu encontraria ao fim da trilha, teria ficado pelo meio mesmo, procurando ângulos cada vez mais belos da paisagem que já tinha me encantado…

No momento em que voltamos ao barco para prosseguir o passeio, eu já tinha dado o dia como um sucesso, nem precisaria visitar mais nada… Na verdade, eu duvidava um pouco que alguma outra paisagem pudesse me encantar tanto, a menos que eu tivesse um pouco mais de tempo para me acostumar com a experiência e partir para outra.

Mas, como felizmente ninguém perguntou a minha opinião naquele momento, seguimos para o nosso próximo ponto de parada, Koh Panak, onde eu iria mais uma vez me surpreender! 😉

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Outros barcos turísticos…

Nossa próxima atividade me parecia fascinante e inquietante ao mesmo tempo. Explico: deixaríamos o barco em caiaques, para atravessar o interior de cavernas onde não seria possível entrar de outra maneira até chegar a pequenas lagoas, novamente a céu aberto. Fascinante! Mas um tanto quanto inquietante, porque uma das primeiras coisas que o nosso barqueiro / guia / fotógrafo  nos avisou foi que há muitos e muitos morcegos no interior das cavernas…

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Á espera do nosso caiaque…
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Turistas nos caiaques
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Nosso barqueiro / guia / fotógrafo

Tomamos “caminhos” junto às rochas onde acredito que só mesmo uma pessoa bastante experiente no controle do caiaque não faria uma bobagem…

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Koh Panak
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Koh Panak

E logo chegamos à entrada da caverna, tão baixinha que era preciso praticamente deitar no barco para não bater a cabeça!

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Koh Panak

Dentro da caverna, a escuridão impediu que eu conferisse se ali havia mesmo morcegos… E depois até me esqueci deles!

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A luz no fim da caverna
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Dentro da caverna

Em cerca de dois minutos chegamos à lagoa no interior da caverna… Fomos dos primeiros do nosso barco, e ainda pudemos aproveitar um pouco a paisagem sem outros humanos…

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Chegando à lagoa
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Na lagoa

Mas logo outros caiaques vieram se juntar a nós…

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Outros turistas chegando…

E, em breve, tínhamos um super engarrafamento de caiaques…

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Hora do rush…

Seguimos então em fila indiana de caiaques por uma passagem bem estreita na pedra, que nos levou a um local ainda mais impactante:

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Fila indiana…

esse imenso paredão de pedra, imponente como um arranha-céu natural!

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A imponência do paredão de pedra…

Foi um passeio maravilhoso – um daqueles momentos que, por mais expectativa que se crie, provavelmente continuarão surpreendentes. Eu certamente fui fisgada, e me apaixonei pela paisagem – e nem tinha criado muitas expectativas, a não ser em relação a Ko Tapu… (Ou talvez até tenha sido por isso!)

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Voltando ao barco

Nossa próxima (e última) parada foi na Vila Flutuante de Koh Pan Yee, para um almoço tardio. Já era bem tarde, e a fome estava mesmo batendo forte.

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Koh Pan Yee – Vila Flutuante
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Koh Pan Yee
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Koh Pan Yee
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Nosso restaurante em Koh Pan Yee

Almoçamos, demos uma volta pela vila e uma olhada no mercadinho junto ao restaurante, e logo estávamos prontos para voltar ao hotel – agora com o corpo e a alma muito bem alimentados… 😉

Dias 33 a 36, 27 a 30/01 – Mai Khao, Phuket

Quase todo turista que se decide a conhecer as praias da Tailândia passa por um enorme dilema: com um litoral tão extenso e recortado, quais praias privilegiar? As perguntas se sucedem… Escolho o Mar de Andaman ou o Golfo da Tailândia? Me hospedo em Krabi, Phuket ou ignoro as duas e sigo logo para Phi Phi?

