Dia 36, 30/01 – Long Beach, Koh Phi Phi

Nossa última manhã em Phuket foi carregada de pena… Amei tanto os dias que passamos lá que mesmo a expectativa quanto ao próximo destino – nada menos do que Koh Phi Phi – não era suficiente para apagar a melancolia de deixar um lugar tão bonito sem saber quando (e se) iria voltar…  Mas, como diz o ditado, “o que não tem remédio…” – e assim embarcamos na van que nos levaria por cerca de 1 hora de estrada até o Rassada Pier, de onde parte a ferry para Koh Phi Phi. Hospedar-se em Mai Khao tem seus altos e baixos em termos de localização – é muito mais perto do aeroporto, mas muito mais distante do pier do que Patong. Como nós chegamos de avião, fomos embora de ferry, depois voltamos de ferry, passamos uma última noite em Patong e fomos embora definitivamente de avião, para nós acabou não fazendo muita diferença. De todo modo, teríamos que cumprir alguns deslocamentos chatinhos pela ilha…

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Chegando ao pier, achamos todo o esquema de embarque bastante confuso e desorganizado. Sinceramente, não sei até hoje como embarcamos na ferry correta, e não em uma que nos levaria na direção oposta! :P

Ferry Phuket - Phi Phi
Ferry Phuket – Phi Phi

A desorganização era geral mesmo… Fiquei muito mal impressionada com o lugar onde as malas eram “depositadas” –  se é que se pode chamar a essa pilha de malas ameaçando revirar por cima das pessoas de “depósito de bagagem”… Não vi nenhum tipo de controle de peso de malas – e nem mesmo de número de passageiros! Muitas pessoas viajavam de pé ou sentadas pelo chão. Achei todo o esquema bem esquisito – e bastante perigoso mesmo. (Embora eu deva dizer que, na volta de Phi Phi para Phuket, a ferry era bem melhor e o número de passageiros, bem menor, o que tornou a viagem mais tranquila.)

Guarda-bagagem na ferry
Guarda-bagagem na ferry

O tempo de travessia não é longo e o Mar de Andaman costuma ser calmo. Logo avistamos o Ton Sai Pier, já em Koh Phi Phi.

Porto de Phi Phi
Chegando ao Ton Sai Pier
No porto de Phi Phi
Ton Sai Pier
Koh Phi Phi
Koh Phi Phi

Koh Phi Phi, na verdade, são duas ilhas: Phi Phi Don, a única habitada, onde há hotéis, resorts, lojas e restaurantes, e Phi Phi Leh, que abriga a famosa Maya Bay (aquela mesmo, que foi cenário do filme A Praia…) Escolhemos ficar hospedados em Had Yao, mais conhecida por seu nome em inglês, Long Beach, uma praia relativamente isolada, mas que provê fácil acesso de barco a Phi Phi Leh. Como tínhamos apenas metade do dia da chegada, o dia seguinte inteiro e metade do dia da partida, não queríamos perder mais tempo do que o estritamente necessário com deslocamentos… Contratamos no próprio hotel em que ficamos hospedados, o The Beach Resort, o transfer em longtail boat, esse barco típico das ilhas tailandesas – e ele já estava a nossa espera quando descemos da ferry.

Long tail boat para Long Beach
Long tail boat para Long Beach
A ferry e o long tail boat
A ferry e o long tail boat

A viagem foi rápida, mas nada confortável… Eu não sabia, mas é praticamente impossível não se molhar em um desses barcos – e isso vale não só para humanos, mas também para suas malas! Achei péssimo ver que não havia sequer uma proteção para as malas e bolsas empilhadas no barco, que chegaram à praia em frente ao hotel completamente encharcadas de água salgada. (Ainda bem que a minha malinha era bem resistente à água e protegeu direitinho todos os meus pertences!)

