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No 13o. dia da viagem, saímos de Cingapura de manhã bem cedo com destino a Kuala Lumpur, em um vôo da low cost Air Asia. Desembarcamos no LCCT (Low Cost Carrier Terminal), que dista 60 km do centro da cidade, trajeto que se faz em mais ou menos 1 hora de táxi, ao custo de aproximadamente US$ 25.

Chegamos ao Piccolo Hotel antes do horário previsto para o check-in, então decidimos fazer o nosso registro, guardar as malas e sair para um pequeno passeio. Entregamos nossos passaportes na recepção e qual não foi a nossa surpresa ao sermos informados pela recepcionista que bastaria que Paulinho se registrasse. Vale lembrar que estávamos em um país muçulmano… ;-)

Entrada do Piccolo Hotel, em uma rua lateral da Bukit Bintang

O hotel fica localizado no Golden Triangle, a área mais sofisticada de Kuala Lumpur, onde se encontram os melhores hotéis da cidade e várias lojas de grifes internacionais.

Lojas sofisticadas na Bukit Bintang

Fomos caminhando até o Pavilion, um dos maiores e mais elegantes shoppings da cidade, com grande variedade de lojas, restaurantes e até um supermercado.

Entrada do The Pavilion

Chegamos justamente na época da celebração do Ano Novo chinês, e vimos a cidade decorada para as comemorações. Por ser este o Ano do Coelho, lembramos bastante da nossa decoração de Páscoa…

Decoração de Ano Novo no The Pavilion

Logo ao entrar, nossa atenção foi atraída pela música que tocava em frente ao shopping – uma música chinesa, em alto e bom som, que para nós se tornou o símbolo de Kuala Lumpur.

Pedacinho de Brasil em Kuala Lumpur

Comprovamos a variedade de lojas do Pavilion ao nos depararmos com uma loja das nossas legítimas Havaianas – as que não deformam, não soltam as tiras e não têm cheiro… ;-)

Trânsito na Bukit Bintang

Ao sair do Pavilion ficamos impressionados com o trânsito intenso na Bukit Bintang – uma constante ao longo do tempo em que ficamos na cidade, fosse durante o dia ou à noite.

O monorail de Kuala Lumpur

O monorail de Kuala Lumpur pode ser de grande valia para evitar o trânsito pesado. O JB, em um de seus posts sobre a cidade, ensina o passo-a-passo para usá-lo. Nós fizemos a opção de passear a pé, pois a área turística é relativamente pequena, bastante arborizada, e é fácil e agradável caminhar pelos principais pontos.

Nossa primeira visão das Petronas

Decidimos começar o nosso passeio seguindo em direção às Torres Petronas, o maior cartão-postal da Malásia.

Não são só as Petronas que chamam a atenção...

KLCC Park, próximo às Petronas

Vida boa no parque

Só praticamente deitando no chão se consegue essa foto...

Visitamos as “Pretonas” ( :lol: ) apenas pelo lado de fora. Quando estivemos na cidade, a visita à passarela do 42o.andar era gratuita, mas o número de visitantes era restrito a 1200/dia. Para conseguir uma senha, era preciso chegar de madrugada. Em férias, optamos por não fazer o que nos pareceu um “programa de índio”…  Soubemos que hoje a visitação já segue regras diferentes – sugerimos uma visita ao site oficial para conferi-las antes de viajar.

Após algumas horas de caminhada, resolvemos então parar para almoçar.  Kuala Lumpur nos impressionou pela variedade de cozinhas internacionais representadas em seus restaurantes.

Carlos Mexican Canteena - The Pavilion

Escolhemos um restaurante mexicano, Carlos Mexican Canteena, em uma agradável ruazinha já no caminho de volta para o hotel. Após o almoço descobrimos que essa ruazinha não era bem uma ruazinha, e sim a área externa do Pavilion

Almoço com temperinho mexicano

Voltamos então para o hotel para um merecido descanso. Saímos novamente apenas à noite, para um jantar tailandês no Celadon Royal Thai Cuisine, também situado no Pavilion.

Celadon Royal Thai Restaurant

Novamente constatamos que as mulheres não têm muita vez em países muçulmanos… Com esse belíssimo ambiente para admirar, fomos alocados em uma mesa de canto, com Paulinho voltado para o restaurante  :D e Carla… para a parede!!! :-(

O lindo salão do Celadon

Deliciosas opções do Celadon

Entre as inúmeras opções do cardápio bem variado, encontramos a nossa entrada tailandesa favorita, o kratong tong…

Kratong Tong e chá tailandês no Celadon

Nossos eleitos para o jantar

Como pratos principais, Paulinho escolheu uma carne vermelha e Carla um frango, tão deliciosos que acabamos provando dos dois pratos… Recomendamos os dois restaurantes como opções interessantes nessa região da cidade.

