Uma semana na Serra Gaúcha I – O Vale dos Vinhedos

Antes de começar a escrever o post propriamente dito, vou fazer uma pequena pausa para ler as mentes dos freqüentadores do I&V: “Como assim, Serra Gaúcha?”, “E a novelinha peruana?”, “Ué, a Carla não estava escrevendo a tese?” Essa última é a mais grave… 😳

Bom, eu estou, sim, escrevendo a tese, e rascunhando esse post aos pouquinhos, por conta de um bom estímulo – quem anda acompanhando o planejamento coletivo da lua-de-mel do Murilo já sabe do que se trata… 😉 Resolvi contar aqui a última viagem que fiz à Serra Gaúcha, em julho de 2005, ainda na fase pré-blog, como forma de dar o pontapé inicial em um bate-papo sobre a região que possa ajudar a ele e a quem mais se interessar. Mas aqui vai um disclaimer: eu só fui 3 vezes à região (1990, 2002 e 2005), não sou nenhuma especialista no assunto e nem acho que as minhas dicas ainda sejam seguras – mas sempre valem como ponto inicial de pesquisa, certo?

Dentre as 3 viagens que fiz, a última foi a que realmente me agradou. Na primeira, estava com meus pais e minha irmã de carro, fazendo um roteiro super bacana que nos levou do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul sem pressa, com direito a várias paradas, curtindo o caminho. Na segunda, eu e a Cláudia (minha “sócia” no I&V) queríamos sumir para algum lugar onde não houvesse Carnaval, e compramos um pacote na última hora – foi divertido, dispensamos todos os passeios, alugamos um carro e aproveitamos bastante. Mas foi só na última, quando resolvi fazer tudo diferente, que realmente pude curtir a Serra Gaúcha como ela merece – ou quase, porque uma semaninha só dá mesmo pra ter uma amostra… 😉

Pra começar, resolvi montar duas bases de hospedagem, e dividi a semana entre o Vale dos Vinhedos (2 noites)  e Gramado (5 noites). Voamos do Rio direto a Porto Alegre, e aluguei um carro por toda a semana. Combinei com a locadora (a Lemmertz, excelente, por sinal) que retiraria e devolveria o carro no aeroporto, e assim fizemos. Chegamos por volta do meio-dia e seguimos diretamente para o Vale dos Vinhedos, onde ficamos o resto desse dia, todo o dia seguinte e parte do outro. Após o almoço do terceiro dia, seguimos para Gramado, onde passamos 5 noites. No início da tarde do último dia, tomamos a estrada para Porto Alegre, devolvemos o carro e voamos de volta para o Rio.

Placa indicando as distâncias às vinícolas e hotéis do Vale

Placa indicando as distâncias às vinícolas e hotéis do Vale

Chegando ao Vale dos Vinhedos, fomos almoçar antes mesmo de fazer o check-in no hotel – e não apenas porque a fome era grande, não… Os restaurantes das vinícolas funcionam em um ritmo diferente dos restaurantes das cidades – lá, alguns abrem para o almoço, outros para o jantar, outros não abrem todos os dias, ainda outros só servem grupos enormes e assim por diante. Nós queríamos experimentar o restaurante da Casa Valduga e, depois de pesquisar os horários no site do Vale dos Vinhedos, descobrimos que a nossa única chance seria no dia da chegada, e não poderíamos demorar muito na estrada, porque o restaurante encerrava o horário de almoço às 15:00h!

Casa Valduga (Fonte: http://www.viagemesabor.com.br)

Casa Valduga (Fonte: http://www.viagemesabor.com.br)

Após o almoço “típico italiano”, uma profusão de comidinhas que achei que não acabaria jamais – sopa de capelletti, polenta, galeto, tudo regado a um bom vinho da própria Casa Valduga, e com direito a sagu de vinho de sobremesa (eu amo sagu de vinho!!!), fizemos uma visitinha rápida à própria vinícola, porque o horário de visitação já estava se encerrando.

Seguimos então para o nosso hotel, o Villa Michelon.  Naquela época, ainda não havia tantas opções de hospedagem dentro do Vale dos Vinhedos como há hoje em dia – a minha primeira opção tinha sido a pousada da própria Casa Valduga, a Villa Valduga, mas não havia disponibilidade. Reservei então o Villa Michelon, e foi uma ótima opção – ambiente agradável, quartos imensos (meu ponto fraco…) e um café da manhã absolutamente maravilhoso!

Hotel Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)

Hotel Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)

Quarto no Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)

Quarto no Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)

Restaurante Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)

Restaurante Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)

No dia da chegada não foi possível fazer mais nenhuma programação no Vale, por conta do horário, e resolvemos então ficar pelo hotel mesmo, e descansar bastante da viagem para começar o dia seguinte com bastante disposição.

Vale dos Vinhedos visto do Villa Michelon

Vale dos Vinhedos visto do Villa Michelon

Há 4 anos atrás ainda não havia a Lei Seca, ou seja, com moderação nas degustações era possível fazer o circuito do Vale dos Vinhedos de carro. Hoje em dia, vale pesquisar se há alternativas oferecidas pelos hotéis da região ou pela própria APROVALE. Aliás, no site do Vale há um mapa interativo imperdível para quem estiver planejando uma viagem à região, com a localização das vinícolas, hotéis, lojinhas, capelas…

Começamos o dia seguinte com uma visita à Vinícola Miolo, e depois seguimos para a Marco Luigi.  Foi interessante comparar uma visita a uma vinícola grande, do porte da Miolo, com a visita mais intimista que fizemos à Marco Luigi – a visita intimista me agradou mais, embora reconheça que a Miolo foi mais rica em informações, e acabou nos preparando para outras visitas. E devo dizer também que na Marco Luigi experimentei o melhor merlot brasileiro que já tomei em toda a minha vida… 🙂

