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Mon 23 Aug 2010

Norwegian Cruise Line

Fim de tarde

A caminho da piscina

A piscina, quase sempre vazia - que friiiiiiio...

Paisagem constante...

Welcome aboard!

Decks 6 & 7

The Great Outdoors - uma delícia nos dias quentes, uma tortura nos mais frios...

Topsiders - o bar da piscina, pouco aproveitado na maior parte do tempo

Champagne Bar - na minha opinião, o mais lindo!

Sports Bar - ponto de encontro para ver (pasmem!) futebol americano na TV...

Las Ramblas - música ao vivo que não me agradou...

Observation Lounge

Um vinhozinho no Observation Lounge
Sun 22 Aug 2010
Uma das coisas de que menos gostei no mini-cruzeiro que tinha feito em novembro foi a tal história de ter horário e mesa fixos para o jantar. Éramos um grupo de cerca de 20 amigos – no entanto, jantamos espalhados por todo o navio, não apenas em restaurantes diferentes, mas até em pontos diferentes do salão quando calhava de estarmos no mesmo restaurante. E, cá pra nós, podem me rotular de anti-social se quiserem, tudo bem – mas não quero ser obrigada a socializar com gente que nunca vi quando preferia estar na companhia dos meus amigos…
Ah, além disso, um dos restaurantes só abria para o jantar, não para o almoço – como eu não fui colocada nele para jantar, simplesmente não pude experimentar esse restaurante. Não, não gostei, definitivamente…
Mas dessa vez a história foi outra… O maior diferencial da NCL, para mim, foi a quase total liberdade a bordo – que eles chamam de “Freestyle Cruising“. Pode-se escolher onde tomar o café da manhã, onde almoçar, onde jantar, a que horas, em qual mesa, se sozinhos ou acompanhados… Nada é obrigatório, nem mesmo a roupa de gala para a famosa “Noite do Capitão” – veste-se formalmente quem quer, e quem não quiser vai de jeans e camiseta mesmo, se quiser ir…
No Norwegian Sun, são 3 os restaurantes principais: o Garden Café, que funciona em esquema de buffet para café da manhã, almoço e jantar, no deck da piscina; o Seven Seas, também aberto para café da manhã, almoço e jantar; e o Four Seasons, que funciona apenas para o jantar. Cada um tem seu próprio horário de funcionamento, de modo que, se alguém quiser jantar mais cedo ou mais tarde, vai encontrar ao menos um dos 3 restaurantes funcionando.



O Seven Seas e o Four Seasons têm cardápios idênticos – então se escolhe mais pelo horário mesmo, pela vontade de variar de restaurante, pelo fundo musical (um dos vários pianos do navio está no Four Seasons). Já o Garden Café é bem mais casual que os dois, adequado, na minha opinião, para um café da manhã rápido em dias de porto ou um lanchinho à tarde – não sou muito fã dos buffets para almoço e jantar, não…
No geral, eu fiquei bastante satisfeita com a qualidade e a variedade da comida nos restaurantes principais – o que me rendeu aquela velha preocupação sobre como aproveitar bem sem engordar…



Os restaurantes em si não eram especialmente bonitos – pelo contrário, a decoração era bem pesada… mas nada que chegasse a prejudicar o apetite de ninguém, não…

Momento raríssimo - o Garden Café vazio!

A entrada do Seven Seas

Seven Seas

Maquete do Norwegian Sun na entrada do Four Seasons

Four Seasons
Além dos restaurantes principais, há vários outros no navio – alguns são gratuitos, outros requerem o pagamento de uma pequena taxa extra. São todos bem menores que os restaurantes principais, e a maioria exige que se faça reserva. Dentre os gratuitos, experimentei o Pacific Heights, que funciona sem reservas na hora do almoço – em estilo “invente a sua própria massa” – e à la carte, com reserva, na hora do jantar.


No dia em que jantei no Pacific Heights me decidi por um jantar totalmente à mexicana, com direito a uma inusitada mousse de margarita de sobremesa!



