Dia 4, 29/12 – Fátima e Coimbra, a caminho do Porto

O verdadeiro sentido

Logo de manhã, fomos à Hertz da Rua Castilho, em Lisboa, buscar o carro que tínhamos reservado para a nossa viagem ao Porto. Escolhemos ir de carro para poder visitar duas cidades ao longo do caminho: Fátima e Coimbra. Saímos de Lisboa pela A1 e viajamos cerca de 1 hora até chegar a Fátima.

Capelinha das Aparições

Fátima tornou-se um ponto de peregrinação importante para a religião católica devido à aparição de Nossa Senhora às crianças Lúcia, Francisco e Jacinta, em 1917.

A Esplanada em um dia com poucos peregrinos

A Esplanada da Basílica de Fátima é duas vezes maior do que a Praça de São Pedro, no Vaticano. Os dias de maior movimento são 13 de maio e 13 de outubro, quando são comemoradas as aparições da Virgem Maria às 3 crianças pastoras.

Basílica de Nossa Senhora de Fátima

Muitos dos peregrinos que visitam Fátima atravessam a Esplanada de joelhos em agradecimento às graças recebidas.

Outro ângulo da Basílica

Chegamos ao Santuário pouco depois das 11 h, quando estava sendo celebrada uma missa na Basílica, que estava completamente lotada. Ficamos alguns minutos assistindo à cerimônia e, logo após, partimos para Coimbra.

Reitoria da mais antiga universidade de Portugal

Coimbra é hoje uma cidade bastante grande, mas o nosso foco de atenção era a Cidade Alta, a parte histórica onde está situada a Universidade de Coimbra, a mais antiga de Portugal.

Detalhe de azulejaria portuguesa

Nos pátios internos da universidade encontramos vários exemplares da magnífica arte da azulejaria portuguesa.

Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Como não poderia deixar de ser, precisei registrar a minha  passagem por uma das Faculdades de Letras mais importantes do mundo… 😉

A Sé Velha de Coimbra

Continuamos o nosso passeio “nos perdendo” pelas ruas labirínticas da Cidade Alta. Um dos belos pontos que encontramos pelo caminho foi a Sé Velha de Coimbra.

Os labirintos da Cidade Alta

Várias das casas situadas nas ruelas da Cidade Alta abrigam repúblicas de estudantes desde a Idade Média.

Café Sé Velha

Logo tivemos mais uma grata surpresa: o Café Sé Velha, onde entramos para pedir informações e ficamos impressionados não apenas com o charme do seu interior, mas também… com a vitrine de doces! 😉

Pastel Tentugal – o doce típico de Coimbra

Provamos ali os Pastéis de Tentúgal, um doce típico da cidade de Coimbra, feito com uma massa folhada  finíssima e recheio de ovos (pra variar…)

Limite entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa

Continuamos a descer pelo trecho conhecido como “Quebra-costas” até o Arco de Almedina, erguido no século XII pelos árabes.

O Arco de Almedina

O Arco de Almedina marca a entrada da Cidade Antiga. Vários estudantes fazem o seu percurso através deste arco, o menor caminho para se chegar da Cidade Baixa à Universidade.

A Cidade Baixa – do outro lado do Arco

Ao atravessar o Arco, nos deparamos com a Coimbra moderna. Tomamos então o nosso caminho de volta à Cidade Alta para pegar o carro e prosseguir a viagem.

Fizemos uma viagem tranqüila ao longo do dia, mas a nossa chegada ao Porto foi caótica. Estávamos sem GPS, chegamos na hora do rush e a sinalização de entrada na cidade é ineficiente para os turistas – uma vez na parte turística, entretanto, a sinalização é bastante boa.

O Café Majestic

Para amenizar o stress da chegada, fomos nessa mesma noite ao Café Majestic, o mais tradicional da cidade do Porto.

O ambiente aconchegante do Majestic

Inaugurado em 1921, o Café sempre foi palco de debates de idéias políticas e ponto de encontro da aristocracia local.

Francesinha – um dos pratos típicos do Porto

Escolhemos o Majestic para provar uma das iguarias típicas locais – a francesinha, um sanduíche recheado com carne, lingüiça e fiambre, coberto com queijo gratinado e servido com um molho de tomate  levemente picante, acompanhado de batatas fritas. Foi um manjar dos deuses!  (Com certeza, a francesinha do Majestic é a mais cara da cidade – mas valeu cada “cêntimo” de euro… 😉 )

E brindamos a mais um dia da VAM!

Dia 3, 28/12 – Lisboa

Mais um meio de transporte utilizado na VAM…

Tiramos o nosso terceiro dia em Lisboa para percorrer a cidade da melhor forma possível: caminhando. Fizemos uma única exceção, que foi tomar o bonde para subir até o Castelo de São Jorge.

O Castelo de São Jorge

 O bonde nos deixou no miradouro mais próximo do castelo, o Porta do Sol. Dali caminhamos 2 minutos e nos deparamos com a fila para comprar os ingressos, a 7 euros por pessoa.

