Vinícola Don Laurindo - vinhedos (Fonte:http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)

Uma semana na Serra Ga̼cha I РO Vale dos Vinhedos

Antes de começar a escrever o post propriamente dito, vou fazer uma pequena pausa para ler as mentes dos freqüentadores do I&V: “Como assim, Serra Gaúcha?”, “E a novelinha peruana?”, “Ué, a Carla não estava escrevendo a tese?” Essa última é a mais grave… 😳

Bom, eu estou, sim, escrevendo a tese, e rascunhando esse post aos pouquinhos, por conta de um bom estímulo – quem anda acompanhando o planejamento coletivo da lua-de-mel do Murilo já sabe do que se trata… 😉 Resolvi contar aqui a última viagem que fiz à Serra Gaúcha, em julho de 2005, ainda na fase pré-blog, como forma de dar o pontapé inicial em um bate-papo sobre a região que possa ajudar a ele e a quem mais se interessar. Mas aqui vai um disclaimer: eu só fui 3 vezes à região (1990, 2002 e 2005), não sou nenhuma especialista no assunto e nem acho que as minhas dicas ainda sejam seguras – mas sempre valem como ponto inicial de pesquisa, certo?

Dentre as 3 viagens que fiz, a última foi a que realmente me agradou. Na primeira, estava com meus pais e minha irmã de carro, fazendo um roteiro super bacana que nos levou do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul sem pressa, com direito a várias paradas, curtindo o caminho. Na segunda, eu e a Cláudia (minha “sócia” no I&V) queríamos sumir para algum lugar onde não houvesse Carnaval, e compramos um pacote na última hora – foi divertido, dispensamos todos os passeios, alugamos um carro e aproveitamos bastante. Mas foi só na última, quando resolvi fazer tudo diferente, que realmente pude curtir a Serra Gaúcha como ela merece – ou quase, porque uma semaninha só dá mesmo pra ter uma amostra… 😉

Pra começar, resolvi montar duas bases de hospedagem, e dividi a semana entre o Vale dos Vinhedos (2 noites)  e Gramado (5 noites). Voamos do Rio direto a Porto Alegre, e aluguei um carro por toda a semana. Combinei com a locadora (a Lemmertz, excelente, por sinal) que retiraria e devolveria o carro no aeroporto, e assim fizemos. Chegamos por volta do meio-dia e seguimos diretamente para o Vale dos Vinhedos, onde ficamos o resto desse dia, todo o dia seguinte e parte do outro. Após o almoço do terceiro dia, seguimos para Gramado, onde passamos 5 noites. No início da tarde do último dia, tomamos a estrada para Porto Alegre, devolvemos o carro e voamos de volta para o Rio.

Placa indicando as distâncias às vinícolas e hotéis do Vale
Placa indicando as distâncias às vinícolas e hotéis do Vale

Chegando ao Vale dos Vinhedos, fomos almoçar antes mesmo de fazer o check-in no hotel – e não apenas porque a fome era grande, não… Os restaurantes das vinícolas funcionam em um ritmo diferente dos restaurantes das cidades – lá, alguns abrem para o almoço, outros para o jantar, outros não abrem todos os dias, ainda outros só servem grupos enormes e assim por diante. Nós queríamos experimentar o restaurante da Casa Valduga e, depois de pesquisar os horários no site do Vale dos Vinhedos, descobrimos que a nossa única chance seria no dia da chegada, e não poderíamos demorar muito na estrada, porque o restaurante encerrava o horário de almoço às 15:00h!

Casa Valduga (Fonte: http://www.viagemesabor.com.br)
Casa Valduga (Fonte: http://www.viagemesabor.com.br)

Após o almoço “típico italiano”, uma profusão de comidinhas que achei que não acabaria jamais – sopa de capelletti, polenta, galeto, tudo regado a um bom vinho da própria Casa Valduga, e com direito a sagu de vinho de sobremesa (eu amo sagu de vinho!!!), fizemos uma visitinha rápida à própria vinícola, porque o horário de visitação já estava se encerrando.