Chegando a Long Beach
Chegando a Long Beach

Fizemos rapidamente o check-in no hotel, deixamos a bagagem e fomos desbravar a vizinhança…

The Beach Resort
The Beach Resort

Em Long Beach praticamente só há hotéis pé-na-areia – a localização é perfeita para quem está em busca de sossego, e péssima para quem quer algum tipo de agito. Até é possível ir de Long Beach a outras partes de Phi Phi a pé, mas o acesso é feito pelas pedras, e completamente desaconselhado depois de escurecer. Por outro lado, há serviços de táxi em longtail boats! ;-)

Bar / restaurante em frente à praia
Bar / restaurante em frente à praia

Todos os hotéis também têm restaurantes à beira-mar, então a alimentação não é problema – pode-se variar de restaurante todos os dias…

Fim de tarde em Long Beach
Fim de tarde em Long Beach

Ao longo da praia, vê-se muitos e muitos barcos, tantos quantos são os restaurantes da orla e os spas que oferecem massagens…

Longtail boats
Longtail boats
Longtail boat na praia
Longtail boat na praia
Bar / restaurante pé-na-areia (literalmente!)
Bar / restaurante pé-na-areia (literalmente!)

Logo fizemos uma pausa para tomar uma cervejinha e escolher o restaurante onde voltaríamos para jantar…

Pausa para uma cervejinha...
Pausa para uma cervejinha…
Calmaria na praia...
Calmaria na praia…
Fim de tarde
Fim de tarde

Aproveitamos também para escolher um passeio de barco a Phi Phi Leh em uma das muitas agências situadas à beira-mar, e deixamos tudo contratado para o dia seguinte. Pagamos cerca de 1500 baht (aproximadamente US$ 45) por pessoa pelo passeio de dia inteiro, em lancha, com o almoço incluído.

Restaurante à noite em Long Beach
Restaurante à noite em Long Beach

À noite, jantamos cedo e fomos dormir para poder aproveitar bem todas as belezas que nos aguardavam no dia seguinte…

Renaissance Phuket Resort & Spa – Mai Khao, Phuket

No primeiro post sobre Phuket, eu teci vários e vários elogios ao hotel onde nos hospedamos, o Renaissance Phuket Resort & Spa, em Mai Khao. Como passamos boa parte dos nossos dias na ilha descansando e curtindo as instalações do hotel, eu disse praticamente tudo naquele post. Mas, como o local é realmente muito lindo, acho que algumas fotos a mais serão bem vindas… ;-)

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa
Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa
Lobby do Renaissance
Lobby do Renaissance
Bicicletas no lobby
Bicicletas no lobby
Na recepção
Na recepção
Doppio Coffee House
Doppio Coffee House
A caminho dos apartamentos
A caminho dos apartamentos
Apartamentos
Apartamentos
Mais apartamentos
Mais apartamentos
Nosso quarto
Nosso quarto – e o lindo banheiro com paredes de vidro
Persianas fechadas
Persianas fechadas

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The Sandbox / Takieng
The Sandbox / Takieng
The Sandbox e as espreguiçadeiras em frente à praia
The Sandbox e as espreguiçadeiras em frente à praia
Espreguiçadeiras
Espreguiçadeiras
A melhor piscina da VAM
A melhor piscina da VAM
De novo...
De novo…
Chegando para o café da manhã
Chegando para o café da manhã
Café da manhã
Café da manhã
Outra piscina
Outra piscina
Outra piscina
Outro ângulo da piscina
Outra piscina
E ainda outro…
Pôr-do-sol na piscina
Pôr-do-sol na melhor piscina da VAM
Pôr-do-sol
Pôr-do-sol
Vista noturna da nossa varanda
Vista noturna da nossa varanda
Fogos de artifício
Fogos de artifício

Deixamos o Renaissance com muita pena… Só mesmo o fato de saber que estávamos a caminho de Koh Phi Phi pôde nos animar! ;-)

Dia 35, 29/01 – Parque Nacional Ao Phang Nga

Os dias de calmaria que passamos em Phuket só foram “perturbados” uma única vez, por um passeio que era a própria razão de estarmos ali: uma visita ao Parque Nacional Ao Phang Nga, com sua baía de águas calmas e transparentes, suas ilhas, cavernas e paisagens indescritíveis.