A Catedral da Sé

Após a visita ao Castelo, descemos caminhando pelo pitoresco bairro da Alfama. Paramos para visitar a Catedral da Sé, e continuamos até a Baixa.

O Arco da Praça do Comércio

Passamos pela Praça do Comércio e cruzamos a Baixa em direção ao Chiado e ao Bairro Alto.

O Largo do Carmo

Chegamos ao Chiado pelo Largo do Carmo, e dali continuamos o passeio rumo ao Bairro Alto.

O Castelo visto do Bairro Alto

 Paramos no Miradouro São Pedro de Alcântara, no Bairro Alto, para apreciar a vista do Castelo ao longe – e nos demos conta de que caminhamos bastante…

Uma das agradáveis ruas do Bairro Alto

Seguimos caminhando pelas ruas agradáveis do Bairro Alto, um tradicional reduto boêmio de Lisboa, e hoje também uma área residencial. Confirmamos a animação local na prática, no dia em que nos encontramos com o Riq e o Nick… 😉

O bar do Pavilhão Chinês

Por falar no Riq e no Nick, mais tarde saímos para conferir uma dica que eles tinham nos dado no primeiro dia: o Pavilhão Chinês, um dos bares mais tradicionais do Bairro Alto.

Brinde ao terceiro dia da VAM

Celebramos o terceiro dia da VAM com um Cosmopolitan e um Romanoff… 😉

Café Nicola, na Praça D.Pedro IV (Rossio)

Seguimos então de volta à Praça D.Pedro IV (o nosso D.Pedro I), porque queríamos provar o bacalhau do Café Nicola, uma indicação da Viagem  & Turismo.

Bacalhau à Nicola – de comer rezando…

Lá provamos o bacalhau mais saboroso de toda a viagem até então  – o Bacalhau à Nicola, preparado com molho bechamel, bacon, camarões e batatas. Acompanhado por um vinho tinto, foi uma boa forma de coroar a nossa estada em Lisboa.

Dia 2, 27/12 – Sintra

Palácio da Pena – ou seja, construído sobre a rocha

Durante o café da manhã, enquanto conversávamos sobre a programação do dia, resolvemos ir a Sintra. Contratamos o passeio da Carris Tour que partia da Praça do Comércio às 2 h da tarde, com visita ao Palácio da Pena, à cidade de Sintra e passagens por Cascais e Estoril.

No Palácio da Pena

Achamos muito interessante a explicação sobre a origem do nome do Palácio da Pena. Pena, nesse caso, é a forma antiga de “penha”, que significa “rocha”, ou seja, o nome do palácio vem do fato de que foi construído sobre a rocha.

Um dos meios de transporte da VAM

Após a  visita ao Palácio, descemos a montanha para fazer um breve passeio à cidade de Sintra – muito charmosa, por sinal. Vale a pena passar um dia inteiro por lá, ou até mesmo pernoitar. É fácil ir de Lisboa a Sintra de trem, partindo da Estação do Rossio, em uma viagem de cerca de 40 minutos. A cidade oferece transporte público em abundância.

Um dos cafés charmosos e badalados de Sintra
Uma das pequenas ruas de Sintra

Fizemos uma parada estratégica em um dos pontos mais famosos da cidade, a Confeitaria A Piriquita, para nos deliciarmos com duas de suas especialidades: as queijadas e os travesseiros.

Queijadas para viagem!
Travesseiros… para um son(h)o perfeito!

Gostamos tanto dos travesseiros d’A Piriquita que nos arrependemos de comer apenas aquele que provamos lá… Passamos o dia seguinte procurando por essa delícia em Lisboa – até encontramos lugares onde são vendidos, mas já tinham acabado… Em um desses lugares, uma vendedora deu a seguinte resposta a Paulinho, quando ele perguntou se tinha travesseiro: “Travesseiro eu tenho lá em casa!” Espirituosa a moça… 😆

A Baía de Cascais ao anoitecer

Voltamos a Lisboa passando por Cascais e Estoril. Em Cascais, fizemos uma parada para apreciar a paisagem da baía…

Dia 1, 26/12/2010 – Lisboa

Descobrimentos…

Chegamos a Lisboa pela manhã e fomos direto para a Praça do Comércio tomar o bonde no.15, que nos levaria a Belém. Nossa primeira parada em Bélém foi o Padrão dos Descobrimentos, simbolo do descobrimento de novos mundos, o que estamos começando a realizar.

Onde tudo começou, há mais de 500 anos…

Em seguida, fomos visitar a Torre de Belém, ponto de onde partiram as caravelas de Pedro Álvares Cabral – e de lá seguimos para o Mosteiro dos Jerônimos.

Mosteiro dos Jerônimos

Demos uma grande sorte: como era domingo, e chegamos aos monumentos antes das 14h, fizemos as duas visitas de graça! Em outras circunstâncias, o ingresso conjugado para a Torre e o Mosteiro custaria 10 euros, ou 7 euros cada ingresso individual.

