Decoração de Ano Novo no The Pavilion

Dia 13, 07/01 – Kuala Lumpur

No 13o. dia da viagem, saímos de Cingapura de manhã bem cedo com destino a Kuala Lumpur, em um vôo da low cost Air Asia. Desembarcamos no LCCT (Low Cost Carrier Terminal), que dista 60 km do centro da cidade, trajeto que se faz em mais ou menos 1 hora de táxi, ao custo de aproximadamente US$ 25.

Chegamos ao Piccolo Hotel antes do horário previsto para o check-in, então decidimos fazer o nosso registro, guardar as malas e sair para um pequeno passeio. Entregamos nossos passaportes na recepção e qual não foi a nossa surpresa ao sermos informados pela recepcionista que bastaria que Paulinho se registrasse. Vale lembrar que estávamos em um país muçulmano… 😉

Entrada do Piccolo Hotel, em uma rua lateral da Bukit Bintang

O hotel fica localizado no Golden Triangle, a área mais sofisticada de Kuala Lumpur, onde se encontram os melhores hotéis da cidade e várias lojas de grifes internacionais.

Lojas sofisticadas na Bukit Bintang

Fomos caminhando até o Pavilion, um dos maiores e mais elegantes shoppings da cidade, com grande variedade de lojas, restaurantes e até um supermercado.

Entrada do The Pavilion

Chegamos justamente na época da celebração do Ano Novo chinês, e vimos a cidade decorada para as comemorações. Por ser este o Ano do Coelho, lembramos bastante da nossa decoração de Páscoa…

Decoração de Ano Novo no The Pavilion

Logo ao entrar, nossa atenção foi atraída pela música que tocava em frente ao shopping – uma música chinesa, em alto e bom som, que para nós se tornou o símbolo de Kuala Lumpur.

Pedacinho de Brasil em Kuala Lumpur

Comprovamos a variedade de lojas do Pavilion ao nos depararmos com uma loja das nossas legítimas Havaianas – as que não deformam, não soltam as tiras e não têm cheiro… 😉

Trânsito na Bukit Bintang

Ao sair do Pavilion ficamos impressionados com o trânsito intenso na Bukit Bintang – uma constante ao longo do tempo em que ficamos na cidade, fosse durante o dia ou à noite.

O monorail de Kuala Lumpur

O monorail de Kuala Lumpur pode ser de grande valia para evitar o trânsito pesado. O JB, em um de seus posts sobre a cidade, ensina o passo-a-passo para usá-lo. Nós fizemos a opção de passear a pé, pois a área turística é relativamente pequena, bastante arborizada, e é fácil e agradável caminhar pelos principais pontos.

Nossa primeira visão das Petronas

Decidimos começar o nosso passeio seguindo em direção às Torres Petronas, o maior cartão-postal da Malásia.

Não são só as Petronas que chamam a atenção…
KLCC Park, próximo às Petronas
Vida boa no parque
Só praticamente deitando no chão se consegue essa foto…

Visitamos as “Pretonas” ( 😆 ) apenas pelo lado de fora. Quando estivemos na cidade, a visita à passarela do 42o.andar era gratuita, mas o número de visitantes era restrito a 1200/dia. Para conseguir uma senha, era preciso chegar de madrugada. Em férias, optamos por não fazer o que nos pareceu um “programa de índio”…  Soubemos que hoje a visitação já segue regras diferentes – sugerimos uma visita ao site oficial para conferi-las antes de viajar.

Após algumas horas de caminhada, resolvemos então parar para almoçar.  Kuala Lumpur nos impressionou pela variedade de cozinhas internacionais representadas em seus restaurantes.

Carlos Mexican Canteena – The Pavilion

Escolhemos um restaurante mexicano, Carlos Mexican Canteena, em uma agradável ruazinha já no caminho de volta para o hotel. Após o almoço descobrimos que essa ruazinha não era bem uma ruazinha, e sim a área externa do Pavilion

Almoço com temperinho mexicano

Voltamos então para o hotel para um merecido descanso. Saímos novamente apenas à noite, para um jantar tailandês no Celadon Royal Thai Cuisine, também situado no Pavilion.

