Dias 25 a 27, 19 a 21/01 – Nusa Dua, Bali

Entrada do Meliá Bali

     

Na última manhã em Sanur, pedimos um táxi no hotel para seguir viagem para a nossa terceira base – a península de Nusa Dua, onde estão localizados os grandes resorts da ilha de Bali. Fizemos um breve deslocamento, ao custo de Rp$ 180.000 (rúpias indonésias), ou 180 Bintangs, ou US$ 20. (É interessante reparar que o custo do deslocamento de táxi foi mais alto do que quando utilizamos os serviços de transfer dos hotéis…)

Lobby do Meliá Bali

Chegamos ao Meliá Bali, em Nusa Dua, ao fim da manhã, e fomos agraciados com o melhor upgrade de toda a VAM – o nosso quarto standard foi trocado por uma belíssima e espaçosa suíte duplex… :D

Bar de Tapas
Petiscos e welcome drink

Deixamos a bagagem no quarto e descemos para conhecer o hotel. Seguimos com o firme propósito de passar mais alguns dias sem calçar sapatos, elevando ao quadrado o ócio que já tínhamos vivido em Sanur… Nosso primeiro ponto de parada foi o Bar de Tapas, onde pedimos nosso welcome drink e acabamos vivenciando pela segunda vez um temporal típico das monções balinesas…

Praia do Meliá Bali
Praia do Meliá Bali
Praia do Meliá Bali
A fim de surfar? ;-)

Logo após a chuva, começamos a explorar o espaço do hotel e a praia em frente. Nessa região, é possível caminhar de um resort para o outro pela orla sem barreiras entre um e outro – praticamente todos têm belos jardins, piscinas, bares e restaurantes próximos à praia, quiosques de massagem e atividades de entretenimento para os hóspedes.

A caminho do Restaurante El Patio
Restaurante El Patio
Restaurante El Patio

    

Na nossa primeira noite, fomos conhecer o Restaurante El Patio, que funciona para o jantar em sistema de buffet, e onde também é servido o café da manhã. Nosso spaghetti com molho de camarões estava muito gostoso…

Jardins do Meliá Bali vistos do 4o. andar
No térreo, as suítes com piscina privativa

Passamos dias de muito descanso em Nusa Dua. Pela manhã, da varanda do nosso quarto, com essa vista linda para os jardins do hotel, decidíamos se iríamos primeiro para a praia ou para a piscina, se faríamos a aula de alongamento e hidroginástica ou não, e se iríamos almoçar de verdade ou apenas fazer um lanche… A série de fotos abaixo relata melhor do que qualquer coisa que pudéssemos dizer os dias perfeitamente relaxantes que passamos ali… :)

Passeio pela orla
Passeio pela orla
Spa à beira-mar

     

Jogo de xadrez
Jardins do Meliá Bali
Jardins do Meliá Bali
Um pouco de piscina…
Um pouco de praia…
Almoço no Bar de Tapas
Um close nos chicken satays
Demonstração de escultura em frutas

 

O escultor e sua obra
Mais um pouco de piscina…
Mais um pouco de praia…
Alguns dias de dolce far niente…
… sem qualquer tipo de obrigação! ;-)

Ao fim de 10 dias em Bali, sem nenhuma obrigação turística a cumprir, estávamos com as baterias completamente recarregadas, mesmo após quase 1 mês de viagem, e prontos para iniciar uma nova etapa: a Tailândia de norte a sul. ;-)

Dias 21 a 25, 15 a 19/01 – Sanur, Bali

Entrada do Hotel Griya Santrian

No próprio hotel de Ubud contratamos um transfer para nos levar a Sanur, ao custo de US$ 14 por cerca de uma hora de viagem. Ao longo do trajeto, mesmo não fazendo fotos, observamos que cada vila, cada cidade, produz o seu tipo específico de artesanato. Foi interessante reparar nos objetos feitos em pedra, em mármore, em palha, e também no mobiliário em madeira. (Dá vontade de comprar TUDO pra decorar a casa… ;-) )

O “bar molhado”

Chegamos ao nosso hotel de Sanur, o Griya Santrian, no fim da manhã. Ganhamos um early check-in, e um quarto bem ao lado dessa piscina da foto. Logo após deixar a bagagem no quarto, nos dirigimos a ela para inaugurar o segundo estágio dos nossos dias de ócio em Bali… Ficamos por ali toda a tarde – almoçamos e tomamos alguns drinks ali mesmo.