Contratamos um passeio de dia inteiro na própria recepção do hotel – o passeio incluía o transporte até o porto (muito mais próximo de onde estávamos, em Mai Khao, do que de Patong…), a ida de lancha até Phang Nga, passeios de caiaque pelas cavernas, o almoço na vila flutuante de Koh Pan Yee e o transporte de volta ao hotel. Aproveitamos para comprar de uma vez o nosso bilhete de ida e volta da ferry para Koh Phi Phi, e ainda recebemos de cortesia o transfer para o hotel em Patong (para onde iríamos ao voltar de Phi Phi).  Pagamos 3.300 baht por pessoa pelo pacote completo, cerca de US$ 100.  Tenho certeza que é possível encontrar um preço mais em conta – mas, como nós estávamos hospedados em um ponto mais isolado da ilha, sem muitas oportunidades para pesquisar e comparar preços, decidimos simplesmente não pensar nisso… ;-)

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Chegando ao pier
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Paulinho e eu na lancha, esperando a hora da partida

Após um trajeto que não durou mais do que uns 40 minutos, começamos a avistar as ilhas da Baía de Phang Nga. É uma visão belíssima – as ilhas parecem brotar do mar, sem qualquer sinal prévio que nos prepare para as belezas que virão…

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Baía de Phang Nga
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Baía de Phang Nga

Pelo que li e pesquisei sobre os passeios enquanto me preparava para escrever o texto, me parece que os passeios são todos bastante semelhantes em relação aos locais visitados – mas divergem no tipo de transporte (lanchas ou outro tipo de embarcação) e na ordem em que os locais são visitados. A nossa primeira parada foi Koh Khao Phing Kan – mais conhecida entre os turistas que visitam a região como “James Bond Island”, por ter sido um dos cenários do filme “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro”, de 1974. Lá se vão quase 40 anos, mas o apelido pegou…

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Koh Khao Phing Kan – James Bond Island

Assim que botamos os pés na praia, fomos imediatamente atraídos por essa imensa fenda na rocha, situada bem à beira mar… O corte parece feito à faca, de tão liso e reto!

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Fenda na rocha em Khao Phing Kan

E quando eu digo que é uma fenda imensa não estou exagerando, como a comparação com o tamanho das pessoas pode comprovar… :shock:

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Turistas em frente à fenda na rocha em Khao Phing Kan

Seguimos então por uma trilha que nos levou à paisagem que eu mais esperava ver desde que tinha decidido visitar a Tailândia: Ko Tapu, a ilhota rochosa que parece dominar, em equilíbro aparentemente precário, toda a praia de Khao Phing Kan…

Khao Phing Kan
Khao Phing Kan
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Ko Tapu
Outro ângulo de Ko Tapu
Outro ângulo de Ko Tapu

Felizmente, o dia, que tinha amanhecido um pouquinho nublado, começou a ficar mais ensolarado. As fotos de Ko Tapu, que já não eram poucas, começaram a se multiplicar – nem sei como pude selecionar apenas duas…

Koh Khao Phing Kan oferece também um mercadinho ao ar livre, daqueles com lembrancinhas e badulaques para “seduzir” os turistas – basta seguir um pouco mais pela trilha para chegar a ele. Eu, se soubesse que era um mercadinho o que eu encontraria ao fim da trilha, teria ficado pelo meio mesmo, procurando ângulos cada vez mais belos da paisagem que já tinha me encantado…

No momento em que voltamos ao barco para prosseguir o passeio, eu já tinha dado o dia como um sucesso, nem precisaria visitar mais nada… Na verdade, eu duvidava um pouco que alguma outra paisagem pudesse me encantar tanto, a menos que eu tivesse um pouco mais de tempo para me acostumar com a experiência e partir para outra.