Celadon Royal Thai Restaurant

Novamente constatamos que as mulheres não têm muita vez em países muçulmanos… Com esse belíssimo ambiente para admirar, fomos alocados em uma mesa de canto, com Paulinho voltado para o restaurante  😀 e Carla… para a parede!!! :-(

O lindo salão do Celadon
Deliciosas opções do Celadon

Entre as inúmeras opções do cardápio bem variado, encontramos a nossa entrada tailandesa favorita, o kratong tong…

Kratong Tong e chá tailandês no Celadon
Nossos eleitos para o jantar

Como pratos principais, Paulinho escolheu uma carne vermelha e Carla um frango, tão deliciosos que acabamos provando dos dois pratos… Recomendamos os dois restaurantes como opções interessantes nessa região da cidade.

Noite na Bukit Bintang
Noite na Bukit Bintang, com o Piccolo Hotel ao fundo

Voltamos então caminhando para o hotel para cair nos braços de Morfeu, já prevendo a intensa programação que nos aguardava no dia seguinte.

28 comentários em “Dia 13, 07/01 – Kuala Lumpur”

  1. Carla,

    Estamos blogando sobre o mesmo lugar ao mesmo tempo. Synchronicity total!!

    Ah, e vc tirou uma foto do hotel onde fiquei…

    1. Patricia, se for pelo hub especificamente, eu escolheria Cingapura, até porque o aeroporto de KL é longe demais da cidade. Mas eu amei as duas cidades, achei que são completamente diferentes e que ambas têm muito a oferecer. Eu tentaria incluir as duas no roteiro… 😉

  2. Olha eu de novo….rs
    Carla, vc. fez referencia aos passaportes na recepção, nao entendi quando disse que estranhou nao pedirem pois sao muçulmanos?
    Vi um arrozinho prato de vcs. e o tempero lá, existe e é bom? Quanto ao idioma, o povo na rua fala o ingles? e a moeda, eles aceitam dolares normalmente? Voces ficaram em Kuala 2 dias? E o valor da diaria do hotel quanto ficou? Desculpe a curiosidade, mas viajei com vcs tbm…e terao que me suportar até o final….rsrs

    1. Rafinha, nós não dissemos que eles não pediram os passaportes – dissemos que apenas Paulinho precisou se registrar no hotel, já que, como o país é muçulmano, uma mulher “não conta”… Imagino que teria sido diferente caso eu estivesse viajando sozinha.

      Come-se arroz por toda a Ásia, mas o tempero não é como o nosso. Na maior parte das vezes, nos parece bastante sem gosto – mas é um excelente contraponto aos temperos mais fortes dos outros pratos.

      Quanto à comunicação, falamos inglês sem problemas em todos os locais que lidam com turistas – hotéis, restaurantes, atrações. Mas não conte se comunicar em inglês com as pessoas na rua.

      Sobre a moeda, trocamos dólares por ringgits malaios, a moeda local. Em janeiro, o câmbio era US$ 1 = 3 MYR. Trocamos um pouco de dinheiro na chegada, depois sacamos um pouco mais em ATMs e usamos sem problemas o cartão de crédito.

      Sim, passamos 2 dias inteiros em KL – e vou falar depois sobre o hotel em um post específico, Ok?

      1. Legal, Carla, nao havia me atendado pelo detalhe de vc. ser mulher no seu comentario na recepcão do hotel, vc. sempre muito atenciosa, sei que o foco da viagem nao era compras, mas o que acharam dos preços de marcas famosas e eletronicos se e que tiveram tempo de ver?

        1. Ih, Rafinha, não vimos nada disso por lá, não… Chegamos a ver algumas câmeras e lentes em Cingapura e achamos os preços semelhantes aos dos EUA, mas foi só isso mesmo…

        2. Rafinha,

          Estava comparando os preços de notebooks e do Ipad durante a viagem e estavam um pouco melhores em Bangkok e Cingapura.

          1. Legal JB, obrigado tbm…, pois sempre procuro relacionar os bons roteiros para compras, mesmo em viagem a passeio ou negocios.