Vinícola Miolo (Fonte: http://www.miolo.com.br/site/PT/content/galeria/galeria_vale_vinhedos.php)

Vinícola Miolo (Fonte: http://www.miolo.com.br/site/PT/content/galeria/galeria_vale_vinhedos.php)

Vinícola Miolo (Fonte: http://www.miolo.com.br)

Vinícola Miolo (Fonte: http://www.miolo.com.br)

Vinícola Marco Luigi

Vinícola Marco Luigi

Com os cafés da manhã espetaculares da serra, nossos almoços acabavam sendo meio tardios – embora não menos espetaculares…  Parece regime de engorda, sim, é algo inacreditável! 😆 Nesse dia, o restaurante escolhido foi o Giuseppe, que fica fora do Vale, mas é bastante tradicional na região. À tarde, resolvemos pegar a estrada até Carlos Barbosa, para uma atividade bem prosaica – uma visitinha à loja de fábrica da Tramontina…

No dia seguinte, que seria o nosso último no Vale, saímos cedo para ir até a Vinícola Salton, que também fica fora do Vale. Sinceramente, não valeu o deslocamento… A bem dizer, para um leigo, logo as visitas começam todas a se assemelhar, o que aumenta bastante o charme das visitas às vinícolas familiares, onde se pode conversar com as pessoas de forma mais próxima, e realmente aprender mais sobre o seu estilo de vida e sobre a produção do vinho sem fazer parte de um grupo de 20 pessoas… De volta ao Vale, fomos direto visitar a Don Laurindo, que é exatamente desse jeitinho que eu descrevi!

Vinícola Salton (Fonte: http://www.salton.com.br)

Vinícola Salton (Fonte: http://www.salton.com.br)

Vinícola Don Laurindo (Fonte: http://www.turismogaucho.rs.gov.br)

Vinícola Don Laurindo (Fonte: http://www.turismogaucho.rs.gov.br)

Vinícola Don Laurindo - vinhedos (Fonte:http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)

Vinícola Don Laurindo – vinhedos (Fonte:http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)

Depois de fazer o check-out do hotel, fizemos a nossa última visita a uma vinícola do Vale, já praticamente na saída – a Vinícola Cordelier. Lá fica um excelente restaurante, o Don Ziero, já testado e aprovado pelos Destemperados… 😉 Tenho lembranças maravilhosas do filé ao molho de uvas que almocei aquele dia! 😀

Vinícola Cordelier (Fonte: http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)

Vinícola Cordelier (Fonte: http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)

Ristorante Don Ziero

Ristorante Don Ziero

Algo que me ocorreu ao longo da preparação desse post é que  essa vida de blogueira é mesmo curiosa! Hoje em dia não me passaria pela cabeça me hospedar nesses hotéis, visitar essas vinícolas e almoçar nesses restaurantes e não ter fotos pra publicar no blog! 😳 Quase todas as fotos que ilustram esse post foram “gentilmente” tomadas da Internet – com as devidas referências “bibliográficas”, é claro, ou não seria a blogueira quase uma doutora… :mrgreen:

94 thoughts on “Uma semana na Serra Gaúcha I – O Vale dos Vinhedos

  1. Carla, eu estive em Gramado e Canela só uma vez, em 2003 ou 2004, para um congresso. Não acho as minhas anotações dessa viagem (nem as de Budapeste e Praga!), mas no geral gostei bastante. Só não tivemos muita sorte com o atendimento em alguns serviços, mas nada gravíssimo. Lembro que ficamos no Hotel Serra Azul em Gramado e foi ótimo!

    Boa sorte com a tese!

    Abç,

  2. Para ajudar o Murilo:

    Estive em Gramado (e Canela, Nova Petrópolis, Bento Gonçalves e Caxias) em maio do ano passado. Sei que haverá muita diferença em clima e decoração entre o que passeio em maio (fez uma semana de muuuito frio e foi ótimo) e o que será uma lua de mel em dezembro (com decoração de Natal, dizem que fica tudo muito bonito). Mas, se puder dar pitaco:

    Transporte: não existe a possibilidade de pegar um transfer de POA até Gramado, pelo menos na chegada? Acordar sem pressa, depois do casório, já em Gramado me parece tão melhor que acordar e encarar uma estrada desconhecida (e cheia de ratoeir…, digo, radares e pedágios) ou, pior, encarar a serra na madrugada…

    Aluguel de carro x excursão?

    Alugar um carro te dará autonomia por lá. Fui de carro e aproveitei bastante – não acho que seja necessário ir com excursão para fazer os passeios, mas também gosto de programas alternativos aos padrões (já falei do templo budista, também gostei muito de um lugar chamado morro das águias, que é ponto para quem salta de asa delta, mas não está nos guias turísticos básicos). Só que a excursão tem uma grande vantagem ainda não mencionada: você não terá que se preocupar em dirigir, podendo beber (os vinhos da região valem a queda) e nem em ser multado por excesso de velocidade (não levei multa, mas às vezes não é fácil ‘segurar’ o carro por conta dos radares – muitas vezes a 60km em boas estradas -, por mais que se viaje ‘tranquilo’).

    À noite em Gramado não se preocupe com transporte – boa parte dos restaurantes oferece traslado de/para o hotel.

    Hotel: com a minha pouca experiência em Gramado eu só posso falar (bem) do Villa Bella, hotel em que a Carla também já ficou (nos pacotes que eu havia visto ele nunca estava elencado, acabei indo por conta e o próprio hotel me deu um bom desconto por fazer reserva antecipada para várias noites).

    Em Caxias do Sul fiquei no Hotel Mabu (http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=700009) que não tem muito charme, mas foi uma excelente relação custo-benefício: tarifa de fim de semana a 110 reais por um quarto enorme (você ia curtir, Carla), novinho, para casal, com estacionamento e café da manhã (havia uns sucos e geléias de uva no fazendo jus a serem servidos na região dos vinhedos).

