Villa Tanamera – Big Buddha Beach, Samui

186488_1005271435003133684_STD Nós não tivemos muitas dicas de Samui antes de viajar para lá… Ou melhor, coletamos várias dicas online, em bons blogs e sites confiáveis como o Travelfish, mas não eram dicas de pessoas conhecidas que já tinham ido ao lugar e dado aquele toque pessoal do tipo “vocês vão amar esse lugar, é a cara de vocês…” 😉 Esse foi um destino em que tivemos que usar bastante o nosso bom senso e uma dose de intuição – uma mistura que costuma dar muito certo, diga-se de passagem… Foi assim que escolhemos o hotel em que nos hospedamos em Koh Samui, o Villa Tanamera, um belo achado, daqueles para guardar a dica com carinho: bom, bonito, barato e bem localizado. Como Samui era uma das escalas de descanso da viagem, querí­amos ficar próximos a uma boa praia, de preferência em um local de fácil acesso e não muito distante do aeroporto, para aproveitar ao máximo o nosso pouco tempo na ilha. Quando encontrei o Villa Tanamera no Booking logo entrei em contato com o Paulinho e o JB e batemos o martelo, porque não havia mesmo necessidade de continuar procurando. Não vou nem falar muito, porque as fotos mostram mesmo praticamente tudo o que é necessário saber…

Hotel Villa Tanamera

A piscina e, ao fundo, a recepção do hotel

Sala

A sala da nossa villa de 2 quartos

Sala / Varanda

Um pouco mais da nossa sala e uma espiadela na varanda

Um quarto

Um dos quartos – ou melhor, uma das suí­tes…

Outro quarto

A outra suí­te

Cozinha

Nossa cozinha – bem equipadinha mesmo!

Passagem direta para a praia

A maior delí­cia: passagem direta do hotel para a praia!!!

Relax na piscina

Relax na piscina no fim da tarde

À noite

E uma foto meio ruinzinha da piscina à  noite, vista do terraço da nossa villa…

Reservamos uma villa de 2 quartos, com café da manhã incluído, pelo Booking, pelo valor de 13,200 baht por 3 diárias, cerca de US$ 400 – ou seja, pouco mais de US$ 130 a diária. Considerando a relação custo x benefí­cio, achamos que valeu muití­ssimo! 😀

O JB também contou um pouco sobre o hotel nesse post aqui.

Dia 42, 05/02 – Koh Samui / Bangkok

Na nossa última manhã em Koh Samui apenas demos uma volta pela vizinhança, aproveitando os últimos momentos antes de tomar o nosso voo de retorno a Bangkok. Já estávamos na Tailândia há 15 dias, e finalmente irí­amos rever a capital, fechando o nosso giro pelo paí­s antes de seguir viagem.

Um último passeio

Um último passeio

Seguimos até o mercado de Big Buddha Beach, mas não havia quase nenhum movimento… Paramos pra conversar com um rapaz dinamarquês que vivia na ilha, o que rendeu um papo bem interessante – ele nos contou que estava se mudando de volta para a Dinamarca porque a filha estava chegando à idade escolar, e ele fazia questão que ela fosse educada lá – ou seja, adeus ao paraí­so tropical…

Perto de Big Buddha Beach

Mercado em Big Buddha Beach

Ainda demos uma olhada nas lojinhas, mas logo nos cansamos e decidimos voltar, porque ainda tí­nhamos um compromisso antes de seguir para o aeroporto – uma boa foot massage pertinho do hotel!

Big Buddha Beach

Big Buddha Beach

Seguimos juntos para o aeroporto, mas lá tomamos rumos diferentes, porque o JB estava indo para Kuala Lumpur e Cingapura, onde já tí­nhamos estado no mês anterior.

Aeroporto de Koh Samui

Aeroporto de Koh Samui

O aeroporto de Samui já tinha nos conquistado desde o primeiro dia, com o seu jeito rústico, repleto de áreas ao ar livre, parecido com qualquer coisa que não fosse um aeroporto. Como tí­nhamos tempo sobrando até a hora do voo, aproveitamos para curtir o cenário… (A foto abaixo eu “roubei” do JB – para ver a original, clique aqui.)

Eu e Paulinho no aeroporto de Samui

Dá pra acreditar que isso é um aeroporto?!?

E não são só as áreas ao ar livre que são assim lindinhas, não – o check-in e as salas de embarque também são um deslumbre!

Check-in

Check-in

A caminho da sala de embarque

A caminho da sala de embarque

Sala de ambarque

Sala de ambarque

Nesse dia deu tempo até para almoçar com calma em um restaurante bonitinho no aeroporto. Mas, se não tivesse sobrado tempo, não terí­amos ficado com fome – na sala de embarque encontramos várias comidinhas e bebidinhas gratuitas, como se toda a sala de embarque fosse uma sala VIP. Achei simpaticí­ssimo! (A princí­pio, achamos que a cortesia era da Bangkok Airways, a companhia-boutique por que me encantei, mas o JB teve a mesma experiência voando outra companhia, então talvez o mérito seja do próprio aeroporto!)

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Ao fim da tarde chegamos de volta a Bangkok, onde o transfer do Bangkok Marriott Resort & Spa já nos aguardava. Na nossa segunda visita à  cidade, mudamos de endereço e nos hospedamos às margens de um dos mais conhecidos cartões postais da cidade, o Rio Chao Phraya.

Bangkok Marriott Resort & Spa

Bangkok Marriott Resort & Spa

Nossa primeira impressão do hotel foi a melhor possí­vel. Pouco tempo depois, o Bangkok Marriott se transformou no Anantara Bangkok Riverside, que continua angariando resenhas bastante favoráveis no Trip Advisor. De todo modo, a nossa experiência vai contar apenas como crônica da nossa viagem mesmo, já que, embora mantendo a mesma ótima localização, o hotel agora é outro…

Piscina

Piscina

Assim que chegamos à recepção do hotel, recebemos o bilhetinho que a Yvonne tinha nos deixado, perguntando se a gente topava encontrar com eles no bar à noite, para uns bons drinques e bate-papo, como tinha ficado combinado desde Koh Phi Phi. Foi um reencontro sensacional, repleto de mais histórias engraçadas das viagens das duas duplas. Nem parecia que nos conhecí­amos há apenas 5 dias!!! 😀

Já em Bangkok, com Yvonne e Oliver

No bar do Bangkok Marriott, com Yvonne e Oliver

Para comemorar uma ótima noite!

Para comemorar uma ótima noite!

Dia 41, 04/02 – Koh Pha Ngan

Um passeio bem comum dentre os turistas hospedados em Koh Samui é passar um dia na ilha vizinha, Koh Pha Ngan. A ilha é famosa por abrigar a Full Moon Party, uma festa que acontece (como diz o nome…) na época da lua cheia, todos os meses, e atrai muitos estrangeiros. As duas ilhas ficam bem próximas, como mostra o mapa:

Fonte: http://www.tropicaleasy.com/

Fonte: www.tropicaleasy.com

Contratamos o passeio na véspera, com transporte do nosso hotel até o pier. Pois bem, nesse dia o Trio Elétrico se transformou em uma versão contemporânea dos Três Patetas… Entramos no carro para ir até o pier e descemos dele praticamente um minuto depois – não sei por que cargas d’água não nos demos conta que o pier ficava bem ao lado do nosso hotel, em uma caminhada que não teria nos tomado mais do que 5 minutos!

Pier - Big Buddha Beach

Pier – Big Buddha Beach

Algumas boas risadas depois, tomamos a lancha para iniciar o passeio. Não demos muita sorte com o tempo, que ficou bastante encoberto durante uma parte do dia…

A caminho de Koh Pha Ngan

A caminho de Koh Pha Ngan

Nosso primeiro ponto de visita foi o Templo Chinês – construído no alto de uma colina, com uma vista privilegiada, o templo rendeu lindas fotos.

Templo Chinês

Templo Chinês

Templo Chinês

Templo Chinês

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Detalhes das paredes

Detalhes das paredes

Templo Chinês

Templo Chinês

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Interior do templo

Interior do templo

Jardim do templo

Jardim do templo

Detalhe na entrada do templo

Detalhe na entrada do templo

A segunda parada do dia foi em uma colônia de pescadores, onde pudemos observar o trabalho de secagem das lulas.

Colônia de pescadores

Colônia de pescadores

Secagem de lulas

Secagem de lulas

Barcos pesqueiros

Barcos pesqueiros

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Chegamos então à primeira praia do dia, Koh Mah. (Não tenho absolutamente nada contra o turismo instrutivo, mas, se estou em uma ilha, quero ir à praia, e não aprender a secar lulas…) Paulinho e JB finalmente puderam ir mergulhar, enquanto eu preferi esquadrinhar a praia em busca de ângulos fotogênicos e depois relaxar tomando um solzinho…

Praia

Praia Koh Mah

Praia

Praia Koh Mah

Praia

Praia Koh Mah

O nosso passeio incluí­a o almoço, em um restaurante de Koh Mah, que não fez feio – comemos arroz, salada e frutos do mar, tudo super gostoso! (E sem fotos, me esqueci…)

Na parte da tarde visitamos a famosa praia Had Rin Nok, onde acontece a tal festa. Fiquei (mal) impressionada com os números grandiosos – milhares de turistas ocupam a praia todos os meses… Fiquei pensando na quantidade de bebida que provavelmente consomem e no lixo que devem deixar para trás – definitivamente, nada a ver com a minha ideia de viagem e diversão…

Had Rin Nok

Had Rin Nok

Had Rin Nok

Had Rin Nok

Ao fim da tarde, voltamos para Koh Samui. Essa era a nossa última noite na ilha e decidimos então ir jantar no restaurante do Saboey Resort, vizinho ao nosso hotel. Pagamos um preço era fixo por pessoa – cerca de 850 baht ou R$ 60 – com direito ao buffet livre e show de dança tí­pica tailandesa. Achei o jantar bem gostoso até cair na armadilha da pimenta na salada de papaia verde – sou fã de comida condimentada, mas a Tailândia realmente testa os nossos limites…

Saboye à noite

Saboey Resort à noite

Buffet de jantar no Saboye

Buffet de jantar no Saboey White Bar

Drinks

Últimos drinks pré-pimenta, digo, pré-jantar…

O show de dança foi muito bonito – depois de assistir a outros no Camboja e em Bali, aos poucos fomos nos acostumando aos movimentos das danças orientais, apreciando tudo sempre mais… São espetáculos turí­sticos, claro, mas discordo de quem desfaz desse tipo de atração por não ser “autêntica”. Não acredito em autenticidade, nessa época tão globalizada em que vivemos – afinal, que autenticidade pode haver onde há interação?!? Mas isso, em hipótese alguma, retira a beleza do espetáculo…

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Dançarina

A suavidade dos gestos da dançarina

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Dançarinas

E os figurinos belí­ssimos…

O JB também contou sobre esse dia lá n’O Descobrimento da América +. Para ler, clique aqui!

Dia 40, 03/02 – Koh Samui

Confesso que fui parar em Koh Samui meio por acaso… Nos nossos planos iniciais, tí­nhamos separado alguns bons dias para as praias tailandesas e pensamos em distribui-los entre Phuket, Phi Phi e Krabi. Mas, conforme fomos lendo sobre os locais, cada vez mais parecia melhor variar as paisagens, e distribuir o nosso tempo entre as praias do Mar de Andaman, como Phuket e Phi Phi, e as do Golfo da Tailândia, como Koh Samui. Além disso, o JB conseguiu encaixar esses dias em Samui no roteiro dele, e então batemos o martelo.