O único restaurante pago que experimentei foi o Il Adagio, que cobra uma sobretaxa de US$ 10 – há também um restaurante francês, um sushi bar e um restaurante especializado em carnes, entre outros. As sobretaxas podem ser de até US$ 25.


O cardápio dos restaurantes pagos não varia – cada um oferece 3 ou 4 opções de entradas, pratos principais e sobremesas, que se mantêm ao longo do cruzeiro. O meu jantar italiano me agradou muitíssimo!



Com todas essas ofertas, confesso que muitas vezes deixamos de lado os restaurantes em terra firme – decidimos nos concentrar nos passeios que queríamos fazer e deixávamos para fazer uma refeição decente na volta ao navio…
Ah, e apenas para completar, devo dizer que fiquei super bem impressionada com o nível de higiene dentro do navio! Quando se ouve falar tanto em casos de gastroenterite nos cruzeiros na costa brasileira, e se sabe que os riscos de contaminação a bordo são realmente enormes, foi super bacana ver que não se entra em nenhum restaurante sem higienizar as mãos, que todos os funcionários trabalham nos restaurantes usando toucas e luvas e que simplesmente não existe self-service a bordo – ou seja, ninguém, a não ser os funcionários enluvados, toca nos talheres usados para o serviço nos buffets. Ótimo exemplo!
Fri 20 Aug 2010
Várias vezes me passou pela cabeça que os dias de navegação seriam de um tédio quase absoluto, principalmente por causa do frio, que anularia as grandes diversões ao ar livre – piscinas, jacuzzis e quadras de esportes…

Piscinas e jacuzzis - apenas nos primeiros dias...

A quadra quase sempre vazia...
Em relação às opções de lazer ao ar livre, eu não estava mesmo enganada. Apenas no dia do embarque e no dia seguinte, ou seja, em Buenos Aires e Montevidéu, havia tempo bom – aliás, fazia um calorão daqueles! No 3o. dia tomamos o rumo da Península Valdés, e o calor começou a dar espaço a um ventinho frio que não cooperava nadinha com quem queria aproveitar a piscina…
Foi nesse dia que eu percebi a importância do lazer a bordo, que, diga-se de passagem, curti horrores!!! Só pra deixar bem claro: eu sou daquelas pessoas que detesta atividades coletivas, programadas ou não, e que tem verdadeira alergia a grupos…
E a minha visão – bastante preconceituosa, sou a primeira a admitir – associava lazer a bordo apenas com gincanas e afins…
Pois bem, fui agradavelmente surpreendida! Descobri que podia começar os meus dias com aulas de alongamento e ginástica na academia, e ainda poderia caminhar na esteira, com vista para o mar! Decidi que começaria assim todos os dias de navegação – claro, não ia desperdiçar tempo em terra firme nos dias de porto…

A biblioteca tinha livros em português!
E a biblioteca do navio era o máximo!!! Havia livros em diversos idiomas (claro, com mais de 60 nacionalidades diferentes a bordo…), a maioria em inglês e espanhol, mas também em francês, alemão, italiano e até em português! O empréstimo era válido por todo o período do cruzeiro – e o povo lia mesmo! O que mais se via era gente grudada nos livros pelos cafés, bares, na academia, na beira da piscina… Todos os dias também havia jogos à disposição, como palavras cruzadas e sudoku – era só passar na biblioteca e buscar os joguinhos. Passei 15 dias viciada em sudoku…
Nos fundos da biblioteca havia mais duas salas – uma específica para jogos de cartas (que eu não gosto…) e uma com um telão, onde passava ao menos um filme por dia. A pegadinha é que os filmes normalmente eram em inglês, e sem legendas! Em alguns horários, até passavam as versões dubladas em outras línguas, como francês, alemão, espanhol e português. Mas, nessa hora, quem sabe inglês acaba se divertindo mais…
Duas outras opções disponíveis quando o navio estava em alto mar eram o cassino e as lojas…

O cassino meio de longe - não é permitido fotografar lá dentro...

