Rumo à Recoleta

Ok, ninguém precisa fazer o que eu e a minha amiga Cláudia fizemos na primeira vez em que estivemos em Buenos Aires:  fomos caminhando de Belgrano (o bairro pra lá de Palermo Hollywood, só pra situar), onde estávamos hospedadas, até a Recoleta, com direito a algumas paradas pelo caminho, para um sorvete de chocolate no Freddo ou umas vitrines na Avenida Santa Fé. (Aliás, alguém sabe que fim levou o sorvete de chocolate com cerejas do Freddo? Era o meu favorito, e nunca mais vi… 😥 )

Mas a Recoleta é um bom destino de caminhada para quem está hospedado no centro – e por centro eu quero dizer nas imediações da Plaza San Martin. (Sabem a implicância do Riq com as cadeiras de plástico? Pois é, sou eu com o centro de Buenos Aires…) Para ficar bem hospedado no centro eu acho necessário estar no cantinho direito do mapa, nas imediações da Plaza San Martin, de preferência antes da Lavalle e abaixo da Florida. Nessa região, se você puder bancar o Claridge, vale o investimento; se não, o Lafayette é uma excelente opção; e uma boa relação custo-benefício é a do Facón Grande.

Independente de onde você se hospedar, vale a pena vir à praça para experimentar o chá da tarde do Hotel Marriott Plaza, servido no restaurante La Brasserie. Infelizmente só tenho a foto do restaurante, e não do chá – sorry… O ambiente é lindo, o serviço é espetacular (não é buffet!) e o preço é inacreditável para os nossos padrões: quando estive lá em fevereiro, o chá completo custava 31 pesos, e era suficiente para 2 pessoas! 😀

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Mas, para começar a caminhada, vamos à Plaza San Martin:

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A torre lá no fundo hoje em dia oficialmente se chama “Torre Monumental”, mas ninguém usa esse nome mesmo… – essa é a Torre dos Ingleses, ou pelo menos era, até a Guerra das Malvinas… 😉

Aliás, aqui nessa praça, num cantinho meio escondido, fica o Monumento aos Mortos na Guerra das Malvinas – e mesmo quem conhece o Monumentos aos Mortos no Vietnam, em Washington D.C., fica impressionado…

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Da Plaza San Martin, um bom caminho é seguir pela Calle Esmeralda até a Arroyo e depois entrar na Cerrito, no ponto em que ficam situadas as Embaixadas da França e do Brasil:

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O palácio maravilhoso abaixo, com a bandeira do Brasil, não é a embaixada, mas a residência do embaixador – alguém por aí está procurando moradia bem localizada em Buenos Aires? 😉

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Chegando à Recoleta, vale uma passadinha na Calle Posadas 1515 para uma (ou duas, ou três) tradicional empanada argentina no El Sanjuanino – carne picante, queso con cebolla, ai, ai… O Shopping Patio Bullrich vale um passeio, principalmente por conta de uma filial da livraria Yenny que sempre tem ótimas promoções…

Tomamos então a Avenida Alvear, o centro das boutiques elegantérrimas de Buenos Aires, e endereço do meu hotel favorito – mas onde nunca me hospedei! – o Alvear. Daqui até a pracinha da Recoleta são 2 minutinhos de caminhada e nos deparamos com o Centro Cultural Recoleta / Shopping Buenos Aires Design:

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Vale visitar a Iglesia Nuestra Señora del Pilar, bem ao lado do cemitério:

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Aliás, por incrível que pareça, um local de agito na Recoleta (muvucado demais pro meu gosto…) é a esquina do Village Recoleta, Vicente López com Junín, bem atrás do muro do cemitério – mórbido, não?

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De resto, para complementar as andanças, sugiro que vocês façam uma visitinha à Mô, lá na Caverna da Morcega – as fotos dela estão um espetáculo!!!

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