Familia Zuccardi

Entrada da Familia Zuccardi

Chegamos ao hotel já meio em cima da hora para o almoço – tínhamos uma reserva na Familia Zuccardi, e não querí­amos perder de jeito nenhum. Logo vimos a importância de ter contratado o remis ao invés de alugar um carro. Nós tínhamos muito pouco tempo na cidade para usar esse tempo perdidos pelas estradas mal sinalizadas de Mendoza, tí­nhamos que ir direto ao ponto!

A entrada do restaurante

Almoço ao ar livre

O espaço aberto do restaurante é super convidativo – mas, como estávamos em fevereiro, e fazia calor, achamos por bem ficar na parte fechada. Essa parte é fechada por vidro, então se tem a paisagem da mesma forma, só que com ambiente climatizado… 😉

A parte “fechada” do restaurante

Nos contatos via email, soubemos que o restaurante oferece 3 tipos de menus de almoço – o regional, o degustación e o oliva. Os preços são do iní­cio de 2010, então podem estar (e provavelmente estão!) defasados.

Menú Regional: consiste en el tradicional asado y ensaladas criollas acompañado por panes y empanadas cocinados en horno de barro a la vista y un exquisito postre regional. Incluye vinos Santa Julia Varietal y Reserva. ($135)

Menú Degustación: consta de 6 pasos elaborados con productos regionales de estación y maridados con los vinos de Familia Zuccardi. Este menú es estacional y se presenta con el cambio de la misma. ($155)

Menú Oliva: consta de 4 pasos elaborados con productos regionales, en base a nuestros aceites varietales y maridado con los vinos de Familia Zuccardi. ($155)

Nossa escolha foi o menu regional – e acabei não fotografando nem as empanadas nem os assados, porque eram servidos em travessas de mesa em mesa, e eu fiquei sem graça de interromper o serviço pra fazer as fotos… 😳

Deliciosos pãezinhos pra começar a “conversa”

Azeites produzidos na viní­cola

Degustação de azeites especiais

Milhos, cebolas e batatas à moda regional

Uma delí­cia de sobremesa…

Depois do almoço, fomos fazer a visita à viní­cola propriamente dita. O preço da visita está incluí­do no valor do almoço, mas a visitação está aberta ao público em geral, com o pagamento de uma pequena taxa.

Infra-estrutura: a casa do visitante

Em quase todas as vinícolas é importante fazer reservas prévias – há muita procura, e as vinícolas são distantes da cidade, então é melhor não arriscar se desabalar até uma delas e não poder visitar…

Parreirais e mais parreirais

Ponto de partida e chegada da visita

A visita começa e termina na lojinha da viní­cola, onde se pode comprar vinhos, azeites e outros produtos. Me recomendaram uma geléia de malbec que dizem ser maravilhosa, mas não tinha mais nem umazinha na loja… Fica a dica aos mais sortudos!

Malamado?!? 😉

Por curiosidade, vou contar a historinha do Malamado… Curioso esse nome, não? Malamado teria a ver com “mal amado”? Não, não, não – na verdade, trata-se de uma sigla, que significa MALbec A la MAnera De Oporto… 😆

A Familia Zuccardi fica em Maipu, na Ruta Provincial 33. Nessa mesma região está também a Bodega La Rural e seu Museo del Vino, que infelizmente não tive tempo de visitar, já que passamos apenas a tarde nessa região, e tudo fecha cedo… Me parece que o melhor, para quem quiser fazer os dois passeios, seria ir à Rural logo pela manhã e depois almoçar na Zuccardi e ficar para a visita.

16 thoughts on “Familia Zuccardi

  1. Eu tenho uma ideia que quem ja visitou uma vinicola ja visitou todas, o que voce acha?

    • Permita-me discordar cara Bernardette. Como em quase tudo no Mundo há o ruim, o bom e o excelente. Isto também se aplica às Vinícolas, sejam elas no Brasil ou no exterior.
      No Brasil gostaria de classificar ao nível de excelente as casas Miolo e a Casa Valduga, ambas no RS. Tanto no quesito investimento na produção de vinhos superiores como também na excelência em receber o visitante, em ambas é possível você fazer um tour guiado e, ao final, degustar um agradável almoço – caso da Casa Valduga que mantém o restaurante “Mamma Gema”. Nas inúmeras opções no exterior, destaco o almoço harmonizado da Vinícola Familia Zuccardi em Mendoza, Argentina. Em um lugar maravilhoso e aos “Pés da Cordilheira dos Andes”, tem-se a oportunidade de uma experiência gastronômica inesquecível. Só lembrando que, em período de Férias ou feriados prolongados, é recomendável fazer reservas em ambas. Grande abraço……

  2. Hahaha… 😆 De certa forma, sim – mas, na verdade, acho que não… 😉

    Nas primeiras visitas que eu fiz, achei tudo muito igual mesmo! Depois fui começando a perceber as diferenças entre visitar uma viní­cola grande, de produção industrial, e uma pequena, administrada por uma famí­lia…

    Hoje em dia curto muito mais fazer visitas a essas viní­colas familiares, batendo um papo informal com as pessoas que nos recebem (muitas vezes são os próprios donos) do que as visitas guiadas para grupos enormes de turistas, com degustações “pasteurizadas”… É muito mais divertido, e aprende-se à beça!!!

