Argentina


Era uma vez, em um reino muito distante (ou em vários reinos, alguns mais próximos e outros mais distantes), um grupo de pessoas que não se conheciam, mas que tinham um interesse em comum: queriam percorrer o mundo, ver paisagens diferentes das que tinham em casa, saborear outras comidas, falar outras línguas, aprender sobre novas culturas e fazer novos amigos… Essas pessoas falavam sobre seus interesses com a família, os amigos, os colegas de faculdade e do trabalho, e nem sempre eram bem compreendidos – muitos achavam que eles deveriam estar pagando uma prestação de carro ao invés da prestação da passagem aérea, ou que deveriam estar mais interessados em trocar o próprio apartamento, em vez de escolher diferentes apartamentos mundo afora…

Um belo dia, um membro desse grupo (que até então não se reconhecia como um grupo, claro…) resolveu escrever um livro sobre a sua própria paixão por viagens – e o livro virou um manual imperdível para os outros membros do grupo, que passaram a desconfiar que não estavam sozinhos nessa história… Passado mais algum tempo, o autor do livro decidiu criar um blog, que os outros foram descobrindo devagarinho – quem chegava começava a bater papo, assim como quem não quer nada, ia ficando, contando aos outros, e o grupo ia crescendo…

Passado mais algum tempo, um dos freqüentadores da aconchegante sala de visitas virtual sugeriu: “Vamos levar essa história pro mundo real?” E rolou um encontro intimista, com meia dúzia de participantes, mas que foi um baita pontapé inicial – e provocou novos encontros, transformando os amigos virtuais em amigos reais, e qualquer lugar do mundo em um palco possível para novos encontros.

Claro, o autor do livro e do blog é o Ricardo Freire; o blog, que tem o mesmo nome do livro, é o Viaje na Viagem; o autor da proposta de encontro real é o JB – e nós todos, que lemos o VnV, comentamos e damos pitacos nas viagens alheias (e até nos inspiramos a criar nossos próprios blogs!) somos os trips, os membros desse grupo que  descobriu um jeito muito bacana de fazer novas amizades.

Por isso, hoje em dia, quando descobrimos que estaremos na mesma cidade que algum outro  trip, bate aquela vontade de marcar um encontro, para um café que seja, que permita levar a amizade do plano virtual para o plano real  – e os encontros costumam ser divertidíssimos, repletos de boas histórias!

Assim foi que eu e o JB descobrimos que estaríamos em Buenos Aires mais ou menos na mesma época: ele por uma semana, com a filhota Bia, e uma amiga dela, e eu com os meus pais às vésperas do embarque no cruzeiro. Combinamos, antes de viajar, uma reuniãozinha no El Sanjuanino, para saborear as melhores empanadas de Buenos Aires, acompanhadas de um belo Malbec da Catena Zapata. (O JB também contou sobre esse encontro aqui.)

Meus pais, eu, JB e Bia no El Sanjuanino, Buenos Aires

Meus pais, eu, JB e Bia no El Sanjuanino, Buenos Aires

Já em Mendoza aconteceu uma cena muito engraçada… Eu e o PêEsse trocamos alguns emails a respeito da programação das nossas viagens:  eu estaria em Santiago e Mendoza após o desembarque do cruzeiro, e ele iria com a esposa fazer uma “eno-viagem” mais ou menos pela mesma região e mais ou menos na mesma época. Acabamos descobrindo que eu chegaria a Mendoza no dia em que eles iriam embora, o que desmontou os nossos planos de combinar uma ConVnVenção de fato, uma pena… Mas não é que, em pleno lobby do Hotel Argentino de Mendoza, nos encontramos totalmente por acaso? Não nos conhecíamos pessoalmente, e passamos bem uns 5 minutos no mesmo recinto, um sem saber quem era o outro, até que eu dei o meu nome para a recepcionista, o que o fez voltar do meio do caminho para 2 minutos de papo e uma foto “para a posteridade”! :D

