Patagônia Chilena


Para finalizar, vamos então ao índice de posts sobre essa viagem, em ordem cronológica:

Viagem à Patagônia: roteiro

Viagem à Patagônia: orçamento

BUENOS AIRES E DELTA DO TIGRE

Hotel Lafayette, Buenos Aires – resenha

Tigre: indo e vindo – como chegar ao Delta do Tigre por conta própria

Tigre: dessa vez eu gostei!

Esquina Carlos Gardel – resenha

Manhã de domingo em San Telmo

NAVIO NORWEGIAN SUN

A bordo do Norwegian Sun

Norwegian Sun – entretenimento

Norwegian Sun – restaurantes

Norwegian Sun – mais algumas fotos

URUGUAI

Primeira escala: Montevidéu

PATAGÔNIA ARGENTINA I

Segunda escala: Puerto Madryn & Península Valdés

ILHAS MALVINAS / FALKLAND ISLANDS

Terceira escala: Islas Malvinas ou Falkland Islands?

PATAGÔNIA ARGENTINA II

Dobrando o Cabo Horn

Quarta escala: Ushuaia

PATAGÔNIA CHILENA

Quinta escala: Punta Arenas

Sexta escala: Puerto Chacabuco

Sétima escala: Puerto Montt

Última escala: chegada a Valparaiso

SANTIAGO

Hotel Neruda, Santiago – resenha

Dois dias em Santiago

MENDOZA

Dois dias em Mendoza

Hotel Argentino, Mendoza – resenha

Familia Zuccardi

Uma visita à Catena Zapata

Cavas Wine Lodge

BUENOS AIRES II

De volta a Buenos Aires: uma noite no Urban Suites Recoleta

Chá das cinco… y otras cositas más


Puerto Montt foi a última escala do cruzeiro.

O Norwegian Sun ancorado em Puerto Montt

Essa era uma velha conhecida, desde que eu tinha ido aos Lagos Andinos em setembro de 2000 – mas eu quase não a reconheci!

O shopping de Puerto Montt

Puerto Montt foi uma das cidades chilenas que mais cresceram nos últimos 10 anos, e eu tive que puxar pela memória para encontrar a cidade que tinha visitado. Alguns pontos turísticos ajudam nessa hora…

A igreja de madeira construída sem um único prego!

O monumento aos imigrantes alemães

Mas o nosso objetivo não era passar o dia em Puerto Montt… Tínhamos  o dia inteiro, e a intenção era pegar um carro e ir passear em Puerto Varas e Frutillar, as vizinhas menores e mais interessantes… ;-)

Puerto Varas e o Lago Llanquihue

O Lago Llanquihue

Puerto Varas é uma das pontas do Cruce de Lagos – a outra ponta é Bariloche, na Argentina.

Todos os portos do Cruce de Lagos

Dá pra ver o vulcão?

Demos a sorte de pegar um dia de sol esplendoroso. Fiquei feliz por conseguir ver o vulcão Osorno do outro lado do lago. Em 2000 eu tinha passado 3 ou 4 dias de tanta chuva na cidade que era impossível ver o vulcão!

Movimento na avenida à beira do lago

A cidade estava bem cheia – em parte, acredito, por causa do próprio cruzeiro. Uma escala de cruzeiro sempre mexe com a rotina das cidades menores e mais turísticas do roteiro…

Ainda Puerto Varas

Como a cidade estava tão movimentada, achamos que seria mais agradável ir almoçar em Frutillar, e para lá seguimos. De Puerto Montt a Puerto Varas são 20 km, e dali a Frutillar, mais 20.

Outra imagem do vulcão!

Frutillar também está à margem do Lago Llanquihue.

Ilhazinha...

Igreja em Frutillar

É uma pequena cidade de colonização alemã, o que transparece na arquitetura e na gastronomia.