    Se você for mesmo alugar um carro, vale a dica do meu sogro, de trocar a hospedagem nas cidades mais ‘quentes’ como Gramado e Bento Gonçalves, por vizinhas charmosas, como Nova Petrópolis (http://www.novapetropolis.rs.gov.br/) e Caxias do Sul. Mas eu daria um jeitinho de passar pelo menos uma noite em Gramado… eita cidadezinha linda…

    O que fazer na serra gaúcha? Além dos passeios básicos ao gosto do freguês, repito que fiquei encantada com o templo budista e com a vista do morro das águias (no meio do caminho tinha um caminho, pegamos a estradinha e foi uma grata surpresa), mas acrescento que o melhor para uma lua de mel lá deve ser poder relaxar da correria dos preparativos do casório e curtir sem obrigação, nem roteiros engessados.

    Restaurantes. Acho que a Carla já falou, mas só para lembrar: são ótimas as dicas dos Destemperados (usei várias na minha viagem, nem sei se lembrei de agradecer 😛 ). Do que ficou na memória (por ter sido muito bom), anote aí:

    * Cantina Pastaciutta http://www.pastasciutta.com.br/

    * Restaurante Giuseppe http://www.giuseppe.com.br/ – não perca o sagu!!!

    * Em Bento Gonçalves almocei numa vinícola pequena, que não lembro o nome, e foi ótimo!

    * Meus chocolates favoritos são os da Lugano e da Caracol (em rama, então… nham…). Peregrinei por várias lojinhas (uma mais linda que a outra), mas cheguei à conclusão de que algumas só tem um rostinho bonito… o choco não é tão bom… então, antes de se acabar nos chocolates, veja se eles oferecem uma amostra para conferir a qualidade.

    Espero que as hortênsias dos caminhos estejam muito floridas para que vc, Murilo, e sua futura esposa, possam celebrar o amor e aproveitar muito a viagem!

  3. NOSSA….

    Bom demais abrir o Blog e saber que a autora, penseu em te ajudar e resolveu montar algo, mesmo às pressas – que já está ótimo – pensando em você.

    E ainda mais quando a autora é Carla, e o blog é o idas e Vindas, nossa, é muito bom.

    CARLA, valeu mesmo tá. “Brigadão”.

  4. É Murilo, não sumi não, é que estou nos finalmente da minha ida , proximo sabádo, para Bonito / MS, XXIII CBBD. Dá um trabalho danado fechar aéreo, hotel, trnsfer. Não é só em lua de mel, não, mas vai se acostumando que no final é compensador! Eu estive em POA, em setembro/2000, em um congresso. Fiz bate-volta 02 vezes Gramado e Canela. Como faz muito tempo e foi muito corrido, não tenho o que acrescentar. Pretendo voltar em época de Natal, com tempo, e conhecer o Vale dos Vinhedos.

  5. LU MALHEIROS, por favor, vasculha mais um pouquinho, vê se tu encontra. E caso não encontre, passa qualquer coisa, o que lembrar já vai estar de bom tamanho 😉

    ANA CAROLINA, nossa, você já começou, bom demais, viu. É quase um mini-guia, vou analisar cada informação, e depois dou meu feedback (normalmente é assim que faço).

    ROSA, apareceu que bom! 😉

    Bom trabalho, bom preparo de viagem, e boa viagem, depois conta pra gente como foi!

    Se quiser relaxar, dá uma passada por aqui. Sobre sua ajuda, se não podes trazer infomações do local, traga sua experiência de viagem.

    Já vi que é tão importante quanto dicas do local. Se perceberes que estou fazendo besteira, dá um grito :-()

  6. Agora vou aproveitar vocês para tirar uma dúvida com vocês, tive um desgaste enorme com o acontecido. Vou contar o que ocorreu hoje. É um desabafo também (com licença)

    A hospedagem – informação importante para vocês – pretendo fazê-la usando o título da Bancorbrás e hoje (01/07/2009), pelas regras do título, inicia a marcação para o período de dezembro (2009), a partir das 08:00.

    Imaginem só! Comecei a ligar às 07:50, passei a manhã toda tentando – a cada 05 minutos – e não obtive sucesso.

    A mensagem era: “sistema inoperante”

    Ao mesmo tempo, tentava fazer a reserva pela internet (no site), mas depois de muita tentativa frustrada, a resposta que consegui foi: LOTADO.

    À tarde, consegui falar com a atendente (simpática, ainda bem!), e a resposta dela foi que TODAS as vagas para todos os hotéis em Gramado estão preenchidas. Ou seja, LOTADO!

    Como assim?? 🙁

    Perguntei: “Qual a solução? ”

    Resposta da Atendente: “Entrar numa fila de espera. Você é o 04º da fila”.

    Putz!

    Não tinha opção: “entrei na fila”.

    Ela me falou que se houver desistência deve ser em novembro, pois os associados tem até 15 dias antes da hospedagem para desistir sem ônus.

    NÃO DÁ PARA ESPERAR NÉ (não sei fazer essas carinhas de raiva, mas aqui cabe uma bem vermelha)

    Ai me desesperei e tentei entrar em contato com os hotéis e consolidadores, resposta de alguns: LOTADO. De outros: MUITO CARO.

    Liguei para agência de turismo e descobri que as operadoras de viagem bloqueiam (quase) todas as vagas dos hotéis em Gramado & Canela para o período de dezembro. Ou seja, se quer ir, tem que ser por Agência. Pedi um orçamento pela agência. Vou analisá-lo ainda. Mas receio que será bem caro!

    Tive um insight e liguei para a Bancorbrás para ver algum hotel em Canela. Consegui um. O derradeiro. Quatro últimas vagas. Sem pestanejar, reservei, fechei, já imprimi o voucher e confirmei com o hotel. UFA!

    Ao menos algo garantido né.

    O legal é que permaneço na fila de espera de alguma desistência em Gramado e já tô garantido em Canela.