Mas… o fato é que, depois de passar dias no azul transparente maravilhoso do Mar de Andaman, as praias de Koh Samui não me encantaram, não… Arrisco dizer que o Paulinho e o JB também não acharam nada muito sensacional – tanto que, depois de passar a primeira tarde lagarteando na praia, fomos em busca de algo diferente para fazer. Encontramos uma agência de turismo na mesma rua do nosso hotel, e resolvemos contratar um city-tour de meio-dia (que mais ou menos ocupava o dia todo, porque começava às 11 da manhã e ia até o fim da tarde). A 450 baht (cerca de US$ 14), achamos que valia a pena pagar pra ver. (E, já que estávamos ali mesmo, aproveitamos para contratar também um passeio de barco de dia inteiro para Koh Pha Ngan, a ilha da da Full Moon Party, para o dia seguinte. A brincadeira toda nos custou menos de US$ 70…)

Nosso “ilha-tour” foi muito semelhante a qualquer city-tour – um grupo heterogêneo, com algumas pessoas interessantes e divertidas e outras nem tanto buscando conhecer os pontos turí­sticos mais famosos do lugar, em visitas interessantes e divertidas e outras nem tanto… 😛 Nossa primeira parada foi em um mirante bastante bonito, que rendeu fotos bem lindas da cor do mar (que nesse dia estava de um verde especialmente fotogênico…)

Primeira parada: o mirante

O mirante da primeira parada

Já começamos o dia nos aproveitando da boa vontade de algum incauto para fazer as fotos oficiais do “trio elétrico”…

O "trio elétrico"

O “trio elétrico”

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Entrando no clima...

Entrando no clima…

Nossa parada seguinte foi nessa praia curiosamente nomeada “Grandpa & Grandma”. Sim, é para pensar “naquilo” mesmo! 😉 As formações rochosas lembram as formas dos órgãos sexuais masculino e feminino, e o povo se esbalda fazendo mil e uma fotos um tanto quanto proibidas para menores… 😀

Grandpa & Grandma

Grandpa & Grandma

Grandpa & Grandma - praia

A prainha meio escondida de Grandpa & Grandma

Quando voltamos para a van não deu pra resistir a fazer uma foto-trocadilho… Afinal, lá estava o JB entrando na van – ou seria na VAM?

O dia em que o JB entrou na VAM...

O dia em que o JB entrou na VAM…

Seguimos então para o primeiro templo do dia, o Wat Khunaram. O templo é famoso por abrigar o corpo mumificado do monge Loung Pordaeng, morto em 1973. O estado de preservação do corpo é realmente impressionante, mas não deixa de ser uma visita um tanto quanto mórbida… Não é permitido fazer fotos, mas quem ficar curioso pode ler mais e ver fotos tanto aqui quanto aqui.

Wat Khunaram

Wat Khunaram

Os macaquinhos...

Os macaquinhos…

Em Wat Khunaram vimos mais uma vez as imagens de Buda relativas aos dias da semana – começando à  esquerda, temos domingo, segunda, terça, quarta pela manhã, quarta à tarde, quinta, sexta e sábado. Ao contrário do que tí­nhamos visto em Chiang Mai, aqui eles consideram apenas uma imagem para a segunda-feira…

Mais uma vez, os Budas dos dias da semana...

Mais uma vez, os Budas dos dias da semana…

A próxima parada foi a menos bacana de todo o dia, na minha opinião: um desses lugares onde os turistas podem tocar e interagir com animais selvagens, mantidos calminhos às custas sabe-se lá de quais subterfúgios. Não vou entrar muito no mérito da questão, a não ser para dizer que soy contra, contra, contra

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A parada seguinte foi a cachoeira de Na Muang. Bonita, sim, mas que também não chegou a nos emocionar…

A cachoeira

A cachoeira

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Seguimos então para a penúltima parada do passeio: Wat Plai Laem, um templo de orientação tailandesa e chinesa, dedicado a Guanyin, a deusa da misericórdia e da compaixão, e também ao Buda chinês, aquele da imagem gordinha e sorridente.

Guanyin - Wat Plai Laem

Guanyin e seus 18 braços

Laughing Buddha

O sorridente Buda chinês

Esse templo é um lugar delicioso para passear, observar as imagens, fazer um milhão de fotos e simplesmente esquecer da vida…

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Outro ângulo...

Outro ângulo…

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E mais um ângulo...

E mais um ângulo…

Para saber um pouco mais sobre Wat Plai Laem, clique aqui, aqui e aqui.

Tomamos então o rumo da nossa última parada do dia: Wat Phra Yai, ou o Templo do Grande Buda, localizado, claro, já bem pertinho do nosso hotel, na Big Buddha Beach (o nome não é à toa…)

Wat Phra Yai

Wat Phra Yai

A imagem enorme do Buda dourado lá no alto da escadaria é mesmo muito imponente – e, como sempre, os fiéis e suas oferendas nos faziam lembrar que o local turí­stico de alguns é o local religioso de outros…

Fiéis e suas oferendas

Fiéis e suas oferendas

Close no Buda...

Close no Buda…

De todo modo, devo dizer que a parte que mais me encantou foi a paisagem vista lá de cima… A praia é Big Buddha Beach, a mesma do nosso hotel.

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Para ter mais informações sobre Wat Phra Yai, clique aqui, aqui e aqui.

Ao final do passeio, fomos entregues no nosso hotel absolutamente exaustos. Aproveitamos como nunca o fim da tarde na piscina – não parece nada, mas uma piscininha no fim do dia tem o poder de relaxar a musculatura e preparar o corpo para uma boa noite de sono e mais passeios no dia seguinte… 😉

Relax na piscina

Relax na piscina

Como o cansaço era grande, mas não era maior do que a nossa fome, resolvemos dar um crédito ao restaurante em frente ao hotel. Comemos uns krathong thongs deliciosos, seguidos de um belo prato principal e um tiramisu muito gostoso de sobremesa.

Jantarzinho "da preguiça"...

Jantarzinho “da preguiça”…

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O JB também contou as aventuras desse dia lá n’O Descobrimento da América +. Para ler o ponto de vista dele, é só clicar aqui!

Dia 39, 02/02 – Koh Samui

Partimos de Phuket logo cedo em um voo da Bangkok Airways, a única companhia em que conseguimos um voo direto de Phuket a Samui, sem a necessidade de fazer conexão em Bangkok. O voo foi bem tranquilo e chegamos sem atraso. Nesse dia, esse era um ponto bem importante, porque ainda no aeroporto iríamos encontrar o JB, que estava chegando de Bangkok para passar esses dias em Samui com a gente.

Aeroporto de Koh Samui

Aeroporto de Koh Samui

Arrisco dizer, assim meio de improviso, que o aeroporto de Koh Samui é o mais original onde já estive, todo construí­do de acordo com o estilo local e com muitas áreas ao ar livre. Nesse dia tivemos apenas uma prévia – alguns dias depois, no dia da partida de Samui para Bangkok, tivemos uma noção mais precisa do lugar…

O "trio elétrico" chegando no aeroporto de Koh Samui

O “trio elétrico” chegando no aeroporto de Koh Samui

Logo o voo do JB chegou também. Nosso reencontro foi uma alegria só – afinal, depois de mais de 1 mês de viagem, já tí­nhamos muitas histórias pra contar… 😉 Mas, como tí­nhamos contratado o transfer no hotel onde ficarí­amos hospedados, achamos por bem não deixar o motorista nos esperando. Nosso hotel, o Villa Tanamera, ficava situado na região de Big Buddha Beach, bem ao norte da ilha, a menos de 10 minutos de carro do aeroporto – como o carro já estava a nossa espera, chegamos lá em dois tempos.

Hotel Villa Tanamera

Hotel Villa Tanamera

A primeira impressão que tivemos do hotel foi das melhores. O hotel é charmoso e aconchegante, com uma piscina super agradável e ligação direta com a praia em frente. Ao redor da piscina ficam dispostos os bangalôs. O nosso era excelente, bonito e espaçoso – dois quartos, dois banheiros, sala, cozinha completa e até um terraço! (Mas isso já é assunto para o post especial sobre o hotel, que virá mais adiante…)

Antica Locanda

Antica Locanda

Pasta Carbonara

Pasta Carbonara

Nos instalamos rapidinho e saí­mos para uma volta de reconhecimento. A fome logo bateu e resolvemos conferir um restaurante italiano bonitinho, o Antica Locanda. Já contei que uma das nossas estratégias para matar a saudade da comida de casa era recorrer aos restaurantes italianos… E nesse dia não querí­amos abusar e/ou errar no almoço, porque tí­nhamos feito planos especiais para o jantar! 😉

Nossa praia

Nossa praia

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Avião da Bangkok Airways

Avião da Bangkok Airways

Fim de tarde na praia

Fim de tarde na praia

Fim de tarde na praia

Fim de tarde na praia

Depois do almoço, tomamos o rumo da praia, onde passamos a tarde descansando, batendo papo, fazendo fotos, observando os aviões da Bangkok Airways voando baixinho para aterrisar no aeroporto ali perto… E, claro, fazendo planos para o jantar!

gallery_photo_185_14        Na revista de bordo da Bangkok Airways tí­nhamos visto um anúncio de um restaurante que nos fisgou à primeira vista, só pela foto – o Sea Wrap, no Peace Resort, em Bophut. Eu e Paulinho ficamos apaixonados pelas mesinhas baixas e almofadões na areia da praia – e qual não foi a nossa surpresa ao descobrir que o JB tinha visto o mesmo anúncio na revista e também se interessou em conferir o restaurante! 😉

Foto de divulgação do Sea Wrap

Foto de divulgação do Sea Wrap (Fonte: www.peaceresort.com/dining)

A ilha de Koh Samui não é muito grande, por isso sabí­amos que o Peace Resort não poderia ser muito distante. De volta ao hotel, descobrimos que levarí­amos uma meia hora de carro para chegar. Achamos bem razoável, e decidimos fazer a reserva e contratar um táxi no hotel para nos levar e buscar.

O trio no Sea Wrap do Peace Resort

O trio no Sea Wrap do Peace Resort

Foi uma noite super divertida! Ao chegar, ainda conseguimos aproveitar um pouco o ambiente delicioso à beira da praia, rindo, conversando e tomando um vinho. Mas logo começou a chover e tivemos que nos abrigar na parte fechada do restaurante… 🙁

Vou deixar que o JB conte essa história no post que ele escreveu sobre esse dia em Koh Samui – é só clicar aqui!

The Nap Patong – Patong Beach, Phuket

O hotel em que nos hospedamos em Patong Beach, o The Nap Patong, foi, indubitavelmente, uma das melhores escolhas de toda a VAM – e teve uma relação custo x benefí­cio que se aproximou da perfeição. Como ficarí­amos apenas uma noite, estávamos buscando apenas um hotel bem localizado, limpo e confortável para dormir bem e seguir viagem para Koh Samui no dia seguinte bem descansados. Procurando no Booking, logo nos apaixonamos pelas lindas fotos do Nap Patong… Como a localização também era ótima, ele ganhou mais pontos – e, quando vimos o valor da diária, US$ 110, não hesitamos e fizemos a reserva na hora! 😉

The Nap Patong

The Nap Patong

O hotel era noví­ssimo, e isso transparecia em cada detalhe – assim como o bom gosto e a funcionalidade do projeto. Acabamos fazendo um montão de fotos, e elas praticamente falam por si mesmas…

Entrada

Entrada do hotel, com o bar-restaurante ao fundo

Entrada

O bar do hotel visto de frente

Entrada

Todo o ambiente do bar – com os sofás para os clientes…

Entrada

Sofás e cadeiras de balanço no lobby

Lobby

E por falar em lobby confortável…

A caminho dos quartos

A caminho dos quartos…

O quarto que reservamos, do padrão mais simples, já era um espetáculo, com sua decoração funcional e de um super bom gosto…

Entrada do nosso quarto

Entrada do nosso quarto

Nosso quarto

Nosso quarto – com varanda e vista!

