Volta ao Mundo


Nossos planos para o dia seguinte começavam com uma visita à Floresta dos Macacos, logo após o café da manhã. Íamos caminhando mesmo, porque nada em Ubud é muito longe, e nós gostamos bastante de ir curtindo o caminho sem pressa, observando as pessoas e o ambiente… Mas, quando chegamos à porta do hotel, vimos que o shuttle do hotel estava prestes a sair, então aproveitamos a carona!

A VAM foi de van...

Chegamos ao Santuário da Floresta dos Macacos em poucos minutos.

Santuário da Floresta dos Macacos

Entrada da Floresta dos Macacos

O ingresso custa Rp$ 20.000 (20 Bintangs, na nossa moeda particular, ou seja, pouco mais de US$ 2). Logo à entrada os turistas podem comprar bananas para alimentar os macacos…

Vai uma bananinha aí?!? ;-)

Os macacos ficam soltos por toda parte, e são bem abusados… Ouvimos várias histórias de óculos, câmeras e outras miudezas surrupiadas pelos macaquinhos levados – por precaução, guardamos os óculos na bolsa e prendemos as câmeras no pulso ou no pescoço… A recomendação médica é que não se brinque com eles para evitar o risco de levar uma mordida – claro, esse é um acidente extremo, mas não custa lembrar que os animais estão em seu ambiente natural, não são domesticados nem vacinados. Aliás, foi por causa da visita a Bali que tivemos que fazer uma pré-exposição à raiva durante o nosso “furor vacinatório” pré-VAM…

          

Cada macaco no seu galho...

Após a visita à Floresta, decidimos voltar à rua principal (Jalan Raya Ubud) caminhando pela Jalan Monkey Forest, o que nos levaria de volta ao Mercado de Ubud, situado bem no encontro das duas, que são as principais vias de Ubud.

Passeando pela Jalan Monkey Forest

Seguindo pela Jalan Monkey Forest

Continuando na Jalan Monkey Forest

Ainda na Jalan Monkey Forest

Caminhamos sem pressa, vimos muitos templos, esculturas, lojinhas de roupas e artesanato, foi um passeio super relaxante. Quando chegamos de volta ao Mercado, resolvemos fazer uma visita ao Centro de Informações Turísticas, bem ali ao lado, para buscar informações sobre os espetáculos de dança típica – munidos de toda a info, fomos almoçar e tomar a decisão. Nesse dia, resolvemos experimentar um pequeno restaurante que também nos tinha parecido bem simpático no dia anterior – o Coco Bistro, praticamente em frente ao Café Lotus.

Coco Bistro

Coco Bistro

Coco Bistro

Pedimos um drink para cada um e acabamos escolhendo o mesmo prato, como de hábito… :lol: Dessa vez, escolhemos um Nasi Goreng, um prato bastante semelhante ao Mie Goreng que tínhamos provado no dia anterior, mas que é feito com arroz frito no lugar do macarrão – dá água na boca só de lembrar dos satays, esses espetinhos de frango da foto…

Nasi Goreng do Coco Bistro

Pausa para descanso, ...

... um drink e almoço! ;-)

Depois do almoço, fomos comprar os nossos ingressos para o espetáculo que decidimos assistir – uma apresentação de dança Barong, no Palácio de Ubud, naquela mesma noite. Tomamos então nosso caminho de volta ao hotel para descansar na piscina o resto da tarde – ah, que vidinha mais ou menos… ;-)

Piscina do Tjampuhan Hotel & Spa

O nosso hotel estava cheio de turistas neozelandeses e australianos, e conversamos bastante com eles. Uma moça australiana nos deu uma dica quentíssima de um restaurante próximo ao hotel, o Indus, um dos melhores restaurantes de Ubud, que decidimos conferir naquela noite.

Palácio de Ubud

À noite, pegamos o shuttle novamente até o Palácio de Ubud, e chegamos pouco antes da apresentação. Curtimos cada minuto do espetáculo, que foi super bonito. Quando vimos o show de dança típica no Camboja res0lvemos conferir novos espetáculos sempre que fosse possível – e a dança Barong balinesa nos ganhou, com sua harmonia e suavidade de movimentos.

Dança Barong

Músicos

Dança Barong

Dança Barong

Ao fim da apresentação, decidimos não esperar pelo shuttle, e voltamos andando mesmo. Na verdade, passamos direto pelo hotel a caminho do Indus, onde íamos jantar.

Indus - um dos melhores restaurantes de Ubud

O restaurante é mesmo impressionante – desde a entrada, toda ornada com esculturas, ao salão principal, com pé direito bem alto.