    O hotel que consegui foi o Klein Ville Hoteis. (www.kleinvillehoteis.com.br ) e agora queria saber opiniões de vocês se é tranquilo ficar em Canela e curtir Gramado.

    Antes até de qualquer coisa, até para eu relaxar…

    A distância do Hotel para Gramado é de 07 km. Aparentemente a estrada é tranqüila. Mas gostaria de mais informações de vocês sobre distância e – se souberem – do Hotel.

  7. Outra informação que adianto é que pretendo ver todos os 04 principais espetáculos do natal luz em Gramado (isto é roteiro obrigatório) são eles:

    FANTÁSTICA FÁBRICA DE NATAL

    NATIVITATEN

    GRANDE DESFILE DE NATAL

    ARCA DE NOEL

    Vou ainda definir os dias. As opções estão aqui.

    http://www.natalluzdegramado.com.br/programacao/programacao-natal-luz.php

    Inclusive se alguém tiver dicas de compras dos ingressos (localização) é só indicar também.

  8. Murilo / Carla :

    inicialmente cumprimentos a Carla pelo bonito post : gosto muito da Serra Gaucha e em especial de Gramado e Canela. O Natal Luz em Gramado é fantastico. Em dezembro Gramado lota e as vagas nos hoteis ficam dificeis mesmo. Canela é bem perto de Gramado, (+- 7 km) por uma estrada-avenida. É uma cidade calma e mais tranquila que Gramado (sem muita agitação dos turiistas) e tem bons hoteis tambem. Tem onibus que liga Canela a Gramado, como se fosse onibus urbano. Para os horarios dos espetaculos do Natal Luz saia de Canela BEM antes por causa do congestionamento que se forma nas avenidas de Gramado. É congestionamento monstro mesmo ! boa viagem e boa lua de mel !

  9. Uau, isso aqui já está movimentado! 😉

    Continuem conferindo o texto do post e as fotos, Ok, pessoal? Vou tentar escrever um pouquinho todo dia, para ter novidades, até terminar.

    Murilo, é bem tranqüilo, sim, ficar hospedado em Canela e ir a Gramado – mas nesse caso acho que vocês vão precisar mesmo de um carro se quiserem ter alguma independência. Você desistiu do orçamento da agência após ter reservado Canela com a Bancorbrás ou ainda está à espera? Dos hotéis onde já me hospedei em Gramado, o que mais tem jeito de lua-de-mel é o Villa Bella, onde a Ana Carolina ficou, mas também recomendo a Pousada Vovó Carolina.

  10. Não consigo imaginar Canela-Gramado sem carro .

    Canela é muito mais tranquilo pra ficar , Gramado está cada vez mais insuportavelmente cheia , não tem lugar pra estacionar nem durante a semana na baixa estação.

    Minha sugestão é : vá durante a semana para o Natal Luz 😀

  11. Quando eu fui para Gramado e Canela (2004) eu fiquei no Ibis Aeroporto na chegada, alugamos um carro e fomos para Gramado, sem hotel, sem nada….rsrs Sem preciosas dicas, no susto mesmo.

    Eu não programei, e mesmo assim foi ótimo.

    Chegamos de carro e escolhemos um hotel, nem reserva tinhamos. :roll: por isso não me lembro o nome. Ficava em uma estrada, lindo, cafe da manhã delicioso.

    Passeamos bastante, a comida foi excelente, barata e também fomos até Canela.

    Eu combinei de passar o natal desse ano lá, mas ainda não sei como será, porque tem tempo… mas vamos acompanhar aqui, quero todas as dicas também..rs

  12. Acho que agora estou mais calmo 😉

    Vamos organizar as ideias. Antes de tudo – muito obrigado por todas as dicas. Responderei a todos.

    ————————————————-

    Para os que ainda não sabem, vamos as datas.

    05/12 – CASAMENTO

    06/12 – CHEGADA A POA, a meia noite.

    12/12 – SAÍDA, sigo viagem….

    DORMIR em POA, no IBIS (próximo ao aeroporto), foi uma dica que recebi de um colega que também passou a lua-de-mel por lá, e, por boa coincidência, PASTY falou a mesma coisa. É um bom sinal 😉

    Falta confirmar o hotel IBIS.

    —————————————

    TRAJETO POA//GRAMADO-CANELA (dia 07/12)

    ANA CAROLINA, pode ser através de carro alugado ou transfer.

    Falta ver valores das duas opções.

    E os valores dos pedágios também.

    ALGUÉM SABE OS VALORES DOS PEDÁGIOS?

    —————————————————–

    HOTEL – Canela

    Já está confirmado: ficarei no Klein Ville, em Canela.

    CARLA, o orçamento da agência foi descartado, pois achei caro.

    ——————————————————-

    PROGRAMAÇÃO

    Até o momento temos.

    07/12 (segunda) – acordar e viajar rumo à CANELA, previsão de chegada às 14:00 (check-in hotel). Restante do dia Livre.

    08/12 (terça) – 21:30 – NATAL LUZ

    09/12 (quarta) – 21:30 – NATAL LUZ

    10/12 (quinta) 17 e 21:30 – NATAL LUZ

    11/12- 21:30 (sexta) – DIA TODO LIVRE!

    Obs.: Como vê SYLVIA, sem saber atendi sua dica: tudo durante a semana 😉

    ——————————————————-

    Até o momento é isto. Continuo depois, vejam só a hora 😉

    P.S.: PASTY, que boa notícia essa que você trouxe da capa da VT.

  13. Esqueci.

    Na programação, quando houver NATAL LUZ é preciso antecipar a chegada, em razão tanto do trânsito – muito bem alertado pelo WANDER – como para consegui bons lugares nos espetáculos. Então, devo estar por perto do local da apresentação umas duas horas antes (suponho que esteja bom).