Nosso quarto

Outro ângulo do nosso quarto

Vista da varanda

Vista da varanda

Vista da varanda

Ainda a vista da varanda

Outro ângulo

Mais um ângulo do quarto

Banheiro

E uma foto do banheiro…

Banheiro

… porque banheiros bonitos merecem fotos!

No dia seguinte, partimos cedo para Koh Samui, mas não sem antes tomar um baita susto: quase na hora de ir para o aeroporto, fomos pegar os passaportes no cofre e… qual não foi a nossa surpresa ao ver que o cofre não abria!!! 😯 Ligamos para a recepção imediatamente e logo mandaram um técnico, que constatou que a bateria do cofre tinha acabado, fez a troca e conseguiu resgatar os nossos documentos… All is well that ends well!!!

Dia 38, 01/02 (tarde) – Patong Beach, Phuket

Voltar a Phuket depois dos dias que passamos em Phi Phi foi menos um desejo do que uma necessidade. Não irí­amos rever a nossa Phuket idí­lica de Mai Khao, mas apenas fazer uma breve “escala técnica” – não querí­amos o stress de arriscar vir de ferry de Phi Phi e tomar um voo para Koh Samui no mesmo dia.

The Nap Patong

The Nap Patong

Como irí­amos dormir só uma noite, resolvemos dar uma chance a Patong Beach. Não tí­nhamos nenhuma pretensão turí­stica, a ideia era mesmo só dar uma volta de reconhecimento, jantar e voltar para o hotel para uma boa noite de sono antes de embarcar cedo no voo para Samui. Escolhemos no Booking um hotel novinho, o Nap Patong, que nos atraiu pelas fotos lindas e pela boa localização – e que se mostrou uma ótima escolha!

Patong

Ruas de Patong…

Patong

… e seu trânsito intenso

Chegar a Patong Beach foi como chegar a outro planeta… Depois de praticamente uma semana no dolce far niente das praias de Mai Khao e de Phi Phi, foi meio esquisito ir parar no meio de toda aquela agitação… O ritmo de Patong é o de uma cidade grande – lã estão o trânsito, o barulho, o movimento incessante…

Patong

Pôr-do-sol…

Patong

…na praia de Patong

Caminhamos até a praia para ver o pôr-do-sol – e foi bonito, mas a praia ali não tinha os encantos da Phuket que tí­nhamos conhecido alguns dias antes…

Patong

Um McDonald’s aqui…

Patong

…e um Starbucks logo adiante…

Prosseguimos o nosso passeio por essa Phuket carregada das marcas-sí­mbolo da globalização, tropeçando em um McDonald’s aqui e em um Starbucks ali… 😉

Patong

Muito movimento, sons e cores…

Patong

…na noite agitada de Patong

Até deu pra ver um pouquinho do movimento noturno nos bares da região – e achamos super divertido esse bar montado dentro da Kombi!

Patong

Uma Kombi em Patong

Mas logo fomos buscar um restaurante simpático onde jantar… Passamos por um italiano que nos pareceu bem legal – e foi mesmo. Jantamos uma massinha bem gostosa!

Patong

Nosso restaurante italiano em Patong

DSC05171      A comida italiana acabou sendo, de certo modo, uma referência de comfort food ao longo da viagem… Nos momentos em que estávamos mais cansados, precisando mesmo relaxar, era sempre a um restaurante italiano que recorrí­amos!

Logo após o jantar, voltamos ao hotel para um drink ao mesmo tempo de boas-vindas e despedida…

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É curioso que muitas vezes, nos diálogos dos turistas, e mesmo nos textos dos blogs e guias, Patong e Phuket Town se confundem com a própria ilha de Phuket – toma-se a parte pelo todo. Foi uma experiência válida conhecer essa parte da ilha, e compreender porque tanta gente recomenda que não se gaste nem um dia por lá, seguindo logo para alguma ilha menos degradada pelo turismo… Compreeendo – mas não concordo. Nesse caso eu sempre faço a advogada do diabo, recomendo pensar duas vezes e, quem sabe, dar uma chance ao lado off the beaten track da ilha – fico muito feliz que a nossa Phuket continue sendo o lado B… 😉

The Beach Resort, Koh Phi Phi

Escolher hospedagem em Koh Phi Phi foi das tarefas mais árduas da VAM. Como tí­nhamos pouco tempo, a boa localização para o passeio a Koh Phi Phi Leh era fundamental – o problema era que o valor das tarifas normalmente estava muitos pontos acima do nosso orçamento, que era de US$ 100 / noite. Tivemos indicações que me pareceram quentíssimas, mas que se revelavam um belo balde de água fria na hora de conferir os custos – US$ 400, US$ 500 e até US$ 600 por noite.

Descobri o Phi Phi The Beach Resort pesquisando no Booking. Com a diária a US$ 150, ele estava 50 % acima do planejado, mas era uma possibilidade – afinal, o nosso orçamento já tinha sido esticado por outras boas causas antes. Lendo as resenhas no Trip Advisor, na época, não vi nada além do que esperava, for better or worse – o hotel era simples, espartano até, e as diárias, inflacionadas; ou seja, no geral, a relação custo x benefício era sofrí­vel. Mas, por falta de uma opção que se encaixasse melhor nos nossos planos, fechamos a reserva.

Longtail boats

Longtail boats (foto do site)

Chegamos a ilha em um dos longtail boats próprios do hotel – um ponto positivo é que o transporte de / para o pier de Tonsai está incluí­do na diária. Por outro lado, a falta total de cuidado com a bagagem dos hóspedes, exposta à água do mar sem qualquer proteção foi um ponto bem negativo.

Chegando a Long Beach

Chegando a Long Beach

Tí­nhamos feito a reserva com o pagamento no checkout. Pois assim que chegamos à recepção do hotel, a primeira coisa que fizeram foi nos cobrar o pagamento – assim mesmo, de sopetão, antes mesmo de qualquer informação acerca de localização de quartos ou horário do café da manhã. Para mim, isso se traduziu como um serviço bastante rude e descortês.

Phi Phi The Beach Resort

Phi Phi The Beach Resort (foto do site)

Por outro lado, não deixo de considerar pontos positivos como o café da manhã incluído na diária, gostoso embora pouco variado; o shuttle que nos levava até o quarto a qualquer hora do dia, muito conveniente principalmente para subir a colina; e o wifi gratuito, mas que só funcionava mesmo próximo à  recepção…

Subindo para os chalés

Subindo para os bangalôs

Nosso chalé

Nosso quarto por fora

Chegar ao nosso quarto foi uma decepção. Detestei tanto que nem tenho fotos próprias do interior do quarto. Um grande erro, na verdade, porque agora só tenho as fotos do site para mostrar, e elas são bem enganadoras…

Nosso quarto era exatamente esse mostrado na foto abaixo – que, com certeza, foi feita com uma ótima lente grande angular, porque aqui ele parece ter no mí­nimo o dobro do tamanho real… A porta leva ao banheiro, um cubí­culo mal ventilado com um chuveiro de três pingos d’água, daqueles risí­veis para um destino de praia…

Interior do quarto - foto do site

Nosso quarto por dentro ( foto do site)

Tenho consciência de que a minha decepção foi bem mais intensa porque eu estava chegando de uma estada absolutamente perfeita no Renaissance Phuket em Mai Khao – um hotel espetacular que tinha custado menos que a espelunca de Phi Phi…

A favor do hotel continuo enfatizando mesmo apenas a localização. Não nego que era sensacional descer apreciando essa vista logo cedo para tomar o café da manhã à beira desse mar transparente. Mas esse é um mérito da natureza, não exatamente do hotel…

Vista do caminho de descida para a praia

Vista do caminho de descida para a praia

A piscina do hotel era bem fraquinha também – me pareceu até desnecessária, mesmo para quem viaja com crianças, já que a praia em frente é super calma e protegida.

Piscina e restaurante

Piscina e restaurante

Enfim, foram apenas duas noites, felizmente. Não tive a oportunidade de ver por dentro outros hotéis de Long Beach, mas gostamos bastante de frequentar tanto o restaurante quanto o spa do Paradise Resort – talvez eu confira melhor essa possibilidade, caso um dia resolva voltar a Koh Phi Phi… 😉

Dia 38, 01/02 (manhã) – Long Beach, Koh Phi Phi

Acordamos cedo para aproveitar a nossa última manhã em Koh Phi Phi. Tínhamos bilhetes para embarcar na ferry de volta a Phuket logo no iní­cio da tarde.

Descemos para o café da manhã no restaurante do hotel, à beira-mar…

Vista da praia ao sair do nosso quarto

Vista da praia ao sair do nosso quarto

E já resolvemos ficar um pouco pela praia…

Long Beach

Long Beach

Aproveitamos bastante as águas claras, lotadas de peixinhos mesmo bem perto da areia…

Long Beach vista do mar...

Long Beach vista do mar…

E Paulinho resolveu se arriscar com a câmera dentro d’água para não perder a chance de fotografar a praia vista do mar…

Paulinho, o autor da foto...

Paulinho, o autor da foto…

Logo resolvemos ir dar uma última volta pelas proximidades…

Saindo para uma volta na praia...

Saindo para uma volta na praia…

Sempre um longtail boat no caminho...

Sempre um longtail boat no caminho…

Caminhamos devagar, fazendo algumas fotos e curtindo bem o caminho…

Ao longo da praia...

Ao longo da praia…

Um pouco mais adiante...

Um pouco mais adiante…

E daqui se vê Koh Phi Phi Leh ao fundo...

E daqui se vê Koh Phi Phi Leh ao fundo…

Flores

Flores…

Minhas macaquices...

Minhas macaquices…

E logo chegamos ao Spa do Paradise Resort, onde tí­nhamos feito uma massagem no primeiro dia, e querí­amos repetir a dose… Há vários spas ao longo da praia – e o aroma do óleo de coco usado em alguns deles faz pensar em cocada, doce de coco… (Bom, não sei se todo mundo faz a associação – mas eu, que já estava fora de casa há mais de 1 mês, desenvolvi um desejo por cocada que só consegui saciar quando voltei pra casa! 😉 )

Chegando ao nosso destino...

Chegando ao nosso destino…

... para uma ótima massagem!

… para uma última massagem!

Depois de uma massagem bem relaxante, voltamos então para o nosso hotel, fechamos a bagagem e logo partimos no longtail boat que nos levaria de volta ao Ton Sai Pier, onde embarcarí­amos na ferry.

Deixando Long Beach...

Deixando Long Beach…

Deu uma certa dor no coração deixar essa paisagem tão linda pra trás… Ainda bem que tí­nhamos a expectativa de ótimos momentos adiante – após uma noite em Phuket, voaríamos a Koh Samui para passar uns dias com o JB e em seguida a Bangkok, onde irí­amos rever a Yvonne e o Oliver… 😉

... no rumo de Phuket!

… no rumo de Phuket!