  3. Oi Carla, tudo bem
    Cheguei a teu blog através do VNV e confesso que já estive aqui muitas vezes, mas nunca comentei =(
    Bom, hj queria uma ajuda sua. Já vi em alguns posts vc mencionar o Asia rooms para reservar hotéis e hj fui lá pra procurar um hotel pra Fortaleza, pois tenho um congresso lá que cai junto com meu primeiro aniversário de casameto. Então, queria um hotel melhorzinho, ne. Enfim, lá achei o Vila Galé Fortaleza por 76 a diaria! Mas estou meio assim pq no site do hotel o valor é muitíssimo mais alto. Já vi que esse valor lá é bed and breakfast apenas e talvez pelo hotel seja ll inclusive, mas msm assim achei muuuuito barato, por isso fiquei com um pé atrás. Imagino que se vc menciona aqui eh pq recomenda o site, mas vc costuma encontrar valores mt discrepantes assim, acha que posso confiar? Obrigada!

    1. Jackie, já faz algum tempo que não uso o Asia Rooms. Nas vezes em que usei, realmente não tive nenhum problema – mas também não cheguei a comparar os preços entre o AR e o site dos hotéis. Sugiro que você entre em contato com o hotel para conferir essa sua hipótese…

  4. Ah, conta mais! Já estou completamente envolvido pela viagem. Saudade das novelas!

    Mas engraçado, você teve este tratamento mesmo sendo turista? Que cousa! Pensei que eles fossem mais flexíveis quanto a isso.

    1. As novelas estão voltando, Alexandre!

      Pois é, mesmo sendo turista o tratamento foi “tradicional”… Mas acho que se eu estivesse sozinha seria diferente – eu e Paulinho fomos tratados como sendo casados, e não amigos…

  5. Oi Carla! Tudo bem??
    Estou adorando seus relatos e ansiosa pelos próximos, pois estou indo para o Sudeste Asiático e Bali em outubro.
    Só quenão estou conseguindo fechar o roteiro. Sei que você disse que Cingapura e KL sào muito diferentes e tal, mas preciso de um conselho. Se você tivesse que escolher entre Cingapura, Kl e Vietnan, qual vc escolheria?? Só posso colocar uma dsa 3 no roteiro!
    Obrigada,
    Dri

    1. Adriana, não sei quanto tempo você alocaria para esse destino escolhido, mas eu acho que não vale a pena se deslocar até o Vietnã para ficar menos de 1 semana – eu faria no mínimo Hanoi, Hue e Halong Bay (as minhas escolhidas), sabendo que estaria deixando ainda outras opções de fora.

      Para Cingapura e KL uns 2 ou 3 dias em cada estão de bom tamanho, com a vantagem de que estão a meia hora de vôo de distância…

      Mas, se EU tivesse que escolher apenas uma, ficaria com Cingapura…

  6. Bom dia.

    Já faz um tempo que acompanho o seu e vários outros blogs de qualidade que você citou acima, como o Aquela Passagem, Turomaquia, e A Turista Acidental.
    Após ter passado por mais de 30 países, resolvi criar coragem e começar a compartilhar as minhas experiências e principalmente as dicas que coletei nos lugares ou mesmo antes de viajar para auxiliar outros viajantes independentes.
    Embora esteja apenas começando, gostaria de convidá-lo a uma visita: http://cumbicao.blogspot.com/
    Fique à vontade para fazer sugestões e se for o caso recomendar.

    Abraço.

    Diogo Alberto Avila dos Santos Silva.
    cumbicao.blogspot.com – Dicas de Viagem

  7. Carla,

    Me permita tirar uma dúvida tanto tempo depois… como viajar de low cost com malas de uma viagem tão longa? quanto custou para despachar?

    1. Nando, quando viajamos de low cost, fora do bilhete RTW, nós deixamos a bagagem principal no depósito de bagagem dos aeroportos. Escolhemos esses aeroportos como base dos voos low cost exatamente por essa facilidade. Usamos o serviço no Aeroporto de Changi, em Cingapura, e no Aeroporto de Suvarnabhumi, em Bangkok.

      Nas duas ocasi̵es, despachamos bagagem mesmo assim Рmas, como viajamos com malas pequenas, ṇo custou caro. Pagamos para despachar a bagagem com anteced̻ncia, quando compramos a passagem Рse ṇo me engano, foi cerca de US$ 10 a 15 para um volume at̩ 20 kg.

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