Dia 15, 09/01 – Siem Reap

Chegamos a Siem Reap pela manhã em um vôo da Air Asia, depois de um périplo entre o KLIA (Kuala Lumpur International Airport) e o LCCT (Low Cost Carrier Terminal), que nos custou mais de meia hora, muitos dólares a mais no orçamento e a morte de alguns neurônios… 😉 Fica, então, a dica: em Kuala Lumpur, é importante verificar exatamente de qual aeroporto / terminal parte o vôo, já que a distância entre o KLIA e o LCCT é considerável.

Aeroporto de Siem Reap

Ficamos impressionados com a bela arquitetura do aeroporto de Siem Reap – foi o primeiro aeroporto fora do padrão tradicional que conhecemos… 😉

O Camboja permite que os turistas tirem o visto de entrada ao chegar no país, o que facilita o planejamento da viagem para os turistas brasileiros, por exemplo, já que não há representação diplomática cambojana no Brasil. (Caso o turista visite antes algum país onde o Camboja tenha representação diplomática, é possível tirar o visto com antecedência, embora não seja necessário, pois o processo é bastante ágil.)

Para obter o visto, é preciso apresentar o passaporte com validade de 6 meses, uma foto 3×4 e pagar uma taxa de US$20 – é recomendável levar o dinheiro trocado e notas novas. Lemos no Mikix no Mundo que, quando a Mirella e o Kiko foram ao Camboja, precisaram pagar também uma taxa de saída no valor de US$ 25. Isso não aconteceu com a gente, o que nos faz pensar que o procedimento mudou – de qualquer forma, entretanto, é bom estar prevenido…

Piscina do Somadevi Angkor Hotel & Spa
Piscina do Somadevi
Piscina do Somadevi

Chegamos ao Somadevi Angkor Hotel & Spa no meio da manhã e resolvemos aproveitar algumas horas do dia ensolarado na piscina do hotel.

A caminho da Pub Street

No início da tarde, fomos caminhando na direção do centro de Siem Reap, em busca de algum lugar simpático onde almoçar. Tínhamos a indicação, dada por um amigo brasileiro que vive nos EUA, de uma ruazinha charmosa, repleta de bares e restaurantes, mas não lembrávamos o nome.

Tuk-tuk no centro de Siem Reap

Neste passeio, vimos um tuk-tuk de perto pela primeira vez – um meio de transporte muito usado pelos turistas no sudeste da Ásia.

Mercado Central de Siem Reap

Logo chegamos ao Mercado Central de Siem Reap, nossa primeira parada. Achamos interessante visitar as lojinhas que vendem pratarias, sedas, artesanato… Vimos também “lojas de fábrica”, que vendem Louis Vuitton, Chanel, Fendi, Prada, entre outras marcas, todas produzidas no Sudeste Asiático… 😆

Mercado Central de Siem Reap
Mercado Central de Siem Reap

Uma das partes do mercado que mais nos chamou a atenção foi aquela onde os habitantes locais vão não apenas para fazer suas compras, mas também para uma refeição.

Mercado Central de Siem Reap

Saímos do mercado caminhando sem muito rumo, e logo encontramos uma ruazinha charmosa repleta de bares e restaurantes, bem como o nosso amigo brasileiro que vive nos EUA havia descrito… A ruazinha é conhecida como “The Passage” – lá encontramos ótimas opções de culinária khmer e de entretenimento, como lojas e galerias de arte.

“The Passage”

Depois de caminhar ao longo de toda a rua, escolhemos o “Traditional Khmer Food Restaurant” para a nossa estréia na deliciosa cozinha khmer.

Traditional Khmer Food

Pedimos um chope para cada um enquanto escolhíamos a entrada e os pratos principais.

Chope a US$ 0.50!!! :shock:
Traditional Khmer Food

Provamos um rolinho primavera com um molho muito saboroso à base de amendoim.

Rolinhos primavera de entrada…

Nosso prato principal foi uma salada feita de folhas verdes, papaia, camarões e molho de capim-limão. Nossa orgia gastronômica nos rendeu uma conta de US$ 4 por pessoa… 😯

… e camarões no prato principal

Em Siem Reap, os preços são sempre dados em dólares americanos, por isso é importante levar muitas notas de US$ 1, e não é aconselhável trocar ou sacar dinheiro em moeda local, o riel. 