Os famosos e tradicionais pastéis de Belém

A visita a Belém não estaria completa sem uma parada para comprar os famosos e deliciosos pastéis de Belém. Compramos uma caixa com seis para levar e saborear mais tarde. Vale a pena, entretanto, visitar os salões internos, que são imensos. (Cada pastel custa 0,90 euro – e vale cada centavo…)

Clube da Esquina, no Bairro Alto

à noite, depois de descansar um pouco da maratona do vôo e do dia, encontramos nossos amigos queridos Riq e Nick, que, por uma feliz coincidência, passaram por Lisboa em sua viagem de retorno ao Brasil e se hospedaram em um hotel exatamente ao lado do nosso. Fizemos, como disse o Riq, uma “incursão barzística” ao Bairro Alto, seguindo as sugestões do João Paulo, também freqüentador do VnV e que, infelizmente, não nos acompanhou…

Brindando à VAM!!! ;-)

Encerramos com fecho de ouro o primeiro dia da VAM – e fomos dormir como anjos…

A volta ao mundo em 77 dias

Nosso roteiro – clique para ver a imagem maior!

Até que nós começamos a planejar a viagem em escala bem modesta. A princípio, pensamos em apenas emendar o recesso de Natal e Ano Novo com 1 mês de férias, o que nos daria entre 35 e 40 dias de viagem. Depois, percebemos que havia a possibilidade de estender as férias,  emendar com licenças e somamos 77 dias. Fiquei morrendo de pena de não chegar aos 80 dias de Jules Verne

O mapinha aí em cima não mostra a nossa viagem completa, apenas o  itinerário do bilhete RTW. Tivemos que incluir as outras paradas por nossa conta, em vôos low cost, já que as regras e restrições do bilhete impediram a inclusão de vários lugares onde gostaríamos de ir.

Aqui vai então o nosso roteiro, com datas, vôos e links para os nossos hotéis.  Viajem com a gente – vai ser super bacana ter companhia!!! 😀

DEZEMBRO

25 РV̫o TAP Rio / Lisboa;

26 – Lisboa – Hotel Ibis Liberdade;

27 – Lisboa;

28 – Lisboa;

29 – Ida de carro de Lisboa para o Porto, com paradas ao longo do caminho – Hotel Mercure Porto Centro;

30 – Porto;

31 – Porto;

JANEIRO

01 РV̫o TAP Porto / Miḷo + Ida de trem para G̻nova РHotel AC Genova;

02 РG̻nova;

03 РG̻nova; Volta para Miḷo de trem no fim da tarde РHotel Carlyle Brera;

04 РMiḷo; V̫o Lufthansa Miḷo / Cingapura (conex̣o em Frankfurt);

05 – Cingapura – Hotel Marina Mandarin;

06 – Cingapura;

07 РV̫o Air Asia Cingapura / Kuala Lumpur РPiccolo Hotel;

08 – Kuala Lumpur;

09 РV̫o Air Asia Kuala Lumpur / Siem Reap РSomadevi Angkor Hotel & Spa;

10 – Siem Reap;

11 РV̫o Jet Star Siem Reap / Cingapura РChangi Village Hotel Peninsula Excelsior Hotel;

12 РV̫o Singapore Cingapura / Bali; Ubud: Hotel Tjampuhan Spa;

13 – Ubud;

14 – Ubud;

15 – Ida para Sanur – Hotel Griya Santrian;

16 – Sanur;

17 – Sanur;

18 – Sanur;

19 – Ida para Nusa Dua – Hotel Meliá Bali;

20 – Nusa Dua;

21 – Nusa Dua;

22 РV̫o Thai Bali / Bangkok РBaiyoke Sky Hotel;

23 – Bangkok;

24 – Bangkok;

25 РV̫o Bangkok Airways Bangkok / Chiang Mai РPing Nakara Boutique Hotel & Spa;

26 – Chiang Mai;

27 РV̫o Air Asia Chiang Mai / Phuket РRenaissance Phuket Resort & Spa;

28 – Phuket;

29 – Phuket;

30 – Ferry Phuket / Koh Phi Phi – Phi Phi The Beach Resort;

31 – Koh Phi Phi;

FEVEREIRO

01 – Ferry Koh Phi Phi / Phuket – The Nap Patong;

02 РV̫o Bangkok Airways Phuket / Koh Samui РVilla Tanamera;

03 – Koh Samui;

04 – Koh Samui;

05 РV̫o Bangkok Airways Koh Samui / Bangkok РBangkok Marriott Resort & Spa;

06 – Bangkok;

07 РV̫o Thai Bangkok / Hanoi РHanoi Old Centre Hotel Hanoi Royal View Hotel;

08 РV̫o Vietnam Airlines Hanoi / Hue РPilgrimage Village Hotel;

09 – Hue;

10 РV̫o Vietnam Airlines Hue / Hanoi РHanoi Royal View Hotel Sheraton Hanoi Hotel;