Entrada do Indus

Chegando ao salão do Indus

Restaurante Indus

Escolhemos uma carne, que estava bem saborosa, para celebrar o nosso último jantar em Ubud – o molhinho picante estava uma delícia.

Jantar no Indus

E logo voltamos para o hotel para fechar a bagagem. Já tínhamos marcado o táxi que, no dia seguinte pela manhã, nos levaria à nossa segunda base balinesa – Sanur.

Logo após o café da manhã demos início a uma atividade que ainda não tínhamos feito ao longo da VAM – algum passeio especial? Não, nada disso… A nossa primeira tarefa do dia foi separar a roupa que precisava ser lavada! A gente sabia que seria necessário buscar uma lavanderia em Ubud, mas tivemos a grata surpresa de descobrir que o serviço de lavanderia do nosso hotel custava apenas US$2/Kg! Ninguém pensou duas vezes, claro… ;-) Ainda tínhamos toda a roupa usada na Europa armazenada na mala, que tinha ficado guardada no depósito de bagagem do Aeroporto Changi, em Cingapura, enquanto íamos para a Malásia e o Camboja.

Mapa de Ubud com hotéis, restaurantes e atrações - clique para aumentar!

Isso feito, saímos para uma caminhada de reconhecimento da vila de Ubud. A nossa chegada, na noite anterior, tinha tido um certo sabor de aventura, viajando de carro uma hora de Denpasar a Ubud pelo meio da pista em uma estrada de mão dupla… Na hora foi bem estressante, mas logo percebemos que lá é assim mesmo que se faz – os carros andam em baixa velocidade, e assim que se avista outro veículo na direção oposta, cada um toma a sua pista e prossegue viagem, voltando ao meio da estrada logo em seguida. Pela manhã, tudo isso pareceu bem mais pitoresco e menos perigoso…

Saímos do Hotel Tjampuhan Spa (na parte superior do mapa, à esquerda, logo depois de cruzar o Rio Tjampuhan) em direção à Jalan Raya Ubud, a rua principal da vila, onde há vários templos, lojas, restaurantes e o famoso Mercado de Ubud.

Movimento na Jalan Raya Ubud

Lojas na Jalan Raya Ubud

Fomos passeando sem pressa, como tínhamos decidido desde antes de sair do Brasil – a idéia era ver o que fosse possível, sem qualquer tipo de “ansiedade totalizante”. Bali foi a primeira parada da VAM escolhida com o objetivo explícito de descansar – e tínhamos a firme intenção de cumprir esse propósito em cada uma das bases escolhidas na ilha. Deixamos de visitar vários (muitos, provavelmente) pontos turísticos, mas gostamos tanto do que fizemos que estamos imunes àqueles comentários do tipo “Mas vocês não foram ao lugar X? Não visitaram o templo Y? Então perderam o melhor de Bali!!!” Não tem problema, não, a gente sempre pode voltar um dia… ;-)

Crianças na escola

Templo e esculturas, entre muitos que ainda veríamos...

A senhora balinesa faz sua oferenda

Um close nas oferendas coloridas

Durante o nosso passeio vimos várias cenas da vida cotidiana de Ubud – turistas nas lojas e restaurantes (sim, os turistas são parte integrante da vida cotidiana de Ubud!), crianças na escola, senhoras fazendo oferendas aos deuses, artistas vendendo seu artesanato nas pequenas lojas… E vimos templos, muitos deles – alguns pequenos e simples, sem qualquer indicação de nome, outros grandes e impressionantes como o Water Temple (Templo das Águas).

Lotus Pond (Lago de Lótus) com o Water Temple ao fundo

O Water Temple mais de perto

Quando entramos no Lotus Garden (Jardim de Lótus) para visitar o Lotus Pond (Lago de Lótus) e o Water Temple, percebemos esse café charmosíssimo debruçado sobre o lago, todo arrumado com mesinhas e almofadas, onde se pode saborear uma refeição completa ou fazer uma pausa para um lanche. Decidimos na hora que voltaríamos ali para almoçar, assim que batesse a fome! ;-)

Café Lotus

Logo em seguida chegamos ao nosso destino final, o Mercado de Ubud. Situado na esquina da Jalan Raya Ubud com a Jalan Monkey Forest, o mercado é um conglomerado de lojinhas onde se pode encontrar de tudo, de quadros e esculturas a utensílios para a casa, de roupas de seda a jóias de prata, de cangas a artefatos em palha. (Encontrei um post bem interessante sobre o local – clique aqui para ler.)

Mercado de Ubud

Mercado de Ubud

Depois da visita ao Mercado, voltamos ao Café Lotus com mais calma, para almoçar.