Li e ouvi muitas recomendações para não escolher Phuket, por causa da urbanização desenfreada, do turismo desordenado, enfim, da degradação geral. Chegamos a pensar em escolher Krabi, ou em passar apenas uma noite em Phuket, e tomar logo o rumo de Phi Phi. Mas, nesse emaranhado de possibilidades, eu tinha apenas uma certeza: havia um cartão postal, Ko Tapu, na Baía de Phang Nga, que eu queria ver de perto. E, para esse passeio, Phuket oferecia mais facilidades de acesso. De todo modo, as ressalvas quanto a Phuket estavam normalmente vinculadas a região de Patong, e um acaso nos levou a outros caminhos… 😉

Phuket
Phuket Рclique no mapa para v̻-lo em tamanho maior

Bem na época em que estávamos fazendo as reservas de hotel na Tailândia, Paulinho recebeu uma promoção do cartão de crédito, oferecendo descontos em hospedagem na rede Marriott. Começamos a pesquisar os destinos tailandeses que ainda nos faltavam: Phuket, Phi Phi, Samui e a segunda estada em Bangkok. No fim das contas, a promoção nem era tão boa assim, mas durante as pesquisas descobrimos um novo hotel da rede, o Renaissance Phuket Resort & Spa, que tinha sido inaugurado há pouquíssimo tempo, e ainda estaria em regime de soft opening durante a nossa estada. Na verdade, nós estaríamos lá ao longo dos últimos 4 dias do soft opening… Na prática, isso significava que a tarifa disponível para as nossas datas era US$ 140, mas subiria para cerca de US$ 400 logo depois da nossa partida.

Agora, enquanto eu escrevo sobre isso, me parece quase impossível que eu tenha chegado a titubear… Uma tarifa de US$ 140 por esse hotel é um presente daqueles de mãe!!! Mas, de todo modo, isso significava estar 40% acima do orçamento da VAM previsto para hospedagem, que era de US$ 100 a diária. Além disso, logo descobrimos que o hotel ficava bem ao norte da ilha, na Praia de Mai Khao, depois do aeroporto, ou seja, na direção contrária de Patong. Disparei um email pro Riq Freire, que me respondeu textualmente: “Eu iria! É uma boa aposta! Beijos! Inveja!” Opa, se eu deixei o Riq com inveja a oportunidade deve ser daquelas que não se pode deixar escapar! 😉

Chegamos no início da tarde, e tiramos o resto do dia para descansar e aproveitar o hotel – nada muito diferente do que faríamos ao longo dos outros dias da nossa estada…

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa
Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Assim que nos instalamos – a área do hotel é tão extensa que há carrinhos de golfe para levar os hóspedes recém-chegados e sua bagagem aos quartos! – fomos conferir a praia, linda e semi-deserta, de águas transparentes e nada geladas…

Mai Khao Beach
Mai Khao Beach

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Fizemos um pit stop no The Sandbox, um bar / restaurante pé-na-areia onde tomamos um drinque no fim da tarde (e onde almoçamos mais de uma vez nos outros dias…)

Bar / restaurante
The Sandbox (no andar de baixo) / Takieng (no andar de cima)
Welcome drink
Coquetéis coloridos para celebrar a nossa chegada…

De cara nos apaixonamos pela lindíssima piscina de borda infinita com vista para o mar – nenhuma conseguiu vencê-la no item “melhor piscina” do ranking da VAM! 😉

A melhor piscina de toda a VAM!
A melhor piscina de toda a VAM!

Na noite da nossa chegada, resolvemos experimentar o Takieng, o restaurante típico tailandês do hotel – e achamos a comida bastante saborosa…

Restaurante
Takieng Thai Cuisine
Primeiro jantar
Nosso primeiro jantar em Phuket
Jantar
Nosso jantar – aprovadíssimo!