11 – Hanoi;

12 – Hanoi;

13 – Ida para a Baía de Halong – Cruzeiro Indochina Sails;

14 – Baía de Halong;

15 – Vôo Asiana Hanoi / Tóquio (conexão em Seul);

16 – Tóquio – Grand Prince New Takanawa Hotel;

17 – Tóquio;

18 – Tóquio; À noite: vôo ANA Tóquio / Honolulu; aqui cruzamos a linha internacional de data, e ganhamos um dia – chegamos a Honolulu na manhã desse mesmo dia, então vamos viver o dia 18/02 duas vezes… 😯

18 – Honolulu – Sheraton Princess Kaiulani;

19 – Cruzeiro NCL Pride of America;

20 – Cruzeiro: Maui;

21 – Cruzeiro: Maui;

22 – Cruzeiro: Big Island;

23 – Cruzeiro: Big Island;

24 – Cruzeiro: Kauai;

25 – Cruzeiro: Kauai;

26 – Honolulu – Hilton Hawaiian Village;

27 – Honolulu;

28 – Vôo United Honolulu / San Francisco – ficaremos hospedados na casa de amigos, ou seja, no melhor hotel da viagem…  😉

MARÇO

01 – San Francisco;

02 – San Francisco;

03 РV̫o San Francisco / Orlando РQuality Inn & Suites near Florida Mall;

04 – Orlando;

05 – Orlando;

06 – Orlando;

07 – Orlando;

08 РV̫o Continental Orlando / Miami РThe Ocean Reef Suites;

09 – Miami;

10 – Miami;

11 – Vôo TAM Miami / Rio de Janeiro – e chegamos em casa… :mrgreen:

Vamos nos divertir muito, mas vamos também sentir saudades das nossas famílias e dos nossos amigos – viajem com a gente, Ok? 😉

Atualização em 29/04/2011: Ao longo da viagem, achamos por bem trocar as reservas de alguns hotéis – esses aparecem riscados no planejamento inicial, e substituídos pelos links dos hotéis onde efetivamente nos hospedamos.

Volta ao mundo – modo de fazer

RTW – todas as possibilidades…

Planejar uma viagem de volta ao mundo é mais fácil do que parece a princípio, mas demanda atenção, paciência e um bocado de desprendimento, já que nem sempre (quase nunca…) é possível manter o roteiro que se havia pensado originalmente. Todas as grandes alianças aéreas oferecem bilhetes RTW a tarifas muito viáveis, mas cheias de regras e restrições. Nós chegamos a dar uma olhada na Sky Team e na One World, mas a aliança que serve melhor quem pretende se concentrar na Ásia, como no nosso caso, é a Star Alliance.

Algumas regras são comuns a todas as alianças, e as mais básicas são:

1. A origem e o destino final devem ser cidades do mesmo país.

Não é necessário voltar ao ponto exato de partida. É possível, por exemplo, partir do Rio de Janeiro e chegar em São Paulo, Fortaleza, Porto Alegre. Nós não vamos usar essa possibilidade – nosso ponto de partida e chegada é o Rio de Janeiro.

2. A dire̤̣o dos v̫os deve ser sempre a mesma Рou se voa para leste ou para oeste, cruzando cada oceano apenas uma ̼nica vez.

Existe uma certa flexibilidade nesse ponto – dá pra ir primeiro a Bali e depois a Cingapura, por exemplo, quando se escolhe o sentido leste, mesmo que essa ordem signifique voltar um pouquinho para o oeste. Mas isso só vale para desvios muito pequenos – seguindo a direção leste, não se pode começar por Paris e depois voltar a Nova York pelo Oceano Atlântico – é preciso dar a volta pela Ásia.

3. O bilhete tem validade de 1 ano, com número limitado de escalas e segmentos de vôo.

Não cheguei a conferir os números exatos de todas as alianças, mas o bilhete da Star Alliance permite fazer 15 escalas e 16 segmentos de vôo. Na prática, isso significa que é importante escolher vôos diretos sempre que possível, porque um vôo com conexão queima 2 segmentos de vôo. Nós tentamos evitar as conexões ao máximo – só não conseguimos nos trechos Milão / Cingapura (conexão em Frankfurt) e Hanoi / Tóquio (conexão em Seul).

4. Um mesmo aeroporto não pode ser visitado mais de uma vez, nem mesmo para fazer uma conexão.

Essa regra dá uma dor de cabeça daquelas quando se pretende explorar mais a fundo um determinado país… Na Tailândia vamos ter que voar de Bangkok para Chiang Mai, de lá para Phuket, seguindo para Koh Samui e de volta a Bangkok com bilhetes extras, comprados fora da RTW, porque teríamos que voltar a Bangkok para seguir viagem, e isso não é permitido… :(

5. A tarifa do bilhete varia de acordo com o número de milhas voadas e com o número de escalas (por causa das taxas de embarque).