A viagem de volta na ferry foi bem mais organizada e agradável, menos lotada e confusa. Foi uma grata surpresa, porque eu já estava me armando de paciência para tolerar outra travessia chatinha… 😛

Dia 37, 31/01 – Koh Phi Phi Leh

Um dos grandes acertos da nossa breve estada em Koh Phi Phi Don, foi, sem dúvida, a escolha da localização do nosso hotel – Long Beach. (Tenho mil ressalvas quanto ao hotel em si, mas isso é assunto para um post especí­fico…) No dia seguinte à nossa chegada, tomamos o nosso café da manhã à beira-mar, no restaurante pé-na-areia do hotel, e seguimos para o barco que nos aguardava pouco adiante, para um passeio de dia inteiro a Koh Phi Phi Leh.

Barcos em Maya Bay...

Barcos em Maya Bay…

Chegando a Koh Phi Phi Leh

Chegando a Koh Phi Phi Leh

Antes mesmo de aportar em Maya Bay, o primeiro destino do dia e ponto mais aguardado do passeio, já fizemos uma parada para mergulho com snorkel e observação da vida marinha.

Paulinho no mar

Paulinho no mar

Peixinhos perto de Maya Bay...

Peixinhos perto de Maya Bay…

O impressionante tom de azul (ou verde?) da água...

O impressionante tom de azul (ou verde?) da água…

Logo chegamos a Maya Bay.

A placa diz tudo...

A placa diz tudo… ou quase!

A placa indicando a rota de fuga em caso de tsunami nos trouxe imediatamente à memória o grande desastre natural que atingiu a ilha logo após o Natal de 2004, que deixou mais de mil mortos e um rastro inacreditável de destruição. Os pontos mais turísticos se recuperaram da tragédia relativamente depressa (em termos materiais, claro…) – e, além desses pequenos detalhes, nada nos remete ao ocorrido.

Rota de fuga em caso de tsunami

Rota de fuga em caso de tsunami

Ainda era cedo quando chegamos, mas o movimento já era intenso. Era o finzinho de janeiro, alta temporada na região, então acho que seria humanamente impossí­vel ver a bela praia do filme A Praia com menos gente – a não ser para os aventureiros que acampam por lá… 😛 Mas eu sigo à risca a minha crença de que a praia, seja ela qual for, é pública, e não me incomodo de compartilhar o paraí­so, não… (O que me incomoda, sim, é a degradação trazida pela superlotação de turistas – mas isso também é um assunto para outra ocasião…)

Uma multidão de turistas...

Muitos e muitos turistas…

A praia estava cheia, sim – mas, sinceramente, não era nada semelhante às multidões que lotam as praias do Rio de Janeiro e adjacências no verão… E logo as pessoas começaram a se dispersar, fosse para dar uma volta pela trilha que leva ao interior, fosse para um mergulho no mar… Pode até não ser sempre assim – mas nesse dia o purismo de quem diz que Maya Bay está insuportável de tão lotada me pareceu apenas esnobismo desnecessário mesmo…

Barcos em Maya Bay

Barcos em Maya Bay

Logo vimos que o mar em si nem estava cheio, e que seria perfeitamente possí­vel aproveitar bastante a água cristalina para bons mergulhos…

Turistas aproveitando o mar calmo...

Turistas aproveitando o mar calmo…

... assim como eu...

… assim como eu…

... e Paulinho!

… e Paulinho!

Desde essa parte inicial do passeio começamos a bater papo com as outras pessoas que estavam no nosso barco – era um grupo super interessante e heterogêneo, formado por gente de toda parte do mundo! Havia dois amigos alemães, a Yvonne e o Oliver, que estavam hospedados no hotel ao lado do nosso; havia também um casal israelense, um rapaz da Moldávia e dois amigos franceses, além de duas moças chinesas (ou japonesas, não me lembro bem) que não participaram da conversa porque não falavam inglês, quase sempre a lingua franca dos viajantes…

Ficamos bastante tempo em Maya Bay – e, devo dizer que fiquei satisfeita por ter tempo para curtir o lugar em vez de ficar pingando de praia em praia… 😛 Mas depois seguimos para outros locais bons para mergulho – eu, que não sou fã de mergulho / snorkel, teria ficado mais feliz n’A Praia, mas o quê se há de fazer… 😉

Ainda em Maya Bay...

Ainda em Maya Bay…

Prosseguindo o passeio...

Prosseguindo o passeio…

O ponto de parada seguinte quase nos levou de volta a Koh Phi Phi Don – o chamado shark point (ponto de tubarões) ficava praticamente em frente ao nosso hotel! Claro que uma das primeiras perguntas feitas ao guia foi por quê não tí­nhamos parado lá em primeiro lugar… Ele deu uma resposta bem convincente: não apenas para chegar a Maya Bay em um bom horário para aproveitar antes da superlotação de turistas, mas também para pegar o shark point em um horário mais propício para a observação dos peixes – sim, pelo que entendi, os tubarões por ali estão mais presentes no nome do lugar do que na água…

Shark point - com o The Beach Resort ao fundo...

Shark point – com o The Beach Resort ao fundo…

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Muitos peixinhos, nenhum tubarão...

Muitos peixinhos, nenhum tubarão…

Nossa próxima parada – a do almoço! – foi mais do que bem vinda. Depois de tanta praia e mergulhos, todos já estavam famintos. O local escolhido foi uma praia muito tranquila e arborizada, um ótimo cenário para uma pausa relaxante.

Chegando ao "restaurante"...

Chegando ao “restaurante”…

Recanto da "praia-restaurante"...

Recanto da “praia-restaurante”…

Nosso almoço foi estilo lunch box – era simples, mas estava muito gostoso. E o prazer de dividir uma mesa sob as árvores com pessoas tão diversas como eram os membros do nosso grupo foi a parte mais bacana! (Só para mencionar um momento engraçado, tive uma platéia muito atenta enquanto eu contava a história da reinvenção das Havaianas e explicava a diferença entre os diversos modelos – sem falar em olhos arregalados ao constatar o quanto elas são mais baratas aqui no Brasil do que no resto do mundo, inclusive os meus, que não sabia que um par de Havaianas pode custar US$ 50 em Israel…)

Ótima sombra das árvores na hora do almoço...

Ótima sombra das árvores na hora do almoço…

Depois do almoço saboroso, de uma boa conversa e um descanso reconfortante na praia, tomamos o nosso rumo mais uma vez.

De volta ao mar...

De volta ao mar…

E logo estava na hora de retornar a Koh Phi Phi Don…

No caminho de volta...

No caminho de volta…

Nessa mesma noite, jantamos com a Yvonne e o Oliver em um dos restaurantes pé-na-areia de Long Beach – foi um jantar divertidí­ssimo, coalhado das boas histórias da viagem deles pela Tailândia e da nossa VAM, que já ia pela metade… Ainda combinamos um novo encontro em Bangkok, porque descobrimos que estarí­amos no mesmo hotel por uma noite – a última deles antes de voltar para a Alemanha. What are the odds?!? 😉

Nosso passeio, feito em lancha, custou cerca de 1500 baht por pessoa, e foi contratado em uma agência à beira-mar em Long Beach.

Dia 36, 30/01 – Long Beach, Koh Phi Phi

Nossa última manhã em Phuket foi carregada de pena… Amei tanto os dias que passamos lá que mesmo a expectativa quanto ao próximo destino – nada menos do que Koh Phi Phi – não era suficiente para apagar a melancolia de deixar um lugar tão bonito sem saber quando (e se) iria voltar… Mas, como diz o ditado, “o que não tem remédio…” – e assim embarcamos na van que nos levaria por cerca de 1 hora de estrada até o Rassada Pier, de onde parte a ferry para Koh Phi Phi. Hospedar-se em Mai Khao tem seus altos e baixos em termos de localização – é muito mais perto do aeroporto, mas muito mais distante do pier do que Patong. Como nós chegamos de avião, fomos embora de ferry, depois voltamos de ferry, passamos uma última noite em Patong e fomos embora definitivamente de avião, para nós acabou não fazendo muita diferença. De todo modo, terí­amos que cumprir alguns deslocamentos chatinhos pela ilha…

RassadaPier2_editado     RassadaPier1_editado

Chegando ao pier, achamos todo o esquema de embarque bastante confuso e desorganizado. Sinceramente, não sei até hoje como embarcamos na ferry correta, e não em uma que nos levaria na direção oposta! 😛

Ferry Phuket - Phi Phi

Ferry Phuket – Phi Phi

A desorganização era geral mesmo… Fiquei muito mal impressionada com o lugar onde as malas eram “depositadas” – se é que se pode chamar a essa pilha de malas ameaçando revirar por cima das pessoas de “depósito de bagagem”… Não vi nenhum tipo de controle de peso de malas – e nem mesmo de número de passageiros! Muitas pessoas viajavam de pé ou sentadas pelo chão. Achei todo o esquema bem esquisito – e bastante perigoso mesmo. (Embora eu deva dizer que, na volta de Phi Phi para Phuket, a ferry era bem melhor e o número de passageiros, bem menor, o que tornou a viagem mais tranquila.)

Guarda-bagagem na ferry

Guarda-bagagem na ferry

O tempo de travessia não é longo e o Mar de Andaman costuma ser calmo. Logo avistamos o Ton Sai Pier, já em Koh Phi Phi.

Porto de Phi Phi

Chegando ao Ton Sai Pier

No porto de Phi Phi

Ton Sai Pier

Koh Phi Phi

Koh Phi Phi

Koh Phi Phi, na verdade, são duas ilhas: Phi Phi Don, a única habitada, onde há hotéis, resorts, lojas e restaurantes, e Phi Phi Leh, que abriga a famosa Maya Bay (aquela mesmo, que foi cenário do filme A Praia…) Escolhemos ficar hospedados em Had Yao, mais conhecida por seu nome em inglês, Long Beach, uma praia relativamente isolada, mas que provê fácil acesso de barco a Phi Phi Leh. Como tí­nhamos apenas metade do dia da chegada, o dia seguinte inteiro e metade do dia da partida, não querí­amos perder mais tempo do que o estritamente necessário com deslocamentos… Contratamos no próprio hotel em que ficamos hospedados, o The Beach Resort, o transfer em longtail boat, esse barco tí­pico das ilhas tailandesas – e ele já estava a nossa espera quando descemos da ferry.

Long tail boat para Long Beach

Long tail boat para Long Beach

A ferry e o long tail boat

A ferry e o long tail boat

A viagem foi rápida, mas nada confortável… Eu não sabia, mas é praticamente impossí­vel não se molhar em um desses barcos – e isso vale não só para humanos, mas também para suas malas! Achei péssimo ver que não havia sequer uma proteção para as malas e bolsas empilhadas no barco, que chegaram à praia em frente ao hotel completamente encharcadas de água salgada. (Ainda bem que a minha malinha era bem resistente à água e protegeu direitinho todos os meus pertences!)

Chegando a Long Beach

Chegando a Long Beach

Fizemos rapidamente o check-in no hotel, deixamos a bagagem e fomos desbravar a vizinhança…

The Beach Resort

The Beach Resort

Em Long Beach praticamente só há hotéis pé-na-areia – a localização é perfeita para quem está em busca de sossego, e péssima para quem quer algum tipo de agito. Até é possí­vel ir de Long Beach a outras partes de Phi Phi a pé, mas o acesso é feito pelas pedras, e completamente desaconselhado depois de escurecer. Por outro lado, há serviços de táxi em longtail boats! 😉

Bar / restaurante em frente à praia

Bar / restaurante em frente à praia

Todos os hotéis também têm restaurantes à beira-mar, então a alimentação não é problema – pode-se variar de restaurante todos os dias…

Fim de tarde em Long Beach

Fim de tarde em Long Beach

Ao longo da praia, vê-se muitos e muitos barcos, tantos quantos são os restaurantes da orla e os spas que oferecem massagens…

Longtail boats

Longtail boats

Longtail boat na praia

Longtail boat na praia

Bar / restaurante pé-na-areia (literalmente!)