Ao longo dos dias que passamos em Mai Khao, a nossa rotina se resumiu ao dolce far niente… Nossas únicas ocupações foram escolher entre a praia e a piscina, fazer o passeio de barco para a Baía de Phang Nga (que virá em um post exclusivo!) e explorar os arredores…

Praia ou piscina?
Ô vidinha mais ou menos… ;-)

Normalmente começávamos o dia com uma caminhada pela praia…

Mai Khao Beach
Mai Khao Beach
VAM - Mai Khao - 28/01/2011
VAM – Mai Khao – 28/01/2011

Logo depois íamos para a piscina…

Piscina
Piscina

Ou então para uma das espreguiçadeiras com vista para o mar…

Espreguiçadeiras
Espreguiçadeiras

O almoço era por ali mesmo – uma salada básica no Sandbox e talvez uma cervejinha na beira da piscina…

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O pôr-d0-sol à beira da piscina era simplesmente inacreditável – e muito fotogênico…

Pôr do sol na piscina
Pôr do sol na piscina

Nessa fase da viagem já estávamos começando a sentir falta da comida de casa… E foi com grande surpresa que começamos a matar essas saudades justamente com o welcome ice cream do hotel, uma alternativa divertida aos welcome drinks tradicionais. Tomei um sorvete de banana no Doppio Coffee House que me fez pensar nos doces de banana que a minha avó fazia! É incrível como se descobre tanta semelhança no que a princípio nos parece ser tão diferente… 😉

Doppio Coffee House, bem na entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa
Doppio Coffee House, bem na entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Uma característica super simpática do hotel, na minha opinião, foi a oferta de bicicletas, logo na entrada, para uso livre dos hóspedes. Que delícia pegar uma bicicleta de tarde, pedalar pelas estradinhas de Mai Khao, passar em frente aos outros resorts e chegar até Turtle Village, o simpático e único shoppingzinho da região…

Bicicletas
As bicicletas do Renaissance
Turtle Village
Turtle Village

Essa foi a minha Phuket… Alguns dias depois, quando voltamos de Phi Phi, nos hospedamos por uma única noite em Patong, antes de seguir viagem para Samui. Ali eu pude compreender a veemência de quem recomenda que não se fique em Phuket e se privilegie Krabi ou alguma outra ilha. Mas eu, tendo conhecido Mai Khao e aproveitado essa atmosfera gostosa de uma Phuket calma, aconchegante e charmosa, não poderia nunca “desrecomendar” a ilha… A minha Phuket valeu muitíssimo a pena!!! 😀

Um dia em Los Angeles

O bate-e-volta que eu e a Cláudia fizemos de Riverside a Los Angeles não teve a mesma intenção turística que o dia que passamos em San Diego. Nós duas já conhecíamos a cidade de outras viagens – ela já tinha ido duas outras vezes, uma delas comigo mesma, alguns anos antes. E eu, durante a temporada californiana, peguei carona mais de uma vez com uma colega da universidade para ir pesquisar na biblioteca da UCLA. Decidimos então que o nosso dia em LA não teria compromissos turísticos – só queríamos mesmo ir até Santa Monica, matar as saudades de Westwood (onde tínhamos nos hospedado na casa da minha prima) e dar uma volta de carro por Beverly Hills.

Santa Monica
Santa Monica
Santa Monica
Santa Monica

Sempre acho muito curioso o modo como as cidades americanas crescem – de certo modo, dando as costas para o mar… Chega a ser quase agressivo, para o meu olhar carioca, ver essa quantidade de obstáculos – mais ruas, estacionamentos, uma faixa imensa de areia e tal – separando a cidade da paisagem praiana… 😉

A Pacific Coast Highway em Santa Monica
A Pacific Coast Highway em Santa Monica
PCH - Santa Monica
PCH – Santa Monica
Estacionamentos - necessários, sem dúvida, mas como enfeiam a praia...
Estacionamentos – necessários, sem dúvida, mas como enfeiam a praia…
Pier de Santa Monica
Pier de Santa Monica
Parque do Pier de Santa Monica
Parque do Pier de Santa Monica

Cruzando a Ocean Avenue e caminhando algumas poucas quadras, logo chegamos à Third Street Promenade.