Na Star Alliance, pode-se escolher entre 3 categorias de bilhetes, de acordo com o número de milhas que se pretende voar – 29 mil, 34 mil e 39 mil. (Mas em todos o número máximo de segmentos é o mesmo… 😯 ).  Eu achei bem difícil começar a viagem no Brasil e conseguir se manter dentro das 29 mil milhas do bilhete mais em conta, porque o vôo inicial e o vôo final , no caso de quem escolhe começar ou terminar pelo hemisfério norte, gastam um montão de milhas. Nós optamos pelo bilhete de 34 mil.

Como o valor varia muito em função dessas escolhas, não vou falar em números absolutos. Mas, só para efeito de comparação, digo que o nosso bilhete, com todas as taxas de embarque incluídas, custou o equivalente a uma passagem para Nova York em classe executiva. Ou seja, não é baratinho, mas não é impossível – e a relação custo x benefício é sensacional! Um detalhe importante é que o bilhete pode ser pago com o cartão de crédito, mas não pode ser parcelado…

Pra começar a brincar…

Pra quem quiser come̤ar a se divertir fazendo planos para uma futura RTW, acho que a ferramenta mais interessante ̩ o mapinha interativo onde se pode simular os roteiros Рo da Star Alliance fica neste link aqui.

Um outro link muito útil é o de perguntas mais freqüentes – para acessar, é só clicar aqui.

Entretanto, na hora de fechar um roteiro a sério, a ferramenta interativa pode deixar muito a desejar, indicando vôos diretos onde só há conexões, entre outros errinhos. Nessa hora, o melhor é se armar de muita paciência e consultar o horário completo das companhias que fazem parte da Star Alliance, disponível em pdf aqui. (Essa dica super quente foi dada pela nossa querida Syvia, durante um passeio corridíssimo em Porto Alegre – muchas gracias, Sylvita! 😉 )

Logo, logo eu volto pra contar como ficou o nosso roteiro…

Vamos fazer uma volta ao mundo?

Eu e Paulinho – as duas metades da “excursão”… ;-)

Às vezes me parece muito engraçado pensar em como surgem as viagens… (Não sou só eu que penso isso, o Riq mesmo escreveu um post bem bacana sobre o assunto…)  Eu tenho várias histórias curiosas de viagens que surgiram de uma cisma, de uma cena de filme, de um trecho de livro, de um bate-papo despretensioso…

Com a volta ao mundo não foi diferente. Como praticamente todo mundo que gosta de viajar, eu tinha planos para uma RTW (Round the World – Volta ao Mundo) guardadinhos em algum canto da minha mente… Mas de uma hora pra outra, tudo deu certo, tudo se encaixou – o tempo disponível, o dinheiro guardado, a companhia ideal… 😉

Um dia, em meados de abril deste ano, eu e Paulinho combinamos de almoçar juntos no Rio Sul. Uma amiga nossa, a Vanessa, foi também. Antes de chegar ao restaurante, paramos um pouquinho pra namorar as vitrines de uma agência de viagens. Na época, estávamos pensando em ir à Turquia e/ou à Grécia… Acabamos saindo de lá com várias brochuras com idéias de viagens do mundo todo.

Depois do almoço, eu e a Vanessa fomos dar uma volta pelo shopping, e Paulinho foi trabalhar, tinha uma reunião super importante. Nós duas paramos para tomar um café – e, enquanto ela atendia o celular, eu comecei a folhear os papéis. Tudo o que eu via era Ásia, Ásia, Ásia – Cingapura, Indonésia, Tailândia, Camboja, Vietnã, Japão… Não pensei duas vezes: a Vanessa não saía do celular (rsrsrs…), então eu peguei o meu e mandei uma mensagem de texto para  Paulinho: “Estou surtando com esses papéis de viagem. Vamos dar uma volta ao mundo?”

Eu acho que falei de brincadeira – ou não? Não, talvez não tenha sido brincadeira, não… O fato é que não deu 2 minutos, o meu celular tocou e o que eu ouvi foi: “Fugi da reunião pra te ligar! Vamos, sim, vamos dar a volta ao mundo!!!” 😀

E assim foi. Nenhum dos dois contestou essa decisão impulsiva. De lá pra cá, passamos meses e meses fazendo milhões de planos, inserindo e retirando cidades do nosso roteiro, ensaiando rotas para o leste e para o oeste,  buscando mil alternativas para encaixar um roteiro viável, e que atendesse aos nossos anseios e expectativas – nada difíceis de conciliar, aliás… 😉

Embarcamos daqui a exatamente uma semana, no dia de Natal. Antes disso vou contar mais detalhes sobre o planejamento da viagem, o roteiro, os hotéis que escolhemos. Me aguardem! 😉

Cruzeiro à Patagônia, com esticada a Santiago, Mendoza e Buenos Aires: índice da viagem

Para finalizar, vamos então ao índice de posts sobre essa viagem, em ordem cronológica:

Viagem à Patagônia: roteiro

Viagem à Patagônia: orçamento

BUENOS AIRES E DELTA DO TIGRE

Hotel Lafayette, Buenos Aires – resenha

Tigre: indo e vindo – como chegar ao Delta do Tigre por conta própria

Tigre: dessa vez eu gostei!