Mas, como felizmente ninguém perguntou a minha opinião naquele momento, seguimos para o nosso próximo ponto de parada, Koh Panak, onde eu iria mais uma vez me surpreender! ;-)

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Outros barcos turísticos…

Nossa próxima atividade me parecia fascinante e inquietante ao mesmo tempo. Explico: deixaríamos o barco em caiaques, para atravessar o interior de cavernas onde não seria possível entrar de outra maneira até chegar a pequenas lagoas, novamente a céu aberto. Fascinante! Mas um tanto quanto inquietante, porque uma das primeiras coisas que o nosso barqueiro / guia / fotógrafo  nos avisou foi que há muitos e muitos morcegos no interior das cavernas…

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Á espera do nosso caiaque…
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Turistas nos caiaques
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Nosso barqueiro / guia / fotógrafo

Tomamos “caminhos” junto às rochas onde acredito que só mesmo uma pessoa bastante experiente no controle do caiaque não faria uma bobagem…

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Koh Panak
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Koh Panak

E logo chegamos à entrada da caverna, tão baixinha que era preciso praticamente deitar no barco para não bater a cabeça!

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Koh Panak

Dentro da caverna, a escuridão impediu que eu conferisse se ali havia mesmo morcegos… E depois até me esqueci deles!

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A luz no fim da caverna
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Dentro da caverna

Em cerca de dois minutos chegamos à lagoa no interior da caverna… Fomos dos primeiros do nosso barco, e ainda pudemos aproveitar um pouco a paisagem sem outros humanos…

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Chegando à lagoa
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Na lagoa

Mas logo outros caiaques vieram se juntar a nós…

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Outros turistas chegando…

E, em breve, tínhamos um super engarrafamento de caiaques…

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Hora do rush…

Seguimos então em fila indiana de caiaques por uma passagem bem estreita na pedra, que nos levou a um local ainda mais impactante:

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Fila indiana…

esse imenso paredão de pedra, imponente como um arranha-céu natural!

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A imponência do paredão de pedra…

Foi um passeio maravilhoso – um daqueles momentos que, por mais expectativa que se crie, provavelmente continuarão surpreendentes. Eu certamente fui fisgada, e me apaixonei pela paisagem – e nem tinha criado muitas expectativas, a não ser em relação a Ko Tapu… (Ou talvez até tenha sido por isso!)

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Voltando ao barco

Nossa próxima (e última) parada foi na Vila Flutuante de Koh Pan Yee, para um almoço tardio. Já era bem tarde, e a fome estava mesmo batendo forte.

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Koh Pan Yee – Vila Flutuante
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Koh Pan Yee
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Koh Pan Yee
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Nosso restaurante em Koh Pan Yee

Almoçamos, demos uma volta pela vila e uma olhada no mercadinho junto ao restaurante, e logo estávamos prontos para voltar ao hotel – agora com o corpo e a alma muito bem alimentados… ;-)

Dias 33 a 36, 27 a 30/01 – Mai Khao, Phuket

Quase todo turista que se decide a conhecer as praias da Tailândia passa por um enorme dilema: com um litoral tão extenso e recortado, quais praias privilegiar? As perguntas se sucedem… Escolho o Mar de Andaman ou o Golfo da Tailândia? Me hospedo em Krabi, Phuket ou ignoro as duas e sigo logo para Phi Phi?

