Da Brava a José Ignacio

 

Quando se decide ficar tão pouco tempo em uma cidade quanto eu fiquei em Punta – um pouco menos de 3 dias – a torcida pelo tempo bom tem que ser intensa. Nós começamos mal, com um temporal na primeira noite; na manhã seguinte, o tempo ainda estava meio esquisito – e aí, haja imaginação pra conseguir ver como seria aquele lugar com um belo céu azul… 😉 Por outro lado, o tempo meio nublado convida a procurar no local uma beleza diferente da que estamos acostumados a ver nas praias ensolaradas. Vale o exercício poético – e, se não funcionar, a gente sempre pode brincar de mudar a realidade no Photoshop!

Seguimos pela orla da Brava em direção a La Barra e José Ignacio. É muito interessante notar que, a partir de uma certa altura, a Brava vai ficando mais e mais deserta, só se vê um ou outro condomínio à beira-mar.  Bem no finalzinho, já próximo à ponte para La Barra, a paisagem meio desolada já não tem o glamour que se associa à Punta:

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A ponte para La Barra é uma atração por si só – amei as linhas curvas, o inusitado de uma ponte com “corcovas”:

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José Ignacio é um recanto tranqüilo, de uma rusticidade que me pareceu bem elegante – ou seriam os meus olhos? Simpatizei com o lugar imediatamente, e de graça! Mas, fotos mesmo, só consegui do Farol e da praia, antes que um novo temporal me afugentasse de lá rapidinho… 😉 É por essas e outras que não basta ir a um lugar uma única vez – é preciso voltar!!!

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17 thoughts on “Da Brava a José Ignacio

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