Turistando na Península – I

No dia seguinte fomos turistar pela Península – sem pressa, como era o nosso intento ao longo de toda a viagem. Aliás, sem pressa, sem obrigações e, sobretudo, sem stress… 😉

Paulinho, eu, Marcio, Andréa e Clyffson

Acordamos sem despertador, tomamos o café da manhã com calma e saímos para passear. Nossos planos eram absolutamente despretensiosos – só queríamos dar uma volta a pé, flanando um pouco pela Península sem  nenhum compromisso.

Virazón – bom cenário para um clericot!

Esse passeio descompromissado logo nos levou à região do Porto, onde decidimos que a hora já era apropriada para um aperitivo pré-almoço. Decidimos então experimentar um clericot – o drinque de Punta por excelência – e, para cumprir a tarefa, escolhemos uma mesa na varanda do Virazón.

Vinho branco + frutas cítricas + suco de laranja + uma dose de cointreau = delícia!

Salud!!! 😉

Não nos demoramos muito no Virazón. A trupe tinha um compromisso – logo em seguida iríamos nos encontrar com o JB em frente ao Les Délices para um almocinho rápido.

A turminha no Les Délices

O evento acabou sendo memorável, mas não sei se pelas melhores razões… Alguns pratos fizeram muito sucesso, como o risotto de camarões da Andréa:

Camarõezinhos apetitosos!

Outros pratos mais prosaicos também deram água na boca, como o meu singelo chivito:

Meu suculento chivito!

Mas a parte engraçada do almoço ficou por conta do JB, que resolveu experimentar uma torta de sobremesa – e nunca pagou tão caro por essa decisão, literalmente… 😉

Delícias do Le$ Délice$

Vou deixar que ele mesmo conte essa história – é só clicar aqui:mrgreen:

3 thoughts on “Turistando na Península – I

  1. Carla,

    Menina, quantos posts de uma vez só!

    Bateu uma saudade dos passeios em Punta…

    Bom saber que a 3a. ida a Montevidéu foi relaxante. O Francis é mesmo ótimo,né?

    Vou ler toda a saga com calma.

    E quando eu vejo a bendita torta (a 3a. da esquerda para a direita), me dá um aperto no coração… 🙂

  2. Acho que o preço alto das sobremesas no Uruguai é normal, quando estive la em 1989, resolvi pedir de sobremesa uma panqueca de doce de leite, que estava deliciosa, ate hoje me lembro, mas o preço dela tambem foi inesquecivel, custou mais caro que o prato de carne que eu tinha pedido,e nem era tão grande assim que desse para dividir. Bem feito para mim, depois disso não peço nada sem ver o preço antes, se não tiver no cardapio, pergunto para não ter surpresinhas desagradaveis.

  3. JB, o Francis é excelente mesmo! Essa ida a Montevidéu foi super bacana – calma e relaxante, do jeitinho que eu queria!

    Depois de tanto tempo de hibernação, o I&V agora desencantou… E decidi que vou terminar de contar toda a viagem da Patagônia no máximo em 1 mês! Como fiz esse desvio de rota sobre Montevidéu e Punta, tenho que andar depressa! 😀

    Bernardette, essa é a atitude mais sensata, não pedir nada sem saber o preço. Aprendemos a lição: a sobremesa do JB foi inesquecível para todos nós… 😆

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