Esquina Carlos Gardel – resenha

Manhã de domingo em San Telmo

NAVIO NORWEGIAN SUN

A bordo do Norwegian Sun

Norwegian Sun – entretenimento

Norwegian Sun – restaurantes

Norwegian Sun – mais algumas fotos

URUGUAI

Primeira escala: Montevidéu

PATAGÔNIA ARGENTINA I

Segunda escala: Puerto Madryn & Península Valdés

ILHAS MALVINAS / FALKLAND ISLANDS

Terceira escala: Islas Malvinas ou Falkland Islands?

PATAGÔNIA ARGENTINA II

Dobrando o Cabo Horn

Quarta escala: Ushuaia

PATAGÔNIA CHILENA

Quinta escala: Punta Arenas

Sexta escala: Puerto Chacabuco

Sétima escala: Puerto Montt

Última escala: chegada a Valparaiso

SANTIAGO

Hotel Neruda, Santiago – resenha

Dois dias em Santiago

MENDOZA

Dois dias em Mendoza

Hotel Argentino, Mendoza – resenha

Familia Zuccardi

Uma visita à Catena Zapata

Cavas Wine Lodge

BUENOS AIRES II

De volta a Buenos Aires: uma noite no Urban Suites Recoleta

Chá das cinco… y otras cositas más


Chá das cinco – y otras cositas más…

Nossa segunda passagem por Buenos Aires não tinha nenhum propósito turístico – a idéia era só mesmo relaxar e aproveitar o último dia de férias antes de voltar pra casa.

Pensando nisso, fizemos uma reserva para o chá da tarde do restaurante L’Orangerie, no Alvear Palace Hotel. Eu já tinha experimentado e aprovado, mas os meus pais só conheciam o chá do Marriott Plaza, e eu achava que eles gostariam bastante das delícias do Alvear.

Dito e feito – deixo que as fotos falem por si mesmas… 😉

Um dos ambientes do restaurante L’Orangerie

O chá é oferecido de 2a. a sábado das 16:30 às 19:00 h e, aos domingos, das 17:00 às 19:00h. É recomendável fazer reserva, pelo telefone 4808.2949 ou pelo próprio site.

Capricho nos detalhes…
Meu reflexo na tampa – “artístico”, mas não proposital… ;-)

Oficialmente, o valor do chá é individual – na época, estava em pouco mais de Ar$ 100; porém, na prática é quase impossível uma pessoa consumir sozinha toda a oferta de sanduichinhos, brioches, folhados, docinhos e tartelletes. Por isso, é uma ótima idéia ter uma companhia para esse programinha gastronômico! Pedindo uma xícara de chá extra, duas pessoas ficam bastante satisfeitas, provam de todas essas delícias, e nem gastam muito…

Deliciosas guloseimas…
No nosso caso, pedimos 2 chás para 3 pessoas

Uma dica: o chá é realmente bastante farto, o que torna a idéia de jantar nesse dia um tanto quanto absurda… Melhor guardar a reserva naquele restaurantezinho cobiçado para um outro dia, pra não perder a viagem… 😉

No dia seguinte, ou seja, no dia de voltar para casa, saímos para almoçar ali pelas cercanias do hotel mesmo, e eu aproveitei para experimentar um restaurante que tinha me deixado curiosa desde 2008 – 0 L’École de Gastronomie. Procurando agora no Guia Oleo, encontrei apenas o de Palermo, mas fui no da Recoleta, na própria Junín.

Fachada do L’École da Recoleta

No almoço, o preço do menu executivo é excelente: Ar$ 33! E compreende 3 pratos: entrada, prato principal e sobremesa.

Refeição completa a menos de R$20!
Salão interno do restaurante
Entradinha…
Um delicioso risotto…

Trocamos a sobremesa por um bom espresso e fomos tomar um sorvete no Freddo ali perto. Voltamos então ao hotel para fechar nossa conta, pegar a bagagem e esperar o remis que nos levaria de volta a Ezeiza para tomar o vôo para o Rio.

Fim de férias… Fim de uma viagem maravilhosa que seria apenas a primeira de muitas, nesse ano repleto de idas e vindas. 😉

De volta a Buenos Aires: uma noite no Urban Suites Recoleta

Saímos de Mendoza de manhã cedo em um vôo da Lan Argentina para o Aeroparque. Como teríamos que trocar de aeroporto e imprevistos sempre podem acontecer, me pareceu mais sensato e menos cansativo passar a última noite em Buenos Aires antes de voltar para casa.

E, se a idéia era coroar as férias vibaneando um pouquinho, por que não experimentar um hotel diferente? 😉

Fachada do Urban Suites Recoleta

O Urban Suites Recoleta é um hotel novinho, super bem localizado na Junín, em frente ao cemitério (parece estranho, mas lá isso é considerado boa localização, sim…). O local já foi mais animado, quando ainda existia o Village Recoleta, um shopping de entretenimento, na esquina da Junín com Vicente López. Ainda assim, dali anda-se a Recoleta inteira a pé, e o táxi para o centro e para Palermo sai super barato.