O PêEsse e eu no lobby do Hotel Argentino, Mendoza

O PêEsse e eu no lobby do Hotel Argentino, Mendoza

Como eu ia dizendo no post anterior, essa viagem teve uma excelente relação custo-benefício. Passamos 22 dias longe de casa, fizemos 4 vôos, um cruzeiro de 2 semanas, e nos hospedamos em hotéis  3 ou 4 estrelas por 7 noites no total (Buenos Aires antes do cruzeiro, Santiago, Mendoza e Buenos Aires depois do cruzeiro) – e a conta não foi nada extorsiva! Vamos aos números:

VÔOS (valores em dólares, não incluindo as taxas de embarque)

- Rio de Janeiro / Buenos Aires / Rio de Janeiro pela GOL: US$ 240

- Santiago / Mendoza pela LAN: US$ 49 (na verdade compramos ida e volta e descartamos a volta)

- Mendoza / Buenos Aires pela LAN: US$ 126

Compramos todas as passagens aéreas em uma agência de viagens.

CRUZEIRO

Comprei o cruzeiro na mesma agência de viagens, que negociou diretamente com a NCL, e conseguimos uma promoção para cabine tripla em que o 3o. passageiro viajava por um valor bem abaixo. O cruzeiro custou US$ 929 para os 2 primeiros passageiros, mais US$ 389 pelo terceiro, ou seja, US$ US$ 2247 pela cabine – isso significa US$ 749 por pessoa, na divisão igualitária. A esse valor é preciso somar US$ 465 de taxas portuárias por passageiro, perfazendo US$ 1214 por pessoa com transporte, hospedagem, alimentação e entretenimento incluídos, por um período de 15 dias! :D Há também as gorjetas, que são opcionais – uma sugestão de US$ 12 por dia por passageiro, que são automaticamente incluídos na conta da cabine, mas podem ser extornados mediante solicitação. Entretanto, embora o valor possa parecer alto à primeira vista, o serviço é tão esmerado que US$ 12 ao dia são uma pechincha! Com as gorjetas incluídas, o total chega a US$ 1382 por pessoa.

HOTÉIS

Consegui as seguintes tarifas, em quartos triplos, exceto em Mendoza, onde ficamos em um duplo e um single:

- 2 noites no Lafayette Hotel, em Buenos Aires (centro, próximo à Plaza San Martin): US$ 108/noite pelo Expedia = US$ 216 no total ou US$ 72 por pessoa;

- 2 noites no Hotel Neruda, em Santiago (Providencia): US$ 140/noite pelo Hotelbook = US$ 280 no total ou cerca de US$ 94 por pessoa;

- 2 noites no Hotel Argentino, em Mendoza (Plaza Independencia): US$ 90/noite (duplo) + US$ 75/noite (single) pelo Venere = US$ 330 no total ou US$ 110 por pessoa;

- 1 noite no Urban Suites Recoleta, em Buenos Aires (Recoleta): US$ 135 pelo Booking = US$ 45 por pessoa.

Fiz as reservas dando o número do cartão de crédito apenas como garantia contra no-show, para fazer o pagamento no check-out. A exceção foi a reserva no Urban, pelo Booking, que foi paga antecipadamente. Em nenhuma dessas reservas tive que pagar impostos locais – tanto no Chile quanto na Argentina os estrangeiros são isentos dos impostos (o IVA argentino encarece a diária em 21%), desde que se registrem no hotel com o número do passaporte. (Não tenho certeza se isso também vale para quem viaja com a Carteira de Identidade… Mas pelo que entendi da explicação que me deram no Urban, é preciso ter um número de passaporte para justificar a isenção do IVA.)