Duty-free, souvenirs, joalheria...
Mas o ponto alto para mim foi a música. Rolava música no navio o dia inteiro – contei CINCO pianos de cauda a bordo!!! Sempre havia alguém tocando um piano em algum bar, à noite íamos ver os shows no teatro, ouvíamos mais piano nos restaurantes e ainda cantores e músicos novamente nos bares.

Observation Lounge - o mar visto de camarote
Logo nos primeiros dias fomos parar no Observation Lounge, um bar no Deck 12, com vista privilegiada. E era lá que quase todos os dias eu ia ouvir o Michael Eldridge, pianista de mão cheia, especialista na “época de ouro” da canção americana…

Michael Eldridge no Observation Lounge
O teatro também era uma opção bem bacana. A maioria dos shows me agradou – um ou outro eram bobinhos, uns showzinhos de humor bem à americana, e outros descambaram para o cafona total mesmo… Mas a maior parte foi ótima – vi uma apresentação de uma flautista excelente, um show de acrobacia que não devia nada à Intrépida Trupe e uns espetáculos de dança sensacionais também… Pena que não se pode fazer fotos durante os shows, então só tenho fotos do teatro vazio – e teatro vazio é sempre meio triste…

Stardust Lounge - o teatro do Norwegian Sun

Teatro vazio me dá uma tristeza...
Às vezes íamos jantar antes do show, outras vezes depois (sim, os horários são livres, mas isso eu conto outra hora…) Depois de alguns dias ficou até meio difícil encontrar horário pra jantar, tantas eram as atrações que eu queria ver!
O último point da noite para mim era invariavelmente o Windjammer Bar, para ver o Trio Paula Koropecki – um grupo argentino super talentoso. Eles transitavam com a maior desenvoltura do bolero ao tango, passando pela bossa nova e o que mais viesse pela frente…

Windjammer Bar - meu fim de noite!

O Trio Paula Koropecki em cena
Para quem curte, a diversão se prolongava noite adentro na Dazzles – a boate do navio…

Let's be dazzled...

Comecinho de noite na Dazzles
Mas essa, definitivamente, não é a minha praia, não…
Wed 18 Aug 2010

Norwegian Sun
Até embarcar no Norwegian Sun, no final de janeiro deste ano, para um cruzeiro de 2 semanas pela Patagônia, a minha experiência com cruzeiros se resumia a um curtíssimo mini-cruzeiro no MSC Lirica na rota Rio/Santos na companhia de amigos em novembro passado.
Naquela ocasião eu revi vários preconceitos que nutria contra as viagens de navio e cheguei à conclusão de que, como em qualquer outra viagem, também em um cruzeiro somos nós os responsáveis por fazer escolhas que nos agradam, e assim aproveitar a diversão ao máximo. Expliquei essas idéias em um comentário no VnV, que reproduzo aqui:
Fosse no mês passado, eu torceria o nariz indubitavelmente, no maior estilo que disse a Emília logo aqui em cima: “não comi e não gostei”… 
Pois agora, a veterana do minicruzeiro de 3 dias já diz assim: “depende”…
Para mim, o navio como destino foi legal para curtir a companhia do grupo de amigos que estava comigo – como seria legal também se eu estivesse com a minha família, por exemplo, mas acho que nem tanto se fosse em casal.
O que sempre me pareceu uma função interessante para o navio de cruzeiro é levar a pessoa a locais onde o acesso seja mais complicado de outra forma, onde os deslocamentos sejam difíceis, longos ou muito caros – daí o meu encanto com o cruzeiro à Patagônia, que vou fazer no fim de janeiro… Se eu acho que vou conhecer a Patagônia? Não, não tenho a menor pretensão – mas acho que vou ter uma idéia pra depois decidir se a Patagônia é a minha praia o suficiente pra voltar…
(Acredito que um cruzeiro seja bacanérrimo no Alasca também… E até mesmo no Caribe, se a idéia da pessoa for ter uma visão panorâmica, para depois voltar. Quem tem mania de voltar, como eu, não acha uma tragédia não esgotar um destino…)
Sobre a questão do luxo e da breguice, a sério, eu acho que dá perfeitamente pra fazer o seu próprio ambiente… Eu achei a muvuca na beira da piscina de uma breguice sem igual, e os restaurantes e bares ao ar livre eram uma confusão insuportável. Então, em vez de ficar ali sofrendo, eu ia para outros ambientes do navio, curtia um café expresso delicioso em um bar quase vazio, almoçava com toda a tranqüilidade do mundo em um restaurante onde não se podia ir de roupa de banho… Não curto festas temáticas, e costumo dizer que tenho alergia a grupos – então, enquanto as festas rolavam soltas eu ia procurar um piano bar ou um showzinho no teatro…
Acho que o que eu quero dizer é que, assim como desempacotamos outros destinos, dá pra desempacotar um navio também… 