    E sobre os espetáculos, alguém já participou do Natal Luz e comprou ingressos para algum dos quatro principais espetáculos e saberia informar qual a melhor posição na plateia??

    Já vi que tem opções de cadeiras e arquibancadas.

    Os espetáculos são:

    FANTÁSTICA FÁBRICA DE NATAL

    NATIVITATEN

    GRANDE DESFILE DE NATAL

    ARCA DE NOEL

  14. E o post vai crescendo e tornando-se mais rico em detalhes.

    Cada vez melhor 😉 Também né, uma quase doutora.

    PARABÉNS!!!

  15. Carla, deu vontade de voltar ao Vale…

    Também fui à Cordelier, pela dica dos Destemperados, e almocei por lá. O restaurante é maravilhoso mesmo (além de ser lindo!), muito recomendável almoçar ali. A outra vinícola que visitei foi a Miolo, mas preferi a da Cordelier pelo fato de ser bem menor, e a visita se tornar quase um passeio personalizado (eu devo estar ficando antipática com essa coisa de não gostar de excursão!!). Se fosse hoje, eu iria à Valontano (pequena, tb dica dos Destemperados) e à Chandon, (adoro espumantes!).

    Alguém deu a dica de ir ao templo budista em Três Coroas. Se vc puder, Murilo, vale a pena. O lugar é lindo e diferente de tudo o mais que vc encontra na região. Fui no fim de semana e estava bem movimentado. Durante a semana deve ser tranquilíssimo.

    Sobre a sua programação, eu nunca fui ao Natal Luz e, embora todo mundo diga que é lindo (e eu ache que é mesmo), será que vale a pena ver espetáculo todas as noites?

  16. Murilo, sobre a época de Natal em Gramado eu não sei nada – por duas vezes eu fui à cidade em fevereiro, e dessa última vez, em julho… Mas fiquei pensando como a Wanessa, talvez seja o caso de vocês escolherem um ou dois espetáculos, e nas outras noites curtirem um jantarzinho mais tranqüilo – será que não? 😉 Sem querer desmerecer o Natal Luz (tenho curiosidade de ir, deve ser mesmo muito bonito!), não acredito que um espetáculo seja assim tão diferente do outro, a ponto de valer a pena ir a todos…

    Wanessa, eu achei um barato quando vi o Don Ziero nos Destemperados, porque fui lá antes de ver a dica! 😀 E eu não acho nada antipática a sua “fuga” dos grupos – será que é porque sou assim também?!? 😆 Uma vinícola que fiquei com muita vontade de visitar, mas não deu tempo, foi a Pizzato…

    Pessoal, para continuar as outras duas partes da história, ao invés de aumentar esse post vou escrever outros, e aí continuamos as conversas por lá, sem perder a seqüência… Fiquei meio traumatizada porque ontem, depois de ter o post quase completo, tive um problema na conexão e perdi tudo, precisei refazer… (Papo dos bastidores: quando se está escrevendo o post antes da publicação, o sistema salva os rascunhos automaticamente; quando se edita um post publicado, para salvar é preciso atualizar o post que está no ar, o que torna o processo todo muito longo e bagunçado, não gostei…)

  17. Comentando as sugestões da CARLA e da WANESSA – para ganhar tempo 😉

    Os espetáculos do Natal Luz foi a razão de existir este trecho da viagem. Minha noiva adora o clima natalino e ao descobrir os espetáculos do Natal Luz, imaginem: “paixão à primeira vista” :()

    Também acho importante considerar que apenas existem estes espetáculos nesta época do ano – diferentemente dos restaurantes e passeios.

    Sobre as semelhanças entre os quatro espetáculos, realmente não existem. Cada um tem uma proposta diferente: lago, “teatro”, desfile de alegorias, musical, show de fogos…

    Uma rápida olhada no site já fornece uma boa noção.

    http://www.natalluzdegramado.com.br/

    Acredito também que um programa não exclui o outro (ao menos acho!). Os shows tem uma duração média de 50 min, começando pontualmente (que já soube que é) às 21:30, por volta das 22:30 estamos livres para um bom e romântico jantar 😉

    Para viabilizar a dupla programação, resta saber se os restaurantes recomendados por vocês e pelos Destemperados são próximos à Gramado//Canela??

    De todo jeito – acho que já perceberam – os espetáculos são “cláusulas pétreas” da viagem :()

  18. Murilo, se a razão de ir a Gramado é justamente assistir aos espetáculos, então não está mais aqui quem falou… 😉 Só sugeri eliminar algum porque me pareceu que seria entediante chegar todos os dias com duas horas de antecedência, pegar um bom lugar e tal…

    Sobre os restaurantes, desconsidere as opções que não fiquem em Gramado e Canela para os jantares – e acredito que vocês não vão precisar se preocupar com o horário, já que o público do Natal Luz vai querer jantar depois, suponho… Vale ver se é necessário fazer reserva em algum restaurante especial que vocês escolham, para não ficar em fila e com fome… 😛

    A região vinícola fica a uns 150 km de distância de Gramado – ou seja, as sugestões que dei aí em cima no post são apenas para quando vocês estiverem por lá, Ok?

  19. E tem bons restaurantes em Gramado e Canela??

    Na fila e com fome, em plena lua-de-mel?? Não dá.

    Será que os restaurantes reservam para esta epóca??

    Sobre a visitação das vínicolas mais distantes posso fazer no dia 11/12, já que não assitirei shows. A grande dúvida será: fazê-la por conta própria ou com excursão? Já que temos um agravante somos bons bebedores de vinho; e aí não dá para dirigir .

    Tem também o alerta da ANA CAROLINA, bons vinhos e radares na estradas. Como resolver esta delicada questão?

  20. Sobre as vinícolas, veja bem, todas as que eu mencionei no post são distantes de Gramado e Canela, ou seja, se vocês terão apenas um dia vão precisar selecionar com cuidado. Se vocês contratarem a excursão, não terão escolha, irão onde eles levarem – normalmente as excursões visitam a Miolo e alguma outra – e também não terão opção para o almoço, que será onde estiver previsto para o grupo.