Pub Street
Pub Street

Ao continuar o passeio, depois do almoço, chegamos à famosa Pub Street de Siem Reap, que não nos disse muita coisa, já que tínhamos nos encantado pela atmosfera charmosa da “The Passage”…

Mercado Noturno de Angkor

À noite, fizemos um novo passeio que nos levou em direção ao Mercado Noturno de Angkor – que, ao contrário do que o nome possa sugerir, fica no centro de Siem Reap.

“No piranha”…

Lá vimos pela primeira vez uma especialidade “estético-relaxante” da Ásia – o Fish Spa.

Fish Spa

A proposta é relaxar / massagear os pés em um pequeno tanque cheio de peixinhos que comem as células mortas da pele. A idéia não nos pareceu nem um pouco higiênica, já que as pessoas caminham o dia inteiro de chinelos ou sandálias e depois mergulham seus pés nem um pouco limpinhos na água. Conclusão: não caímos em tentação, mesmo sabendo que não havia piranhas no tanque… 😆

Mercado Noturno
Mercado Noturno

Passeamos um pouco mais pelo mercado, admirando o belo artesanato local, at̩ que decidimos voltar para o hotel e descansar para o grande passeio que nos aguardava no dia seguinte Рa visita ao Complexo de Templos de Angkor.

Piccolo Hotel – Kuala Lumpur, Malásia

Em Kuala Lumpur, o hotel em que nos hospedamos foi o Piccolo, que encontramos no Booking a US$ 60.85 a diária do quarto duplo, para pré-pagamento, com as taxas incluídas, mas sem café da manhã. O custo do café da manhã, caso se queira pagar à parte, é de US$ 15 por pessoa.

Piccolo Hotel – um achado em Kuala Lumpur
Entrada do Piccolo Hotel, em uma rua lateral da Bukit Bintang
Detalhe na entrada do hotel

No entanto, o fato de que o café da manhã não está incluído na diária acaba não fazendo muita diferença, já que o hotel está muito bem localizado em uma das principais avenidas da área turística da cidade, a Bukit Bintang. A 3 minutos de caminhada está o shopping Pavilion, que tem, em seu subsolo, inúmeras opções de restaurantes e lanchonetes, além de um supermercado.

Quarto limpo e claro

O nosso quarto, especificamente, era um pouco barulhento porque ficava de frente para a avenida, que é bastante movimentada, tanto durante o dia quanto à noite. Isso, no entanto, não chegou a nos incomodar…

Quarto pequeno mas funcional

Um dos pontos altos do hotel era a Internet banda larga gratuita.

Pia no quarto…
… e banheiro desmembrado…

Achamos interessante a opção de se fazer um banheiro triplo, o que otimiza o tempo quando se compartilha um quarto.

Dia 14, 08/01 – Kuala Lumpur

Bukit Bintang

No nosso segundo dia em Kuala Lumpur, decidimos continuar explorando a cidade a pé. Seguimos na direção oposta à que havíamos tomado no dia anterior, e caminhamos rumo a Chinatown.

Chegando a Chinatown
Chinatown
Restaurante em Chinatown
Restaurante em Chinatown

Um dos pontos turísticos mais importantes da Chinatown de KL é o Mercado Petaling, na Jalan (rua) Petaling.

Jalan Petaling – entrada do mercado

Como em toda Chinatown, encontra-se todo tipo de objetos à venda, desde tecidos, calçados, bolsas, eletrônicos (como dizíamos, produtos originários das “lojas de fábrica” do Sudeste Asiático 😆  )…

Mercado da Jalan Petaling

… até produtos alimentícios que abastecem a população local.

Mercado da Jalan Petaling

Continuamos nosso caminho até o Templo Chan See Shuy Yuen. Naquele dia, acontecia ali um bazar, o que não nos motivou a permanecer por muito tempo.

Templo Chan See Shu Yuen – Chinatown

Durante a nossa breve visita, porém, tivemos a oportunidade de observar a riqueza de detalhes do templo nas luminárias, colunas e alvenarias.

