Dia 30, 24/01 – Bangkok

Começamos o dia seguinte dispostos a explorar a área mais comercial da cidade, Siam Square. Logo após o café da manhã fomos para o lobby do hotel esperar a van de cortesia que nos levaria até um duty free shop da região – nossa intenção era fazer uma visita-relâmpago ao free shop e depois seguir caminhando até os famosos shoppings da Siam Square.

Duty-free shop

Duty-free shop

Detalhes do free shop

Como já imaginávamos, o free shop em si era só uma daquelas arapucas para turistas – lojas com produtos semelhantes aos encontrados em qualquer lugar do mundo, preços também semelhantes. Mas serviu para matar a curiosidade e ainda nos trouxe um pequeno bônus: gostamos muito da arquitetura do lugar, com suas imensas áreas de vidro deixando passar a luz do sol, e as esculturas dispostas em semi-círculo. Mas, como o comércio em si não nos atraiu, apenas passamos os olhos pelas ofertas e seguimos nosso caminho.

Chegando à Siam Square não tivemos melhor sorte. Não curtimos nenhum dos shoppings da região, nem mesmo o aclamado MBK. Não ficamos animados nem a documentar a nossa passagem por ali, então recomendo, a quem estiver interessado em ler um pouco mais sobre a região da Siam Square, que faça uma consulta ao post do JB… 😉

O contraste entre a nossa frustração com essa área e o nosso encantamento com a região dos templos no dia anterior foi tão grande que decidimos mudar nossos planos originais. Abandonamos a Siam Square e partimos em busca de outros templos e curiosidades para explorar.

Felizes da vida com a nossa decisão, tomamos o rumo de Chinatown. Nossa primeira parada foi no Wat Traimit, ou, como diz a placa oficial, no Wat Traimit Witthayaram Wora Wiharn…

Wat Traimit etc…

Wat Traimit

     

O Wat Traimit não está entre os templos considerados “obrigatórios” em uma visita a Bangkok, embora seja de muito fácil acesso, já que fica localizado bem próximo ao portal de entrada de Chinatown.

Wat Traimit

     

É um templo também bastante bonito, embora o seu maior apelo seja abrigar a maior estátua de Buda feita de ouro maciço de que se tem notí­cia. A origem da imagem é um tanto quanto controversa, e sua história contém alguns eventos pitorescos, como ter sido coberta por uma camada de estuco para evitar que fosse roubada por invasores da Birmânia, quando da queda do Reino de Ayutthaya, no século XVIII. (Leia o artigo da Wikipedia sobre o assunto aqui.)

Imagem de Buda feita de ouro maciço

Mais um Buda em Wat Traimit – e a beleza da ornamentação…

Paulinho e a bênção do monge

Depois de uma boa volta pelo templo, continuamos nosso passeio em direção a Chinatown.

Chinatown

Chinatown

Paulinho

Carla

Passamos algum tempo por ali, nos perdendo por entre os mercados, observando pessoas, cores, sons e aromas, sem qualquer compromisso que não fosse com a nossa vontade de apreender ao menos um pouquinho dessa universo tão diferente do nosso – e ao mesmo tempo tão semelhante… 😉

Mercado em Chinatown

Mercado em Chinatown

Quase ao final do nosso passeio por Chinatown, tivemos o prazer de encontrar este pequeno templo da foto abaixo, onde assistimos a uma cerimônia que não sabemos qual é… Mesmo ignorando o significado dos ritos que vimos, foi muito interessante, já que nós dois éramos os únicos ocidentais presentes! 😉 Não fotografamos nada no interior do templo, porque o lugar era tão pouco turístico que até nos pareceu falta de respeito…

Um templo quase sem turistas…

Nesse dia não conseguimos escapar completamente do horário do rush em Bangkok, e as ruas já começavam a mostrar sinais de congestionamento quando tomamos o nosso táxi para voltar ao hotel.

Tuk-tuk

Táxi “brasileiro”, entre os muitos coloridos de Bangkok

Como no dia seguinte deixarí­amos Bangkok pela manhã, rumo a Chiang Mai, e ainda não tínhamos preparado toda a bagagem, mais uma vez decidimos jantar no próprio hotel.

Esperando o jantar…

Arroz com camarões no abacaxi

Dessa vez escolhemos um delicioso arroz com camarões ao curry, servido dentro de um abacaxi – me dá água na boca só de lembrar… 😉

4 thoughts on “Dia 30, 24/01 – Bangkok

  1. Carla, nós não tivemos tempo para ir a Siam, mas vendo seu post entendo que não é um lugar imperdí­vel.
    Agora…Chinatown, sim. Que lugar incrí­vel, muito autêntico. Me deu vontade até de dedicar mais tempo a ela, fuçar mais becos, mais templos.
    Saudades de Bangkok…Um beijo!

    • Emília, acho que vocês não perderam nada não indo a Siam – não me parece ser a praia de vocês, como também não é a minha… Mas Chinatown realmente é um bairro delicioso para se explorar sem roteiro, se perdendo pelos becos e ruelas, sem obrigações turísticas pré-determinadas… Acho que vocês iam adorar! 😉

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