Paulinho no The Village
Carla no The Village

     

À noite, saímos para jantar e, ao pisar do lado de fora do hotel, vimos pela primeira vez o que são realmente as monções em Bali… Caiu uma pancada de chuva que nos fez entrar imediatamente no primeiro restaurante que vimos, localizado bem na saída do Griya Santrian, o The Village. Por sorte, o restaurante era bastante agradável e o calzone que escolhemos para o nosso jantar estava uma delícia.

Vista da praia para a piscina

No dia seguinte, logo após o café da manhã, saímos caminhando sem pressa e sem rumo definido ao longo da orla de Sanur.

Passeando pela orla de Sanur
Barcos balineses típicos na Praia de Sanur
Um close no barquinho…
O Mercado de Praia de Sanur
Ao longo da orla de Sanur
A lagosta gigante…
O Buda na praia…
Blue Diamond – um salão para casamentos muito concorrido… :D
The Pizza Corner – Hotel Griya Santrian

Voltamos do nosso passeio a tempo de almoçar no restaurante The Pizza Corner, à beira-mar, no próprio hotel. Depois de 3 semanas longe de casa, como bons brasileiros, procuramos uma comidinha italiana pra ajudar as matar as saudades… ;-)

Pausa para uma Bintang…
… e um penne al’arrabiata – mesmo! :D
A rua principal de Sanur

À tarde, demos uma volta pela rua principal de Sanur. Paramos para ver lojinhas de artesanato, e percebemos que os preços praticados nessas lojas próximas aos bons hotéis são mais altos do que os que vemos nas oficinas dos artesãos, em lugares menos concorridos – mas, como não poderia deixar de ser, também nesses lugares se pratica a arte da pechincha. De todo modo, os preços são muito mais baixos do que pagaríamos pelo artesanato balinês aqui no Brasil…

Fomos também conferir alguns restaurantes onde gostaríamos de ir e, claro, fazer uma bela massagem nos pés (cerca de US$3), uma atividade muito comum entre os turistas em férias no Sudeste Asiático… Gostamos bastante da massagem, e no dia seguinte voltamos para uma massagem com pedras quentes, um mimo que sai muito em conta em Bali – Rp$ 80.000, ou seja, 80 Bintangs, pouco menos de US$ 10.

Entrada do Restaurante Mezzanine – Hotel Puri Santrian

À noite, resolvemos conferir uma dica que tínhamos visto em um folheto no nosso próprio hotel – o Restaurante Mezzanine, que pertence ao Hotel Puri Santrian, que é da mesma rede do Griya Santrian. Foi uma bela caminhada, cerca de meia hora, o que nos permitiu ter uma noção mais detalhada da região de Sanur.

Ambiente do Mezzanine – ainda vazio…

     

Jantarzinho com vinho balinês! ;-)

O ambiente do restaurante é muito agradável. Para o jantar pedimos um prato de peixe e um prato de carne, ambos muito saborosos. Decidimos também experimentar um vinho rosé balinês – para nossa grata surpresa, ele correspondeu às nossas expectativas. Para a sobremesa, escolhemos uma mousse de chocolate com salada de morangos – é só clicar na miniatura acima para ver melhor a “salada de morangos”… :lol:

A praia em frente ao Griya Santrian
Anker – a concorrente da Bintang

No dia seguinte, voltamos à nossa calma rotina de descanso no hotel. Para não dizer que não fizemos nada de diferente, resolvemos tomar uma cerveja Anker, a concorrente da Bintang – aprovamos, mas continuamos preferindo a Bintang…

Piscina com vista para a praia… ;-)
Outra piscina do Griya Santrian

Nesse dia também fomos explorar a outra piscina do hotel. Embora muito bonita, a água era mais gelada, e não nos proporcionava aquela bela vista para o mar de Sanur. Exploração feita, voltamos à nossa piscina de origem…

Praia em frente ao hotel
A piscina com sua bela vista
Havaianas e pés na areia…

Praia, piscina e Havaianas – e assim fechamos nossos 4 dias em Sanur com o objetivo cumprido de não usar sapatos… ;-)

Dia 20, 14/01 – Ubud, Bali

Nossos planos para o dia seguinte começavam com uma visita à Floresta dos Macacos, logo após o café da manhã. Íamos caminhando mesmo, porque nada em Ubud é muito longe, e nós gostamos bastante de ir curtindo o caminho sem pressa, observando as pessoas e o ambiente… Mas, quando chegamos à porta do hotel, vimos que o shuttle do hotel estava prestes a sair, então aproveitamos a carona!