Café Lotus

Uma Bintang para celebrar!

Mie Goreng - uma delícia! ;-)

Escolhemos um prato bem típico da culinária balinesa, o Mie Goreng, feito com macarrão frito, frango, camarão, diversos legumes e verduras, picles e um ovo frito – é uma grande mistura, mas muito gostoso… Acompanhamos com a cerveja mais emblemática da Indonésia – uma Bintang bem geladinha, claro! :D

Aqui cabe contar uma piadinha particular da VAM… A moeda da Indonésia é a rúpia indonésia, uma moeda cheia de zeros, como as moedas brasileiras da era pré-real. Quando chegamos a Bali, US$ 1 podia ser trocado por Rp$ 9.000!!! Na prática, nós abolimos os 3 zeros logo de cara, pra facilitar. Um dia, por brincadeira, Paulinho disse que alguma coisa custava, ao invés de, por exemplo, Rp$ 20.000, 20 Bintangs – nesse dia, fizemos a “reforma monetária” da Indonésia, substituindo cada Rp$ 1.000 por 1 Bintang… ;-) Nosso almoço no Lotus Café, por exemplo, custou 187 Bintangs, ou seja, Rp$ 187.000, o equivalente a pouco mais de US$ 20…

Depois do almoço, decidimos retornar ao hotel para descansar um pouco.

Jalan Raya Ubud

Ponte sobre o Rio Tjampuhan

Chegando ao hotel...

De manhã, antes de sair para o nosso passeio, nós tínhamos marcado hora no spa para experimentar a massagem balinesa. Escolhemos uma hora de massagem, com jantar, a US$ 52 para duas pessoas. Para os padrões de Bali, esse preço é até alto - mas para nós, brasileiros e infelizmente acostumados a preços bem mais altos, foi uma mordomia muito em conta!

Piscina do Tjampuhan Hotel

A caminho do spa

Entrada do spa (Fonte: Tjampuhan Hotel)

Spa (Fonte: Tjampuhan Hotel)

O spa do Tjampuhan Hotel é um capítulo à parte, e foi um dos nossos maiores motivos para escolher o hotel. O Tjampuhan fica situado no encontro entre 2 rios sagrados, e do spa se ouve todo o tempo o som gostoso da água corrente… Isso lá tem preço?!? ;-)

Depois da massagem, fomos tomar banho para jantar, no restaurante do hotel mesmo -

Restaurante (Fonte: Tjampuhan Hotel)

Entradinha

Prato principal

Chá e sobremesa

Após o jantar, demos por encerrado mais um dia da VAM… ;-)

Para ler um pouco mais sobre Bali, vale consultar os blogs a seguir:

- Viagem Afora: o Antonio e a Ellen estão fazendo a própria VAM, e contam tudo com detalhes;

- Nós no Mundo: a Anna Bárbara explica tudo sobre as curiosidades de Bali e os motivos para visitar a ilha, em posts primorosos;

- MauOscar: o Oscar relata suas viagens de um jeito que dá vontade de copiar igual… Não foi à toa que um dos hotéis que escolhemos em Bali foi “copiado” dele!

- Viaje na Viagem: o VnV não poderia faltar aqui, claro – o post está super didático e rico em informações, inclusive na caixa de comentários.

Não foi muito simples escolher o nosso hotel em Cingapura… Recebemos dicas muito boas no VnV, mas quase tudo o que nos interessava, tanto em termos de conforto quanto de localização, estava acima do orçamento da VAM… :-( Tínhamos acertado um “teto” de US$ 100 por diária, sempre buscando a melhor relação custo x benefício – o objetivo primordial era encontrar o melhor hotel possível pelo valor mais em conta.

Mas o fato é que Cingapura não se rendeu ao nosso limite de jeito nenhum, então tivemos que ser um pouco mais flexíveis e afrouxar os cordões da bolsa… Ao longo das pesquisas, depois de ver que a diária do Ibis custava US$ 125, decidimos relaxar e subir o nosso limite para US$ 150.

Marina Mandarin @ Marina Bay

Nesse novo panorama, encontramos o Marina Mandarin @ Marina Bay no site do Hotéis.com, com diária de US$ 145 mais as taxas. O custo x benefício era imbatível – um hotel cinco estrelas, localizado exatamente na área da cidade em que gostaríamos de ficar, com diária apenas US$ 20 acima do Ibis…

Interior do Marina Mandarin

A nossa diária não incluía o café da manhã, e optamos por não tomar o café no hotel. A região da Marina tem boa oferta de restaurantes e lanchonetes, e o hotel fica bem em frente ao Suntec City Mall, que tem uma praça de alimentação onde se encontra de tudo…

Quarto do Marina Mandarin

O Marina Mandarin foi o nosso primeiro contato com a hotelaria asiática, e ficamos impressionados com o tamanho dos quartos e o cuidado com os detalhes, tanto na decoração quanto no serviço. Foi uma escolha muito acertada – até porque foi lá que passamos nossas noites de insônia decorrentes do jet lag, bastante suavizadas por um quarto agradável, com essa vista linda da varanda… ;-)

Vista da janela do quarto

Vista da janela do quarto

Pia dupla no banheiro

Chuveiro e banheira separados

Ao final de um longo dia de passeio, também foi uma delícia encontrar essa piscina para um mergulho bem relaxante antes de sair para jantar… :D

Piscina do Marina Mandarin

Piscina do Marina Mandarin

Passamos duas noites no Marina Mandarin na nossa primeira estada em Cingapura, antes de viajar para a Malásia e o Camboja. Na volta, tínhamos decidido ficar mais uma noite na cidade, em parte pra não correr o risco de perder o vôo para Bali por causa de algum atraso no vôo da Jet Star que vinha de Siem Reap, mas também pra fazer uma pausa para descanso, depois de mais de duas semanas de VAM… Nossa primeira reserva foi feita, com cancelamento gratuito via Booking, no Changi Village Hotel, que fica mais próximo do aeroporto. Mas antes mesmo de deixar Cingapura da primeira vez, corremos de volta aos sites de reserva para encontrar outro pouso.

Nossa primeira investida foi no próprio Marina Mandarin – mas, claro, US$ 145 a diária em um cinco estrelas é promoção que não se encontra a cada esquina – e tivemos que buscar outra opção. Acabamos nos decidindo pelo Hotel Peninsula Excelsior, situado bem próximo ao Marina, com diária de US$ 144 no Hotel Travel.

Hotel Peninsula Excelsior

Nossa experiência no Peninsula Excelsior não foi tão boa quanto no Marina Mandarin. Embora o quarto fosse bastante aconchegante e confortável, com um banheiro igualmente bom, o serviço deixou a desejar. Nosso check-in foi demoradíssimo, feito por um funcionário que parecia não ter a mínima idéia do que deveria fazer – além disso, nossa bagagem demorou outra eternidade para ser entregue no quarto.

Não sei se é praxe em Cingapura, mas, nos dois hotéis em que nos hospedamos entregamos a bagagem logo ao chegar, antes mesmo de fazer o check-in, ao serviço responsável por distribuir as malas pelos quartos – recebemos um código que entregamos na recepção, e esperamos a bagagem no quarto. No Marina Mandarin tudo funcionou muito bem; no Peninsula Excelsior, esperamos mais de uma hora. Quando se saiu cedo de outro país, se tem fome e pouco tempo para passear, esse tipo de situação fica mais desagradável…

Quarto da ala Excelsior

Um quarto sóbrio e aconchegante

Um banheiro bonito e moderno

Para finalizar, vou contar qual foi a grande “mancada” da nossa hospedagem em Cingapura… ;-) Quando ainda estávamos no início das pesquisas, eu vi diárias de menos de US$ 300 no Marina Bay Sands… Descartamos sem muito pensar, e sem muito pesar também, porque esse era o triplo do orçamento da VAM. Mas, revendo a situação agora, concluímos que, se tivéssemos escolhido o Bay Sands só para a noite única da segunda estada, fazendo a reserva com aqueles meses todos de antecedência, certamente teríamos tido uma experiência daquelas que não têm preço, a um custo de apenas US$ 100 a mais no orçamento geral da VAM. Essa entrou pra minha listinha top 5 das piores mancadas de hospedagem…

Resolvemos deixar a visita a alguns cartões postais de Cingapura para a nossa última manhã, e começamos o dia com uma caminhada na direção da Marina Bay.

Contrastes…

Cingapura é uma cidade bastante compacta – quem gosta de caminhar e escolhe se hospedar próximo a essa região pode facilmente deixar de lado o transporte público.

Ao fundo, o Marina Bay Sands

Caminhamos na direção do Marina Bay Sands, o fabuloso complexo de hotel e cassino, que é o novo cartão de visitas de Cingapura.

O Merlion, símbolo de Cingapura

No caminho, paramos para uma espiada no Merlion, o símbolo de Cingapura – a palavra merlion é a aglutinação de mer (que traz a idéia de ‘mar’) e lion (leão), daí a singular figura de uma cabeça de leão com corpo de peixe… ;-) O peixe representa a origem de Cingapura como uma vila de pescadores, e o leão nos remete ao nome original da cidade, Singapura, que significa “cidade do leão”.

Marina Bay Sands

Paramos para admirar diversas paisagens – desde o Autódromo de Cingapura ao Teatro Esplanade…

Singapore River

Autódromo de Cingapura e a Singapore Flyer

Teatro Esplanade

Singapore River

Decidimos não subir ao Sky Park Observation Deck, no topo do Marina Bay Sands – primeiro, porque já sabíamos que os não-hóspedes não podem usufruir da famosa piscina de borda infinita, mesmo pagando o ingresso de S$ 20 (cerca de US$15); além disso, o dia estava nublado, e as fotos não seriam lá essas coisas…

Marina Bay Sands

Preferimos então guardar na memória apenas a vista espetacular que tínhamos experimentado na noite anterior a bordo da Singapore Flyer, e resolvemos dar uma volta pelo interior do hotel, por seus corredores repletos de lojas e cafés.

Lobby do Marina Bay Sands

Galeria de lojas no Marina Bay Sands

Ao fim da manhã, fizemos um almoço rápido e retornamos ao hotel para buscar as malas e seguir de volta ao Aeroporto de Changi, onde embarcamos no vôo da Singapore Airlines rumo a Denpasar-Bali.

Chegamos a Denpasar já perto das 07:00 da noite. Após os trâmites burocráticos da imigração e a recuperação de bagagem, tomamos o transfer que já tínhamos contratado por email no hotel, o Tjampuhan Hotel & Spa.

Carla no restaurante do Tjampuhan Hotel & Spa 

Paulinho no restaurante do Tjampuhan Hotel & Spa

Em pouco mais de 1 hora estávamos no restaurante do nosso bucólico hotel na vila de Ubud, na região da mata de Bali, prontos para experimentar a nossa primeira Bintang, a deliciosa cerveja indonésia, acompanhada de delicados rolinhos-primavera.

A primeira Bintang

Rolinhos primavera

Cingapura nos ofereceu uma ótima – e muito recomendada – introdução à Ásia. Mas, a essa altura da VAM, depois de 18 dias de viagem, já estávamos ansiosos pelo que nos aguardava em Bali – a princípio, um mergulho na cultura indonésia em Ubud, seguido por vários dias de descanso e mordomia à beira-mar nos resorts de Sanur e Nusa Dua. ;-)

Saímos de Siem Reap na manhã seguinte em um vôo da Jet Star que nos levaria de volta a Cingapura para mais uma noite antes de prosseguir viagem para Bali. A princípio, tínhamos decidido ficar em um hotel próximo ao aeroporto mesmo, descansando à beira da piscina. Mas, com a novela do atraso do vôo no trecho Frankfurt-Cingapura e a insônia no período de adaptação ao fuso-horário, acabamos não dando conta de ver tudo o que gostaríamos na cidade na primeira estada. Além disso, Cingapura nos conquistou de cara – por isso, antes mesmo de partir para a Malásia e o Camboja, já tínhamos decidido trocar a nossa reserva para outro hotel e passear um pouco mais pela cidade.

Museu de Arte de Cingapura

Chegamos no início da tarde e dessa vez tomamos o shuttle no aeroporto até o nosso hotel, na região de Riverside. Quando chegamos na primeira vez, tomamos um táxi para o hotel – não só porque estávamos cansados do vôo desde Frankfurt, mas também porque, dependendo do horário, o táxi pode sair mais barato para duas pessoas do que o shuttle. Depois de instalados, saímos para comer alguma coisa e fomos passeando a pé até a Orchard Road. Demos uma volta por essa avenida, repleta de shopping centers, e retornamos ao hotel no fim da tarde.

Singapore Flyer

Nosso plano para a noite era conferir a Singapore Flyer – a roda-gigante mais alta do mundo, de onde se pode ver Cingapura inteira. Dizem que, com sorte e tempo bom, é possível avistar até mesmo a Malásia! O ingresso custa SGD 29.50 (cerca de US$23) por pessoa e a volta completa dura meia hora.

Cingapura vista da Singapore Flyer

Mais Cingapura vista da Singapore Flyer

Depois do passeio, fizemos uma pausa no caminho de volta ao hotel para um jantarzinho rápido. Escolhemos o Thai Express próximo ao Esplanade e saboreamos um pad thai bem honesto.

Pausa para um jantar rapidinho

Nosso pad thai no Thai Express

Voltamos então ao hotel para uma boa noite de sono, já que no dia seguinte ainda pretendíamos dar uma volta pela região do Marina Bay Sands antes de seguir viagem rumo a Bali… ;-)

« Previous PageNext Page »