Não estou computando nesse orçamento os gastos com transporte dos aeroportos e portos para os hotéis, nem os custos com passeios, alimentação, entretenimento e transporte em geral. Temos então, o seguinte orçamento geral para 22 dias de férias – que vale um daqueles brindes do I&V:

Vida mansa no Cavas Wine Lodge, Mendoza

Vida mansa no Cavas Wine Lodge, Mendoza

Vôos: US$ 415

Cruzeiro: US$ 1382

Hospedagem: US$ 321

TOTAL: US$ 2118 (uma média de US$ 96/dia)

Mas, lembrando do conhecido comercial, comemorar o fim do doutorado com uma viagem dessas realmente não tem preço… 8)

Este post não tem um bom título. (Pronto, ela já começou a contar as coisas de forma esquisita! ;-) )

Alguém que leia “Viagem à Patagônia” poderia pressupor algo como “Viagem a Paris”, “Viagem a Nova York” , mas  não é bem assim… A idéia embutida na expressão “Viagem à Patagônia” assemelha-se muito mais à idéia que existe em “Viagem à Europa”. Explico: se alguém me conta que foi a Paris, por mais que eu não saiba que atrações turísticas ele visitou, ou em qual bairro se hospedou, ao menos eu sei em que cidade ele estava; já se ele me diz que viajou à Europa, ele poderia estar em qualquer lugar entre Moscou e Lisboa, entre Istambul e Amsterdam, em um sem-número de microcidades espalhadas pelo continente. Na Patagônia também é assim:  não sei a princípio nem mesmo se a pessoa foi ao Chile, à Argentina ou aos dois. Então, se faço um passeio pelos Lagos Andinos, essa é uma viagem à Patagônia; se faço trekking no Torres del Paine, essa também é uma viagem à Patagônia; se vou esquiar em Ushuaia ou avistar baleias na Península Valdés, idem… ;-) Um bom título para o post teria que trazer a idéia de que essa seria “uma entre milhares de viagens possíveis à Patagônia” – não existe apenas uma viagem ou um roteiro pela Patagônia, tudo depende de uma quantidade enorme de escolhas que se faz.

No meu caso, a Patagônia em si nunca foi um desejo urgente (embora eu seja daquelas pessoas que não recusa viagem nenhuma por livre e espontânea vontade)… Na realidade, eu já tinha ido ao norte da Patagônia em 2000, quando fui até os Lagos Andinos e Bariloche… Eu não caio de amores pelos destinos ecológicos – sou bastante urbana, e preciso salpicar as minhas incursões por ilhas, praias, vilas e cidadezinhas  com algumas doses de urbanidade, pra não surtar de vez. Além disso, eu tenho que tomar cuidado com  qualquer esforço físico mais puxado, por conta da minha “belíssima” coluna – assim, trilhas e afins só mesmo de nível muito leve, pra não cutucar a onça…  Apesar  (ou talvez por causa) dessas ressalvas, havia uma forma de ir à Patagônia que estava na minha top list há muito mais tempo do que eu sou capaz de precisar: um cruzeiro de 15 dias, partindo de Buenos Aires e chegando em Valparaiso.

Há várias companhias que fazem esse roteiro pela Patagônia, com pequenas variações – em alguns anos já houve, inclusive, roteiros bastante longos, de cerca de 20 dias, com saídas do Rio de Janeiro ou Santos, ao invés da saída mais comum, Buenos Aires. Para mim, alguns pontos eram fundamentais:

1) Embarcar em Buenos Aires e desembarcar em Valparaiso, ou vice-versa; não queria um roteiro circular, que seria fatalmente mais curto e menos variado;

Roteiro de Buenos Aires a Valparaiso

Roteiro de Buenos Aires a Valparaiso

2) Aportar, por uma manhã que fosse, nas Ilhas Malvinas;

O tempo é imprevisível nas Malvinas...

O tempo é imprevisível nas Malvinas...

3) Navegar pela região do Cabo Horn.

Um dia calmo no Cabo Horn

Um dia calmo no Cabo Horn

De resto, as outras paradas do cruzeiro me eram meio indiferentes. Eu queria ter uma visão panorâmica de  paisagens geladas, mas sabia que, caso me apaixonasse por algum lugar, teria que planejar uma nova viagem para visitá-lo comme il faut. O roteiro escolhido foi o do navio Norwegian Sun, da Norwegian Cruise Line, de 14 noites, com saída de Buenos Aires e chegada a Valparaiso e paradas em Montevidéu, Puerto Madryn, Port Stanley, Ushuaia, Punta Arenas, Puerto Chacabuco e Puerto Montt.