    Quanto à excursão, eu não gosto da idéia mesmo, não tem jeito. Mas, como eu disse, quando eu fui não havia a Lei Seca, e algumas degustações comedidas e uma taça de vinho no almoço não tornavam ninguém um fora-da-lei naquela época… 😆 Não sei o que faria se eu retornasse hoje – mas iria pensar em um jeito de não me juntar a uma excursão. Talvez eu preferisse não beber a não escolher as vinícolas que visitaria… Não é uma sugestão, viu? 😉

  21. A título de ajuda, informo que o passeio que tem mais chance de ocorrer via excursões é o tour da Uva e do Vinho – pelas razões já faladas, mas ainda não bati o martelo.

    Foi colocar aqui uma mini descrição do passeio.

    http://www.brockerturismo.com.br/passeios-pacotes-det.php?recordID=2

    Porém, não é esta a única empresa, pois há várias, com diversos preços e diferentes tipos de transportes:

    1. ônibus (muvucão)

    2.Mini-ônibus (muvuca média)

    3. Van (muvuquinha, se der sorte: com classe) 😉

    Se eu for, claro, procurarei Vans. 🙂

  22. Murilo

    Infelizmente (ou felizmente – tem coisas que é melhor esquecer) não lembro o preço de cada pedágio, mas são vários. Será que o google não responde essa?

    Eu sempre prefiro não fazer as coisas com excursão e ir por conta. Mas, gostando de vinho, se estivesse com o seu roteiro, certamente compraria o tour da Uva e do Vinho. Não é igual a ir sozinho, por conta, mas dá para beber sossegado e sem se preocupar em dirigir… sério, 150km parece pouco, mas experimente fazer indo a 50-60km por hora… pode contar umas 3 horas de viagem… – Em Santiago, no Chile, visitei duas vinícolas: à Cousino Macul fui por conta, pegando metrô, caminhando e pegando táxi e à Concha Y Toro me rendi aos pedidos do marido, que é doido por uma bandeirinha para seguir, e fomos com excursão. As duas visitas tiveram prós, mas até os contra da excursão deu para suportar, levando na esportiva… NUNCA ESQUECEREI uma senhorinha bem perua com sotaque carregado de certa região do Brasil que lá pelas tantas estava sentindo mil e um cheiros e gostos diferentes ao provar o vinho (ela afirmava que tinha algo e a guia negava)… virou piada, né? Faz mais de 3 anos, mas toda vez que pensamos em algo em grupo nós repetimos: “é flôr, é flôr”, imitando o sotaque.

    Já que você está pensando em fazer o tour da Uva/Vinho na véspera da partida, posso dar uma sugestão? Que tal cotar um traslado POA-Canela e Canela-POA, comprar o tour para o dia livre e só alugar o carro de segunda a quinta, ou de terça a quinta, para os passeios em que o carro seria mesmo imprescindível? Será que, considerando até a falta de vaga para estacionar em Gramado, não seria mais tranquilo ir curtir o Natal de Luz de transporte coletivo?

    Discussão boa sobre traslados/aluguel de carro/passeios na serra gaúcha: http://www.mochileiros.com/serra-gaucha-gramado-canela-nova-petropolis-t12031-240.html

    Consta lá uma ideia parecida: “para alguns locais como o parque do Caracol que já citei o carro é necessário. Tu podes alugar por apenas um dia para fazer estes locais que ficam afastados da zona urbana. Deixar o outro dia para os paseios possiveis de fazer a pé ou de onibus urbano e o terceiro dia é o do tour Uva e Vinho, assim não ficará tão caro.”

    Já dei duas dicas de restaurantes em Gramado memoráveis em outro comentário: o Giuseppe (citado aqui pela Carla) e o La Pastaciutta. No primeiro, repito: NÃO DEIXE DE COMER O SAGU.

    Off topic: adorei o dia do casório! Casei no civil num dia 04/12 e no religioso em 06/12 – acho que são dias ótimos – pra mim deu muita sorte! tenho um casal de tios que casou dia 04/12 e está junto há 62 anos!

  23. Carla: adorei a idéia do ‘post-rascunho’ que vai crescendo!

    Seu blog é ótimo e de utilidade pública mesmo!

  24. Murilo, reparou que no texto do programa da excursão eles não dizem quais vinícolas serão visitadas? Para mim, isso faria toda a diferença. Eu não iria tão perto da melhor região vinífera brasileira sem a certeza de visitar ao menos UMA vinícola lá dentro… Eles só dizem que visitam uma em Caxias (pra quê, com o Vale dos Vinhedos ali do lado?) e outra em Bento Gonçalves, o que pode significar o Vale – ou não…

    Fiquei pensando nas possibilidades – ônibus, mini-ônibus e vans – e cheguei à conclusão do que eu escolheria: nenhuma das alternativas acima!!! 😆 Se eu estivesse hospedada em Gramado ou Canela, em lua-de-mel, e quisesse ir passar o dia na região vinícola, eu contrataria o passeio em um carro particular com motorista. (Fiz isso em Foz do Iguaçu, onde nenhuma locadora de automóveis permite cruzar a fronteira com o carro alugado). A muvuca seria zero, e vocês escolheriam quais vinícolas visitar, onde almoçar, ou seja, fariam tudo como se estivessem sozinhos, mas não precisariam se preocupar em não beber. Acho que vale pesquisar se alguma agência de turismo da região ofereceria o serviço, ou mandar um email para o hotel, ou tentar fechar o dia com um taxista, quem sabe?