Seguimos então para o nosso hotel, o Villa Michelon.  Naquela época, ainda não havia tantas opções de hospedagem dentro do Vale dos Vinhedos como há hoje em dia – a minha primeira opção tinha sido a pousada da própria Casa Valduga, a Villa Valduga, mas não havia disponibilidade. Reservei então o Villa Michelon, e foi uma ótima opção – ambiente agradável, quartos imensos (meu ponto fraco…) e um café da manhã absolutamente maravilhoso!

Hotel Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)
Hotel Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)
Quarto no Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)
Quarto no Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)
Restaurante Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)
Restaurante Villa Michelon (Fonte: http://www.villamichelon.com.br)

No dia da chegada não foi possível fazer mais nenhuma programação no Vale, por conta do horário, e resolvemos então ficar pelo hotel mesmo, e descansar bastante da viagem para começar o dia seguinte com bastante disposição.

Vale dos Vinhedos visto do Villa Michelon
Vale dos Vinhedos visto do Villa Michelon

Há 4 anos atrás ainda não havia a Lei Seca, ou seja, com moderação nas degustações era possível fazer o circuito do Vale dos Vinhedos de carro. Hoje em dia, vale pesquisar se há alternativas oferecidas pelos hotéis da região ou pela própria APROVALE. Aliás, no site do Vale há um mapa interativo imperdível para quem estiver planejando uma viagem à região, com a localização das vinícolas, hotéis, lojinhas, capelas…

Começamos o dia seguinte com uma visita à Vinícola Miolo, e depois seguimos para a Marco Luigi.  Foi interessante comparar uma visita a uma vinícola grande, do porte da Miolo, com a visita mais intimista que fizemos à Marco Luigi – a visita intimista me agradou mais, embora reconheça que a Miolo foi mais rica em informações, e acabou nos preparando para outras visitas. E devo dizer também que na Marco Luigi experimentei o melhor merlot brasileiro que já tomei em toda a minha vida… 8)

Vinícola Miolo (Fonte: http://www.miolo.com.br/site/PT/content/galeria/galeria_vale_vinhedos.php)
Vinícola Miolo (Fonte: http://www.miolo.com.br/site/PT/content/galeria/galeria_vale_vinhedos.php)
Vinícola Miolo (Fonte: http://www.miolo.com.br)
Vinícola Miolo (Fonte: http://www.miolo.com.br)
Vinícola Marco Luigi
Vinícola Marco Luigi

Com os cafés da manhã espetaculares da serra, nossos almoços acabavam sendo meio tardios – embora não menos espetaculares…  Parece regime de engorda, sim, é algo inacreditável! 😆 Nesse dia, o restaurante escolhido foi o Giuseppe, que fica fora do Vale, mas é bastante tradicional na região. À tarde, resolvemos pegar a estrada até Carlos Barbosa, para uma atividade bem prosaica – uma visitinha à loja de fábrica da Tramontina…

No dia seguinte, que seria o nosso último no Vale, saímos cedo para ir até a Vinícola Salton, que também fica fora do Vale. Sinceramente, não valeu o deslocamento… A bem dizer, para um leigo, logo as visitas começam todas a se assemelhar, o que aumenta bastante o charme das visitas às vinícolas familiares, onde se pode conversar com as pessoas de forma mais próxima, e realmente aprender mais sobre o seu estilo de vida e sobre a produção do vinho sem fazer parte de um grupo de 20 pessoas… De volta ao Vale, fomos direto visitar a Don Laurindo, que é exatamente desse jeitinho que eu descrevi!

