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Sun 7 Mar 2010
Posted by Carla under Peru
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Quando eu estava buscando hospedagem no Peru com boa relação custo-benefício, encontrei o site da Go2Peru. Foi lá que resolvi, de uma só tacada, a questão de hospedagem nas nossas 3 cidades-base: Puno, Cuzco e Lima. Nosso foco estava nos hotéis medianos, que oferecessem o básico – banheiro no quarto, calefação e café da manhã – sem doer no bolso. Chegamos à conclusão que os nossos reais nos levam bem longe no Peru, principalmente quando se esbarra com promoções como a da Visa, que nos deu descontos que variavam entre 28 e 45% nos hotéis que reservamos pelo site.
Em Puno, nosso hotel foi o Conde de Lemos, que conseguimos fechar a US$ 35 a diária do quarto duplo. Leia o post sobre ele aqui.

O ponto alto da nossa hospedagem foi o Hotel Terra Andina, em Cuzco. Foi também o mais caro dentre os eleitos, mas nada absurdo: US$ 65 o quarto duplo. Leia mais sobre ele aqui.

Finalmente, em Lima, encontrei outra barganha: o Hotel León de Oro, muito bem localizado, em Miraflores. Esse nos custou módicos US$ 38 o quarto duplo. Escrevi sobre ele aqui.

Infelizmente, as tarifas mais do que amigáveis que encontrei há quase 3 anos não existem mais…
Ainda assim, acho que vale a pena consultar a Go2Peru antes de tomar qualquer decisão referente a hospedagem no Peru – as ofertas Visa continuam existindo, talvez seja uma questão de época, antecedência, ou até mesmo de sorte conseguir um precinho tão baixo quanto eu consegui. De todo modo, mesmo com as tarifas inflacionadas (e inflacionadas em dólar!), a hospedagem no Peru não chega a pesar no bolso, não…
Mon 18 Jan 2010
Posted by Carla under Lima, Peru
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Muito antes de decidir ir ao Peru a sério, em 2007, eu já acalentava essa viagem – tinha um orçamento tentativo, alguns planos embrionários, uma noção de quais cidades gostaria de visitar e uma lista de hotéis a considerar. Dentre os hotéis selecionados para Lima, um pelo qual eu tinha nutrido uma simpatia especial era o Hotel León de Oro, em Miraflores.

Hotel León de Oro
O maior trunfo do hotel é a excelente localização, na Avenida La Paz, em Miraflores, a 5 minutos a pé do Shopping Larcomar.

O lobby do hotel
Os funcionários do hotel também contribuem para que sua cotação no Trip Advisor seja bastante boa. São solícitos e prestativos, sempre prontos a sugerir um passeio interessante, a ajudar na escolha de uma chifa ou a conseguir um táxi – com o valor da corrida já negociado com o motorista! (Usava os valores que eles conseguiam para mim na hora de negociar a corrida de volta, mas nunca consegui baixar o preço até o mesmo patamar…
)

Um pouco antiquado, mas bem confortável

Banheiros novinhos!
Os quartos são simples, e a decoração é um pouco antiquada, mas são limpos, espaçosos e confortáveis. Na época, consegui uma diária espetacular via Go2Peru – apenas US$ 37 o quarto duplo com pagamento adiantado no cartão Visa. A promoção ainda existe – hoje mesmo vi o preço da diária a US$ 47.06, o que significa um desconto de 57% para pagamento adiantado no Visa. De qualquer forma, a relação custo-benefício continuará boa ainda que apenas se consiga o quarto duplo a valores entre US$ 60 e US$70 (por mais do que isso, acredito que seja possível descolar um hotel de categoria superior nos sites de desconto). Ah, e os banheiros são reformados, o que, para mim, contou muitos pontos!

Um ótimo ambiente para o café da manhã!
O café da manhã é servido em uma varanda / jardim de inverno no andar térreo do hotel. O ambiente é uma delícia, e o próprio café da manhã, embora não seja muito variado, é farto e bem gostoso.
Pra terminar, um episódio me intrigou na época, e continua me intrigando até hoje. Mais ou menos na metade da nossa estada, chegamos da rua um dia e vimos que o nosso quarto tinha sido “melhorado” – as 3 camas de solteiro foram trocadas por 2 camas de casal, o que nos dava mais conforto e mobilidade, e ainda recebemos uma bela cesta de frutas de cortesia. Meio a sério e meio por piada, fiquei me perguntando se o mimo não estaria relacionado à própria existência do Idas & Vindas, e às opiniões sobre o hotel que eu poderia vir a postar aqui…