    Ana Carolina, o Giuseppe realmente é uma delícia, né? Eu fui no de Bento Gonçalves, mas acredito que a qualidade seja a mesma… Ai, que saudades do sagu… Sobre o post, depois do acidente de ontem decidi abortar a idéia do post-rascunho – fiquei estressada com a possibilidade de perder o texto e ter que refazer tudo! :roll:

    Quando eu fui ao Chile da última vez, também visitei a Concha y Toro em um grupo – era uma van pequena, e nós éramos 4, mais ou menos metade do grupo… Mas a diferença é que ali o passeio era exclusivamente à Concha y Toro, não havia nenhuma decisão a ser tomada a respeito de qual vinícola visitar…

  25. Murilo, se o Natal Luz é a causa de sua passagem por Gramado, nem pense duas vezes: vá todos os dias. Tô pensando só nessa chateação de chegar mto cedo, ter de esperar, essas coisas. Os espetáculos devem ser lindos.

    Acho que nada melhor que o blog dos Destemperados para vc pesquisar os restaurantes, mas endosso a idéia da Ana Carolina: almocem ou jantem um dia no Pastaciutta, no centrinho de Gramado. Só de me lembrar de lá, já fico com água na boca! E depois vcs nem precisam de carro: podem voltar quicando ou rolando pra Canela…

    Ah! E tem uma sorveteria suuuper tradicional lá no centrinho mesmo, o nome tem algo a ver com “Bruxa”. Em dezembro, deve estar quente mesmo na serra, e um sorvete cai bem. Prove a taça Chocol’amour.

    Estou com a Carla quanto à escolha do passeio às vinícolas. Vale a pena poder escolher as que vc quiser visitar e o restaurante onde vai almoçar. O problema da excursão é essa falta de liberdade para escolher os lugares e o ritmo da viagem. Quanto às companhias, nas vinícolas, será inevitável, pq as visitas guiadas são feitas em grupo mesmo.

  26. Esqueci de dizer: já fiquei no Ibis do aeroporto de POA e achei confortável, bem conveniente p quem chega tarde e segue viagem no dia seguinte.

  27. Vocês são demais 🙂 🙂 🙂

    Desta vez, o humor reinou. Que bom: adorei. Não paro de rir hehehe 🙂

    Ana Carolina, seu depoimento da excursão foi ótimo, imagino a figura: tia “flôr”. Outra coisa, com seu off-topic a respeito da data do casório, tenho certeza que minha noiva – que ainda não leu esse texto- já adorou você. 😉

    Wanessa, dá para ir mesmo quicando ou rolando para Canela? 🙂 Se der, achei a solução para todos os prós: liberdade a custo zero 😉

    Carla, é uma graça ver que sempre tem uma sugestão alternativa à excursão. Só fiquei imaginando como seria você chiquérrimamente já doutora enfurnada em um ônibus lotado de crianças barulhentas, adolescentes marrentos e “flôres peruanas”. 😉

  28. Sobre as dicas, em nome do casal, agradeço todas!! Vocês estão nos fazendo um bem danado.

    Os restaurantes, comidas e sorvetes – já estão anotados.

    Sobre o transporte, já vi que vai ser mais difícil do que escolher os hotéis em BsAs e Uruguai. E achei que Gramado seria o trecho mais fácil de planejar – de toda a viagem. Já vi que me enganei!! Ou melhor, isto é só o começo…

    Vou analisar todos os prós e contras das dicas – com calma – fazer umas cotações às empresas e colocar aqui para a “coletividade” analisar.

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    Falando em coletividade, deixa eu abrir um off topic também. Eu sou (ou era? já não sei mais) totalmente averso à exposição pessoal na internet (fora da net, eu sou) e nunca poderia imaginar que estaria planejando coletivamente minha lua-de-mel. (como assim??)

    Algo que começou tão discretamente – com uma simples pergunta à Carla (achava até que não haveria resposta) – e tomou uma proporção inimaginável. Hoje só vejo vantagens, pois o clima amistoso encontrado e as valiosas dicas que pude ganhar estão me fazendo rever conceitos. Brigadão!

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  29. Murilo, temos certeza, que mais algumas viagens e você estará apto para dar contribuições ao nosso maravilhoso mundo trip.

  30. Há, estou sedenta por um tour no Vale dos Vinhedos, texto e fotos estão me deixando com água na boca. Minha listinha de desejos só cresce!

  31. Murilo, esse clima gostoso todo que reina pelos blogs da comunidade é por mérito do Riq, que soube unir um grupo que nem parece que se conheceu virtualmente! 😉 Muitos eu hoje em dia já conheço na vida real, e fico mesmo impressionada como as afinidades aparecem e se desenvolvem entre pessoas que nunca se viram! Essa generosidade é lugar comum por aqui, logo logo você vai estar dando as suas dicas também! Já está no bom caminho, pesquisando bastante, planejando com antecedência… Você vai ver: essa lua-de-mel vai sair tão perfeita que vocês dois nunca mais vão querer parar de viajar!!! 😀

    Mas, olha, não vai ser tão difícil escolher o transporte, não. Você já tem o básico definido, que é não querer dirigir no dia das vinícolas. De resto, é simples: basta cotar o valor do transfer ida e volta POA/Canela e o valor do aluguel do carro, tanto nas locadoras de Porto Alegre quanto nas de Gramado/Canela. Uma boa fonte para saber quantos pedágios existem nas estradas é um Guia 4 Rodas Brasil atual – mas não sei se eles dizem o valor…

    Quanto às minhas soluções alternativas, isso é pra você ver o quanto eu detesto os passeios em grupo… 😆 E não é frescura de não querer “me misturar”, não, porque eu ando de ônibus comum, de metrô, de trem, a pé, sem problema. O que eu não gosto é de abrir mão da minha liberdade! 8)

  32. ROSA, valeu pelo incentivo. Parece que os textos de Carla tem o poder de instigar viagens…

    CARLA, por isso que sou fã do guru Riq e, é claro, de todos que o acompanham…

    Sobre transportes, vou fazer o que recomendou!