Vinícola Salton (Fonte: http://www.salton.com.br)
Vinícola Salton (Fonte: http://www.salton.com.br)
Vinícola Don Laurindo (Fonte: http://www.turismogaucho.rs.gov.br)
Vinícola Don Laurindo (Fonte: http://www.turismogaucho.rs.gov.br)
Vinícola Don Laurindo - vinhedos (Fonte:http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)
Vinícola Don Laurindo – vinhedos (Fonte:http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)

Depois de fazer o check-out do hotel, fizemos a nossa última visita a uma vinícola do Vale, já praticamente na saída – a Vinícola Cordelier. Lá fica um excelente restaurante, o Don Ziero, já testado e aprovado pelos Destemperados… 😉 Tenho lembranças maravilhosas do filé ao molho de uvas que almocei aquele dia! 😀

Vinícola Cordelier (Fonte: http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)
Vinícola Cordelier (Fonte: http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br)
Ristorante Don Ziero
Ristorante Don Ziero

Algo que me ocorreu ao longo da preparação desse post é que  essa vida de blogueira é mesmo curiosa! Hoje em dia não me passaria pela cabeça me hospedar nesses hotéis, visitar essas vinícolas e almoçar nesses restaurantes e não ter fotos pra publicar no blog! 😳 Quase todas as fotos que ilustram esse post foram “gentilmente” tomadas da Internet – com as devidas referências “bibliográficas”, é claro, ou não seria a blogueira quase uma doutora… :mrgreen:

92 comentários em “Uma semana na Serra Gaúcha I – O Vale dos Vinhedos”

  1. Hehe ainda não tinha visto este comentária da Carol :) :)
    Espero não engordar tanto, viu :)

    Carla, vou recomeçar:
    A minha dúvida atual é se alugo o carro desde de POA ou se deixo para locá-lo em Gramado e fazer o trajeto através de empresa.
    Vou ainda analisar o custo econômica de cada escolha, mas queria pensar também nas vantagens não econômicas, o que achas?

  2. Murilo, eu já experimentei os dois jeitos – já cheguei em POA tarde da noite e fui no transfer do pacote direto pra Gramado e também já cheguei de dia e peguei o carro alugado direto no aeroporto. As duas opções têm vantagens – no primeiro caso, eu não teria ido de madrugada pra Gramado, então ganhei no tempo e no conforto; no segundo, não tive que aturar a chatice de esperar todo mundo, pegar um ônibus, etc.

    O primeiro passo é fazer a comparação dos preços. Gramado tem menos opções, ou seja, com a concorrência menor os preços podem subir. Em POA eu recomendo uma ótima locadora local, a Lemmertz, que tem preços e promoções bem mais interessantes do que os das grandes locadoras. Veja o preço do aluguel e compare com o transfer – provavelmente o aluguel vai sair um pouquinho mais caro, e você ainda tem que bancar a gasolina e os pedágios. Eu não faço um comparativo muito xiita, não, porque, como te disse, detesto essa coisa de agências e grupos – então eu pago um pouco mais caro pra manter o meu bom humor… 😉

  3. Valeu, Carla 😉

    Aproveitando a resposta, Porto Alegre tem algo que vale a pena conferir antes de ir para Gramado?? Como sei que Gramado tem muito mais atrativos tenho receio de perder “tempo” em POA. O que achas?

    Outra coisa, não esquecer que meu hotel é em Canela.

  4. Murilo, eu conheço pouco de POA, mas o que posso te adiantar é que não vale a pena ficar lá já tendo tão pouco tempo pra dar conta das várias facetas da serra… POA tem muitos atrativos de uma cidade maior, uma cena gastronômica super interessante, a Casa de Cultura Mário Quintana… Mas acho melhor guardar para outra ocasião e seguir direto pra serra, senão vocês não vão aproveitar nada!

    O fato de que o seu hotel é em Canela me faria pender mais ainda para o aluguel do carro desde POA…

  5. Ops, não postou toda a parte:

    Minha dúvida agora – que colocou lá em Silvia – é a respeito da quantidade de km que vou gastar no período para balizar minha decisão sobre a modalidade a contratar a locação do veículo. O que você acha?

  6. Murilo, alugue com quilometragem ilimitada. Só o fato de viajar de POA para a serra e voltar já gasta boa parte dos km a que você teria direito – e ninguém merece ficar regulando se tem km suficientes para ir a um lugar ou outro, né?

  7. Os valores são os seguintes:

    *Km controlado
    TOTAL do período (5 diárias): R$ 445,50
    sendo 500 km livres
    e R$ 0,60 por km adicional

    *Km livre sai por R$ 555,50.