Bar / restaurante pé-na-areia (literalmente!)

Logo fizemos uma pausa para tomar uma cervejinha e escolher o restaurante onde voltaríamos para jantar…

Pausa para uma cervejinha...

Pausa para uma cervejinha…

Calmaria na praia...

Calmaria na praia…

Fim de tarde

Fim de tarde

Aproveitamos também para escolher um passeio de barco a Phi Phi Leh em uma das muitas agências situadas à beira-mar, e deixamos tudo contratado para o dia seguinte. Pagamos cerca de 1500 baht (aproximadamente US$ 45) por pessoa pelo passeio de dia inteiro, em lancha, com o almoço incluí­do.

Restaurante à noite em Long Beach

Restaurante à noite em Long Beach

À noite, jantamos cedo e fomos dormir para poder aproveitar bem todas as belezas que nos aguardavam no dia seguinte…

Renaissance Phuket Resort & Spa – Mai Khao, Phuket

No primeiro post sobre Phuket, eu teci vários e vários elogios ao hotel onde nos hospedamos, o Renaissance Phuket Resort & Spa, em Mai Khao. Como passamos boa parte dos nossos dias na ilha descansando e curtindo as instalações do hotel, eu disse praticamente tudo naquele post. Mas, como o local é realmente muito lindo, acho que algumas fotos a mais serão bem vindas… 😉

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Lobby do Renaissance

Lobby do Renaissance

Bicicletas no lobby

Bicicletas no lobby

Na recepção

Na recepção

Doppio Coffee House

Doppio Coffee House

A caminho dos apartamentos

A caminho dos apartamentos

Apartamentos

Apartamentos

Mais apartamentos

Mais apartamentos

Nosso quarto

Nosso quarto – e o lindo banheiro com paredes de vidro

Persianas fechadas

Persianas fechadas

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The Sandbox / Takieng

The Sandbox / Takieng

The Sandbox e as espreguiçadeiras em frente à praia

The Sandbox e as espreguiçadeiras em frente à praia

Espreguiçadeiras

Espreguiçadeiras

A melhor piscina da VAM

A melhor piscina da VAM

De novo...

De novo…

Chegando para o café da manhã

Chegando para o café da manhã

Café da manhã

Café da manhã

Outra piscina

Outra piscina

Outra piscina

Outro ângulo da piscina

Outra piscina

E ainda outro…

Pôr-do-sol na piscina

Pôr-do-sol na melhor piscina da VAM

Pôr-do-sol

Pôr-do-sol

Vista noturna da nossa varanda

Vista noturna da nossa varanda

Fogos de artifício

Fogos de artifí­cio

Deixamos o Renaissance com muita pena… Só mesmo o fato de saber que estávamos a caminho de Koh Phi Phi pôde nos animar! 😉

Dia 35, 29/01 – Parque Nacional Ao Phang Nga

Os dias de calmaria que passamos em Phuket só foram “perturbados” uma única vez, por um passeio que era a própria razão de estarmos ali: uma visita ao Parque Nacional Ao Phang Nga, com sua baía de águas calmas e transparentes, suas ilhas, cavernas e paisagens indescritíveis.

Contratamos um passeio de dia inteiro na própria recepção do hotel – o passeio incluía o transporte até o porto (muito mais próximo de onde estávamos, em Mai Khao, do que de Patong…), a ida de lancha até Phang Nga, passeios de caiaque pelas cavernas, o almoço na vila flutuante de Koh Pan Yee e o transporte de volta ao hotel. Aproveitamos para comprar de uma vez o nosso bilhete de ida e volta da ferry para Koh Phi Phi, e ainda recebemos de cortesia o transfer para o hotel em Patong (para onde iríamos ao voltar de Phi Phi). Pagamos 3.300 baht por pessoa pelo pacote completo, cerca de US$ 100. Tenho certeza que é possível encontrar um preço mais em conta – mas, como nós estávamos hospedados em um ponto mais isolado da ilha, sem muitas oportunidades para pesquisar e comparar preços, decidimos simplesmente não pensar nisso… 😉

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Chegando ao pier

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Paulinho e eu na lancha, esperando a hora da partida

Após um trajeto que não durou mais do que uns 40 minutos, começamos a avistar as ilhas da Baí­a de Phang Nga. É uma visão belí­ssima – as ilhas parecem brotar do mar, sem qualquer sinal prévio que nos prepare para as belezas que virão…

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Baí­a de Phang Nga

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Baí­a de Phang Nga

Pelo que li e pesquisei sobre os passeios enquanto me preparava para escrever o texto, me parece que os passeios são todos bastante semelhantes em relação aos locais visitados – mas divergem no tipo de transporte (lanchas ou outro tipo de embarcação) e na ordem em que os locais são visitados. A nossa primeira parada foi Koh Khao Phing Kan – mais conhecida entre os turistas que visitam a região como “James Bond Island”, por ter sido um dos cenários do filme “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro”, de 1974. Lá se vão quase 40 anos, mas o apelido pegou…

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Koh Khao Phing Kan – James Bond Island

Assim que botamos os pés na praia, fomos imediatamente atraídos por essa imensa fenda na rocha, situada bem à beira mar… O corte parece feito à faca, de tão liso e reto!

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Fenda na rocha em Khao Phing Kan

E quando eu digo que é uma fenda imensa não estou exagerando, como a comparação com o tamanho das pessoas pode comprovar… 😯

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Turistas em frente à fenda na rocha em Khao Phing Kan

Seguimos então por uma trilha que nos levou à paisagem que eu mais esperava ver desde que tinha decidido visitar a Tailândia: Ko Tapu, a ilhota rochosa que parece dominar, em equilí­bro aparentemente precário, toda a praia de Khao Phing Kan…

Khao Phing Kan

Khao Phing Kan

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Ko Tapu

Outro ângulo de Ko Tapu

Outro ângulo de Ko Tapu

Felizmente, o dia, que tinha amanhecido um pouquinho nublado, começou a ficar mais ensolarado. As fotos de Ko Tapu, que já não eram poucas, começaram a se multiplicar – nem sei como pude selecionar apenas duas…

Koh Khao Phing Kan oferece também um mercadinho ao ar livre, daqueles com lembrancinhas e badulaques para “seduzir” os turistas – basta seguir um pouco mais pela trilha para chegar a ele. Eu, se soubesse que era um mercadinho o que eu encontraria ao fim da trilha, teria ficado pelo meio mesmo, procurando ângulos cada vez mais belos da paisagem que já tinha me encantado…

No momento em que voltamos ao barco para prosseguir o passeio, eu já tinha dado o dia como um sucesso, nem precisaria visitar mais nada… Na verdade, eu duvidava um pouco que alguma outra paisagem pudesse me encantar tanto, a menos que eu tivesse um pouco mais de tempo para me acostumar com a experiência e partir para outra.

Mas, como felizmente ninguém perguntou a minha opinião naquele momento, seguimos para o nosso próximo ponto de parada, Koh Panak, onde eu iria mais uma vez me surpreender! 😉

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Outros barcos turí­sticos…

Nossa próxima atividade me parecia fascinante e inquietante ao mesmo tempo. Explico: deixaríamos o barco em caiaques, para atravessar o interior de cavernas onde não seria possí­vel entrar de outra maneira até chegar a pequenas lagoas, novamente a céu aberto. Fascinante! Mas um tanto quanto inquietante, porque uma das primeiras coisas que o nosso barqueiro / guia / fotógrafo nos avisou foi que há muitos e muitos morcegos no interior das cavernas…

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À espera do nosso caiaque…

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Turistas nos caiaques

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Nosso barqueiro / guia / fotógrafo

Tomamos “caminhos” junto às rochas onde acredito que só mesmo uma pessoa bastante experiente no controle do caiaque não faria uma bobagem…

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Koh Panak

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Koh Panak

E logo chegamos à entrada da caverna, tão baixinha que era preciso praticamente deitar no barco para não bater a cabeça!

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Koh Panak

Dentro da caverna, a escuridão impediu que eu conferisse se ali havia mesmo morcegos… E depois até me esqueci deles!

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A luz no fim da caverna

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Dentro da caverna

Em cerca de dois minutos chegamos à lagoa no interior da caverna… Fomos dos primeiros do nosso barco, e ainda pudemos aproveitar um pouco a paisagem sem outros humanos…

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Chegando à lagoa

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Na lagoa

Mas logo outros caiaques vieram se juntar a nós…

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Outros turistas chegando…

E, em breve, tí­nhamos um super engarrafamento de caiaques…

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Hora do rush…

Seguimos então em fila indiana de caiaques por uma passagem bem estreita na pedra, que nos levou a um local ainda mais impactante:

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Fila indiana…

esse imenso paredão de pedra, imponente como um arranha-céu natural!

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A imponência do paredão de pedra…

Foi um passeio maravilhoso – um daqueles momentos que, por mais expectativa que se crie, provavelmente continuarão surpreendentes. Eu certamente fui fisgada, e me apaixonei pela paisagem – e nem tinha criado muitas expectativas, a não ser em relação a Ko Tapu… (Ou talvez até tenha sido por isso!)

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Voltando ao barco

Nossa próxima (e última) parada foi na Vila Flutuante de Koh Pan Yee, para um almoço tardio. Já era bem tarde, e a fome estava mesmo batendo forte.

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Koh Pan Yee – Vila Flutuante

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Koh Pan Yee

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Koh Pan Yee

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Nosso restaurante em Koh Pan Yee

Almoçamos, demos uma volta pela vila e uma olhada no mercadinho junto ao restaurante, e logo estávamos prontos para voltar ao hotel – agora com o corpo e a alma muito bem alimentados… 😉

Dias 33 a 36, 27 a 30/01 – Mai Khao, Phuket

Quase todo turista que se decide a conhecer as praias da Tailândia passa por um enorme dilema: com um litoral tão extenso e recortado, quais praias privilegiar? As perguntas se sucedem… Escolho o Mar de Andaman ou o Golfo da Tailândia? Me hospedo em Krabi, Phuket ou ignoro as duas e sigo logo para Phi Phi?

Li e ouvi muitas recomendações para não escolher Phuket, por causa da urbanização desenfreada, do turismo desordenado, enfim, da degradação geral. Chegamos a pensar em escolher Krabi, ou em passar apenas uma noite em Phuket, e tomar logo o rumo de Phi Phi. Mas, nesse emaranhado de possibilidades, eu tinha apenas uma certeza: havia um cartão postal, Ko Tapu, na Baí­a de Phang Nga, que eu queria ver de perto. E, para esse passeio, Phuket oferecia mais facilidades de acesso. De todo modo, as ressalvas quanto a Phuket estavam normalmente vinculadas a região de Patong, e um acaso nos levou a outros caminhos… 😉

Phuket

Phuket – clique no mapa para vê-lo em tamanho maior

Bem na época em que estávamos fazendo as reservas de hotel na Tailândia, Paulinho recebeu uma promoção do cartão de crédito, oferecendo descontos em hospedagem na rede Marriott. Começamos a pesquisar os destinos tailandeses que ainda nos faltavam: Phuket, Phi Phi, Samui e a segunda estada em Bangkok. No fim das contas, a promoção nem era tão boa assim, mas durante as pesquisas descobrimos um novo hotel da rede, o Renaissance Phuket Resort & Spa, que tinha sido inaugurado há pouquíssimo tempo, e ainda estaria em regime de soft opening durante a nossa estada. Na verdade, nós estaríamos lá ao longo dos últimos 4 dias do soft opening… Na prática, isso significava que a tarifa disponí­vel para as nossas datas era US$ 140, mas subiria para cerca de US$ 400 logo depois da nossa partida.