Li e ouvi muitas recomendações para não escolher Phuket, por causa da urbanização desenfreada, do turismo desordenado, enfim, da degradação geral. Chegamos a pensar em escolher Krabi, ou em passar apenas uma noite em Phuket, e tomar logo o rumo de Phi Phi. Mas, nesse emaranhado de possibilidades, eu tinha apenas uma certeza: havia um cartão postal, Ko Tapu, na Baía de Phang Nga, que eu queria ver de perto. E, para esse passeio, Phuket oferecia mais facilidades de acesso. De todo modo, as ressalvas quanto a Phuket estavam normalmente vinculadas a região de Patong, e um acaso nos levou a outros caminhos… ;-)

Phuket
Phuket – clique no mapa para vê-lo em tamanho maior

Bem na época em que estávamos fazendo as reservas de hotel na Tailândia, Paulinho recebeu uma promoção do cartão de crédito, oferecendo descontos em hospedagem na rede Marriott. Começamos a pesquisar os destinos tailandeses que ainda nos faltavam: Phuket, Phi Phi, Samui e a segunda estada em Bangkok. No fim das contas, a promoção nem era tão boa assim, mas durante as pesquisas descobrimos um novo hotel da rede, o Renaissance Phuket Resort & Spa, que tinha sido inaugurado há pouquíssimo tempo, e ainda estaria em regime de soft opening durante a nossa estada. Na verdade, nós estaríamos lá ao longo dos últimos 4 dias do soft opening… Na prática, isso significava que a tarifa disponível para as nossas datas era US$ 140, mas subiria para cerca de US$ 400 logo depois da nossa partida.

Agora, enquanto eu escrevo sobre isso, me parece quase impossível que eu tenha chegado a titubear… Uma tarifa de US$ 140 por esse hotel é um presente daqueles de mãe!!! Mas, de todo modo, isso significava estar 40% acima do orçamento da VAM previsto para hospedagem, que era de US$ 100 a diária. Além disso, logo descobrimos que o hotel ficava bem ao norte da ilha, na Praia de Mai Khao, depois do aeroporto, ou seja, na direção contrária de Patong. Disparei um email pro Riq Freire, que me respondeu textualmente: “Eu iria! É uma boa aposta! Beijos! Inveja!” Opa, se eu deixei o Riq com inveja a oportunidade deve ser daquelas que não se pode deixar escapar! ;-)

Chegamos no início da tarde, e tiramos o resto do dia para descansar e aproveitar o hotel – nada muito diferente do que faríamos ao longo dos outros dias da nossa estada…

Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa
Entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Assim que nos instalamos – a área do hotel é tão extensa que há carrinhos de golfe para levar os hóspedes recém-chegados e sua bagagem aos quartos! – fomos conferir a praia, linda e semi-deserta, de águas transparentes e nada geladas…

Mai Khao Beach
Mai Khao Beach

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Fizemos um pit stop no The Sandbox, um bar / restaurante pé-na-areia onde tomamos um drinque no fim da tarde (e onde almoçamos mais de uma vez nos outros dias…)

Bar / restaurante
The Sandbox (no andar de baixo) / Takieng (no andar de cima)
Welcome drink
Coquetéis coloridos para celebrar a nossa chegada…

De cara nos apaixonamos pela lindíssima piscina de borda infinita com vista para o mar – nenhuma conseguiu vencê-la no item “melhor piscina” do ranking da VAM! ;-)

A melhor piscina de toda a VAM!
A melhor piscina de toda a VAM!

Na noite da nossa chegada, resolvemos experimentar o Takieng, o restaurante típico tailandês do hotel – e achamos a comida bastante saborosa…

Restaurante
Takieng Thai Cuisine
Primeiro jantar
Nosso primeiro jantar em Phuket
Jantar
Nosso jantar – aprovadíssimo!