    *Diferença (ou economia) de R$ 100

    Fiz uma continha e percebi que só vale a pena contratar a km livre se for utilizar mais do que 683 km (500 km de direito + 183km adicional). Só a partir desta quantidade é que km livre vale mais a pena.

    Numa conta rápida encontro:
    Ida e Volta (POA e GRAMADO): 260km
    Ida e volta (GRA e Canela): 50km (passando)
    Voltas dentro de Gramado: 25km (exagero?)
    TOTAL de km já certo de gasto 335km
    Restam 348 km.
    Obs.: Vai ter um dia que quase ṇo andarei de carro Рno dia do Tour da Uva e do Vinho.

    O que você acha Carla??

  8. Ah, Murilo, se você tem 500 km de franquia, e se não vai de carro para a região vinicola, então dá, sim!

    Se você tem quase 350 km sobrando, está ótimo, porque você vai certamente usar mais km do que está prevendo nas contas… Tenho quase certeza que você vai precisar de mais de 50 km para o trajeto diário entre Canela e Gramado, e que dentro de Gramado você vai rodar bem mais do que 25 km nos dias em que ficar lá, e também vai passear um pouco dentro de Canela, não? A distância entre Canela e Gramado é de 7 km, ou seja, você vai rodar 14 km ida e volta a cada vez que for a Gramado – se for apenas uma vez por dia, serão 56 km no total, não contando o dia das vinícolas – mas pode ser que algum dia você façam o trajeto mais de uma vez… Em Gramado há lugares um pouquinho mais distantes, como o Lago Negro, por exemplo. Além disso, provavelmente vocês vão acabar indo um dia a Nova Petrópolis (ao menos para o café colonial do Opas Kaffeehaus, o melhor da serra!) e aí já são quase 70 km ida e volta… E, se de tudo resolverem ir até os Aparados da Serra, nem sei mais quantos km vão gastar (deve dar uns 250 km ida e volta, imagino…)

    Esses preços são de qual locadora? Você chegou a comparar com a Lemmertz, que eu te indiquei? Tanto quando eu pesquisei, como quando indiquei a outras pessoas depois, eles tinham o melhor preço… (Eles não têm balcão no aeroporto, mas te entregam o carro onde você marcar – e buscam onde você marcar também). Para você, que vai estar hospedado em um hotel em POA, seria vantagem não precisar voltar ao aeroporto para buscar o carro.

  9. Esqueci de colocar as cotações! Pesquisei nas empresas com lojas no aeroporto, já que vou ficar a 300 m dele (Hotel IBIS).

    UNIDAS, HERTZ, LOCARALPHA, MOVIDA e BUDGET. O orçamento que eu apresentei foi da Budget, mas vou voltar a ligar para a Locaralpha, pois o valor dele ficou próximo a da Budget, porém com km livre.

    A conta que eu havia feito, considerava a distância de 5 km entre Gramado e Canela – o site onde vi deve ter contando das divisas entre as cidades 😉

    Sobre a Lemmertz ficou mais caro, sai por R$ 500 com km livre + R$ 30 de entrega e R$ 30 de devolução = R$ 560. ALÉM DISSO a franquia de acidentes é de R$ 2.000 (parcial) e R$ 4.000 (total), enquanto que na Budget é de “apenas” R$800 (ufa!).

    Faltou eu pesquisar sobre o custo do combustível.

  10. Carla, lembrei de uma coisa: você acha que vale a pena alugar um GPS?
    O valor é de R$ 10/dia, no meu caso, um total de R$ 50.

  11. Carla, lembrei também de uma coisa: solicitei a reserva para um carro com ar-condicionado. Como vou no verão, acho prudente, pois não curto muito sofrer calor dentro de carro. O que você acha?

    Aproveitando, no Uruguai vale a pena também o carro com ar-condicionado ou não precisa??

  12. Ar condicionado no Uruguai também, Murilo, pelo mesmo motivo que no Brasil – vai ser verão e vocês não vão querer sofrer com calor dentro do carro! 😉

    Sobre o GPS – nunca usei no Brasil, não sei se os mapas e serviços são tão bons quanto nos EUA… Por outro lado, são só R$ 10/dia, né? Acho que deve valer o conforto!