Noite na Bukit Bintang

Noite na Bukit Bintang, com o Piccolo Hotel ao fundo

Voltamos então caminhando para o hotel para cair nos braços de Morfeu, já prevendo a intensa programação que nos aguardava no dia seguinte.

Nossa segunda passagem por Buenos Aires não tinha nenhum propósito turístico – a idéia era só mesmo relaxar e aproveitar o último dia de férias antes de voltar pra casa.

Pensando nisso, fizemos uma reserva para o chá da tarde do restaurante L’Orangerie, no Alvear Palace Hotel. Eu já tinha experimentado e aprovado, mas os meus pais só conheciam o chá do Marriott Plaza, e eu achava que eles gostariam bastante das delícias do Alvear.

Dito e feito – deixo que as fotos falem por si mesmas… ;-)

Um dos ambientes do restaurante L'Orangerie

O chá é oferecido de 2a. a sábado das 16:30 às 19:00 h e, aos domingos, das 17:00 às 19:00h. É recomendável fazer reserva, pelo telefone 4808.2949 ou pelo próprio site.

Capricho nos detalhes...

Meu reflexo na tampa - "artístico", mas não proposital... ;-)

Oficialmente, o valor do chá é individual – na época, estava em pouco mais de Ar$ 100; porém, na prática é quase impossível uma pessoa consumir sozinha toda a oferta de sanduichinhos, brioches, folhados, docinhos e tartelletes. Por isso, é uma ótima idéia ter uma companhia para esse programinha gastronômico! Pedindo uma xícara de chá extra, duas pessoas ficam bastante satisfeitas, provam de todas essas delícias, e nem gastam muito…

Deliciosas guloseimas...

No nosso caso, pedimos 2 chás para 3 pessoas

Uma dica: o chá é realmente bastante farto, o que torna a idéia de jantar nesse dia um tanto quanto absurda… Melhor guardar a reserva naquele restaurantezinho cobiçado para um outro dia, pra não perder a viagem… ;-)

No dia seguinte, ou seja, no dia de voltar para casa, saímos para almoçar ali pelas cercanias do hotel mesmo, e eu aproveitei para experimentar um restaurante que tinha me deixado curiosa desde 2008 – 0 L’École de Gastronomie. Procurando agora no Guia Oleo, encontrei apenas o de Palermo, mas fui no da Recoleta, na própria Junín.

Fachada do L'École da Recoleta

No almoço, o preço do menu executivo é excelente: Ar$ 33! E compreende 3 pratos: entrada, prato principal e sobremesa.

Refeição completa a menos de R$20!

Salão interno do restaurante

Entradinha...

Um delicioso risotto...

Trocamos a sobremesa por um bom espresso e fomos tomar um sorvete no Freddo ali perto. Voltamos então ao hotel para fechar nossa conta, pegar a bagagem e esperar o remis que nos levaria de volta a Ezeiza para tomar o vôo para o Rio.

Fim de férias… Fim de uma viagem maravilhosa que seria apenas a primeira de muitas, nesse ano repleto de idas e vindas. ;-)

Cavas Wine Lodge

Algum tempo antes de ir para Mendoza, eu vi um episódio daquele programa “Destino Lua-de-Mel”, do Discovery Travel & Living, que se passava em Mendoza – e o casal de apresentadores se hospedava justamente no Cavas Wine Lodge.

Destino Lua-de-Mel – Mendoza

Vista do salão principal

Fiquei encantada com o hotel, mas ele não apenas estava acima do nosso orçamento – também ficava localizado lá em Luján de Cuyo, e não em Mendoza propriamente dita…

Piscina em meio aos vinhedos

Mas, como iríamos a Luján de qualquer forma, para visitar a Catena Zapata, pensei “por que não ir visitar o Cavas, ou melhor, por que não almoçar no Cavas”?!?

A entrada do spa

Fiz então uma reserva para o almoço – e, de cortesia, ganhamos uma bela visita guiada pelas dependências do hotel. Fomos à piscina, ao spa, ao anfiteatro, à adega, aos chalés, aos vinhedos… (Infelizmente, nem tudo pôde ser fotografado.)

Vinhedos a perder de vista

Uvas deliciosas ao alcance das mãos

Ao fim da visita, nos dirigimos então ao restaurante – resolvemos escolher um lugar na varanda, para aproveitar ao máximo a paisagem…

Mais um pra coleção de brindes do I&V!

Como fazia bastante calor, resolvemos optar por um vinho branco bem geladinho, um torrontés que não vou nunca mais ser capaz de lembrar qual era… :oops:

Pãezinhos e azeite - preciso de pouco pra ficar feliz... ;-)

Um ceviche de entrada - eu AMO ceviche...

Um risotto levinho, apropriado para o calor...

Mas quem disse que a carne argentina perde o seu lugar?

Um cheesecake de sobremesa...

Ou uma mousse de doce de leite?