Detalhe do templo
Detalhe do templo
Outro ângulo do templo
Templo Chan See Shu Yuen

Nossa próxima parada foi o Mercado Central. Assim que o avistamos, nos impressionamos com a beleza das cerejeiras que decoravam a entrada. Ficamos surpresos ao constatar, quando as tocamos, que se tratavam de  cerejeiras artificiais, tal era a beleza e a delicadeza do trabalho.

Mercado Central
Mercado Central

Do Mercado Central seguimos então para o nosso próximo destino: a Praça Merdeka (sem risos, por favor… 😆 )

Prédio no entorno da Praça Merdeka

Como disse o JB, em um dos seus posts sobre KL, a Praça Merdeka, “apesar do nome, é muito bonita.” No mesmo post, ele também explica que a praça foi o palco da independência da Malásia em 1957.

Muzium Tekstil Negara, ou Museu Têxtil Nacional, na Praça Merdeka
Sultan Abdul Samad Building, na Praça Merdeka
Praça Merdeka
Praça Merdeka
Fonte na Praça Merdeka
Dataran Merdeka РPra̤a Merdeka
Royal Selangor Club, na Praça Merdeka
Catedral de St. Mary, Igreja Episcopal/Anglicana na Praça Merdeka

É fascinante estar em plena praça e poder, ao olhar em volta, vislumbrar diversos estilos arquitetônicos representados em conjunto.

Entorno da Praça Merdeka

Como já estávamos no meio da tarde e, entretidos no passeio, ainda nem tínhamos almoçado, começamos o nosso caminho de retorno, passando por Little India. Ao contrastá-la com a Little India de Cingapura, tivemos a impressão de que a de Kuala Lumpur era menos “turística”…

Jalan Masjid India, Little India

Em um determinado ponto do caminho, como não poderia deixar de ser, as onipresentes Petronas surgiram no horizonte.

As Petronas surgindo de repente na paisagem…

Ao longo do percurso, tivemos várias oportunidades de comprovar o quanto a cidade é bem sinalizada e amigável ao visitante estrangeiro.

Ótima sinalização

Fizemos então, já perto do hotel, uma merecida parada para o almoço, que, nesse dia, praticamente se confundiu com o jantar… Por estarmos em um país muçulmano, escolhemos, nesse dia, homenagear um outro país muçulmano através da sua culinária: o Marrocos.

Tajine – restaurante marroquino na Bukit Bintang
O interior do Tajine

Escolhemos duas saladas e dois pratos principais para compartilhar. O que muito nos chamou a atenção foi que a tajine de frango com limão, que no Marrocos vem acompanhada de batatas cozidas, foi servida com batatas fritas…

Nosso almoço / jantar no Tajine
Paulinho e Carla no Tajine

À noite, resolvemos ficar no bar/restaurante do nosso próprio hotel, o Piccolo Mondo. Sentamos em uma mesa na calçada, de onde podíamos observar todo o movimento dos transeuntes – e que movimento!!! 😉

Piccolo Mondo

Pedimos um drink cada para celebrar a nossa estada em Kuala Lumpur, uma belíssima cidade que muito nos surpreendeu!

Coquet̩is no Piccolo Mondo Рadeus Kuala Lumpur!

 

Dia 13, 07/01 – Kuala Lumpur

No 13o. dia da viagem, saímos de Cingapura de manhã bem cedo com destino a Kuala Lumpur, em um vôo da low cost Air Asia. Desembarcamos no LCCT (Low Cost Carrier Terminal), que dista 60 km do centro da cidade, trajeto que se faz em mais ou menos 1 hora de táxi, ao custo de aproximadamente US$ 25.

Chegamos ao Piccolo Hotel antes do horário previsto para o check-in, então decidimos fazer o nosso registro, guardar as malas e sair para um pequeno passeio. Entregamos nossos passaportes na recepção e qual não foi a nossa surpresa ao sermos informados pela recepcionista que bastaria que Paulinho se registrasse. Vale lembrar que estávamos em um país muçulmano… 😉

Entrada do Piccolo Hotel, em uma rua lateral da Bukit Bintang

O hotel fica localizado no Golden Triangle, a área mais sofisticada de Kuala Lumpur, onde se encontram os melhores hotéis da cidade e várias lojas de grifes internacionais.

Lojas sofisticadas na Bukit Bintang

Fomos caminhando até o Pavilion, um dos maiores e mais elegantes shoppings da cidade, com grande variedade de lojas, restaurantes e até um supermercado.

Entrada do The Pavilion

Chegamos justamente na época da celebração do Ano Novo chinês, e vimos a cidade decorada para as comemorações. Por ser este o Ano do Coelho, lembramos bastante da nossa decoração de Páscoa…

Decoração de Ano Novo no The Pavilion

Logo ao entrar, nossa atenção foi atraída pela música que tocava em frente ao shopping – uma música chinesa, em alto e bom som, que para nós se tornou o símbolo de Kuala Lumpur.

Pedacinho de Brasil em Kuala Lumpur

Comprovamos a variedade de lojas do Pavilion ao nos depararmos com uma loja das nossas legítimas Havaianas – as que não deformam, não soltam as tiras e não têm cheiro… 😉

Trânsito na Bukit Bintang

Ao sair do Pavilion ficamos impressionados com o trânsito intenso na Bukit Bintang – uma constante ao longo do tempo em que ficamos na cidade, fosse durante o dia ou à noite.

O monorail de Kuala Lumpur

O monorail de Kuala Lumpur pode ser de grande valia para evitar o trânsito pesado. O JB, em um de seus posts sobre a cidade, ensina o passo-a-passo para usá-lo. Nós fizemos a opção de passear a pé, pois a área turística é relativamente pequena, bastante arborizada, e é fácil e agradável caminhar pelos principais pontos.

Nossa primeira visão das Petronas

Decidimos começar o nosso passeio seguindo em direção às Torres Petronas, o maior cartão-postal da Malásia.

Não são só as Petronas que chamam a atenção…
KLCC Park, próximo às Petronas
Vida boa no parque
Só praticamente deitando no chão se consegue essa foto…

Visitamos as “Pretonas” ( 😆 ) apenas pelo lado de fora. Quando estivemos na cidade, a visita à passarela do 42o.andar era gratuita, mas o número de visitantes era restrito a 1200/dia. Para conseguir uma senha, era preciso chegar de madrugada. Em férias, optamos por não fazer o que nos pareceu um “programa de índio”…  Soubemos que hoje a visitação já segue regras diferentes – sugerimos uma visita ao site oficial para conferi-las antes de viajar.

Após algumas horas de caminhada, resolvemos então parar para almoçar.  Kuala Lumpur nos impressionou pela variedade de cozinhas internacionais representadas em seus restaurantes.

Carlos Mexican Canteena – The Pavilion

Escolhemos um restaurante mexicano, Carlos Mexican Canteena, em uma agradável ruazinha já no caminho de volta para o hotel. Após o almoço descobrimos que essa ruazinha não era bem uma ruazinha, e sim a área externa do Pavilion

Almoço com temperinho mexicano

Voltamos então para o hotel para um merecido descanso. Saímos novamente apenas à noite, para um jantar tailandês no Celadon Royal Thai Cuisine, também situado no Pavilion.

Celadon Royal Thai Restaurant

Novamente constatamos que as mulheres não têm muita vez em países muçulmanos… Com esse belíssimo ambiente para admirar, fomos alocados em uma mesa de canto, com Paulinho voltado para o restaurante  😀 e Carla… para a parede!!! :-(

O lindo salão do Celadon
Deliciosas opções do Celadon

Entre as inúmeras opções do cardápio bem variado, encontramos a nossa entrada tailandesa favorita, o kratong tong…

Kratong Tong e chá tailandês no Celadon
Nossos eleitos para o jantar

Como pratos principais, Paulinho escolheu uma carne vermelha e Carla um frango, tão deliciosos que acabamos provando dos dois pratos… Recomendamos os dois restaurantes como opções interessantes nessa região da cidade.

Noite na Bukit Bintang
Noite na Bukit Bintang, com o Piccolo Hotel ao fundo

Voltamos então caminhando para o hotel para cair nos braços de Morfeu, já prevendo a intensa programação que nos aguardava no dia seguinte.