Mordendo a maçã

Sem nenhuma pretensão de fazer um post verdadeiramente gastronômico,  resolvi fechar a série novaiorquina com algumas dicas do que valeu a pena experimentar…

Na esquina da Rua 57 com a Oitava Avenida, um café bastante simpático para um lanche rápido é o Café Europa (205 W 57th St).  O local é despretensioso, mas prático para um chocolate ou cappuccino numa tarde de inverno. À noite, as sopas e sanduíches são também uma ótima pedida.

Fonte: http://farm3.static.flickr.com/2093/2322979865_c1241971e0.jpg?v=0

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Em um dia de passeio pelas imediações do South Street Seaport, os fãs da cozinha mexicana não vão se arrepender de dar um crédito ao Red (19 Fulton St).  Os nachos, burritos e quesadillas são super gostosos, bastante em conta e condimentados quase à mexicana… 😉

Fonte: http://www.arkrestaurants.com/section_home.cfm?section_id=1&location_id=1&restaurant_id=12

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Um lugar onde fomos mais de uma vez,  por conta da localização perfeita ao lado do hotel, foi o Angelo’s (117 W 57th St), um italiano que lota na hora do almoço. As pizzas, saladas e massas são deliciosas – e o preço, bastante razoável para os padrões novaiorquinos.

Fonte: http://www.angelospizzany.com/locations.htm

Fonte: http://www.angelospizzany.com/locations.htm

Um achado que eu muito recomendo é o Seeda Thai II (309 W 50th St), um tailandês super aconchegante, com uma comida deliciosa e um atendimento primoroso. Detalhe: gostamos do ambiente quando passsamos a caminho do teatro, e o maître nos garantiu que manteria a cozinha aberta até a nossa volta – me encantei com a delicadeza e mais ainda com o jantar… 😉

Fonte: http://hellskitchennyc.blogspot.com/2007/07/seeda-thai-ii-never-disappoints.html

Fonte: http://hellskitchennyc.blogspot.com/2007/07/seeda-thai-ii-never-disappoints.html

Uma noite nos dirigimos ao Meatpacking District, para conferir a dica de uma amiga minha: o Buddha Bar (17 Little West 12th St). Fiquei encantadíssima com a decoração do lugar, muito bacana! O ambiente é super gostoso, as músicas, ótimas; mas o jantar não foi nada demais…

Fonte: http://thefreshnesstheory.wordpress.com/2009/01/26/i-wanna-go-to-new-york-haha/

Fonte: http://thefreshnesstheory.wordpress.com/2009/01/26/i-wanna-go-to-new-york-haha/

Fonte: http://iwandahnial.wordpress.com/2009/03/16/restoran-%E2%80%9Cbuddha-bar%E2%80%9D-melecehkan-agama-buddha/

Fonte: http://iwandahnial.wordpress.com/2009/03/16/restoran-%E2%80%9Cbuddha-bar%E2%80%9D-melecehkan-agama-buddha/

Fonte: http://zoice.com/2008/11/14/architecture-the-buddha-bar/

Fonte: http://zoice.com/2008/11/14/architecture-the-buddha-bar/

Na noite em que estávamos hospedados no Hotel On Rivington, resolvemos aproveitar a reserva preferencial para hóspedes e experimentar o Thor (107 Rivington St). Jantar delicioso, ótimo vinho, serviço impecável – ótima opção no Lower East Side! 😉

Fonte: http://nymag.com/daily/food/2007/01/thor_just_wants_to_fit_in.html

Fonte: http://nymag.com/daily/food/2007/01/thor_just_wants_to_fit_in.html

Fonte: http://www.guidebook.se/?p=349

Fonte: http://www.guidebook.se/?p=349

Fonte: http://nymag.com/nymetro/food/reviews/restaurant/14783/

Fonte: http://nymag.com/nymetro/food/reviews/restaurant/14783/

Na última noite, a pedida foi um show de jazz em um lugar que há muito tentava a minha imaginação: o Oak Room do Algonquin Hotel. A cantora da semana era Sheera Ben-David – e a noite foi literalmente um espetáculo. A moça tem uma voz maravilhosa, a escolha do repertório também foi ótima e o ambiente por si só já valeria a visita.

Fonte: http://www.algonquinhotel.com/oak-room-supper-club

Fonte: http://www.algonquinhotel.com/oak-room-supper-club

Fonte: http://www.hotelplanner.com/Hotels/18858/Reservations-Algonquin-Hotel-New-York-New-York-59-West-44th-St-10036

Fonte: http://www.hotelplanner.com/Hotels/18858/Reservations-Algonquin-Hotel-New-York-New-York-59-West-44th-St-10036

O Algonquin sempre me encantou por ter sido onde morou a escritora Dorothy Parker – e freqüentado por muitos outros escritores, como William Faulkner, Sinclair Lewis,  Derek Walcott, Gertrude Stein, Simone de Beauvoir, Maya Angelou… O próprio Oak Room era um ponto de encontro de escritores,  e o Rose Room abrigou a famosa Round Table – seus membros, comandados por Dorothy Parker, almoçaram ali todos os dias por 10 anos, a partir de 1919. Em 1996 o hotel foi considerado um ponto turístico literário – não bastasse ter sido onde William Faulkner esboçou o discurso de aceitação do Prêmio Nobel de 1958… 😉

Isso não foi tudo, foi apenas o melhor… Também não bastou para matar as saudades de NY, onde eu não ia há anos – mas foi interessante conhecer alguns lugares onde tinha muita vontade de ir, e outros que nem sabia que existiam. A sensação é a mesma de todas as vezes em que vou até lá – taí uma cidade verdadeiramente inesgotável, já estou precisando voltar! 😀

Daí tantas Idas & Vindas… 😉

19 thoughts on “Mordendo a maçã

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