Agora, enquanto eu escrevo sobre isso, me parece quase impossí­vel que eu tenha chegado a titubear… Uma tarifa de US$ 140 por esse hotel é um presente daqueles de mãe!!! Mas, de todo modo, isso significava estar 40% acima do orçamento da VAM previsto para hospedagem, que era de US$ 100 a diária. Além disso, logo descobrimos que o hotel ficava bem ao norte da ilha, na Praia de Mai Khao, depois do aeroporto, ou seja, na direção contrária de Patong. Disparei um email pro Riq Freire, que me respondeu textualmente: “Eu iria! É uma boa aposta! Beijos! Inveja!” Opa, se eu deixei o Riq com inveja a oportunidade deve ser daquelas que não se pode deixar escapar! 😉

Chegamos no início da tarde, e tiramos o resto do dia para descansar e aproveitar o hotel – nada muito diferente do que farí­amos ao longo dos outros dias da nossa estada…

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Assim que nos instalamos – a área do hotel é tão extensa que há carrinhos de golfe para levar os hóspedes recém-chegados e sua bagagem aos quartos! – fomos conferir a praia, linda e semi-deserta, de águas transparentes e nada geladas…

Mai Khao Beach

Mai Khao Beach

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Fizemos um pit stop no The Sandbox, um bar / restaurante pé-na-areia onde tomamos um drinque no fim da tarde (e onde almoçamos mais de uma vez nos outros dias…)

Bar / restaurante

The Sandbox (no andar de baixo) / Takieng (no andar de cima)

Welcome drink

Coquetéis coloridos para celebrar a nossa chegada…

De cara nos apaixonamos pela lindí­ssima piscina de borda infinita com vista para o mar – nenhuma conseguiu vencê-la no item “melhor piscina” do ranking da VAM! 😉

A melhor piscina de toda a VAM!

A melhor piscina de toda a VAM!

Na noite da nossa chegada, resolvemos experimentar o Takieng, o restaurante tí­pico tailandês do hotel – e achamos a comida bastante saborosa…

Restaurante

Takieng Thai Cuisine

Primeiro jantar

Nosso primeiro jantar em Phuket

Jantar

Nosso jantar – aprovadí­ssimo!

Ao longo dos dias que passamos em Mai Khao, a nossa rotina se resumiu ao dolce far niente… Nossas únicas ocupações foram escolher entre a praia e a piscina, fazer o passeio de barco para a Baí­a de Phang Nga (que virá em um post exclusivo!) e explorar os arredores…

Praia ou piscina?

Ô vidinha mais ou menos… 😉

Normalmente começávamos o dia com uma caminhada pela praia…

Mai Khao Beach

Mai Khao Beach

VAM - Mai Khao - 28/01/2011

VAM – Mai Khao – 28/01/2011

Logo depois í­amos para a piscina…

Piscina

Piscina

Ou então para uma das espreguiçadeiras com vista para o mar…

Espreguiçadeiras

Espreguiçadeiras

O almoço era por ali mesmo – uma salada básica no Sandbox e talvez uma cervejinha na beira da piscina…

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O pôr-do-sol à beira da piscina era simplesmente inacreditável – e muito fotogênico…

Pôr do sol na piscina

Pôr do sol na piscina

Nessa fase da viagem já estávamos começando a sentir falta da comida de casa… E foi com grande surpresa que começamos a matar essas saudades justamente com o welcome ice cream do hotel, uma alternativa divertida aos welcome drinks tradicionais. Tomei um sorvete de banana no Doppio Coffee House que me fez pensar nos doces de banana que a minha avó fazia! É incrí­vel como se descobre tanta semelhança no que a princí­pio nos parece ser tão diferente… 😉

Doppio Coffee House, bem na entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Doppio Coffee House, bem na entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Uma caracterí­stica super simpática do hotel, na minha opinião, foi a oferta de bicicletas, logo na entrada, para uso livre dos hóspedes. Que delí­cia pegar uma bicicleta de tarde, pedalar pelas estradinhas de Mai Khao, passar em frente aos outros resorts e chegar até Turtle Village, o simpático e único shoppingzinho da região…

Bicicletas

As bicicletas do Renaissance

Turtle Village

Turtle Village

Essa foi a minha Phuket… Alguns dias depois, quando voltamos de Phi Phi, nos hospedamos por uma única noite em Patong, antes de seguir viagem para Samui. Ali eu pude compreender a veemência de quem recomenda que não se fique em Phuket e se privilegie Krabi ou alguma outra ilha. Mas eu, tendo conhecido Mai Khao e aproveitado essa atmosfera gostosa de uma Phuket calma, aconchegante e charmosa, não poderia nunca “desrecomendar” a ilha… A minha Phuket valeu muití­ssimo a pena!!! 😀

Hotel Ping Nakara, Chiang Mai

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O nosso hotel em Chiang Mai foi escolhido a dedo – afinal, tinha que ser um hotel memorável para a comemoração de 1 mês da VAM, justamente no dia da nossa ida de Bangkok para Chiang Mai. Como a idéia era comemorar, decidimos afrouxar um pouco os limites do orçamento inicial e levantar o teto do valor da diária de US$ 100 para US$ 150.

Partimos do zero nessa busca, literalmente. Não tínhamos nenhuma dica, nem umazinha mesmo, de hospedagem em Chiang Mai. A saí­da, então, foi apelar para uma trinca imbatí­vel: intuição + bom senso + Trip Advisor.

Foi navegando no Trip Advisor, xeretando todos os hotéis disponíveis para as nossas datas, que Paulinho descobriu o Hotel Ping Nakara, na época o no. 2 de Chiang Mai no ranking do Trip Advisor.

As resenhas eram muito animadoras, e as fotos do hotel, tanto no site próprio quanto no Booking, lindí­ssimas. A diária estava ainda um pouco acima dos limites da nossa comemoração, mas decidimos “coçar o bolso” e fizemos a reserva, a US$ 165 por noite.

Hotel Ping Nakara

Hotel Ping Nakara

Desde o momento em que chegamos ao hotel vimos que a decisão tinha sido acertada. O hotel era realmente tão ou ainda mais bonito do que nas fotos!

Chegando ao hotel

Chegando ao hotel

Entrada do Ping Nakara

Entrada do Ping Nakara

Tuk tuk tradicional

Tuk tuk tradicional

Desde o momento em que entramos no hotel notamos o cuidado com a ambientação e os detalhes.

Recepção

Recepção

Um detalhe do serviço que me encantou foi que fizemos o nosso check-in confortavelmente acomodados na biblioteca – nada dessa história de ficar de pé no balcão da recepção… 😉

Biblioteca

Biblioteca

Na própria biblioteca, o hotel oferece dois computadores com acesso à Internet para uso dos hóspedes – gratuitamente, assim como o acesso wifi em todo o hotel.

A biblioteca e os computadores

A biblioteca e os computadores

Ficamos encantados com a decoração do quarto, com o cuidado na escolha das cores e materiais. Lá mesmo descobrimos que o dono do hotel é um arquiteto de interiores, que planejou cada quarto individualmente – ou seja, cada ambiente é único! 😉

Quarto

Nosso quarto

Outro ângulo

Outro ângulo, com a porta de entrada e a vidraça do banheiro ao fundo

Outro ângulo

Mais um ângulo diferente, com a mesa de escritório e a TV ao fundo

Cantinho do escritório

Cantinho do escritório – e as tangerinas fresquinhas!

O banheiro também era lindo, confortável, sofisticado e amplo – perfeito a ponto de merecer 3 fotos aqui…

Banheiro

Primeira impressão do banheiro

Banheiro

Outro ângulo do banheiro

Banheiro

E mais um ângulo do banheiro

Nosso quarto tinha ainda uma pequena varanda, com vista para o jardim:

Varanda

Nossa varanda

Vista para o jardim

Vista para o jardim

A área externa do hotel também nos encantou – já no primeiro dia, passamos o fim da tarde na piscina. O hotel estava relativamente vazio, então tivemos a piscina só para nós!

Piscina / restaurante

A piscina com o restaurante ao fundo

Outro ângulo

A piscina, vista por outro ângulo

Mais um ângulo

E ainda outro ângulo da piscina

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Mais tarde, tivemos novamente essa sensação de privacidade / exclusividade ao fazer, no restaurante do hotel, o jantar de comemoração de 1 mês da VAM. Não havia mais do que outros 3 ou 4 hóspedes presentes, tanto no jantar quanto no café da manhã do dia seguinte.

O jantar da primeira noite estava tão gostoso que decidimos até repetir a dose na noite seguinte. Dizendo assim, parece até falta de criatividade… Mas quais seriam as chances de retornar a Chiang Mai e saborear novamente aquele jantarzinho tailandês delicioso? Preferimos repetir a dose logo de uma vez… 😉

Restaurante

A parte de dentro do restaurante

Nas duas noites, escolhemos jantar na varandinha do restaurante, com vista para a piscina – mais delicioso, impossí­vel!

O restaurante visto da piscina

A varanda do restaurante, vista da piscina

Piscina

A piscina à noite

Piscina

Mais uma vez, a piscina à noite

Piscina

E ainda uma foto da piscina…

A conclusão final é que simplesmente AMAMOS o Ping Nakara! No ranking particular da VAM, ele recebeu o prêmio de hotel mais charmoso de toda a viagem.

Em um comentário lá no Arquivo de Viagens, a Luisa, que também se hospedou lá, comentou que os funcionários do hotel tinham pouco domínio do inglês. Nós notamos isso também com alguns funcionários da recepção, tanto que o guia, quando nos trouxe do aeroporto, nos ajudou (e aos funcionários) no momento do check-in. Como, na hora do check-out, também tínhamos uma guia para ajudar, não tivemos maiores entraves. No restaurante, nos comunicamos em inglês sem nenhum problema.

Um outro ponto que deixa um pouco a desejar é a localização do hotel, fora das muralhas do centro histórico, ou seja, um pouquinho distante para turistar. Para quem gosta muito de caminhar, como nós, não é nada demais – para os que não têm esse hábito, a solução é tomar um tuk-tuk… 😉

De todo modo, são apenas pequenos detalhes que mostram que nenhum lugar é perfeito! Mas acredito que, mesmo com essas pequenas dificuldades, o hotel seja dos melhores lugares para se hospedar em Chiang Mai. Ganha a nossa recomendação! 😉

Dia 33, 27/01 – As mulheres-girafa de Chiang Mai (manhã)

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     Seria a nossa última manhã em Chiang Mai. Logo no início da tarde iríamos tomar o vôo da Air Asia que nos levaria a Phuket. Nenhum de nós dois tinha planos imediatos para retornar à Ásia, muito menos a um lugar remoto como o norte da Tailândia, fronteira com Mianmar, ali pertinho da China… Como já tínhamos explorado praticamente tudo o que gostaríamos em Chiang Mai, resolvemos então considerar a sério fazer uma visita a essa aldeia nos arredores da cidade, que abriga algumas etnias oriundas dessa região das montanhas do norte da Tailândia, entre as quais as famosas Karen Padong, conhecidas como “mulheres-girafa” pela tradição de adornar o pescoço com muitos e muitos aros dourados, que lhes dão o aspecto de “pescoçudas”. Contratamos um passeio privado no próprio hotel – iríamos fazer a visita e de lá já seguiríamos direto para o aeroporto.