Vista da nossa varanda…
Outra vista da nossa varanda…

A única coisa que me preocupava era a Sahara Continent, um misto de bar / restaurante / boate que divide paredes com o Urban até o 5o.andar. Investiguei o Trip Advisor, e não vi nenhuma menção ao barulho – concluí que, ou os hóspedes estariam todos na Sahara até altas horas, ou o isolamento acústico do hotel deveria ser muito bom, e decidi arriscar… Claro, pesou o fato de que estaríamos lá em uma 5a.f., e não uma 6a. ou sábado. :mrgreen:

Sahara Continent, grudada no Urban até o 5o.andar

Fiz a reserva de um quarto triplo, pelo Booking, com diária a US$ 135 para pagamento adiantado.

Cama queen
Sofá-cama para o terceiro hóspede
Bastante espaço…

Poucos são os banheiros de hotel que fazem por onde merecer fotos aqui no I&V – quando um banheiro merece mais de uma foto, é porque é bonito mesmo! 😀

Sou fã de um banheiro bonito!
Adorei a divisória de vidro – nada de cortininhas horrorosas…
Só um pequeno defeito: a iluminação poderia ser melhor…

O único ponto que deixou a desejar foi a iluminação, que ficava abaixo do espelho, e não ajudava nada na hora da maquiagem – tudo bem, a decoração do quarto também é feita em tons bem sóbrios e masculinos, mas não se pode esquecer tanto assim das moças, né? 😳

Em compensação, as amenities eram ótimas!

Por fim, à noite tive a grata surpresa de confirmar que realmente o isolamento acústico do hotel é de primeiríssima qualidade! Com a porta da varanda fechada não se ouve um barulhinho sequer vindo da boate ao lado – e fui até a varanda confirmar que a animação estava rolando solta…

Cavas Wine Lodge

Cavas Wine Lodge

Algum tempo antes de ir para Mendoza, eu vi um episódio daquele programa “Destino Lua-de-Mel”, do Discovery Travel & Living, que se passava em Mendoza – e o casal de apresentadores se hospedava justamente no Cavas Wine Lodge.

Destino Lua-de-Mel – Mendoza

Vista do salão principal

Fiquei encantada com o hotel, mas ele não apenas estava acima do nosso orçamento – também ficava localizado lá em Luján de Cuyo, e não em Mendoza propriamente dita…

Piscina em meio aos vinhedos

Mas, como iríamos a Luján de qualquer forma, para visitar a Catena Zapata, pensei “por que não ir visitar o Cavas, ou melhor, por que não almoçar no Cavas”?!?

A entrada do spa

Fiz então uma reserva para o almoço – e, de cortesia, ganhamos uma bela visita guiada pelas dependências do hotel. Fomos à piscina, ao spa, ao anfiteatro, à adega, aos chalés, aos vinhedos… (Infelizmente, nem tudo pôde ser fotografado.)

Vinhedos a perder de vista
Uvas deliciosas ao alcance das mãos

Ao fim da visita, nos dirigimos então ao restaurante – resolvemos escolher um lugar na varanda, para aproveitar ao máximo a paisagem…

Mais um pra coleção de brindes do I&V!

Como fazia bastante calor, resolvemos optar por um vinho branco bem geladinho, um torrontés que não vou nunca mais ser capaz de lembrar qual era… 😳

Pãezinhos e azeite – preciso de pouco pra ficar feliz… ;-)
Um ceviche de entrada – eu AMO ceviche…
Um risotto levinho, apropriado para o calor…
Mas quem disse que a carne argentina perde o seu lugar?
Um cheesecake de sobremesa…
Ou uma mousse de doce de leite?

Depois do Nespresso que coroou essa refeição tão delicada e saborosa, saí do Cavas Wine Lodge com uma certeza inabalável de que um dia eu PRECISO voltar, mas dessa vez para me hospedar lá, não apenas para o almoço… 😉

Uma visita à Catena Zapata

A pirâmide da Catena Zapata

No dia seguinte, tomamos um rumo diferente – seguimos para Luján de Cuyo, onde estão muitas das vinícolas de Mendoza. Tínhamos feito reserva para uma visita guiada na Catena Zapata.

Salão principal da vinícola

Eu não sou nenhuma especialista em vinhos, então me sinto bem à vontade para dizer que essas visitas a grandes vinícolas já não me encantam mais. Acho que aprendi o básico, e não tenho mais muita paciência para as visitas guiadas, que me parecem sempre muito semelhantes…

Mas é engraçado que esse cansaço, no meu caso, não se aplica às visitas a vinícolas menores, familiares, aquelas em que chegamos sem hora marcada e somos recebidos para um bate-papo informal muitas vezes pelos próprios donos… Nesses casos, cada visita é completamente diferente da outra, e as conversas são super interessantes e instrutivas!