Um mimo para mim?!?
Wed 28 Oct 2009
Ano passado, quando aluguei um apartamento pela primeira vez, eu já imaginava que estava trilhando um caminho sem volta em termos de hospedagem em Buenos Aires – achei prático, seguro, confortável e barato. Com tantos benefícios, aquele só poderia mesmo ter sido o meu primeiro endereço portenho, de uma série que eu espero venha a ter ainda vários e vários desdobramentos.
Na hora de selecionar o meu segundo endereço portenho, tive que levar em consideração vários pontos diferentes daqueles que nortearam a minha busca no ano passsado… Aqueles que têm filhos sabem que viajar com crianças muda bastante o modo de planejar e o próprio foco da viagem – e eu fui me baseando na experiência e nos ensinamentos alheios pra não fazer bobagem…
Já sabendo que o trânsito em Bs.As. está a cada dia pior, tornou-se uma prioridade conseguir um apartamento próximo a uma estação de metrô – e com uma criança, “próximo” não é força de expressão! Procurei apês a no máximo 3 quadras de uma estação do metrô, ao invés de 7 ou 8, como no ano passado… Além disso, precisávamos de um apê com capacidade para acomodar 4 pessoas, mas que continuasse em conta para os 3 adultos pagantes, claro…
Também não queria que fosse em uma avenida movimentada, para evitar o barulho. E, mesmo que fosse um quarto-e-sala, teria que ter camas de verdade para todos, porque ninguém merece dormir uma semana inteira em um sofá-cama, né?
Eu sei, eu sei, quase posso ler as mentes de quem está lendo esse texto agora: “Não dava pra dificultar essa busca mais um pouquinho, não?”
Eu mesma achava que seria tão difícil quanto o velho clichê de procurar agulha no palheiro… Mas, no fim das contas, me surpreendi, e encontrei o apêzito com relativa facilidade, do jeitinho que eu queria: confortável o suficiente para uma família de 4 pessoas, bem localizado, bem decorado e super em conta. Quando não conseguimos viajar em setembro, cheguei a ficar um pouco apreensiva com a possibilidade de que a agulha que eu tinha encontrado no palheiro não estivesse disponível para as nossas datas de outubro. Pois não apenas estava, como a proprietária gentilmente aceitou transferir a nossa reserva sem qualquer custo!
Chegamos em um domingo, e fiquei muito satisfeita porque a BytArgentina não nos cobrou nenhum extra para nos receber no fim de semana. Na verdade, nós até demos mais trabalho do que o usual, porque o vôo atrasou um pouco e eles tiveram que acionar a proprietária para nos esperar enquanto o funcionário da Byt ia receber hóspedes em outro apartamento… Com esses trâmites, acabei me esquecendo de fazer minhas próprias fotos no apê na chegada – e me esqueci do detalhe também na saída! Vou então republicar as fotos do site da Byt – que são bastante fiéis à realidade – com alguns comentários:

Sofá-cama? Não, uma cama-sofá...
O apê venceu a minha relutância quanto a alugar um quarto-e-sala para 4 pessoas com uma solução bastante prática para o nosso caso: ao invés de um sofá-cama na sala, tínhamos uma cama-sofá. A diferença? Uma cama-sofá tem colchões de verdade, e apenas se disfarça de sofá durante o dia…

Espaçosa a sala, não?
Um outro detalhe em que prestei bastante atenção foi a mesa de jantar… Como eu já previa, dessa vez acabamos fazendo uma ou outra refeição em casa – nada demais, apenas um lanche uma noite e um café da manhã em um dia de chuva. Dois detalhes importantes na foto: as gavetas da estante da sala, que quebram um bom galho na hora de guardar as roupas e, ao fundo da foto, o espelho de corpo inteiro na porta do armário do corredor.

Cama queen!
Na foto não dá pra ver, mas o quarto tem ainda um outro armário. Na verdade, não há dúvida de que o apê comporta 2 pessoas com mais conforto do que 3 ou 4 – e que a 3a. e a 4a. pessoas terão que improvisar um pouquinho, ao menos no quesito arrumação de armários…
Sentimos falta também de toalhas, lençóis e fronhas a mais, para o caso de decidirmos trocá-los ao longo da semana – ponto para o apê do ano passado, que tinha tudo sobrando… Por outro lado, tanto o quarto quanto a sala tinham um black-out maravilhoso, e os splits também funcionaram super bem, mantendo a nossa casinha sempre a uma temperatura bem aconchegante, mesmo que estivesse fazendo frio e/ou chovendo a cântaros do lado de fora…

Mini-cozinha mesmo...
A cozinha era bem pequenininha, tipo americana – não seria boa para alguém que pretendesse realmente usá-la… Mas, no nosso caso, foi suficiente – o que mais usamos foi a geladeira, pra guardar água, uns iogurtes e outros lanchinhos!