  3. Em tempo: em Mendoza só fui a viní­colas grandes – a própria Familia Zuccardi e a Catena Zapata. Mas aqui no Brasil, no Vale dos Vinhedos, visitei 3 menores que AMEI: a Marco Luigi e a Dom Laurindo, em 2005, e agora, em 2010, a Angheben. 😉

  4. Eu escrevi so para provocar uma resposta, estou com ideia de ir ao Vale dos Vinhedos e queria saber a sua opinião sobre vinicolas.

  5. Eu acho que vale a pena, Bernardette – fugindo um pouco das viní­colas grandonas e focando mais nas pequenas é um passeio bem gostoso!!!

  6. Entendo que quando se quer aprender temos de ir tanto nas pequenas quanto nas grandes vinícolas. Cada uma vai te oferecer conhecimentos diferentes. Agora, que é muito mais gostoso, muito mais que uma degustação. É super agradável ficar uma tarde numa pequena viní­cola, conversando com os profissionais ou até, mesmo, com sorte, com os proprietários.
    É assim que vejo.

    Alguem tem alguma dica ou recomenda em Mendoza um hotel rural ou viní­cola, com tudo que temos direito? Pretendo passar este Revellion lá, com minha mulher e filha de 7 anos. Direto do Rio para Mendoza e de lá pro Rio.
    Obrigado

  7. Carla, você esteve em Mendoza e Santiago em fevereiro? Estou programando uma viagem para estas mesmas cidades e mais Bariloche e região dos lagos no Chile, em janeiro/fevereiro. Eu gostaria de saber sobre o clima. O calor é um impecilho para os passeios em Mendoza e Santiago?
    Aproveito para perguntar se você conhece e recomenda Bariloche no verão e se tem alguma dica de cidade na região dos lagos chilena.
    Um abraço!

    • Sim, Luiza, eu fui a Mendoza e Santiago em fevereiro. Realmente faz bastante calor, mas isso não impede os passeios, não… Use roupas frescas, adequadas para o calor, proteja-se do sol e divirta-se!

      Sobre o sul do Chile, conheço Puerto Montt, Puerto Varas e Frutillar, e recomendo Puerto Varas principalmente para se hospedar. Frutillar fica 20 km ao norte, e é um ótimo lugar para ir passear; já Puerto Montt fica 20 km ao sul, e é uma cidade grande e movimentada, sem maiores atrativos. Nunca estive em Bariloche no verão…

  8. Boa tarde, Carla. Estou indo para Mendoza em outubro, e alugaremos um carro para os passeios às viní­colas. Para a visita às vinicolas pequenas, familiares, é necessário agendar horário, ou podemos apenas tocar a campainha na porta? (penso que seria muito interessante pararmos nas viní­colas menores sem um roteiro engessado….)
    Obrigada e um abraço.

    • Vanessa, quase todas as vinicolas pedem que se faça reserva para visitar. Eu não correria o risco de ficar sem visitar por não ter reserva – nesse caso, acho válido enviar um email a cada viní­cola onde você gostaria de ir e consultar sobre a necessidade de fazer a reserva. De acordo com as datas da sua viagem, se é alta ou baixa temporada e tal, eles vão poder te informar melhor.

      Apenas uma sugestão: não me pareceu uma boa ideia alugar carro em Mendoza, não… A cidade é mal sinalizada, e a maioria das viní­colas não tem placas indicativas. Nós contratamos um remis (motorista) pelo dia, pagando uma diária pouco superior à do aluguel do carro – e esquecemos até mesmo a preocupação de não poder beber e dirigir. Vale pensar no assunto… 😉

      • Oi Carla. Muito obrigada pelas dicas. Pelo que pesquisei nos blogs, as viní­colas mais conhecidas aparecem no GPS. As menores é que são o problema…. Vamos pensar em contratar um remis.
        Um abraço.

  9. Pingback: Idas e Vindas – Viagens e Aventuras » Cruzeiro à Patagônia, com esticada a Santiago, Mendoza e Buenos Aires: índice da viagem

  10. Estou indo em Junho junto com mais 3 pessoas, e estavamos pensando em alugar um carro. Depois de seu post estou reconsiderando.
    Você pode passar o contato do seu remis?

    Obrigada pelas dicas

    • Priscila, hoje em dia, com a maior disseminação do GPS e dos aplicativos de localização, eu acho que esse nem seria mais um motivo para não se alugar um carro. Mas eu não sei como são as leis na Argentina em relação ao nível de álccol tolerado para dirigir… Vale a pena se informar e ver se dá pra conciliar degustações e direção!

      Eu não tenho mais o contato do nosso remis. Passei para várias pessoas na época, mas, depois de algum tempo, outras já não conseguiram contactá-lo. Não sei dizer se ele trocou de telefone ou até de profissão. De todo modo, nós pedimos indicação na recepção do hotel.

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