Começando a transformar uvas em vinho…
Sala do tesouro

Acabei prestando mais atenção à própria arquitetura da vinícola. Imagino que a pirâmide da Catena Zapata acenda algumas paixões, que as pessoas amem ou detestem… Eu não amei nem detestei – achei a idéia engraçada, e um tanto quanto cafona, na verdade… 😉

Passagem “secreta” para o terraço

Mas o interior da pirâmide me ganhou, tenho que admitir. Achei o máximo essa luz natural banhando o salão principal, e a passagem para o terraço é simplesmente linda!!!

Não é lindo?!?

A vista lá do topo também é impressionante – vinhedos e mais vinhedos…

Vinhedos a perder de vista

O momento alto das visitas para mim hoje em dia é a degustação – já estou até imaginando os risinhos maldosos… :mrgreen: Mas é justamente nessa hora que boa parte das grandes vinícolas peca, oferecendo degustações “em massa”, que não acrescentam muita coisa ao visitante…

Fonte: http://ojantarestaservido.blogspot.com/2009/12/catena-zapata-fantastica-fabrica-de.html

Felizmente, esse não é o caso da Catena Zapata! Mas, como eu sou pouquíssimo versada no assunto, deixo aqui o caminho para uma leitura bem mais instrutiva… 😉

O Jantar está Servido, por Cláudia Holanda.

Familia Zuccardi

Entrada da Familia Zuccardi

Chegamos ao hotel já meio em cima da hora para o almoço – tínhamos uma reserva na Familia Zuccardi, e não queríamos perder de jeito nenhum. Logo vimos a importância de ter contratado o remis ao invés de alugar um carro. Nós tínhamos muito pouco tempo na cidade para usar esse tempo  perdidos pelas estradas mal sinalizadas de Mendoza, tínhamos que ir direto ao ponto!

A entrada do restaurante
Almoço ao ar livre

O espaço aberto do restaurante é super convidativo – mas, como estávamos em fevereiro, e fazia calor, achamos por bem ficar na parte fechada. Essa parte é fechada por vidro, então se tem a paisagem da mesma forma, só que com ambiente climatizado… 😉

A parte “fechada” do restaurante

Nos contatos via email, soubemos que o restaurante oferece 3 tipos de menus de almoço – o regional, o degustación e o oliva. Os preços são do início de 2010, então podem estar (e provavelmente estão!) defasados.

Menú Regional: consiste en el tradicional asado y ensaladas criollas acompañado por panes y empanadas cocinados en horno de barro a la vista y un exquisito postre regional. Incluye vinos Santa Julia Varietal y Reserva. ($135)

Menú Degustación: consta de 6 pasos elaborados con productos regionales de estación y maridados con los vinos de Familia Zuccardi. Este menú es estacional y se presenta con el cambio de la misma. ($155)

Menú Oliva: consta de 4 pasos elaborados con productos regionales, en base a nuestros aceites varietales y maridado con los vinos de Familia Zuccardi. ($155)

Nossa escolha foi o menu regional – e acabei não fotografando nem as empanadas nem os assados, porque eram servidos em travessas de mesa em mesa, e eu fiquei sem graça de interromper o serviço pra fazer as fotos… 😳

Deliciosos pãezinhos pra começar a “conversa”
Azeites produzidos na vinícola
Degustação de azeites especiais
Milhos, cebolas e batatas à moda regional
Uma delícia de sobremesa…

Depois do almoço, fomos fazer a visita à vinícola propriamente dita. O preço da visita está incluído no valor do almoço, mas a visitação está aberta ao público em geral, com o pagamento de uma pequena taxa.

Infra-estrutura: a casa do visitante

Em quase todas as vinícolas é importante fazer reservas prévias – há muita procura, e as vinícolas são distantes da cidade, então é melhor não arriscar se desabalar até uma delas e não poder visitar…

Parreirais e mais parreirais
Ponto de partida e chegada da visita

Avisita começa e termina na lojinha da vinícola, onde se pode comprar vinhos, azeites e outros produtos. Me recomendaram uma geléia de malbec que dizem ser maravilhosa, mas não tinha mais nem umazinha na loja… Fica a dica aos mais sortudos!

Malamado?!? ;-)

Por curiosidade, vou contar a historinha do Malamado… Curioso esse nome, não? Malamado teria a ver com “mal amado”? Não, não, não – na verdade, trata-se de uma sigla, que significa MALbec A la MAnera De Oporto… 😆

A Familia Zuccardi fica em Maipu, na Ruta Provincial 33. Nessa mesma região está também a Bodega La Rural e seu Museo del Vino, que infelizmente não tive tempo de visitar, já que passamos apenas a tarde nessa região, e tudo fecha cedo… Me parece que o melhor, para quem quiser fazer os dois passeios, seria ir à Rural logo pela manhã e depois almoçar na Zuccardi e ficar para a visita.