Uma visita à Catena Zapata

A pirâmide da Catena Zapata

No dia seguinte, tomamos um rumo diferente – seguimos para Luján de Cuyo, onde estão muitas das vinícolas de Mendoza. Tínhamos feito reserva para uma visita guiada na Catena Zapata.

Salão principal da vinícola

Eu não sou nenhuma especialista em vinhos, então me sinto bem à vontade para dizer que essas visitas a grandes vinícolas já não me encantam mais. Acho que aprendi o básico, e não tenho mais muita paciência para as visitas guiadas, que me parecem sempre muito semelhantes…

Mas é engraçado que esse cansaço, no meu caso, não se aplica às visitas a vinícolas menores, familiares, aquelas em que chegamos sem hora marcada e somos recebidos para um bate-papo informal muitas vezes pelos próprios donos… Nesses casos, cada visita é completamente diferente da outra, e as conversas são super interessantes e instrutivas!

Começando a transformar uvas em vinho…

Sala do tesouro

Acabei prestando mais atenção à própria arquitetura da vinícola. Imagino que a pirâmide da Catena Zapata acenda algumas paixões, que as pessoas amem ou detestem… Eu não amei nem detestei – achei a idéia engraçada, e um tanto quanto cafona, na verdade… 😉

Passagem “secreta” para o terraço

Mas o interior da pirâmide me ganhou, tenho que admitir. Achei o máximo essa luz natural banhando o salão principal, e a passagem para o terraço é simplesmente linda!!!

Não é lindo?!?

A vista lá do topo também é impressionante – vinhedos e mais vinhedos…

Vinhedos a perder de vista

O momento alto das visitas para mim hoje em dia é a degustação – já estou até imaginando os risinhos maldosos… :mrgreen: Mas é justamente nessa hora que boa parte das grandes vinícolas peca, oferecendo degustações “em massa”, que não acrescentam muita coisa ao visitante…

Fonte: http://ojantarestaservido.blogspot.com/2009/12/catena-zapata-fantastica-fabrica-de.html

Felizmente, esse não é o caso da Catena Zapata! Mas, como eu sou pouquíssimo versada no assunto, deixo aqui o caminho para uma leitura bem mais instrutiva… 😉

O Jantar está Servido, por Cláudia Holanda.

8 thoughts on “Uma visita à Catena Zapata

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