A VAM foi de van…

Chegamos ao Santuário da Floresta dos Macacos em poucos minutos.

Santuário da Floresta dos Macacos
Entrada da Floresta dos Macacos

O ingresso custa Rp$ 20.000 (20 Bintangs, na nossa moeda particular, ou seja, pouco mais de US$ 2). Logo à entrada os turistas podem comprar bananas para alimentar os macacos…

Vai uma bananinha aí?!? ;-)

Os macacos ficam soltos por toda parte, e são bem abusados… Ouvimos várias histórias de óculos, câmeras e outras miudezas surrupiadas pelos macaquinhos levados – por precaução, guardamos os óculos na bolsa e prendemos as câmeras no pulso ou no pescoço… A recomendação médica é que não se brinque com eles para evitar o risco de levar uma mordida – claro, esse é um acidente extremo, mas não custa lembrar que os animais estão em seu ambiente natural, não são domesticados nem vacinados. Aliás, foi por causa da visita a Bali que tivemos que fazer uma pré-exposição à raiva durante o nosso “furor vacinatório” pré-VAM…

          

Cada macaco no seu galho…

Após a visita à Floresta, decidimos voltar à rua principal (Jalan Raya Ubud) caminhando pela Jalan Monkey Forest, o que nos levaria de volta ao Mercado de Ubud, situado bem no encontro das duas, que são as principais vias de Ubud.

Passeando pela Jalan Monkey Forest
Seguindo pela Jalan Monkey Forest
Continuando na Jalan Monkey Forest
Ainda na Jalan Monkey Forest

Caminhamos sem pressa, vimos muitos templos, esculturas, lojinhas de roupas e artesanato, foi um passeio super relaxante. Quando chegamos de volta ao Mercado, resolvemos fazer uma visita ao Centro de Informações Turísticas, bem ali ao lado, para buscar informações sobre os espetáculos de dança típica – munidos de toda a info, fomos almoçar e tomar a decisão. Nesse dia, resolvemos experimentar um pequeno restaurante que também nos tinha parecido bem simpático no dia anterior – o Coco Bistro, praticamente em frente ao Café Lotus.

Coco Bistro
Coco Bistro
Coco Bistro

Pedimos um drink para cada um e acabamos escolhendo o mesmo prato, como de hábito… :lol: Dessa vez, escolhemos um Nasi Goreng, um prato bastante semelhante ao Mie Goreng que tínhamos provado no dia anterior, mas que é feito com arroz frito no lugar do macarrão – dá água na boca só de lembrar dos satays, esses espetinhos de frango da foto…

Nasi Goreng do Coco Bistro
Pausa para descanso, …
… um drink e almoço! ;-)

Depois do almoço, fomos comprar os nossos ingressos para o espetáculo que decidimos assistir – uma apresentação de dança Barong, no Palácio de Ubud, naquela mesma noite. Tomamos então nosso caminho de volta ao hotel para descansar na piscina o resto da tarde – ah, que vidinha mais ou menos… ;-)

Piscina do Tjampuhan Hotel & Spa

O nosso hotel estava cheio de turistas neozelandeses e australianos, e conversamos bastante com eles. Uma moça australiana nos deu uma dica quentíssima de um restaurante próximo ao hotel, o Indus, um dos melhores restaurantes de Ubud, que decidimos conferir naquela noite.

Palácio de Ubud

À noite, pegamos o shuttle novamente até o Palácio de Ubud, e chegamos pouco antes da apresentação. Curtimos cada minuto do espetáculo, que foi super bonito. Quando vimos o show de dança típica no Camboja res0lvemos conferir novos espetáculos sempre que fosse possível – e a dança Barong balinesa nos ganhou, com sua harmonia e suavidade de movimentos.

Dança Barong
Músicos
Dança Barong
Dança Barong

Ao fim da apresentação, decidimos não esperar pelo shuttle, e voltamos andando mesmo. Na verdade, passamos direto pelo hotel a caminho do Indus, onde íamos jantar.

Indus – um dos melhores restaurantes de Ubud

O restaurante é mesmo impressionante – desde a entrada, toda ornada com esculturas, ao salão principal, com pé direito bem alto.