Chegando à aldeia...

Chegando à aldeia…

Mais uma vez demos uma sorte enorme com a guia do passeio. A moça era formada em História e sabia muito também de Antropologia – ou seja, nos deu várias explicações a respeito das tradições daquelas comunidades, explicando também que eles estavam vivendo ali em um ambiente artificial que, embora buscasse reproduzir ao máximo o seu  estilo de vida, tinha apenas a intenção de mostrar / instruir, não de ser “autêntico”.

Informação

Logo na chegada, informação sobre as “long neck”

Ano passado, a Luisa escreveu um post no Arquivo de Viagens sobre a visita que ela fez a essa mesma aldeia, e eu achei muito interessante ver que compartilhamos algumas idéias sobre a questão, principalmente essa sensação muito esquisita que se tem de estar visitando um “zoológico humano”. Na época deixei um comentário lá para ela, que copio aqui:

“Ao mesmo tempo em que não é legal ver essa exploração do pseudo “típico” ou “exótico”, também não dá pra condenar a necessidade dessas pessoas de se sustentar – eles vendem o “produto” e o turista paga pra ver… Fui sem nenhuma expectativa de ver “autenticidade”, o que foi ótimo, porque eles são os primeiros a deixar bem claro que estão fora de sua terra natal, procurando oportunidades de sustento com o turismo naquela região. Vendo por esse ângulo, achei a visita até bem divertida…”

Karen Padaung

Aros dourados…

Karen Padaung

… e tecidos coloridos

Karen Padaung

Uma senhora Karen Padong

A aldeia em si é pequena, uma vilazinha de casas de palha enfileiradas ao longo de uma única rua, que funcionam como moradia e também como lojinhas de artesanato. Ao fundo da ruazinha, uma igreja – sim, uma igreja católica, dedicada a São Nicolau!

Aldeia

A aldeia das Karen Padong

Comércio

O comércio na rua da aldeia

Artesanato

Lojinhas de artesanato

Artesanato

Mais lojinhas de artesanato

Artesanato

E ainda mais lojinhas de artesanato

Igreja de São Nicolau

Igreja de São Nicolau

O interior da igreja

O interior da igreja

Interior das casas...

Uma das casas por dentro…

Trabalhando...

Uma artesã trabalhando…

Como nós dois éramos praticamente os únicos turistas presentes na aldeia naquele momento, e tínhamos uma guia super dedicada e mais do que conhecida das moças, tivemos a oportunidade de bater um ótimo papo com elas, além de fazer algumas fotos bem bacanas:

Paulinho

Paulinho e uma das moças mais bonitas da aldeia

Eu e as crianças

Eu e as meninas – não são lindas?

Crianças brincando...

As crianças brincando…

Entramos na brincadeira proposta por uma das moças, de posar para uma foto usando réplicas dos colares – e esse foi o resultado divertido:

Nossa homenagem à comunidade Karen

Nossa homenagem à comunidade Karen Padong

Para ler um pouco mais sobre as mulheres-girafa de Chiang Mai, veja:

Arquivo de Viagens;

Finestrino;

360 Meridianos.

 

 

Dia 32, 26/01 – Chiang Mai

Muralhas do centro histórico

Muralhas do centro histórico

No dia seguinte, tí­nhamos todo o tempo livre do mundo para flanar por Chiang Mai. Já tí­nhamos visitado o templo mais importante da cidade, o Wat Phratat Doi Suthep; já tí­nhamos provado a comida tí­pica da região, feito uma visita a uma fábrica de seda, passado tempo de bobeira na piscina do hotel e comemorado um mês de VAM com um jantarzinho super especial.

Como a nossa estada em Chiang Mai seria curta – o dia da chegada praticamente todo, o dia seguinte inteiro e a outra manhã – nossos planos não compreendiam muito mais do que isso. Logo depois do café da manhã, decidimos então começar tomando o rumo do centro histórico para visitar mais alguns templos. Nosso guia do dia anterior tinha nos dado um mapinha com os templos mais importantes já marcados, bem semelhante ao mapa aí­ embaixo. Clique para ver a figura no tamanho original! 😉

Chiang Mai, com o centro histórico destacado

Chiang Mai, com o centro histórico destacado

No iní­cio do passeio, tivemos a maior boa vontade em seguir o mapa e fazer as visitas recomendadas. Mas como se faz para manter esse “bom comportamento” em uma cidade que oferece mais de 300 templos budistas, e boa parte deles está no seu caminho?!? Achamos melhor ir flanando, sem muito compromisso com o mapa – apenas tomamos o cuidado de não deixar de visitar aqueles templos especí­ficos que o guia tinha assinalado, mesmo visitando uns outros tantos…

Quando eu comecei a selecionar as fotos para escrever esse post, e me dei conta de que tinha montes de fotos de templos que nem mesmo sabia quais eram, ou como se chamavam, me lembrei imediatamente de um post que a Luisa escreveu no Arquivo de Viagens. As palavras dela poderiam ser as minhas:

“… eu tenho um milhão de fotos de templos em Chiang Mai que não faço a menor ideia de quais sejam. Não me preocupava em saber o nome, a história, o estilo arquitetônico, nada disso. Eu entrava, me deslumbrava e tirava foto. Simples assim.”

Eu até fiz algumas fotos das placas com os nomes de alguns templos. Pensei que seria importante depois saber qual foto seria de qual templo – mas agora, em meio a essa profusão de imagens, não estou mais convencida disso, não… Acredito que, para quem se interessa pela religião budista e gostaria de saber um pouco mais sobre a história dos templos, aí­ sim, faria diferença saber mais a fundo os detalhes de cada visita. Para nós, que fomos em busca de beleza e (por quê não?) de uma certa dose de exotismo, as imagens bastam. Estou 100% com a Luisa – “eu entrava, me deslumbrava e tirava foto”… 😉

Wat Saimoonmuang

Wat Saimoonmuang

Wat Saimoonmuang

Wat Saimoonmuang

Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Por curiosidade, o Wat Chiang Man fazia parte da listinha que o guia nos deu – trata-se do templo budista mais antigo de Chiang Mai.

Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Riqueza de detalhes na porta - como não se deslumbrar?!?

Detalhes na porta – como não se deslumbrar?!?

Buda

Interior do Wat Chiang Man

Os Budas dos dias da semana

Novamente os Budas dos dias da semana

Wat Chiang Man

Ubosot, ou Casa de Ordenação – o reduto de oração mais sagrado dos templos budistas

Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Chedi Chang Lom (Templo dos Elefantes), a construção mais antiga do Wat Chiang Man

Wat Chiang Man

Os elefantes mais de perto – não parecem suportar o peso do templo nas costas?

No início da tarde, encontramos por acaso esse restaurantezinho simpático, chamado Hot Chili – que, apesar do nome, não tinha nada de mexicano… 😉 O café da manhã do hotel tinha sido tão bom que não tínhamos a menor fome para almoçar, mas aproveitamos a pausa para uma cerveja bem gelada e alguns rolinhos primavera super gostosos.

Hot Chili

Hot Chili

Cervejinha no Hot Chili

Cervejinha no Hot Chili

Petisquinhos...

Pausa para uma Chang com petiscos…

Petisquinhos...

Deliciosos rolinhos primavera do Hot Chili

Prosseguimos então o nosso passeio por mais alguns templos…

Wat Phantao

Wat Phantao

Wat Phantao

Wat Phantao

Wat Phantao

Wat Phantao

Wat Phantao

Wat Phantao

Outro templo que constava na nossa listinha era o Wat Chedi Luang.

Wat Chediluang Varaviharn

Wat Chedi Luang

Wat Chediluang Varaviharn

Wat Chedi Luang

Wat Chediluang Varaviharn

Interior do Wat Chedi Luang

Detalhes da coluna

Detalhes da coluna

Em 1545, o Wat Chedi Luang teve uma de suas stupas destruí­das por um terremoto:

Wat Chediluang Varaviharn

Stupa destruí­da no Wat Chedi Luang

Wat Chediluang Varaviharn

Elefantes…

Wat Chedi Luang

Wat Chedi Luang

Outro templo que fazia parte da listinha era o Wat Phra Singh:

Templo

Wat Phra Singh

Wat Phra Singh

Wat Phra Singh

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Um dragão aqui, uma lanterna ali – são tantos os detalhes…

Buda

Buda no interior do Wat Phra Singh

Buda

Outro ângulo…

Templo

Escultura em cera no interior do Wat Phra Singh

Depois de um dia inteiro perambulando pelos templos do centro histórico de Chiang Mai, é fato que a profusão de detalhes e dourados já tinha dado o que tinha pra dar – exotismo demais também cansa… Aproveitamos então o ensejo para, no caminho de volta para o hotel, testar a super famosa massagem tailandesa, em um lugar por onde já tínhamos passado de manhã, e que nos pareceu bem charmosinho e simpático.

Pois bem: a tão celebrada massagem tailandesa, na minha opinião, perdeu feio para as excelentes massagens nos pés feitas no Camboja e/ou Bali, para a massagem com pedras quentes que eu tinha feito em Bali e mesmo para as massagens que faria depois em Phi Phi e no Vietnã… Dou o desconto de que a massagem tailandesa não tem como propósito ser relaxante, e sim alongar e corrigir posturas – e que eu, com a minha hérnia de disco, sempre tenho um medo enorme de deixar desconhecidos mexerem na minha coluna… Fui, experimentei, não gostei e decidi não repetir a experiência nem mesmo para dar uma segunda chance… 😳

Chegando de volta ao hotel, decidimos jantar novamente por lá mesmo, já que tí­nhamos gostado muito no dia anterior…

De volta ao Ping Nakara

De volta ao Ping Nakara

De volta ao Ping Nakara

De volta ao Ping Nakara

Mais tarde, demos uma volta pelo Mercado Noturno de Chiang Mai. Não me lembro o motivo de não termos feito nossas próprias fotos – muitas vezes, eu acabava deixando a câmera no hotel à noite pelo simples fator “falta de paciência” depois de um dia inteiro de cliques… Mas selecionei algumas fotos bem bonitas no Google, com as fontes devidamente indicadas, claro…

Mercado Noturno (Fonte: http://www.flickr.com/photos/kenkoh/3280779191)

Fonte: http://www.flickr.com/photos/kenkoh/3280779191

Mercado Noturno (Fonte: http://mithunonthe.net/2010/01/03/thailand-2009-day-3-part-2-%E2%80%93-chiang-mai-night-market)

Fonte: http://mithunonthe.net/2010/01/03/thailand-2009-day-3-part-2-%E2%80%93-chiang-mai-night-market

Mercado Noturno (Fonte: http://chiangmaitodays.blogspot.com.br/2010/05/chiangmai-night-bazaar.html)

Fonte: http://chiangmaitodays.blogspot.com.br/2010/05/chiangmai-night-bazaar.html

Mercado Noturno (Fonte: http://blog.asiahotels.com/thailand-markets-come-alive-at-night/chiang-mai-night-market-merchandise)

Fonte: http://blog.asiahotels.com/thailand-markets-come-alive-at-night/chiang-mai-night-market-merchandise

Mercado Noturno (Fonte: http://nyctravelbug.wordpress.com/2012/12/10/chiang-mai-night-market)

Fonte: http://nyctravelbug.wordpress.com/2012/12/10/chiang-mai-night-market

Nesses dois dias em Chiang Mai, já tínhamos dado conta de praticamente todos os nossos planos… Faltava apenas uma decisão a tomar, e tínhamos que ser rápidos, porque só nos restava a manhã seguinte na cidade: ir ou não ir fazer uma visita à comunidade Karen, aquela das mulheres-girafa?