    Sobre a Lemmertz, então eles agora resolveram encarecer os preços e ainda cobrar taxa de entrega e devolução?!? Que feio… 😳 Não recomendo mais! Veja então a Locaralpha, sim – se a diferença for pequena, ainda sou a favor da quilometragem livre!

  13. Ok! Fechei na Locaralpha por R$ 50 mais caro do que na Budget, mas com as seguintes vantagens:

    1. Franquia reduzida contra acidentes (na budget é bem alta);
    2. Toda a frota é de motor flex (na Budget não é, e não tem como garantir o tipo de carro)
    3. Km livre (não mais os 500 km da budget)

    Fiz bom negócio? :) :) 😉

    Agora vou resolver o carro do Uruguay…

    P.S.: E o dolar segue caindo…

  14. Carla, estou indo para Bento Gonçalves, de 23 a 26/10, e copiando as dicas. Quando clico no Giusseppe aparece uma página dos restaurantes no Rio de Janeiro. Não estou conseguindo ver o endereço em BG. Aparecem também dois restaurantes Casa Valduca, Luiz V e Don Luigi. Pretendo ir no que você recomendou no post.

  15. Rosa, fui investigar e descobri nos Destemperados que o Giuseppe mudou de nome em 2008 e agora se chama Casa di Paolo: http://destemperados.blogspot.com/2009/06/galeto-de-primeira-no-casa-di-paolo.html

    Sobre o restaurante da Casa Valduga, não me lembro de haver mais de um quando fui… Conferindo no site da APROVALE, vi que hoje em dia o que oferece o “prato típico italiano”, que foi o buffet que experimentamos, é o Luiz V.

    Aproveite bastante! E depois me conta como foi, Ok? 😉

  16. Como eu te disse o seu texto saboroso me deixou com vontade de ir à Serra Gaúcha, vou no Carnaval, mas não terei muitos dias. Ficarei em Gramado, ja peguei as dicas de Canela e Nova Petropolis. Gostaria de visitar o Vale dos Vinhedos, mas nao posso ficar o dia inteiro. O que você me aconselha. O que é mais interessante visitar?

  17. Vai ser puxado ir ao Vale dos vinhedos e não ficar nem o dia todo, Bernardette – são 150 km de distância de Gramado! Mas, se você quiser ir mesmo assim, acho que vale escolher uma vinícola que também ofereça almoço no dia que você for e fazer lá a sua programação. Duas boas opções seriam a Casa Valduga e a Cordelier. No site http://www.valedosvinhedos.com.br você descobre o horário de funcionamento dos restaurantes. Aproveite! 😉

  18. Obrigada, vou tentar encaixar essas vinicolas, se nao der irei em outra oportunidade so ao Vale dos Vinhedos, gostei muito de um post , se nao me engano do Ernesto sobre um carnaval la, ele chamou de a Toscana generica, eu gostaria de repetir o roteiro dele.

  19. É verdade, fiquei confusa, li este post depois nao achava mais, tive de procurar blog por blog. Obrigada

  20. Em Dezembro vou para o Natal Luz de Gramado o evento se estende por quase 2 meses a decoração natalina é linda e aqueles shows e desfiles de natal são atrações de primeiro mundo não deixam nada a desejar se comparado a shows como em Nova York ou Las Vegas. Já comprei os ingressos online para o Natal Luz de Gramado. A dica é que vai ter muitas atrações festas e shows os hotéis e pousadas estão com poucas reservas, quem esta pensando em ir deve tratar de reserva logo hotel ingressos passagem aérea etc…. Para quem for a Gramado Natal Luz vai dica sobre o evento atrações ingressos e fotos no link http://www.igramado.com.br/natal-luz.html Convém reserva o hotel ou pousada antes de Agosto para ficar hospedado no centro de Gramado o ideal é também já reserva uma agência de turismo que faça o transfer e passeios pela Serra Gaúcha pois sai bem mais barato viajar se programando previamente.