Só faltou espaço...
A parte menos prática do apê foi o banheiro… Não que houvesse nada de errado com ele, muito pelo contrário – o aquecimento central de água funcionava super bem, tínhamos água quente a qualquer momento e em quantidade; mas era pouco funcional em termos de espaço até mesmo para acomodar uma nécéssaire…
No cômputo final, foi mais uma bola dentro no jogo dos aluguéis de apartamento em Buenos Aires. Esse apê apresentou dois pontos super positivos: a localização a apenas 2 quadras do metrô (estação Pueyrredón da linha D) e a uma quadra da Avenida Santa Fe (com as vantagens da proximidade, como a profusão de táxis e cafés, e nenhuma das desvantagens, como o barulho); e a relação custo-benefício excelente, US$ 370 pela semana mais a taxa de reserva de US$ 45, ou seja, uma diária de pouco menos de US$ 60 para 4 pessoas! Acho que nem albergue hoje em dia é tão em conta…
Para mais informações sobre onde ficar (com aluguel de apartamentos ou não) em Buenos Aires, vale espiar, além do outro post aqui no I&V:
Thu 9 Apr 2009

The Hotel On Rivington
Foi um típico caso de ganhar um limão e fazer dele uma limonada… Quando soubemos que o
Salisbury não poderia nos oferecer as 8 noites de hospedagem que queríamos, o jeito foi apelar para a criatividade para resolver a questão da “Noite dos Desabrigados” – por que não transformá-la em uma “Noite de Extravagância”?

A extravagância começa na entrada...
Como sempre, fui pedir ajuda no
VnV, e o
Riq me deu algumas idéias brilhantes – sugeriu uns 3 ou 4 hotéis, entre eles os novíssimos hotéis com paredes de vidro do chão ao teto no Lower East Side, o
Hotel On Rivington e o
Thompson LES. Estava feita a mágica – no momento em que vi os
corner rooms do Hotel On Rivington eu não consegui mais pensar em outra possibilidade.

Manhattan aos meus pés...
A idéia era fazer uma “viagem dentro da viagem”…

Ficamos no Salisbury 3 noites, nos mudamos para o Rivington e depois voltamos para o Salisbury para mais 4 noites. “Viajamos” com pouquíssima bagagem – guardamos as malas grandes no Salisbury e seguimos para o Rivington apenas com uma malinha. Assim foi fácil usar o transporte público – pegamos a linha F do metrô na esquina do Salisbury e em 15 ou 20 minutos estávamos na Delancey Street, a apenas uma quadra do “Hotel de Vidro”.

Linha F - do Salisbury ao Rivington em menos de 20 minutos
Quando saímos da estação, logo vimos o imenso prédio de vidro – 21 andares, baixo para os padrões novaiorquinos, mas altíssimo para o Lower East Side…

Um gigante de vidro...
Os quartos de esquina têm uma grande vantagem além de terem 2 paredes de vidro: eles estão situados entre o nono e o vigésimo andar. Afinal, parte do charme de ter paredes de vidro é ter uma vista!!!
Que graça teria ficar hospedada no terceiro andar?!?

A entrada do hotel
A entrada do hotel quase passa despercebida… As paredes de vidro ao lado são do lounge, onde também é servido o café da manhã.

O lounge
Essa parte eu detestei – os corredores são escuríssimos!!!

Tão escuros os corredores...
Em compensação, os elevadores são vermelhos – pena que a minha foto ficou ruim…

Meu quarto suspenso sobre a cidade...
Chegamos ao hotel logo no início da tarde – e a luz que faltava nos corredores banhava o quarto todo…

A vista do 18o. andar
A vizinhança não é das mais belas – mas dá pra reconhecer um cartão postal famoso lá ao fundo?

Até o chuveiro tem paredes de vidro...
Nos corner rooms, até as paredes do chuveiro são de vidro – o vidro é fosco, claro, a não ser na janela… A sensação de tomar banho vendo as luzes de NY é indescritível!

A ponte do Brooklyn vista do Pier 17
O South Street Seaport e a Ponte do Brooklyn estão relativamente próximos – uns 5 minutinhos de táxi. Já era meio tarde para almoçar, então resolvemos ir comer alguma coisa lá, ao invés de procurar algum outro restaurante mais próximo do hotel.

Cortinas abertas para o pôr-do-sol...
Mantivemos as cortinas abertas por todo o dia… Na verdade, a mágica de estar integrada à paisagem da cidade é tão grande que deu pena de fechar as cortinas para dormir!