Dia 31, 25/01 (tarde/noite) – Chiang Mai

Na hora do almoço, nosso guia disse que nos levaria a um restaurante especializado na cozinha do norte da Tailândia. Sabíamos, claro, que a escolha seria um restaurante turístico – mas o restaurante Satesinlp não decepcionou. Como está localizado próximo às … Continue reading

Dia 31, 25/01 (manhã) – Chiang Mai

 

Saímos bem cedo pela manhã em direção ao Aeroporto de Suvarnabhumi. No dia anterior tínhamos refeito toda a nossa bagagem, de modo a levar apenas o estritamente necessário para os 10 dias que passaríamos fora de Bangkok. Suvarnabhumi, assim como Changi, em Cingapura, é um aeroporto que oferece um serviço de depósito – pode-se deixar a bagagem armazenada pagando uma quantia diária que varia de acordo com o peso da mala. No nosso caso, pagamos 1200 bahts por uma mala grande, que devia pesar uns 30 Kg.

  Seguimos então para o check-in da Bangkok Airways. Não tinha sido possível encaixar os vôos domésticos da Tailândia nas regras do bilhete RTW – assim, fizemos nossos deslocamentos internos em companhias locais, como a própria Bangkok Airways e a Air Asia. Foi uma grata surpresa – morro de saudades da Bangkok Airways, com seus lindos aviões decorados, serviço atenciosíssimo e precinhos imbatíveis…

Obra de arte voadora…

Chiang Mai está situada nas montanhas ao norte da Tailândia, a 700 km de Bangkok, ou pouco mais de 1 hora de vôo. É a segunda maior cidade tailandesa, mas nem por isso é uma cidade grande… Com cerca de 200 mil habitantes, aquele burburinho tão típico de Bangkok passa longe dali – pelo contrário, o ritmo da cidade é calmo, e a atmosfera bem tranqüila. Sendo a capital da província de Chiang Mai, a cidade atrai muitos jovens, que chegam para cursar uma das várias universidades e/ou para buscar melhores oportunidades de emprego.

Fonte: http://thedailyexplorer.wordpress.com/2008/04/14/thai-ing-the-knot/

Aterrisamos por volta das 09:15 h da manhã e, como de hábito, já tínhamos contratado com antecedência o transfer do próprio hotel. Dessa vez eu tinha criado uma certa expectativa, já que o Hotel Ping Nakara, escolhido a dedo para a celebração de 1 mês da VAM, usa uma Mercedes vintage do ano em que eu nasci… 😉 Mas que decepção – a Mercedes “velhinha” deu defeito e teve que ser substituída por um carro comum…

Hotel Ping Nakara

Nossos planos para os dois dias de estada em Chiang Mai eram modestos: queríamos conhecer alguns dos templos mais importantes (a tarefa mais árdua seria eleger quais, em uma cidade com uma oferta tão ampla!), experimentar uma típica massagem tailandesa, explorar o mercado noturno e, talvez, visitar a comunidade Karen (das conhecidas mulheres-girafa).

Check-in na biblioteca…

Enquanto fazíamos o nosso check-in, confortavelmente instalados no sofá da biblioteca, saboreando um delicioso chazinho de boas-vindas, o rapaz que tinha ido nos buscar no aeroporto nos informou sobre os passeios oferecidos pelo próprio hotel, em que ele próprio seria o guia. (Infelizmente não anotei o nome dele, que mancada…) Como tínhamos simpatizado com ele, um rapaz inteligente e bem articulado em inglês, e ainda teríamos que esperar um pouco até que o nosso quarto estivesse arrumado, nem pensamos duas vezes antes de contratar a visita ao Wat Phrathat Doi Suthep, com partida quase imediata.

Fonte: http://www.chiangmai-chiangrai.com/wat-phra-thart-doi-suthep.html

O Wat Phrathat Doi Suthep fica no topo da montanha Doi Suthep, a uns 15 km do centro de Chiang Mai. Dá pra chegar até um determinado ponto de carro, mas dali até o templo propriamente dito é preciso subir uma escadaria ou tomar um elevador, tipo um funicular, que custa bem baratinho, apenas uns 30 bahts (e é gratuito para os tailandeses).

Wat Phrathat Doi Suthep

Wat Phrathat Doi Suthep

Wat Phrathat Doi Suthep

O Doi Suthep é um dos templos mais representativos de Chiang Mai, e foi muito bacana ter um guia ali para nos explicar a história e a simbologia do lugar. Claro que é sempre uma boa idéia consultar guias e aprender de antemão sobre a história e a cultura locais – mas isso não invalida a conveniência de ter alguém que satisfaça a nossa curiosidade com respostas a perguntas que muitas vezes não constam dos guias impressos…

Wat Phrathat Doi Suthep

Wat Phrathat Doi Suthep

Foi com o nosso guia, por exemplo, que aprendemos que há posturas de Buda para cada dia da semana – e, às vezes, mais de uma postura para o mesmo dia. Acredita-se que determinados eventos da vida de Buda se deram em dias da semana específicos e essa tradição leva as pessoas a preferir ter em casa uma imagem de Buda do dia do seu nascimento.

Posturas de Buda dos dias da semana

Paulinho e um dos Budas de 2a.feira

Eu e o Buda de 4a.feira de manhã

Preces no Doi Suthep

O Doi Suthep tornou-se muito importante também por já ter abrigado o Buda de Esmeralda que hoje está no Wat Phra Kaew de Bangkok. Quando o Buda original foi transferido, uma réplica tomou o seu lugar para manter viva a memória desse episódio.

Uma réplica do Buda de Esmeralda

Wat Phrathat Doi Suthep

Carla e Paulinho no Wat Phrathat Doi Suthep

Outra curiosidade que ouvimos do nosso guia foi que tocar nos sinos enfileirados no pátio externo traz boa sorte…

Wat Phrathat Doi Suthep

Wat Phrathat Doi Suthep

… e Paulinho foi, lógico, conferir… 😉

Paulinho conferindo os sinos da sorte!

De resto, ainda aproveitamos bem o nosso tempo apenas admirando a beleza do lugar… Fiz tantas fotos, algumas melhores, outras piores, mas todas tão ricas de memória afetiva, que é quase um pecado ter que deixar a maior parte fora do post – e selecionar as prioritárias é uma tarefa dificílima…

     

     

     

Nós temos plena consciência de que, ao longo da VAM, gastamos muito mais do que seria necessário em uma viagem pela Ásia ao decidir contratar esses tours particulares. Mas certos detalhes às vezes nos mostram que há situações que realmente não têm preço… Enquanto descíamos as escadarias do Doi Suthep, o nosso super guia nos fez praticar à exaustão os nossos sawasdee ka (bom dia, boa tarde e boa noite, usado por mulheres) e sawasdee krup (idem, usado por homens), assim como os nossos kop kun ka e kop kun krup (obrigada e obrigado, respectivamente) até chegar bem próximo da perfeição, o que foi muito útil ao longo do resto dos dias que passamos na Tailândia… 😉

Leia mais sobre Chiang Mai:

Arquivo de Viagens;

Dividindo a Bagagem;

Quatro Cantos do Mundo;

Baiyoke Sky Hotel, Bangkok

Bangkok foi a nossa porta de entrada e saí­da da Tailândia. Passamos 3 noites na cidade assim que chegamos de Bali e mais 2 noites quando voltamos do nosso giro pelo paí­s. A princí­pio, tí­nhamos decidido seguir a sugestão do Oscar e ficar no Ramada Plaza Menam Riverside – mas, por alguma razão, o hotel não confirmava a nossa reserva, o que nos fez mudar de planos. A essa altura dos acontecimentos, o JB já estava com a viagem ao Sudeste Asiático toda alinhavada, e tinha descoberto o Baiyoke Sky Hotel, que tinha bom preço e parecia ter boa localização para cobrir o circuito turí­stico, bem pertinho do Sky Train.

O Baiyoke Sky Hotel no skyline de Bangkok

“A torre mais alta da Tailândia!”

Mapa de localização do Baiyoke

      

Como já comentei em um post anterior, a localização do Baiyoke realmente não me agradou, embora eu reconheça que, para quem tem interesse no comércio da região da Siam Square, a opção pode ser muito boa.

Recepção do Baiyoke Sky Hotel

Na nossa opinião, o Baiyoke teve alguns pontos altos (com trocadilho, por favor… 😆 ). O primeiro deles foi o tamanho do quarto – como recebemos um upgrade na chegada, não sei dizer se todos os quartos são assim espaçosos, mas o nosso era realmente bem amplo.

Quarto com saleta

Só pra dar uma ideia melhor do tamanho do quarto…

Se não me engano, o nosso quarto ficava no 67o.andar – e ter uma vista de Bangkok dessa altura na própria janela também conta pontos…

Bangkok by night pela janela

Além do quarto, o closet também era bem espaçoso – e, depois de quase 1 mês fora de casa, faz diferença não ficar tropeçando em malas… 😉

Closet

O banheiro também era imenso…

O banheiro – sobra tamanho…

… mas falta charme…

Não chegamos a aproveitar as dependências do hotel – fomos um dia apenas dar uma olhada na piscina para conhecer…

Piscina no 20o.andar

Mas, todos os dias, a caminho do café da manhã ou do jantar, passávamos por essa fruit court – uma ideia genial para mostrar um pouco das frutas tailandesas aos turistas estrangeiros… Para nós, era quase uma oportunidade de matar as saudades de casa, vendo aquela profusão de papaias, melancias, bananas, abacaxis e carambolas… 😉

Fruit Court – frutas tropicais

Frutas tropicais

O café da manhã é outro ponto a favor do Baiyoke – várias estações com tipos diferentes de comida de todo lugar… O JB contou um pouco sobre a experiência aqui. Só pra ilustrar um pouco, eu estava há dias com vontade de comer uma maçã, e só fui conseguir matar a vontade no café da manhã do Baiyoke…

(As fotos do café da manhã foram encontradas no Google.)

Buffet de café da manhã

Buffet de café da manhã

Café da manhã

Buffet

Para completar, o Sky Coffee Shop nos quebrou um galho quando não queríamos sair para jantar depois de dias intensos de passeio.

Sky Coffee Shop

E o Rooftop Bar era parada quase obrigatória a caminho do observatório, onde í­amos todas as noites admirar Bangkok toda iluminada…

Roof Top Bar

Fizemos a nossa reserva pelo Booking, por cerca de US$ 250 pelas 3 diárias, com impostos e café da manhã incluí­dos, para pagamento no checkout.

Embora o hotel tenha muitos pontos positivos, o principal deles sendo a relação custo x benefí­cio, eu não voltaria a me hospedar lá pela localização. Na verdade, na nossa segunda estada na cidade, optamos pelo Marriott à beira do Rio Chao Phraya – e essa localização, sim, tem a minha aprovação incondicional! 😉