  21. Olá,
    As suas informações foram muito boas. Estou planejando ir ao RS em março e pretendo fazer esse roteiro seu. Você acha 2 dias no Vale dos Vinhedos suficiente? Muito obrigado.

    1. Depende do seu objetivo, Luiz… Para um apreciador de vinhos “sério”, 2 dias pode ser pouco, assim como para quem está em busca de descanso em um ambiente tranqüilo e bucólico. Mas, para quem quer curtir um pouco da região, conhecer umas 3 ou 4 vinícolas, experimentar um pouco da boa culinária do Vale e seguir viagem (talvez para outros pontos da Serra Gaúcha), acho que 2 dias são suficientes, sim. (Mas estou considerando 2 dias inteiros, não chegar em um dia e ir embora no seguinte, Ok?)

  22. Oi Carla! Primeiro queria te agradecer por essa série de posts que – mesmo sendo de 2009 – foi o que encontrei de mais completo sobre a região. O fórum que se cria nos comentário aqui é muito legal!

    Irei para Gramado, Canela e Bento Gonçalves em maio. Irei ficar 6 ou 7 dias no total. E fui passando pelas mesmas dúvidas que o Murilo com relação ao aluguel do carro. Vi que no final das contas ele decidiu por alugar, mas não entendi o que ele fez no dia do passeio dos vinhedos…

    Ainda estou insegura sobre a real necessidade do carro – muitas pessoas me disseram que nos dias que ficarei em Gramado, o carro ficaria praticamente estacionado, pois dá pra conhecer a cidade à pé. E que entre Gramado e Canela há um ônibus, que eu poderia pegar, passar o dia em Canela e voltar.

    Ainda assim acho que o carro me daria mais independência, mas não sei o que fazer sobre os dias que ficarei em Bento visitando vinícolas. Tem como passar passar pelas desgustações de forma mais “light”? Porque acho que contratar um passeio pra lá estando com o carro alugado seria um desperdício, de alguma forma.

    Já te agradeço pela atenção! Um beijo!

    1. Marina, se você já tiver transporte do aeroporto para a serra incluído no seu pacote de viagem, realmente o carro deixa de ser uma necessidade premente, desde que o seu hotel em Gramado seja central.

      Eu gosto da idéia de alugar o carro, porque me dá independência para ir a Canela na hora em que desejar, passar uma tarde em Nova Petrópolis, ir ao Lago Negro (que fica em Gramado, mas não é próximo o suficiente para ir a pé)…

      Você vai se hospedar em Bento Gonçalves também ou vai passar todo o tempo em Gramado? Se você ficar hospedada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, pode usar o carro para explorar o local, e deixar para fazer degustações nas vinícolas mais próximas do seu hotel, onde pode ir a pé – ou então, combine com a sua companhia de viagem que cada um bebe um dia… 😉 Mas, se você só se hospedar em Gramado, então mais vale contratar um passeio de um dia para a região dos vinhos, para não ter que se preocupar…

      1. Ei Carla, que retorno rápido! Obrigada! :)

        O carro está parecendo necessário exatamente pelo que vc comentou, estamos querendo visitar cidades próximas que não sei como poderiam ser visitadas sem o carro… Por outro lado, não quero a sensação que paguei a diária do carro para ele ficar estacionado nessa cidades. Meu roteiro até agora está assim:

        – Chego na sexta à noite (23h) em Porto Alegre. Como não tenho tranfer (não vou por pacote de viagem), pensei em pernoitar, passar o sábado em POA e sair para Gramado (de carro alugado ou ônibus) no domingo de manhã. A partir daí seria o seguite:
        – Domingo de tarde e segunda inteira em Gramado
        РTer̤a em Canela durante o dia
        – Quarta em Gramado com visita à Nova Petrópolis
        – Quinta e sexta em Bento Gonçalves (irei me hospedar lá)
        – Sábado passando a manhã e Bento e voltando para POA à tarde, pois o vôo sai de madrugada no domingo.

        Ainda estou em dúvida se aquele sábado no íncio da viagem em POA vai ser uma boa ideia ou se o roteiro da Serra já está apertado demais, então valeria já sair para Gramado no sábado em vez de domingo…

        1. Marina, uma coisa é certa: em algum momento você vai ter a sensação de que está pagando a diária para o carro ficar estacionado… Mas ou é isso ou você vai ficar rodando o tempo inteiro, o que também não é viável, certo? O importante é pensar no custo x benefício – se você não tem o transporte POA / Serra incluído, para mim essa já é uma boa razão para alugar o carro; se, além disso, você tem a intenção de visitar outras cidades, então você já tem outro bom motivo…

          Se eu tivesse o seu tempo disponível, não passaria o primeiro sábado em POA, não. Dormiria a primeira noite só pra não subir a serra cansada da viagem e partiria logo no sábado pela manhã. Seguiria o resto da programação como você fez, e talvez voltasse para POA mais cedo no sábado, só pra dar uma volta pela cidade – ou não… 😉

          1. Pois é Carla… esse primeiro dia em POA tá me deixando com a pulga atrás da orelha. Vou conversar com minha amiga que viajará comigo para ver o que fazemos. E você tem razão – essa minha neura do carro ficar parado não faz muito sentido, já que ninguém fica rodando o tempo inteiro. Te agradeço demais pela atenção e prometo que volto aqui para contar como foi, ok? Um beijo!

  23. Carla adorei o blog, fiquei com uma vontade enorme de ir, o meu maior problema tem nome “Juliana” 10 anos, eu preciso fazer uma viagem que ela também goste porque seu irmão vai estar na Disney e pra que possamos resistir aos 15dias que ele ficara fora teremos que preencher nossos dias de muita emoção., pensei então de ir passar pelo menos 7 dias nas serras gaúchas aproveitando o friozinho de julho. Preciso de ajuda para deixa-lá mais distraída sem reclamar tanto da ausência do irmão. Obrigada!

  24. Olá gostaria ajuda, uma estimativa sobre quanto se gasta durante 5 dias em Gramado com um casal, passando bem ( nem muito econômico, nem muito luxuoso), alguém que tenha ido e possa dar uma estimativa de quanto gastou… pesquisei na internet e todos dizem que depende, tudo bem, mais eu gostaria de saber de alguém que foi, quanto gastou… apenas para que eu possa fazer uma estimativa…
    Dês de já fico grato.

  25. Ótimo o seu Blog Carla!
    É a segunda vez que estamos indo a gramado. Vamos ficar de quarta a domingo apenas.
    Da 1ª vez que fomos não fizemos nenhuma visitação às viniculas e desta vez não vamos deixar de fazer. Queriamos saber de você se pudesse escolher uma vinicula grandiosa e uma vinicula artesanal, quais você incicaria. Vamos em apenas duas. Vamos estar em Gramado e devemos ir de carro para Bento Gonçalves. Aguardo e muto obrigado!

    1. Antônio, entre as grandes eu ficaria com a Casa Valduga e/ou a Miolo – vocês podem até deixar para escolher na hora, de acordo com a disponibilidade de horário para a visita. Entre as pequenas, me encantei com a Angheben, pelo atendimento super personalizado, mas também curti bastante a Dom Laurindo e a Marco Luigi. Aproveitem bastante! 😉

  26. Carla, desculpe se estou sendo repetitiva. Vou a Gramado com marido e filha adulta no final de julho e percebo pelos relatos que não é fácil transporte de POA até lá. Qual é o custo de um taxi no aeroporto? Mesmo nesta época não há transportes disponíveis além de taxi? Você indicaria uma empresa para organizar passeios na região?
    Obrigada, Rita

    1. Para saber o custo do táxi de POA até Gramado, você teria que entrar em contato com as empresas diretamente – mas acho que não seria um bom negócio, não, provavelmente ficaria muito caro. Vocês já cogitaram alugar um carro? Normalmente essa é a opção que eu escolho quando vou para lá… 😉 Existe também a opção de ir de táxi até a rodoviária de POA e seguir para Gramado de ônibus, mas eu ainda vejo mais vantagens no aluguel do carro…

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