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Third Street Promenade
Third Street Promenade

Demos uma volta pela rua, olhamos algumas vitrines, vimos alguns artistas de rua e até pensamos em almoçar por ali…

Third Street Promenade
Third Street Promenade
Third Street Promenade
Third Street Promenade
Artista de rua na 3rd Street Promenade
Artista de rua na 3rd Street Promenade
Artista de rua mirim na 3rd Street Promenade
Artista de rua mirim na 3rd Street Promenade
Third Street Promenade
Third Street Promenade

Acabamos decidindo pegar o carro no estacionamento e seguir adiante. Passamos por Beverly Hills, onde nem paramos (e por isso as fotos nem merecem ser postadas…). Seguimos para Westwood, o bairro super residencial e agradável onde fica a UCLA, e onde descobrimos um pequeno restaurante bem simpático, chamado Corner Bakery Café. Pesquisando depois, vimos que ele é parte de uma rede, presente em várias outras cidades americanas…

Corner Bakery Café - Westwood
Corner Bakery Caf̩ РWestwood

Pedimos uma salada super deliciosa, a Harvest Salad with Chicken – folhas verdes, frango orgânico, queijo gorgonzola, maçãs verdes, nozes, groselhas e molho de aceto balsámico…  Dá água na boca só de lembrar! 😉

E a deliciosa harvest salad with chicken...
E a deliciosa Harvest Salad with Chicken

Um dia em San Diego

Muitas vezes o tempo vai passando, passando e, quando me dou conta, já deixei de contar uma viagem que aconteceu há tanto tempo que me pergunto se vale ou não a pena voltar a ela. Normalmente, a resposta é que sempre vale a pena contar uma experiência, seja ela qual for – não importa se “ao vivo”, no calor do momento, ou filtrada pela memória, com um sabor levemente nostálgico. As informações práticas podem não ser mais tão precisas – mas essas são fáceis de encontrar em outras fontes… Acabo concluindo que o vale é fazer o registro na hora em que ele se torna imperativo!

Por esses dias eu comecei a pensar insistentemente nas pequenas viagens que fiz durante os meses em que morei nos Estados Unidos como pesquisadora-visitante na University of California, Riverside, em um período de bolsa-sanduíche durante o meu doutorado. Em meio às muitas obrigações (que pude cumprir sem maiores dificuldades porque Riverside é uma cidade que não oferece muitas tentações externas…), recebi as visitas de duas amigas, em ocasiões diferentes, e roubei alguns dias das pesquisas para me dedicar apenas a curtas e merecidas “férias”! 😉

Com a Cláudia, minha “sócia” aqui no I&V, fiz apenas dois bate-e-voltas: um dia fomos a San Diego e no outro fomos a Los Angeles. De resto, passamos todo o tempo em Riverside mesmo, desbravando o centro histórico e alguns dos shoppings e outlets da região, sempre intercalando os dias de passeios com os dias de compras. (Diga-se de passagem, eu cobro da Cláudia há muito tempo escrever alguns posts sobre compras para o blog, assunto de que ela entende bastante, e eu, muito pouco… É sempre bem divertido fazer compras com ela, que descobre barganhas não só para si própria, mas também para mim – e me obriga a comprar aquilo que eu me arrependeria de deixar para trás… 😛 )

Para o nosso dia em San Diego, fomos buscar inspiração no Guia Frommer’s – visitamos alguns dos locais sugeridos no itinerário de 1 dia. Como, a essa altura, já não me lembro mesmo das informações práticas dessa visita, deixo algumas fotos escolhidas para aguçar a curiosidade de quem visita e matar as minhas próprias saudades…

Old Town State Historic Park

O parque estadual mais visitado da Califórnia é o centro histórico original de San Diego, e tem entrada gratuita.

Old Town San Diego
Old Town San Diego

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Old Adobe Chapel
Old Adobe Chapel
A primeira escola de San Diego
A primeira escola de San Diego
Sala de aula
Sala de aula

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Old Town
Old Town
Old Town
Old Town
Old Town Market
Old Town Market

Balboa Park

O maior parque urbano dos Estados Unidos abriga diversos teatros, museus, centros culturais e o famoso Zoológico de San Diego. Um dos pontos altos do parque, na minha opinião, são as construções em estilo colonial espanhol, super lindas…

Balboa Park
Balboa Park
Balboa Park
Balboa Park Botanical Garden

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Balboa Park
Spreckles Organ Pavilion
Balboa Park Tower
Balboa Park Tower
San Diego Zoo
San Diego Zoo
San Diego Zoo
San Diego Zoo

San Diego – Coronado Bay Bridge

Cruzar a ponte em direção a Coronado proporciona mesmo vistas belíssimas – não é à toa que o Frommer’s é tão enfático…

Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge
Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge
Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge
Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge
Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge
Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge
Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge
Cruzando a San Diego-Coronado Bay Bridge

Hotel del Coronado

Da ponte mesmo já se pode ver o lindo Hotel del Coronado – já vale o passeio…

Hotel del Coronado
Hotel del Coronado
Hotel del Coronado
Hotel del Coronado
Hotel del Coronado
Hotel del Coronado

Chicano Park

O Chicano Park não é exatamente um dos pontos turísticos mais procurados de San Diego, mas a minha ligação afetiva com a literatura chicana (tema do meu mestrado, afinal…) me provocava a curiosidade, e eu queria muito ver os murais…

Chicano Park
Chicano Park
Chicano Park
Chicano Park
Chicano Park
Chicano Park
Chicano Park
Chicano Park

Tínhamos vontade de cruzar a fronteira com o México e dar uma chegadinha em Tijuana… Como na época ainda era necessário ter visto mexicano, tivemos que abortar a ideia, e logo tomamos o nosso rumo para percorrer os quase 100 km de volta a Riverside…

Quase na fronteira EUA-México
Quase na fronteira EUA-México

 

Fundo do baú: Key West

Key West (fotos: janeiro 1998; texto: novembro 2004; edição: setembro 2013)

Com o fim das aulas, tínhamos um dia de folga antes de seguir para Orlando no dia seguinte. Convenci o Paulo e mais 2 amigos, alugamos um carro e caímos na estrada rumo a Key West, 3 horas ao sul de Miami. A US-1 no sul da Flórida é uma estrada bem diferente, que separa o Oceano Atlântico do Golfo do México e cruza as várias ilhas das Florida Keys. O ponto final é em Key West, já em pleno Caribe, a apenas 90 km de Cuba.

01. Satélite - Internet

Consegui capturar essa foto da Internet pra dar uma idéia do que é a estrada para Key West – uma experiência e tanto, mas difícil de fotografar. A estrada tem pista simples, mão dupla, nenhum acostamento e perigo constante de animais atravessando a pista. Por isso a viagem demora 3 horas, embora a distância de Key West a Miami seja de apenas 150 km – o limite de velocidade é baixo, e os controles são rigorosos. Na foto acima, à esquerda temos o Oceano Atlântico e à direita o Golfo do México. No dia em que eu fui, o oceano estava azul e o golfo, verde – mas essa imagem ficou registrada só na minha memória…

04. Vista aérea - Internet

Fim da linha. É exatamente assim que se chega a Key West: dando de cara com uma placa que indica que aquele é o fim da estrada!!! Nunca tinha visto algo parecido…

05. Placa

Cayo Hueso, ou Ilha dos Ossos – esse era o nome original de Key West na época em que seus principais freqüentadores não eram os turistas de todas as partes do mundo, mas sim os piratas espanhóis. Dizem que muitos navios naufragavam naquela região, por isso muitos corpos iam dar às praias… Mórbido, não?

06. Cayo Hueso

Essa construção, de arquitetura bem espanhola, é típica da época em que Key West ainda era Cayo Hueso. É interessante ver como essa parte da história dos EUA – a colonização espanhola de determinadas regiões, pouco divulgada e pouco conhecida por nós – continua muito presente na arquitetura, nos nomes dos lugares, em detalhes que não passam despercebidos ao olhar atento…

07. Mallory Square

O pier próximo à Mallory Square é um dos pontos de encontro em Key West. Há vários restaurantes e bares por ali, e à tarde sempre rolam umas apresentações artísticas, com músicos, bailarinos e até uns engolidores de fogo… E a paisagem sempre oferece um barco (ou dois, ou três) cruzando o horizonte – lindo, lindo…

08. Pier

As gaivotas do pier da Mallory Square fazem lembrar do filme “Os Pássaros”, de Hitchcock – mas felizmente só atacam a comida!!!

09. Pier - Gaivotas

Aqui está a entrada da casa onde Hemingway morou em Key West, hoje transformada em museu, uma das principais atrações turísticas da ilha. Perto dali fica o Sloppy Joe’s, o bar que Hemingway freqüentava e onde, claro, a gente fez um pit stop para um brinde a esse freguês tão ilustre… :-)

11. Hemingway

Os gatos que habitam a casa-museu do Hemingway são os descendentes dos gatos que ele próprio tinha quando morou ali. E eles tinham uma particularidade: 6 “dedos” nas patinhas. Bom, admito que eu fui conferir pessoalmente as patinhas dos descendentes… e não é que esse gatinho caramelo à esquerda da foto tinha mesmo 6 dedinhos?!!!

12. Hemingway - gatos

Uma voltinha pelo centro de Key West antes de voltar a Miami me rendeu essa foto… Tudo bem, os táxis em qualquer cidade costumam ser de uma cor que chame a atenção e não se confunda com os carros comuns – são amarelos no Rio de Janeiro, alaranjados em Curitiba… Mas cor-de-rosa é um pouco demais, né?!!!

13. Táxi

Já pegando a estrada de volta a Miami, fiz essa foto do pôr-do-sol de Key West, considerado um dos mais belos do mundo. Não conheço o mundo inteiro, mas não duvido!!!

15. Pôr-do-sol - com legendas

Fundo do baú: Miami

Miami (fotos: janeiro 1998; texto: novembro 2004; edição: setembro 2013)

Janeiro de 1998. Eu não tinha planejado sair do país novamente tão depressa… Tinha chegado do Canadá em meados de outubro, esse nomadismo já estava virando exagero! Mas essa viagem realmente caiu na minha cabeça, não pude evitar… :-)

Explicando melhor: eu tinha terminado um curso de espanhol no CCAA em julho de 97, e assim que voltei do Canadá soube que tinha sido contemplada com um prêmio de sonho: uma viagem de 3 semanas para a Flórida, com tudo pago, inclusive um curso de 2 semanas no CCLS de Miami, por ter sido a melhor aluna do último período do curso.

Minha reação foi de alegria e apreensão ao mesmo tempo. Fiquei contente pelo prêmio, mais ainda por viajar de graça… :-) Mas a Flórida nunca tinha me encantado e eu só imaginava que ia conviver com um bando de adolescentes insuportáveis por mais de 20 dias. Como, enfim, nada nessa vida é perfeito, me armei de disposição para passar boa parte do meu tempo sozinha desbravando a Flórida…

Mas, surpresa!!! Nada disso foi necessário… Não só havia vários adultos nessa trupe, como eles se revelaram amigos de primeira linha. Com alguns só tive contato durante a viagem, outros ficaram por algum tempo e depois nos perdemos…

Enfim, um postalzinho de South Beach, Miami, só pra dar um gostinho!

01. South Beach

Resolvi mostrar um lado de Miami que poucos brasileiros conhecem… A maioria passa por lá a caminho de Orlando e vê basicamente o centro da cidade e um pouco de Miami Beach. Acho que no Rio de Janeiro isso equivaleria a dar uma voltinha na Rua da Alfândega e depois passar por Copacabana… :-)

Nosso curso durou 2 semanas. Ao longo desse tempo, eu procurei cultivar a sensação de morar na cidade. Tudo bem, era como se a gente morasse em um hotel, mas ao menos aprendemos a usar o transporte público, desbravamos vários recantos da cidade onde os turistas não costumam ir…

Logo no primeiro dia, demos um giro por Coral Gables, um bairro residencial super gostoso, onde ficavam situados tanto o nosso hotel quanto o curso. Um dos pontos altos do bairro é esse hotel da foto, o Biltmore, um dos mais elegantes e sofisticados de Miami, um prédio histórico fabuloso. Infelizmente, não era lá que eu estava hospedada…

02. Biltmore Hotel

Este era o nosso hotel – o Sheraton Four Points Miami. Melhor dizendo, foi a nossa casa ao longo de 2 semanas. E quando chegávamos “em casa” no início da noite, não tinha nada melhor do que uma cervejinha e um bom papo na beira da piscina…

03. Piscina

Parte do grupo da piscina: eu, Márcia, Márcio e Paulo. O guia Fodor’s estrategicamente largado em cima da mesa já era o prenúncio de outras aventuras que viriam a seguir…

04. Grupo

Coral Gables é um bairro super agradável de Miami, bem residencial, mas não deixa de ter algumas avenidas mais movimentadas, com vários restaurantes, lojas (livrarias!), cinemas… Esse arco fica na Coral Way, uma dessas avenidas, onde ficava o nosso curso.