Depois do Nespresso que coroou essa refeição tão delicada e saborosa, saí do Cavas Wine Lodge com uma certeza inabalável de que um dia eu PRECISO voltar, mas dessa vez para me hospedar lá, não apenas para o almoço… ;-)

Entrada da Familia Zuccardi

Chegamos ao hotel já meio em cima da hora para o almoço – tínhamos uma reserva na Familia Zuccardi, e não queríamos perder de jeito nenhum. Logo vimos a importância de ter contratado o remis ao invés de alugar um carro. Nós tínhamos muito pouco tempo na cidade para usar esse tempo  perdidos pelas estradas mal sinalizadas de Mendoza, tínhamos que ir direto ao ponto!

A entrada do restaurante

Almoço ao ar livre

O espaço aberto do restaurante é super convidativo – mas, como estávamos em fevereiro, e fazia calor, achamos por bem ficar na parte fechada. Essa parte é fechada por vidro, então se tem a paisagem da mesma forma, só que com ambiente climatizado… ;-)

A parte "fechada" do restaurante

Nos contatos via email, soubemos que o restaurante oferece 3 tipos de menus de almoço – o regional, o degustación e o oliva. Os preços são do início de 2010, então podem estar (e provavelmente estão!) defasados.

Menú Regional: consiste en el tradicional asado y ensaladas criollas acompañado por panes y empanadas cocinados en horno de barro a la vista y un exquisito postre regional. Incluye vinos Santa Julia Varietal y Reserva. ($135)

Menú Degustación: consta de 6 pasos elaborados con productos regionales de estación y maridados con los vinos de Familia Zuccardi. Este menú es estacional y se presenta con el cambio de la misma. ($155)

Menú Oliva: consta de 4 pasos elaborados con productos regionales, en base a nuestros aceites varietales y maridado con los vinos de Familia Zuccardi. ($155)

Nossa escolha foi o menu regional – e acabei não fotografando nem as empanadas nem os assados, porque eram servidos em travessas de mesa em mesa, e eu fiquei sem graça de interromper o serviço pra fazer as fotos… :oops:

Deliciosos pãezinhos pra começar a "conversa"

Azeites produzidos na vinícola

Degustação de azeites especiais

Milhos, cebolas e batatas à moda regional

Uma delícia de sobremesa...

Depois do almoço, fomos fazer a visita à vinícola propriamente dita. O preço da visita está incluído no valor do almoço, mas a visitação está aberta ao público em geral, com o pagamento de uma pequena taxa.

Infra-estrutura: a casa do visitante

Em quase todas as vinícolas é importante fazer reservas prévias – há muita procura, e as vinícolas são distantes da cidade, então é melhor não arriscar se desabalar até uma delas e não poder visitar…

Parreirais e mais parreirais

Ponto de partida e chegada da visita

Avisita começa e termina na lojinha da vinícola, onde se pode comprar vinhos, azeites e outros produtos. Me recomendaram uma geléia de malbec que dizem ser maravilhosa, mas não tinha mais nem umazinha na loja… Fica a dica aos mais sortudos!

Malamado?!? ;-)

Por curiosidade, vou contar a historinha do Malamado… Curioso esse nome, não? Malamado teria a ver com “mal amado”? Não, não, não – na verdade, trata-se de uma sigla, que significa MALbec A la MAnera De Oporto… :lol:

A Familia Zuccardi fica em Maipu, na Ruta Provincial 33. Nessa mesma região está também a Bodega La Rural e seu Museo del Vino, que infelizmente não tive tempo de visitar, já que passamos apenas a tarde nessa região, e tudo fecha cedo… Me parece que o melhor, para quem quiser fazer os dois passeios, seria ir à Rural logo pela manhã e depois almoçar na Zuccardi e ficar para a visita.

L'Auberge

Na tarde do último dia, nos separamos em 2 grupos – eu e Marcio fomos até o L’Auberge, um lugar que nós dois tínhamos muita curiosidade de conhecer.

A torre do L'Auberge

O hotel está presente em praticamente qualquer coisa que se escreva sobre Punta, é impressionante…

Tão bucólico esse caminho...

Desde a entrada, a idéia que se tem é de uma Punta mais bucólica, calma, residencial – uma delícia mesmo…

O salão de chá - waffles...

Por falar em delícia, o ponto alto da tarde no L’Auberge é o chá acompanhado de waffles - nós até tínhamos boa vontade pra experimentar, mas acabamos deixando para uma próxima visita, já que tínhamos almoçado há pouco tempo… ;-)

Muito verde e tranqüilidade

Acabamos só fazendo um passeio pelo hotel – conhecemos o espaço aberto e ainda pedimos para visitar um quarto.

Êta vidinha mais ou menos... ;-)

As diárias no L’Auberge são um pouco mais em conta do que no Las Cumbres – na baixa, começam em US$ 150 e podem chegar até US$ 390 na suíte mais simples no réveillon.

Tudodebom.com.br!!!

Mas, apesar de ter achado o hotel um espetáculo, tenho que admitir que ainda prefiro o Las Cumbres… :mrgreen: