Primeiro dia…

Cheguei a Buenos Aires no primeiro dia já na hora do almoço. O aeroporto de Ezeiza é longe da cidade, e eu já estava morta de fome, porque tinha chegado ao Galeão às 05:30 da matina. Em condições normais eu já não cogitaria outro meio de transporte que não o táxi – com pai, mãe, tia, malas e fome, então…

Ainda dei uma passadinha no Banco de la Nación para trocar algum dinheiro. Normalmente eu não levo dólares quando vou a Buenos Aires, porque costumo sacar diretamente da minha conta no Itaú. Mas dessa vez levei e, por incrí­vel que pareça, a melhor taxa que consegui foi essa do aeroporto – 1 dólar estava cotado a 3,09 pesos, contra 3,02 em todas as casas de câmbio que vi depois. Mas, atenção: o posto do Banco de la Nación fica depois da aduana! Ao lado das esteiras de bagagem há quiosques que pagam mí­seros 2,68 pesos por dólar…

Como éramos 4 adultos com bagagem, irí­amos precisar de 2 táxis. Acabei encontrando uma alternativa “quente”, uma super dica para quem vai sem pacote e, portanto, sem traslado: o transporte da Manuel Tienda León. Eles oferecem o traslado em ônibus, vans ou carros, e têm um stand bem em frente ao desembarque. Para 2 ou 3 pessoas, não vejo vantagem ao relação ao táxi tradicional, mas para 4 fez a diferença. Eles nos ofereceram um utilitário, tipo uma vanzinha, com espaço mais do que suficiente para as 4 malas e para nós, com relativo conforto, a módicos 93 pesos, ou US$ 31 – apenas US$ 7.75 por pessoa! E já planejamos reservar o traslado de volta ao aeroporto!

Chegamos ao hotel em cerca de meia hora e decidi apenas fazer uma foto do meu quarto no Facón, antes de sair pra rua de novo. E acabei mantendo o hábito nos hotéis seguintes, pra tentar mostrar fotos mais parecidas com a realidade dos quartos do que as fotos super produzidas que vemos nos sites dos hotéis… 😉

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Fomos então almoçar no La Caballeriza do Puerto Madero. Mas não, não fui comer uma parrillada… A parrillada, o churrasco tí­pico da região, é feita com diversos tipos de miúdos – e eu (fresca, fresca, fresca!), cheguei até a provar uma vez, mas prefiro não passar nem perto. Sou fã mesmo de um belo bife de lomo – que sempre divido com alguém, porque eles costumam ser enormes!!! Peça jugoso, a punto ou cocido – mal passado, ao ponto ou bem-passado – sempre lembrando que o ponto deles é um pouco menos assado que o nosso. E se quiser o filé cortado ao meio na horizontal, para que fique mais baixo, peça que seja cortado mariposa – parecem mesmo as asas abertas de uma borboleta!

Lá, pra matar o tempo enquanto esperava o meu almoço, resolvi fazer essa foto da cerveja-sí­mbolo da Argentina – a Quilmes. Mais uma vez, não sou muito fã de cerveja, mas acho que elas são muito fotogênicas… 😀

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Nesse dia nem saí­mos do centro. Tive que ir ao terminal do Buquebus, pra buscar as passagens que tinha comprado online e conferir se estava tudo Ok. Mais pro fim da tarde fomos dar uma volta, sentir um pouco o ritmo da cidade e dar uma conferida básica nas Galerí­as Pací­fico… Acabei vendo um entardecer bem bonito em pleno movimento da Avenida Córdoba…

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