Ao longo dos dias que passamos em Mai Khao, a nossa rotina se resumiu ao dolce far niente… Nossas únicas ocupações foram escolher entre a praia e a piscina, fazer o passeio de barco para a Baía de Phang Nga (que virá em um post exclusivo!) e explorar os arredores…

Praia ou piscina?
Ô vidinha mais ou menos… ;-)

Normalmente começávamos o dia com uma caminhada pela praia…

Mai Khao Beach
Mai Khao Beach
VAM - Mai Khao - 28/01/2011
VAM – Mai Khao – 28/01/2011

Logo depois íamos para a piscina…

Piscina
Piscina

Ou então para uma das espreguiçadeiras com vista para o mar…

Espreguiçadeiras
Espreguiçadeiras

O almoço era por ali mesmo – uma salada básica no Sandbox e talvez uma cervejinha na beira da piscina…

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O pôr-d0-sol à beira da piscina era simplesmente inacreditável – e muito fotogênico…

Pôr do sol na piscina
Pôr do sol na piscina

Nessa fase da viagem já estávamos começando a sentir falta da comida de casa… E foi com grande surpresa que começamos a matar essas saudades justamente com o welcome ice cream do hotel, uma alternativa divertida aos welcome drinks tradicionais. Tomei um sorvete de banana no Doppio Coffee House que me fez pensar nos doces de banana que a minha avó fazia! É incrível como se descobre tanta semelhança no que a princípio nos parece ser tão diferente… ;-)

Doppio Coffee House, bem na entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa
Doppio Coffee House, bem na entrada do Renaissance Phuket Resort & Spa

Uma característica super simpática do hotel, na minha opinião, foi a oferta de bicicletas, logo na entrada, para uso livre dos hóspedes. Que delícia pegar uma bicicleta de tarde, pedalar pelas estradinhas de Mai Khao, passar em frente aos outros resorts e chegar até Turtle Village, o simpático e único shoppingzinho da região…

Bicicletas
As bicicletas do Renaissance
Turtle Village
Turtle Village

Essa foi a minha Phuket… Alguns dias depois, quando voltamos de Phi Phi, nos hospedamos por uma única noite em Patong, antes de seguir viagem para Samui. Ali eu pude compreender a veemência de quem recomenda que não se fique em Phuket e se privilegie Krabi ou alguma outra ilha. Mas eu, tendo conhecido Mai Khao e aproveitado essa atmosfera gostosa de uma Phuket calma, aconchegante e charmosa, não poderia nunca “desrecomendar” a ilha… A minha Phuket valeu muitíssimo a pena!!! :D

Hotel Ping Nakara, Chiang Mai

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O nosso hotel em Chiang Mai foi escolhido a dedo – afinal, tinha que ser um hotel memorável para a comemoração de 1 mês da VAM, justamente no dia da nossa ida de Bangkok para Chiang Mai. Como a idéia era comemorar, decidimos afrouxar um pouco os limites do orçamento inicial e levantar o teto do valor da diária de US$ 100 para US$ 150.

Partimos do zero nessa busca, literalmente. Não tínhamos nenhuma dica, nem umazinha mesmo, de hospedagem em Chiang Mai. A saída, então, foi apelar para uma trinca imbatível: intuição + bom senso + Trip Advisor.

Foi navegando no Trip Advisor, xeretando todos os hotéis disponíveis para as nossas datas, que Paulinho descobriu o Hotel Ping Nakara, na época o no. 2 de Chiang Mai no ranking do Trip Advisor.

As resenhas eram muito animadoras, e as fotos do hotel, tanto no site próprio quanto no Booking, lindíssimas. A diária estava ainda um pouco acima dos limites da nossa comemoração, mas decidimos “coçar o bolso” e fizemos a reserva, a US$ 165 por noite.

Hotel Ping Nakara
Hotel Ping Nakara

Desde o momento em que chegamos ao hotel vimos que a decisão tinha sido acertada. O hotel era realmente tão ou ainda mais bonito do que nas fotos!

Chegando ao hotel
Chegando ao hotel
Entrada do Ping Nakara
Entrada do Ping Nakara
Tuk tuk tradicional
Tuk tuk tradicional

Desde o momento em que entramos no hotel notamos o cuidado com a ambientação e os detalhes.