Entrada do Indus
Chegando ao salão do Indus
Restaurante Indus

Escolhemos uma carne, que estava bem saborosa, para celebrar o nosso último jantar em Ubud – o molhinho picante estava uma delícia.

Jantar no Indus

E logo voltamos para o hotel para fechar a bagagem. Já tínhamos marcado o táxi que, no dia seguinte pela manhã, nos levaria à nossa segunda base balinesa – Sanur.

Dia 19, 13/01 – Ubud, Bali

Logo após o café da manhã demos início a uma atividade que ainda não tínhamos feito ao longo da VAM – algum passeio especial? Não, nada disso… A nossa primeira tarefa do dia foi separar a roupa que precisava ser lavada! A gente sabia que seria necessário buscar uma lavanderia em Ubud, mas tivemos a grata surpresa de descobrir que o serviço de lavanderia do nosso hotel custava apenas US$2/Kg! Ninguém pensou duas vezes, claro… ;-) Ainda tínhamos toda a roupa usada na Europa armazenada na mala, que tinha ficado guardada no depósito de bagagem do Aeroporto Changi, em Cingapura, enquanto íamos para a Malásia e o Camboja.

Mapa de Ubud com hotéis, restaurantes e atrações – clique para aumentar!

Isso feito, saímos para uma caminhada de reconhecimento da vila de Ubud. A nossa chegada, na noite anterior, tinha tido um certo sabor de aventura, viajando de carro uma hora de Denpasar a Ubud pelo meio da pista em uma estrada de mão dupla… Na hora foi bem estressante, mas logo percebemos que lá é assim mesmo que se faz – os carros andam em baixa velocidade, e assim que se avista outro veículo na direção oposta, cada um toma a sua pista e prossegue viagem, voltando ao meio da estrada logo em seguida. Pela manhã, tudo isso pareceu bem mais pitoresco e menos perigoso…

Saímos do Hotel Tjampuhan Spa (na parte superior do mapa, à esquerda, logo depois de cruzar o Rio Tjampuhan) em direção à Jalan Raya Ubud, a rua principal da vila, onde há vários templos, lojas, restaurantes e o famoso Mercado de Ubud.

Movimento na Jalan Raya Ubud
Lojas na Jalan Raya Ubud

Fomos passeando sem pressa, como tínhamos decidido desde antes de sair do Brasil – a idéia era ver o que fosse possível, sem qualquer tipo de “ansiedade totalizante”. Bali foi a primeira parada da VAM escolhida com o objetivo explícito de descansar – e tínhamos a firme intenção de cumprir esse propósito em cada uma das bases escolhidas na ilha. Deixamos de visitar vários (muitos, provavelmente) pontos turísticos, mas gostamos tanto do que fizemos que estamos imunes àqueles comentários do tipo “Mas vocês não foram ao lugar X? Não visitaram o templo Y? Então perderam o melhor de Bali!!!” Não tem problema, não, a gente sempre pode voltar um dia… ;-)

Crianças na escola
Templo e esculturas, entre muitos que ainda veríamos…
A senhora balinesa faz sua oferenda
Um close nas oferendas coloridas

Durante o nosso passeio vimos várias cenas da vida cotidiana de Ubud – turistas nas lojas e restaurantes (sim, os turistas são parte integrante da vida cotidiana de Ubud!), crianças na escola, senhoras fazendo oferendas aos deuses, artistas vendendo seu artesanato nas pequenas lojas… E vimos templos, muitos deles – alguns pequenos e simples, sem qualquer indicação de nome, outros grandes e impressionantes como o Water Temple (Templo das Águas).

Lotus Pond (Lago de Lótus) com o Water Temple ao fundo
O Water Temple mais de perto

Quando entramos no Lotus Garden (Jardim de Lótus) para visitar o Lotus Pond (Lago de Lótus) e o Water Temple, percebemos esse café charmosíssimo debruçado sobre o lago, todo arrumado com mesinhas e almofadas, onde se pode saborear uma refeição completa ou fazer uma pausa para um lanche. Decidimos na hora que voltaríamos ali para almoçar, assim que batesse a fome! ;-)

Café Lotus

Logo em seguida chegamos ao nosso destino final, o Mercado de Ubud. Situado na esquina da Jalan Raya Ubud com a Jalan Monkey Forest, o mercado é um conglomerado de lojinhas onde se pode encontrar de tudo, de quadros e esculturas a utensílios para a casa, de roupas de seda a jóias de prata, de cangas a artefatos em palha. (Encontrei um post bem interessante sobre o local – clique aqui para ler.)

Mercado de Ubud
Mercado de Ubud

Depois da visita ao Mercado, voltamos ao Café Lotus com mais calma, para almoçar.

Café Lotus
Uma Bintang para celebrar!
Mie Goreng – uma delícia! ;-)

Escolhemos um prato bem típico da culinária balinesa, o Mie Goreng, feito com macarrão frito, frango, camarão, diversos legumes e verduras, picles e um ovo frito – é uma grande mistura, mas muito gostoso… Acompanhamos com a cerveja mais emblemática da Indonésia – uma Bintang bem geladinha, claro! :D

Aqui cabe contar uma piadinha particular da VAM… A moeda da Indonésia é a rúpia indonésia, uma moeda cheia de zeros, como as moedas brasileiras da era pré-real. Quando chegamos a Bali, US$ 1 podia ser trocado por Rp$ 9.000!!! Na prática, nós abolimos os 3 zeros logo de cara, pra facilitar. Um dia, por brincadeira, Paulinho disse que alguma coisa custava, ao invés de, por exemplo, Rp$ 20.000, 20 Bintangs – nesse dia, fizemos a “reforma monetária” da Indonésia, substituindo cada Rp$ 1.000 por 1 Bintang… ;-) Nosso almoço no Lotus Café, por exemplo, custou 187 Bintangs, ou seja, Rp$ 187.000, o equivalente a pouco mais de US$ 20…

Depois do almoço, decidimos retornar ao hotel para descansar um pouco.

Jalan Raya Ubud
Ponte sobre o Rio Tjampuhan
Chegando ao hotel…

De manhã, antes de sair para o nosso passeio, nós tínhamos marcado hora no spa para experimentar a massagem balinesa. Escolhemos uma hora de massagem, com jantar, a US$ 52 para duas pessoas. Para os padrões de Bali, esse preço é até alto – mas para nós, brasileiros e infelizmente acostumados a preços bem mais altos, foi uma mordomia muito em conta!

Piscina do Tjampuhan Hotel
A caminho do spa
Entrada do spa (Fonte: Tjampuhan Hotel)
Spa (Fonte: Tjampuhan Hotel)

O spa do Tjampuhan Hotel é um capítulo à parte, e foi um dos nossos maiores motivos para escolher o hotel. O Tjampuhan fica situado no encontro entre 2 rios sagrados, e do spa se ouve todo o tempo o som gostoso da água corrente… Isso lá tem preço?!? ;-)

Depois da massagem, fomos tomar banho para jantar, no restaurante do hotel mesmo -

Restaurante (Fonte: Tjampuhan Hotel)
Entradinha
Prato principal
Chá e sobremesa

Após o jantar, demos por encerrado mais um dia da VAM… ;-)

Para ler um pouco mais sobre Bali, vale consultar os blogs a seguir:

- Viagem Afora: o Antonio e a Ellen estão fazendo a própria VAM, e contam tudo com detalhes;

- Nós no Mundo: a Anna Bárbara explica tudo sobre as curiosidades de Bali e os motivos para visitar a ilha, em posts primorosos;

- MauOscar: o Oscar relata suas viagens de um jeito que dá vontade de copiar igual… Não foi à toa que um dos hotéis que escolhemos em Bali foi “copiado” dele!

- Viaje na Viagem: o VnV não poderia faltar aqui, claro – o post está super didático e rico em informações, inclusive na caixa de comentários.

Marina Mandarin & Peninsula Excelsior – Cingapura

Não foi muito simples escolher o nosso hotel em Cingapura… Recebemos dicas muito boas no VnV, mas quase tudo o que nos interessava, tanto em termos de conforto quanto de localização, estava acima do orçamento da VAM… :-( Tínhamos acertado um “teto” de US$ 100 por diária, sempre buscando a melhor relação custo x benefício – o objetivo primordial era encontrar o melhor hotel possível pelo valor mais em conta.

Mas o fato é que Cingapura não se rendeu ao nosso limite de jeito nenhum, então tivemos que ser um pouco mais flexíveis e afrouxar os cordões da bolsa… Ao longo das pesquisas, depois de ver que a diária do Ibis custava US$ 125, decidimos relaxar e subir o nosso limite para US$ 150.