05. Coral Gables

Uma das vantagens de ficar mais do que uns poucos dias em uma cidade é que dá tempo para ir a lugares onde um turista não iria rotineiramente. Um desses lugares que eu quis conhecer foi o campus da University of Miami – minha atração pelas universidades é de longa data… :-)

06. Universidade

Uma noite em que resolvemos mudar o bate-papo (e a cervejinha!) de cenário. Aqui estamos (Lúcia, Márcia, eu e Márcio) em um barzinho no Bayside Marketplace, um shopping no centro de Miami, com vista para a Biscayne Bay, bem conhecido dos brasileiros…

07. Bayside

Eu e a Márcia, companheira dessa e de outras aventuras, na Ocean Avenue, a avenida à beira-mar de South Beach. Há pouco mais de 10 anos essa região estava bastante abandonada, se descaracterizando, com esses prédios em estilo art-déco em franca decadência. Até que decidiram revitalizar o bairro – os prédios foram restaurados, bares, restaurantes e lojas inaugurados, e tanto os antigos quanto os novos hotéis começaram a ver sua taxa de ocupação aumentar. Hoje em dia é a área mais charmosa de Miami, e não apenas durante o dia – a noite na Lincoln Road, em especial ao som do jazz do Van Dyke Café, é imperdível!

09. Ocean Avenue

Já que começamos a falar de praias, aqui vai uma foto para comparação… Eu e a Cris em frente à praia em South Beach.

08. Praia

Eu tinha mencionado que fui para Miami fazer um curso, mas até agora tinha passado longe da escola…:-) É que o nosso curso foi isso mesmo, pouco estudo e muita diversão!!! Ao contrário de todas as outras turmas, que estavam seguindo um curso regular de inglês e tinham aulas o dia inteiro, a gente estava fazendo um curso de redução de sotaque que envolvia apenas 3 horas de aula pela manhã. A gente ficava, então, com o resto do dia livre pra “turistar” – e foi assim que esquadrinhamos boa parte de Miami. Fizemos essa foto no fim das aulas, no último dia do curso: eu, Márcia, Paulo, Sandra, Priscila, Tracy (a professora), Cristiane e Nicéa.

10. CCLS

Mais comidinhas em Bogotá

Nosso último dia em Bogotá foi só mesmo uma escala confortável entre Cartagena e a volta para casa – chegamos no início da tarde, nos instalamos no hotel (dessa vez, o Hilton Bogotá) e fomos para a rua, em busca de um restaurante gostoso onde almoçar. Não tínhamos grandes planos para o dia, a não ser aproveitar o almoço com toda a calma do mundo e dar um novo passeio pela Zona Rosa. De todo modo, tínhamos que dormir cedo para acordar cedo – afinal, com as mudanças de horário, nosso voo partiria de Bogotá às 05:30 h da matina… Como estávamos agora em plena Zona Gourmet, achamos que não seria difícil encontrar um restaurante na medida para o que queríamos – e não foi mesmo!!! A menos de 2 quadras do hotel, na Calle 73, nos deparamos com o Daniel Dine & Wine, um dos restaurantes mais charmosos de toda a nossa semana colombiana…

Daniel Dine & Wine
Daniel Dine & Wine

Logo à entrada, já começamos a ver que o ambiente era todo muito agradável…

Daniel Dine & Wine
Em casa no Daniel Dine & Wine…

A casa onde está localizado o restaurante teve seus ambientes todos preservados, então é muito bacana passar pela sala de estar / biblioteca, por exemplo…

A biblioteca do restaurante...
A biblioteca do restaurante…

Escolhemos um ambiente não muito cheio – e super bonito, com toda essa louça em exibição…

O ambiente que escolhemos...
O ambiente que escolhemos…

Antes mesmo de olhar o menu, decidimos pedir um espumante, para comemorar essa viagem que há tempos estava planejada, mas que demorou tanto a sair do papel…

Salud, Colombia!
Salud, Colombia!