    Sobre as excursões, já percebi – inclusive pelas leituras em Blogs e dos livros do Riq (Viaje na Viagem e 100 dicas) – que você não está sozinha em ter aversão às excursões. Já entendi que o espírito de viajador que todos procuram não combina com excursões; e você, claro!, é uma “viajadona” 😉

  33. A proposito, ROSA, dava para você dá uma passada lá no outro post (entre um passeio e outro), tô com umas dúvidas sobre o Click Hoteis.

    CARLA, não sei se você já viu hoje minhas novas dúvidas por lá 😉

  34. Carla:

    O bom dos blogs é que a gente acaba pegando carona nas viagens dos outros, não é mesmo? No idas e vindas é delicioso ler seus relatos, tempero de ideias para viagens futuras e sementes de novos projetos…

    Murilo

    * “flôres peruanas” – adorei!

    * Sei que é sua lua de mel e coisa e tal, mas eu pesaria os custos ($) de aluguelxmotoristaxexcursão em comparação ao seu (e da sua noiva) grau de aversão a excursões, ainda mais considerando que RS é só o primeiro trecho da viagem… às vezes um troquinho aqui garante uma folga maior em Montevidéo ou em Buenos Aires.

    Posso te perguntar uma coisa? Qual o seu grau de vontade de conhecer vinícolas específicas no RS? Em Montevidéu o passeio mais legal que fiz, em maio passado, foi ter ido (por conta) a uma vinícola que fica na cidade (a 15km do centro, 25 reais de táxi), a Bouza (http://www.bodegabouza.com/). No site há até cardápio do restaurante do local – fiz lá a melhor refeição uruguaia. Na ponta do lápis, ir de táxi e almoçar lá saiu quase a metade do preço que sairia comprar uma excursão para visitar 2 vinícolas (seria 100 dólares por pessoa – indo por conta o almoço, com vinho, entrada, prato principal e sobremesa, deu pouco mais de 100 dólares e gastamos uns 25 dólares de táxi – não cobraram a visita guiada).

    * Outra pergunta, embora você já tenha contado que a sua noiva é doida por Natal: não há nenhuma chance de trocar uma noite em Canela/Gramado por uma no vale dos vinhedos, para até dormir dentro de uma vinícola?

  35. Rosa, fui eu que te deixei com vontade de ir à Serra Gaúcha? 😉

    Murilo, acabei de dar umas opiniões lá no outro post…

    As considerações da Ana Carolina são super válidas – viu como às vezes fazer os passeios por conta própria pode parecer um luxo e sai mais barato? Só não aconselho vocês a seguirem os passos dela agora e visitar uma vinícola no Uruguai porque vocês já têm muito pouco tempo em Montevidéu… Mas ela tocou num assunto que eu mesma já tinha aventado: não há a possibilidade de passar ao menos uma noite no Vale dos Vinhedos?

  36. Carla, eu sou uma seguidora fiel, a minha ida Uruguai/Argentina, com as suas dicas foi maravilhosa. O Cala di Volpi e o Radisson, sensacionais. Copiei todo o circuito Lagos Andinos e vou, com todas as suas dicas copiadas/coladas e impressas, em setembro, está tudo fechado, redondinho. E, é claro, estou aguardando os capítulos finais da novela Bolívia/Peru, já pensando em 2010. As suas fotos e texto do Vale dos Vinhedos, me deixou com tanta vontade, quem sabe um feriado prolongado no 2º semestre… Carla, obrigada por compartilhar as suas aventuras conosco.

  37. Bernardette e Rosa, vocês estão me deixando assim: 😳 Depois que passar essa fase mais conturbada, vou ter mais tempo pra dedicar ao blog – e aí vem o fechamento da novela peruana, a saga californiana, umas surpresas niteroienses que vou preparar em conjunto com o Arthur… Vai ser o I&V Turbo! 😉

  38. Nossa Carla e Murilo essa discussão está ficando boa hein…fico até com vontade de ir 😉

    Eu lembro que fui para um casamento no sul e que programamos esses passeios para os dias anteriores…em pleno caos aéreo não consegui chegar a tempo do passeio de Gramado e fui sozinha com uma amiga…achamos a cidade romântica demais pra nós duas e desde de então prometi que só voltaria com namorado!

    Mas acabamos indo numas lojas de sapato mega no caminho e compramos uns sapatos com preços ótimos!

    Adorei Canela também.

    Pras vinículas foi com um grupo enorme…2 ônibus e um microônibus (o meu) do pessoal que ia ao casamento e a parte chata era esperar todo mundo sair das lojinhas no final…

  39. Carlinha, comigo já aconteceu parecido… Eu fui com uma amiga pra Gramado no Carnaval de 2002, e ficamos justamente no Villa Bella, que tem uma ambientação toda perfeita, vista para a mata e tal – e as duas solteiríssimas da silva!!! Pois bem, alugamos um carro e passeamos à beça – passamos um dia fazendo trilhas nos Aparados da Serra, desbravamos Gramado e Canela até virar do avesso, fomos ao Vale dos Vinhedos, despencamos até Igrejinha para comprar sapatos… Enfim, tiramos o foco do romantismo e aproveitamos muitíssimo!

  40. Essas surpresas niteroienses serão um trabalho conjunto de dois blogs: AV (Agora Vai) e IV (Idas e Vindas). Juntando, dá AVIV. Parece nome de placa de vídeo de PC… 😀

    E saudades do meu reveillon em Gramado e Canela, esse ano…!

  41. Carla,

    Que coincidência… Estive no Vale em fevereiro e fiquei no Michelon, jantei no valduga e fiz muitas coisa que vc fez também. O Vale é uma ótima pedida pra lua de mel, mas tem um porém… do jeito que a gente come por lá (muito), o casal vai acabar engordando em plena honeymoon.. Vixi, dizem que casar engorda!!!

    Sem falar em Gramado…

    Beijos

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