Marina Mandarin @ Marina Bay

Nesse novo panorama, encontramos o Marina Mandarin @ Marina Bay no site do Hotéis.com, com diária de US$ 145 mais as taxas. O custo x benefício era imbatível – um hotel cinco estrelas, localizado exatamente na área da cidade em que gostaríamos de ficar, com diária apenas US$ 20 acima do Ibis…

Interior do Marina Mandarin

A nossa diária não incluía o café da manhã, e optamos por não tomar o café no hotel. A região da Marina tem boa oferta de restaurantes e lanchonetes, e o hotel fica bem em frente ao Suntec City Mall, que tem uma praça de alimentação onde se encontra de tudo…

Quarto do Marina Mandarin

O Marina Mandarin foi o nosso primeiro contato com a hotelaria asiática, e ficamos impressionados com o tamanho dos quartos e o cuidado com os detalhes, tanto na decoração quanto no serviço. Foi uma escolha muito acertada – até porque foi lá que passamos nossas noites de insônia decorrentes do jet lag, bastante suavizadas por um quarto agradável, com essa vista linda da varanda… ;-)

Vista da janela do quarto
Vista da janela do quarto
Pia dupla no banheiro
Chuveiro e banheira separados

Ao final de um longo dia de passeio, também foi uma delícia encontrar essa piscina para um mergulho bem relaxante antes de sair para jantar… :D

Piscina do Marina Mandarin
Piscina do Marina Mandarin

Passamos duas noites no Marina Mandarin na nossa primeira estada em Cingapura, antes de viajar para a Malásia e o Camboja. Na volta, tínhamos decidido ficar mais uma noite na cidade, em parte pra não correr o risco de perder o vôo para Bali por causa de algum atraso no vôo da Jet Star que vinha de Siem Reap, mas também pra fazer uma pausa para descanso, depois de mais de duas semanas de VAM… Nossa primeira reserva foi feita, com cancelamento gratuito via Booking, no Changi Village Hotel, que fica mais próximo do aeroporto. Mas antes mesmo de deixar Cingapura da primeira vez, corremos de volta aos sites de reserva para encontrar outro pouso.

Nossa primeira investida foi no próprio Marina Mandarin – mas, claro, US$ 145 a diária em um cinco estrelas é promoção que não se encontra a cada esquina – e tivemos que buscar outra opção. Acabamos nos decidindo pelo Hotel Peninsula Excelsior, situado bem próximo ao Marina, com diária de US$ 144 no Hotel Travel.

Hotel Peninsula Excelsior

Nossa experiência no Peninsula Excelsior não foi tão boa quanto no Marina Mandarin. Embora o quarto fosse bastante aconchegante e confortável, com um banheiro igualmente bom, o serviço deixou a desejar. Nosso check-in foi demoradíssimo, feito por um funcionário que parecia não ter a mínima idéia do que deveria fazer – além disso, nossa bagagem demorou outra eternidade para ser entregue no quarto.

Não sei se é praxe em Cingapura, mas, nos dois hotéis em que nos hospedamos entregamos a bagagem logo ao chegar, antes mesmo de fazer o check-in, ao serviço responsável por distribuir as malas pelos quartos – recebemos um código que entregamos na recepção, e esperamos a bagagem no quarto. No Marina Mandarin tudo funcionou muito bem; no Peninsula Excelsior, esperamos mais de uma hora. Quando se saiu cedo de outro país, se tem fome e pouco tempo para passear, esse tipo de situação fica mais desagradável…

Quarto da ala Excelsior
Um quarto sóbrio e aconchegante
Um banheiro bonito e moderno

Para finalizar, vou contar qual foi a grande “mancada” da nossa hospedagem em Cingapura… ;-) Quando ainda estávamos no início das pesquisas, eu vi diárias de menos de US$ 300 no Marina Bay Sands… Descartamos sem muito pensar, e sem muito pesar também, porque esse era o triplo do orçamento da VAM. Mas, revendo a situação agora, concluímos que, se tivéssemos escolhido o Bay Sands só para a noite única da segunda estada, fazendo a reserva com aqueles meses todos de antecedência, certamente teríamos tido uma experiência daquelas que não têm preço, a um custo de apenas US$ 100 a mais no orçamento geral da VAM. Essa entrou pra minha listinha top 5 das piores mancadas de hospedagem…