Recepção
Recepção

Um detalhe do serviço que me encantou foi que fizemos o nosso check-in confortavelmente acomodados na biblioteca – nada dessa história de ficar de pé no balcão da recepção… ;-)

Biblioteca
Biblioteca

Na própria biblioteca, o hotel oferece dois computadores com acesso à Internet para uso dos hóspedes – gratuitamente, assim como o acesso wifi em todo o hotel.

A biblioteca e os computadores
A biblioteca e os computadores

Ficamos encantados com a decoração do quarto, com o cuidado na escolha das cores e materiais. Lá mesmo descobrimos que o dono do hotel é um arquiteto de interiores, que planejou cada quarto individualmente – ou seja, cada ambiente é único! ;-)

Quarto
Nosso quarto
Outro ângulo
Outro ângulo, com a porta de entrada e a vidraça do banheiro ao fundo
Outro ângulo
Mais um ângulo diferente, com a mesa de escritório e a TV ao fundo
Cantinho do escritório
Cantinho do escritório – e as tangerinas fresquinhas!

O banheiro também era lindo, confortável, sofisticado e amplo – perfeito a ponto de merecer 3 fotos aqui…

Banheiro
Primeira impressão do banheiro
Banheiro
Outro ângulo do banheiro
Banheiro
E mais um ângulo do banheiro

Nosso quarto tinha ainda uma pequena varanda, com vista para o jardim:

Varanda
Nossa varanda
Vista para o jardim
Vista para o jardim

A área externa do hotel também nos encantou – já no primeiro dia, passamos o fim da tarde na piscina. O hotel estava relativamente vazio, então tivemos a piscina só para nós!

Piscina / restaurante
A piscina com o restaurante ao fundo
Outro ângulo
A piscina, vista por outro ângulo
Mais um ângulo
E ainda outro ângulo da piscina

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Mais tarde, tivemos novamente essa sensação de privacidade / exclusividade ao fazer, no restaurante do hotel, o jantar de comemoração de 1 mês da VAM. Não havia mais do que outros 3 ou 4 hóspedes presentes, tanto no jantar quanto no café da manhã do dia seguinte.

 O jantar da primeira noite estava tão gostoso que decidimos até repetir a dose na noite seguinte. Dizendo assim, parece até falta de criatividade… Mas quais seriam as chances de retornar a Chiang Mai e saborear novamente aquele jantarzinho tailandês delicioso? Preferimos repetir a dose logo de uma vez… ;-)

Restaurante
A parte de dentro do restaurante

Nas duas noites, escolhemos jantar na varandinha do restaurante, com vista para a piscina – mais delicioso, impossível!

O restaurante visto da piscina
A varanda do restaurante, vista da piscina
Piscina
A piscina à noite
Piscina
Mais uma vez, a piscina à noite
Piscina
E ainda uma foto da piscina…

A conclusão final é que simplesmente AMAMOS o Ping Nakara! No ranking particular da VAM, ele recebeu o prêmio de hotel mais charmoso de toda a viagem.

Em um comentário lá no Arquivo de Viagens, a Luisa, que também se hospedou lá, comentou que os funcionários do hotel tinham pouco domínio do inglês. Nós notamos isso também com alguns funcionários da recepção, tanto que o guia, quando nos trouxe do aeroporto, nos ajudou (e aos funcionários) no momento do check-in. Como, na hora do check-out, também tínhamos uma guia para ajudar, não tivemos maiores entraves. No restaurante, nos comunicamos em inglês sem nenhum problema.

Um outro ponto que deixa um pouco a desejar é a localização do hotel, fora das muralhas do centro histórico, ou seja, um pouquinho distante para turistar. Para quem gosta muito de caminhar, como nós, não é nada demais – para os que não têm esse hábito, a solução é tomar um tuk-tuk;-)

De todo modo, são apenas pequenos detalhes que mostram que nenhum lugar é perfeito! Mas acredito que, mesmo com essas pequenas dificuldades, o hotel seja dos melhores lugares para se hospedar em Chiang Mai. Ganha a nossa recomendação! ;-)