Elevadores panorâmicos, sim...
A minha primeira impressão do navio foi muito boa – sim, eu já esperava encontrar aquele certo exagero, aquela decoração além das fronteiras do kitsch e um ambiente onde, definitivamente, menos NÃO é mais…
Mas talvez o truque esteja exatamente aí: eu não esperei que o meu cruzeiro fosse qualquer outra coisa que não fosse um cruzeiro…
E, como o destino era um chamariz em si, ainda foi muito interessante conviver, ao longo dessas 2 semanas, com pessoas de mais de 60 nacionalidades diferentes, fossem passageiros ou tripulantes. (Por curiosidade: entre os mais de 900 tripulantes, havia apenas 4 brasileiros! E entre os quase 2000 passageiros, éramos apenas cerca de 100…)

A primeira impressão da nossa cabine

A cabine vista por outro ângulo
Fiquei muito satisfeita com a nossa cabine, que, como era tripla e precisava comportar um sofá-cama, nem era tão pequena – tudo era muito funcional, tanto na própria cabine quanto no banheiro.

Vista do deck
As áreas ao ar livre também me agradaram bastante, embora não me pareçam tão necessárias em um navio cujo foco é um destino gelado como a Patagônia. Piscinas e jacuzzis foram aproveitadas apenas nos 2 primeiros dias, para aliviar o calor que fazia em Buenos Aires e Montevidéu; a partir do 3o. dia, quando navegávamos em direção à Península Valdés, o espaço ao ar livre dos decks superiores praticamente transformou-se em um estorvo – para ir de um ponto a outro do navio era preferível descer um ou dois andares e atravessar pela parte interna a encarar os ventos gelados da Patagônia…
Nada disso foi grave, entretanto – eu imaginava, mas até então não tinha certeza, que os quesitos entretenimento e alimentação teriam total prioridade na organização de um cruzeiro em que os passageiros permaneceriam em ambientes fechados por boa parte das suas 2 semanas a bordo. E eu não estava enganada, como vou contar nos próximos posts…
Sun 14 Mar 2010
Este post não tem um bom título. (Pronto, ela já começou a contar as coisas de forma esquisita!
)
Alguém que leia “Viagem à Patagônia” poderia pressupor algo como “Viagem a Paris”, “Viagem a Nova York” , mas não é bem assim… A idéia embutida na expressão “Viagem à Patagônia” assemelha-se muito mais à idéia que existe em “Viagem à Europa”. Explico: se alguém me conta que foi a Paris, por mais que eu não saiba que atrações turísticas ele visitou, ou em qual bairro se hospedou, ao menos eu sei em que cidade ele estava; já se ele me diz que viajou à Europa, ele poderia estar em qualquer lugar entre Moscou e Lisboa, entre Istambul e Amsterdam, em um sem-número de microcidades espalhadas pelo continente. Na Patagônia também é assim: não sei a princípio nem mesmo se a pessoa foi ao Chile, à Argentina ou aos dois. Então, se faço um passeio pelos Lagos Andinos, essa é uma viagem à Patagônia; se faço trekking no Torres del Paine, essa também é uma viagem à Patagônia; se vou esquiar em Ushuaia ou avistar baleias na Península Valdés, idem…
Um bom título para o post teria que trazer a idéia de que essa seria “uma entre milhares de viagens possíveis à Patagônia” – não existe apenas uma viagem ou um roteiro pela Patagônia, tudo depende de uma quantidade enorme de escolhas que se faz.
No meu caso, a Patagônia em si nunca foi um desejo urgente (embora eu seja daquelas pessoas que não recusa viagem nenhuma por livre e espontânea vontade)… Na realidade, eu já tinha ido ao norte da Patagônia em 2000, quando fui até os Lagos Andinos e Bariloche… Eu não caio de amores pelos destinos ecológicos – sou bastante urbana, e preciso salpicar as minhas incursões por ilhas, praias, vilas e cidadezinhas com algumas doses de urbanidade, pra não surtar de vez. Além disso, eu tenho que tomar cuidado com qualquer esforço físico mais puxado, por conta da minha “belíssima” coluna – assim, trilhas e afins só mesmo de nível muito leve, pra não cutucar a onça… Apesar (ou talvez por causa) dessas ressalvas, havia uma forma de ir à Patagônia que estava na minha top list há muito mais tempo do que eu sou capaz de precisar: um cruzeiro de 15 dias, partindo de Buenos Aires e chegando em Valparaiso.
Há várias companhias que fazem esse roteiro pela Patagônia, com pequenas variações – em alguns anos já houve, inclusive, roteiros bastante longos, de cerca de 20 dias, com saídas do Rio de Janeiro ou Santos, ao invés da saída mais comum, Buenos Aires. Para mim, alguns pontos eram fundamentais:
1) Embarcar em Buenos Aires e desembarcar em Valparaiso, ou vice-versa; não queria um roteiro circular, que seria fatalmente mais curto e menos variado;