Restaurante Colonos del Lago

Mas nós escolhemos uma comidinha bem chilena mesmo – um belo congrio que me deixou saudades… ;-)

Congrio a la plancha con papas fritas

O restaurante era muito agradável – com um ambiente interno e outro externo:

Mesinhas do lado de fora...

... ou do lado de dentro

No meio da tarde pegamos o carro e voltamos para Puerto Montt. Mais um dia de navegação e então faríamos o desembarque final em Valparaiso. Foram 2 semanas de cruzeiro e eu teria de bom grado feito tudo de novo, na direção inversa… ;-)

Navegamos por 2 dias consecutivos, sem nenhuma novidade na paisagem externa a não ser uma curiosidade – vimos os destroços de um naufrágio…

A única atração externa em 2 dias...

Finalmente chegamos então a Puerto Chacabuco.

Bem-vindos a Puerto Chacabuco!

Essa escala era a mais misteriosa para mim. Nunca tinha ouvido falar nesse lugar, e não foi muito fácil descobrir informações na Internet…

O Norwegian Sun ancorado em Puerto Chacabuco

Puerto Chacabuco e sua vizinha Puerto Aysén são as portas de entrada de uma das regiões mais bucólicas e menos visitadas da Patagônia – a Patagônia Aysén. A cidade “grande” mais próxima é Coyhaique, que fica a quase 80 km de distância.

As ruas tranqüilas de Puerto Chacabuco

Desembarcamos e demos uma volta a pé pela cidade. As conclusões  a que chegamos em poucos minutos de passeio foram que:

1. As paisagens são belíssimas!

2. Não há nada pra fazer além de admirar as tais paisagens belíssimas… ;-)

Paisagem belíssima com picos nevados

Paisagem belíssima com mata

Paisagem belíssima com barquinho... ;-)

Ao fim do passeio chegamos ao Mirador Chacabuco, em frente ao Hotel Loberías del Sur, que me pareceu ser o único da cidade…

Hotel Loberías del Sur

Como já tínhamos passado 2 dias navegando, e a perspectiva de um dia em terra firme não poderia ser frustrada por falta de passeios, decidimos tomar um ônibus até Puerto Aysén, a apenas 15 km de distância.

Paisagem belíssima no caminho para Puerto Aysén

Puerto Aysén é uma cidade um pouco “menos pequena” do que Chacabuco. Tem uma Plaza de Armas bem bonita:

Plaza de Armas de Puerto Aysén

E tem também agências que oferecem passeios que devem ser bem interessantes para os que curtem esses roteiros de ecoturismo – trilhas, cavalgadas e afins. Não é a minha praia – mas, dada a oferta de paisagens belíssimas ( ;-) ), deve ser uma opção super bacana para os que gostam desse tipo de passeio.

Deixando Puerto Chacabuco

No início da tarde partimos novamente.

Paisagem belíssima com céu azul...

Só pra não perder o costume, navegamos por uma sucessão de  paisagens inacreditáveis. Fazia um frio enlouquecedor, mas o dia estava lindo -  nuvens  branquinhas, uns rasgos de céu azul e sol. Não vou nem tentar descrever as imagens, nem me arrisco a legendar as fotos – melhor deixar que a beleza da região dos fiordes chilenos fale por si só…

Ao fim do dia ainda fomos brindados com um entardecer de cores  suavemente maravilhosas…

Continuamos margeando a costa ao longo da noite, com destino à próxima escala: Puerto Montt.

Bem-vindos a Punta Arenas!

Oito dias após o embarque em Buenos Aires, finalmente chegamos ao Chile – mais especificamente, à mais austral das cidades chilenas, Punta Arenas.

Ancoramos no Chile - literalmente!

O Norwegian Sun ancorou no Estreito de Magalhães de manhã cedo, para uma permanência de 12 horas, a maior de todo o percurso. Não sei o motivo exato dessa permanência tão longa, mas cheguei a achar engraçado que algumas das excursões oferecidas no navio chegavam a prever vôos para o Parque Nacional Torres del Paine ou até mesmo para a Antártida!!! Surreal… ;-)

O Norwegian Sun no Estreito de Magalhães - que de estreito não tem nada...

O Estreito de Magalhães me surpreendeu… Pra começar, eu esperava que ele realmente fosse estreito – que nada, como nos enganamos com os mapas! E senti o navio balançar muito mais navegando por ali do que em pleno Atlântico Sul, a caminho das Malvinas ou do Cabo Horn!

Punta Arenas vista do Estreito de Magalhães

Punta Arenas é uma cidade bem grandinha, e me pareceu um pouco menos convidativa às caminhadas do que Ushuaia. Além disso,  a Avenida Bernardo O’Higgins, que margeia o Estreito de Magalhães,  e onde se concentram os melhores bares e restaurantes, com vista para o estreito,  estava em obras… Somei o fato de que era uma manhã de 2a.f.  e o trânsito não estava lá essas coisas e, pronto, criei uma certa antipatia…

Trânsito de 2a.f., com vista para o estreito...

Tive mais uma frustração em Punta Arenas… Eu queria aproveitar que não tinha visto os pingüins na Península Valdés e visitar uma pingüinera. Nada feito… Nós tínhamos 12 horas de escala na cidade, então não nos preocupamos em tomar café da manhã correndo ou desembarcar depressa… Grande erro!!! As saídas dos passeios são sempre pela manhã, e não chegamos a tempo… :(

Construções históricas na Plaza Muñoz Garnero

Por outro lado, não indo à pingüinera descobrimos que Punta Arenas tem palacetes históricos lindíssimos bem no centro da cidade, no entorno da Plaza Muñoz Garnero – e acabamos mudando o foco do passeio, de pingüins para palácios… ;-)

O Palacio Sara Braun

Um clichê: a igreja em frente à praça...

Demos até um alô para Fernão de Magalhães, ou Hernando de Magallanes,  como é conhecido por lá:

Homenagem à Fernão de Magalhães, descobridor do estreito

Hernando de Magallanes, não - ele era português!!!

Para mim, o ponto alto da visita foi a visita ao Museo Regional de Magallanes:

Museo Regional de Magallanes

O museu é pequeno, fica em um palácio completamente restaurado, e conta a história do descobrimento e da colonização da Patagônia.  Não faltam fotos, mapas da época, histórias de conflitos, enfim, imperdível para quem curte História… ;-)

Por fim, na falta de um almoço delicioso em um restaurante com vista para o estreito – e sem vontade de almoçar com vista para um canteiro de obras… – voltamos para o navio para encarar 2 dias de navegação antes do próximo porto…

Norwegian Cruise Line

Norwegian Cruise Line

Fim de tarde

Fim de tarde

A caminho da piscina

A caminho da piscina

A piscina, quase sempre vazia - que friiiiiiio...

A piscina, quase sempre vazia - que friiiiiiio...

Paisagem constante...

Paisagem constante...

Welcome aboard! 8)

Welcome aboard! ;-)

Decks 6 & 7

Decks 6 & 7

The Great Outdoors - uma delícia nos dias quentes, uma tortura nos mais frios...

The Great Outdoors - uma delícia nos dias quentes, uma tortura nos mais frios...

Topsiders - o bar da piscina, pouco aproveitado na maior parte do tempo

Topsiders - o bar da piscina, pouco aproveitado na maior parte do tempo

Champagne Bar - na minha opinião, o mais lindo! :D

Champagne Bar - na minha opinião, o mais lindo! :D

Sports Bar - ponto de encontro para ver (pasmem!) futebol americano na TV...

Sports Bar - ponto de encontro para ver (pasmem!) futebol americano na TV...

Las Ramblas - música ao vivo que não me agradou...

Las Ramblas - música ao vivo que não me agradou...

Observation Lounge

Observation Lounge

Um vinhozinho no Observation Lounge

Um vinhozinho no Observation Lounge

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