Estudamos o menu com afinco…

Menu do Daniel Dine & Wine
Menu do Daniel Dine & Wine

… mas não teve muito jeito, pedimos o mesmo prato… 😉

O delicioso risotto com camarões...
O delicioso risotto com camarões…

Infelizmente, nesse dia eu descuidei das anotações, e não sei o valor da nossa conta. Pelo que me lembro, não foi baratinho, mas também não foi nada extorsivo – calculo que não mais do que gastaríamos aqui…

Mais tarde, voltamos então à Zona Rosa, demos uma volta nos shoppings, não fizemos nada de especial. À noite, decidimos jantar no próprio restaurante do Hilton, o La Ventana. Não tínhamos grandes expectativas, só queríamos mesmo ficar “em casa”, já que teríamos que acordar por volta das 03:00 h da manhã.

La Ventana - Hilton Bogotá
La Ventana – Hilton Bogotá
La Ventana - Hilton Bogotá
La Ventana – Hilton Bogotá

Mas até que a nossa massinha com funghi estava uma delícia…

Spaghetti ai funghi
A foto ṇo ajuda Рmas estava gostoso!

E assim dissemos adeus à Colômbia… Foi uma super viagem, que correspondeu às expectativas e deixou uma super vontade de voltar! 😉

Hotel Hilton Bogotá

Quando preparamos o roteiro da viagem à Colômbia, decidimos quebrar a nossa estada em Bogotá em duas partes. Emitimos as passagens Rio / Bogotá/ Rio com milhas, e não queríamos ter o stress de fazer a conexão para Cartagena com passagens não-vinculadas, fosse na ida ou na volta. Quando se compra uma passagem com conexão e acontece algum atraso, a responsabilidade pela perda do voo é da companhia aérea, mas, se as passagens não forem vinculadas, a responsabilidade é do passageiro… Para não ter essa preocupação, achamos melhor chegar, ficar 3 noites em Bogotá, seguir para Cartagena e voltar para passar a última noite de novo em Bogotá antes de vir para casa. Programamos tudo bem direitinho, e conseguimos uma outra promoção bem bacana no Booking para um bom hotel em Bogotá – dessa vez, o eleito foi o Hilton Bogotá, na Zona Gourmet, que conseguimos a US$ 99 a diária! Só não contávamos com as mudanças de horários da TAM – quando nos trocaram para o voo da Lan, anteciparam a nossa volta do final da tarde para de manhã bem cedo – e lá se foi a nossa ideia de aproveitar um pouco mais da capital… 😥 Cheguei a verificar se não valeria a pena trocar a reserva para um hotel mais simples, já que nem poderíamos curtir muito o hotel propriamente dito – mas o preço estava tão bom que não valia a pena desperdiçar a chance. Então, lá fomos nós conferir o Hilton Bogotá!

Fachada - Hitlon Bogotá
Fachada – Hitlon Bogotá
Lobby - Hilton Bogotá
Lobby – Hilton Bogotá
Nosso quarto - bonito e espaçoso
Nosso quarto Рbonito e espa̤oso
Outro ângulo do quarto
Outro ângulo do quarto
O closet...
O closet…
O ótimo banheiro
… e o ótimo banheiro…
... muito bonito!
… muito bonito!

Nós gostamos mais da localização do Sofitel Victoria Regia, na Zona Rosa, do que da do Hilton, na Zona Gourmet. De todo modo, como o valor da tarifa estava excelente, não descartaríamos a opção de ficar hospedados aqui novamente e ir a Zona Rosa de táxi, uma corrida rápida e barata. No geral, tivemos uma ótima experiência em ambas as estadas na capital! 😉