O Norwegian Sun

O Norwegian Sun

Cheguei a Bs.As. dois dias antes do embarque e prolonguei as férias por mais uma semana após o desembarque, o que resultou no seguinte roteiro:

Dia 1, 29/01 – Ida para Buenos Aires;

Dia 2, 30/01 – Buenos Aires; ida ao Tigre;

Dia 3, 31/01 – Embarque no Norwegian Sun;

Dia 4, 01/02 – Montevidéu;

Dia 05, 02/02 – Navegando;

Dia 06, 03/02 – Puerto Madryn;

Dia 07, 04/02 – Navegando;

Dia 08, 05/02 – Port Stanley;

Dia 09, 06/02 – Navegando; Cabo Horn;

Dia 10, 07/02 – Ushuaia; Canal de Beagle;

Dia 11, 08/02 – Punta Arenas;

Dia 12, 09/02 – Navegando; Estreito de Magalhães;

Dia 13, 10/02 – Navegando;

Dia 14, 11/02 – Puerto Chacabuco;

Dia 15, 12/02 – Puerto Montt;

Dia 16, 13/02 – Navegando;

Dia 17, 14/02 – Desembarque em Valparaiso; Viagem de ônibus para Santiago;

Dia 18, 15/02 – Santiago;

Dia 19, 16/02 – Vôo para Mendoza;

Dia 20, 17/02 – Mendoza;

Dia 21, 18/02 – Vôo para Buenos Aires;

Dia 22, 19/02 – Buenos Aires; Volta para casa.

Plaza Baquedano, Santiago

Plaza Baquedano, Santiago

Bodega Familia Zuccardi, Mendoza

Bodega Familia Zuccardi, Mendoza

No próximo post vou destrinchar direitinho o orçamento dessa viagem, uma das melhores relações custo-benefício que eu já consegui… ;-)

Na véspera do dia de vir embora, os planos iniciais eram tomar o Tren de la Costa e ir passear na região do Tigre. Eu não sou lá muito fã do passeio, mas acho uma opção interessante para levar uma criança – pode-se fazer um passeio curto de barco, visitar o Museo Naval e ver os aviões de guerra, ir ao Parque de la Costa… Além disso, faz algum tempo que tenho vontade de voltar ao Tigre para fazer um passeio diferente pela cidade, de preferência um que não inclua os benditos passeios de barco que duram horas a fio…

Mas o nosso pequeno turista já não estava muito a fim de experiências diferentes nesse dia, não… Depois de quase uma semana inteira apenas na companhia da tia e dos avós, a rotina já estava fazendo falta – e a saudade da mãe batendo forte! ;-) Com o mocinho já meio cansado das aventuras, achamos melhor não insistir e fazer uma programação mais suave, que não envolvesse uma viagem de trem aos arredores da cidade…

A atração principal do dia foram novamente os Bosques de Palermo. Começamos pelo Parque 3 de Febrero, onde as crianças têm espaço suficiente para brincar, correr e ainda podem curtir um passeio de pedalinho pelo lago:

Gastando energia...

Gastando energia...

Fazia um sol lindo nesse dia, e o convite para curtir o friozinho de primavera nesse “Central Park” portenho era realmente irrecusável.

Parque 3 de Febrero

Parque 3 de Febrero

Prosseguindo o passeio pela beira do lago, chega-se à entrada de um dos recantos mais lindos e tranqüilos de Buenos Aires – o Rosedal.

Paseo del Rosedal

Paseo del Rosedal

Detalhes que fazem a diferença...

Detalhes que fazem a diferença...