Roteiro de Buenos Aires a Valparaiso
2) Aportar, por uma manhã que fosse, nas Ilhas Malvinas;

O tempo é imprevisível nas Malvinas...
3) Navegar pela região do Cabo Horn.

Um dia calmo no Cabo Horn
De resto, as outras paradas do cruzeiro me eram meio indiferentes. Eu queria ter uma visão panorâmica de paisagens geladas, mas sabia que, caso me apaixonasse por algum lugar, teria que planejar uma nova viagem para visitá-lo comme il faut. O roteiro escolhido foi o do navio Norwegian Sun, da Norwegian Cruise Line, de 14 noites, com saída de Buenos Aires e chegada a Valparaiso e paradas em Montevidéu, Puerto Madryn, Port Stanley, Ushuaia, Punta Arenas, Puerto Chacabuco e Puerto Montt.

O Norwegian Sun
Cheguei a Bs.As. dois dias antes do embarque e prolonguei as férias por mais uma semana após o desembarque, o que resultou no seguinte roteiro:
Dia 1, 29/01 – Ida para Buenos Aires;
Dia 2, 30/01 – Buenos Aires; ida ao Tigre;
Dia 3, 31/01 – Embarque no Norwegian Sun;
Dia 4, 01/02 – Montevidéu;
Dia 05, 02/02 – Navegando;
Dia 06, 03/02 – Puerto Madryn;
Dia 07, 04/02 – Navegando;
Dia 08, 05/02 – Port Stanley;
Dia 09, 06/02 – Navegando; Cabo Horn;
Dia 10, 07/02 – Ushuaia; Canal de Beagle;
Dia 11, 08/02 – Punta Arenas;
Dia 12, 09/02 – Navegando; Estreito de Magalhães;
Dia 13, 10/02 – Navegando;
Dia 14, 11/02 – Puerto Chacabuco;
Dia 15, 12/02 – Puerto Montt;
Dia 16, 13/02 – Navegando;
Dia 17, 14/02 – Desembarque em Valparaiso; Viagem de ônibus para Santiago;
Dia 18, 15/02 – Santiago;
Dia 19, 16/02 – Vôo para Mendoza;
Dia 20, 17/02 – Mendoza;
Dia 21, 18/02 – Vôo para Buenos Aires;
Dia 22, 19/02 – Buenos Aires; Volta para casa.

Plaza Baquedano, Santiago

Bodega Familia Zuccardi, Mendoza
No próximo post vou destrinchar direitinho o orçamento dessa viagem, uma das melhores relações custo-benefício que eu já consegui…