Mimos...
No fim da tarde, ganhamos docinhos, um mimo… O serviço do hotel foi impecável – não que eu esperasse nada diferente… Fiquei fazendo piada que, se você tivesse alguma dificuldade para respirar, logo apareceria um funcionário do hotel se oferecendo para respirar no seu lugar…
Mas a noite não foi tão tranqüila quanto eu gostaria – a vizinhança é extremamente barulhenta, e dentro do próprio hotel se faz muito barulho, ouvi batidas de porta a noite toda…

Entardecer sem moldura...
O fim de tarde de inverno estava lindo…

Entardecer com moldura...
… e foi muito valorizado pela nossa “moldura”…
Saldo da brincadeira? Nossa diária custou US$ 450, já com o café da manhã e as taxas incluídas. O hotel é especialíssimo, e oferece mil detalhes de atenção e mimos, além de um design de muito bom gosto; mas a localização não é muito prática, e o barulho realmente incomodou bastante. Eu não acharia válido, por exemplo, para toda uma semana em Nova York – mas para uma “Noite de Extravagância”, a coisa muda de figura…
Thu 26 Mar 2009
Na minha opinião, uma das características mais interessantes do Salisbury Hotel é a localização – em plena Rua 57, a 2 quadras do Central Park, entre a 6a. e a 7a. Avenidas. A Rua 57 é uma das mais movimentadas dessa parte de Manhattan, o que pode vir a ser um aborrecimento caso o quarto reservado seja de frente… Por outro lado, como o hotel está situado em uma das artérias novaiorquinas, o transporte nas imediações é sempre fácil e abundante. Ao sair do hotel, pode-se caminhar tanto para a esquerda quanto para a direita – em ambas as esquinas há uma estação de metrô. Por US$ 25, pode-se comprar um Metrocard com validade de 1 semana, e usá-lo em viagens ilimitadas tanto de metrô quanto de ônibus.

Movimento na 57th Street
A fachada do hotel é super simples. Descobri lá mesmo, por meio de um dos recepcionistas do hotel, que o edifício costumava ser residencial antes de ser transformado em hotel. Talvez isso ajude a explicar o tamanho dos quartos…

A fachada do Salisbury Hotel
Logo ao chegar, fui surpreendida com um upgrade! Eu havia reservado um quarto standard, via Expedia, mas recebemos um belíssimo presente: uma king suite!!! No momento em que entrei na nossa “mansão suspensa”, o único pensamento que me ocorria era “eu não fazia idéia que isso existia em Manhattan!”…
O custo para nós foi o que pagamos no Expedia, cerca de US$ 146/dia. Perguntando na recepção do hotel, nos disseram que a diária do quarto standard, ao se reservar diretamente no hotel, é US$ 175 mais as taxas, para até 2 pessoas; a suíte, US$ 265 mais as taxas, para até 4 pessoas.
Tínhamos uma ante-sala…

A ante-sala da suíte
… junto a uma pequena cozinha, com pia, frigobar, microondas e cafeteira:

A mini-cozinha
A sala era enorme, e ainda recebemos um mimo: a New York Magazine da semana!

A sala
O sofá pode se transformar em uma cama queen – no caso da suíte, a partir do quinto hóspede há um acréscimo de US$ 30 na diária.

Outro ângulo da sala

O cantinho-escritório
Reservei o nosso quarto com uma cama king size, mas é possível pedir duas camas de casal. E nem acreditei quando vi o espelho de corpo inteiro na porta de um dos armários (eram 3!!!). Raridade das raridades…

O quarto
Outro ponto alto: o banheiro era impecável, a ponto de merecer duas fotos…

O banheiro

A banheira
Eu tinha lido várias e várias resenhas no Trip Advisor a respeito do Salisbury. Concluí que não são exageradas, a maioria foi mesmo bastante justa. Me lembro que os pontos negativos levantados eram o barulho da rua (que felizmente não nos incomodou, pois as suítes são de fundos), a lentidão dos elevadores (que driblamos usando as escadas sempre que íamos descer) e a decoração antiquada (é antiquada mesmo, mas tudo é tão bem cuidado que nem liguei…)
Os pontos mais positivos, na minha opinião, foram o serviço de excelente qualidade, o café da manhã servido no próprio hotel (não incluído na diária, mas a módicos US$ 4 – só de não ter que sair no frio com fome…), o tamanho e o cuidado dos quartos, além, claro, da localização espetacular.
Ah, sim, depois perguntamos também porque resolveram nos conceder um upgrade… E, não, não foi porque o Idas & Vindas está ficando famoso no exterior e quiseram me agradar…
Me explicaram que, sempre que há suítes disponíveis, eles procuram oferecê-las aos hóspedes que estejam pagando sua própria estada. Achei uma forma simpaticíssima de ganhar a fidelidade do cliente – nem preciso dizer que ganharam a minha!