Embora o Rosedal seja um dos meus lugares favoritos, rivalizando apenas com o Patio Andaluz (ainda fechado para obras) e o Jardín Japonés, eu nunca tinha tido o privilégio de visitá-lo em plena primavera.  Fica a dica!!! :D

Campo de flores...

Campo de flores...

Rosas...

Rosas coloridas...

Tradicionalmente vermelhas...

... ou tradicionalmente vermelhas...

Por vezes tão lindas quanto imensas...

Por vezes tão lindas quanto imensas...

... e às vezes mais discretas...

... e às vezes mais discretas...

... e em cores menos votadas...

... e em cores menos votadas...

Outras flores também têm vez!

Outras flores também têm vez!

O Jonas aproveitou o espaço livre…

O pequeno correu por todo o parque!

O pequeno correu por todo o parque!

Mas logo se cansou de ver tanta flor... ;-)

Mas logo se cansou de ver tanta flor... ;-)

Demos uma última espiadela nas rosas campeãs, vencedoras de exposições:

Medalha de ouro!

Medalha de ouro!

Medalha de prata!

Medalha de prata!

Não consigo ler a plaquinha... Será a medalha de bronze?!?

Não consigo ler a plaquinha... Será a medalha de bronze?!?

Essa é a campeã do melhor perfume!!!

Essa é a vencedora do melhor perfume!!!

Com esse passeio fechamos com chave de ouro a nossa programação em Buenos Aires. Deixamos vários dos planos que constavam do roteiro inicial para uma nova visita, sem culpa e sem dramas. O objetivo maior da viagem eu acredito que foi alcançado: o Jonas se divertiu à beça, curtiu Buenos Aires de um jeito bem leve e adequado para uma criança da idade dele, não foi forçado a fazer nenhum programa de adulto que não quisesse e gostou dos que acabou fazendo. Saldo da brincadeira? Criei um “monstrinho”, ou seja, um pequeno vibana que já tem a maior vontade de voltar… :lol:

IMG_3389

Após o passeio por La Boca, tomamos um táxi para San Telmo. Dessa vez não tivemos a opção de ir à famosa feira de antigüidades, porque chegamos a Buenos Aires em um domingo à tarde e fomos embora no sábado seguinte – mas aproveitamos que estávamos por perto para passear um pouco pelo Mercado e almoçar na Brasserie Pétanque

Mercado de San Telmo

Mercado de San Telmo

Aproveitei para mostrar ao Jonas os objetos antigos – ele se interessou durante uns 10 minutos, se tanto… :D

Relógios do vovô...

Vimos os relógios do vovô,...

Notas e moedas antigas...

... notas e moedas antigas...

Também faço coleção!!!

... e muitas caixinhas de fósforos!!!

Do Mercado seguimos a pé sem pressa pela Calle Defensa, e paramos para almoçar na Brasserie Pétanque.

Calle Defensa

Calle Defensa

Passamos em frente à Iglesia de Santo Domingo, que foi reaberta depois de uma restauração. Essa igreja é um símbolo da resistência argentina à invasão inglesa no início do século XIX – a partir do ponto onde está situada a cidade não foi tomada pelos ingleses – daí o nome Defensa para esse trecho da rua, e também o nome Reconquista para a sua continuação… ;-)

Que bom que preservaram as marcas das balas de canhão na torre da igreja – que os monumentos sejam restaurados, mas sem apagar a História!

As marcas continuam lá!

As marcas continuam lá!

Entramos para ver o acervo de bandeiras inglesas tomadas durante a reconquista da cidade – ficam em um pequeno recinto na lateral do altar:

Rivalidade antiga...

Rivalidade antiga...

A igreja fica na esquina da Defensa com a Avenida Belgrano. Dali continuamos a pé até a Plaza de Mayo,  onde tomamos um táxi de volta para casa.  Foi o nosso dia mais turístico e cultural, e eu tinha pensado que talvez o Jonas não curtisse muito, porque nenhum dos passeios era especificamente voltado para crianças… Mas não é que ele me surpreendeu?!? ;-)

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